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Ter um PC em casa será algo do passado em um futuro a médio prazo. Isso, na opinião de Asher Kagan, presidente e co-fundador da Blade, startup francesa que entende que o futuro dos PCs está na assinatura, através do Shadow.

A Blade foi fundada em 2015, e tem como objetivo simples matar o PC tal e como conhecemos.

No lugar de ter um computador em casa, Kagan acredita que os PCs migrarão para a nuvem, sendo acessados via serviço de streaming, em troca de um pagamento mensal. Ou seja, o aluguel do PC no sistema Netflix de ser.

 

 

O que torna a Shadow interessante é que ele pode ser utilizado para jogar qualquer jogo ou programa em diferentes plataformas, de diferentes épocas, em diferentes formatos.

A empresa também está lançando uma “caixa Shadow”, que permite conectar um teclado, mouse ou controle de jogos em qualquer tela, transformando a tela no PC.

O Shadow é o serviço de streaming de PC baseado na nuvem, e foi lançado no final do ano passado. Ele conta com mais de 5 mil usuários na França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos são os próximos países em que o serviço será lançado.

Nos EUA, são três opções de planos: anual (US$ 35), trimestral (US$ 40/mês) e mensal (US$ 50).

 

 

Os computadores da nuvem da Shadow equivalem a um PC para jogos de mais de 1.500 euros com um processador Intel Xeon Copre i7 de 8 núcleos com 12 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e gráficos NVIDIA top de linha, com 8.2 teraflops de capacidade de processamento e 16 GB de VRAM.

A empresa não especificou quais gráficos utiliza em seus computadores na nuvem, mas as especificações o colocam no mesmo nível de uma NVIDIA GTX 1080, o suficiente para executar jogos a 1080p a 144Hz, ou 4K a 60 GHz.

Kagam afirma que seus PCs podem ser acessados com conexões de apenas 5 Mbps (mas recomenda 15 Mbps). Obviamente, quanto maior a sua velocidade de internet, melhor será a experiência de transmissão.

Porém, o teste real do Shadow só vai acontecer quando milhares de usuários tentarem acessar o serviço simultaneamente.

Será que ele aguenta? Vamos ver.