Os smartphones Galaxy S6 Edge+ e Galaxy Note 5 foram oficialmente descontinuados pela Samsung. Os dois modelos foram lançados em 2015, e causaram um impacto significativo no mercado de smartphones. Foram atualizados por 3 anos, recebendo melhorias de segurança e desempenho.

O Galaxy Note 5 teve uma jornada um pouco mais discreta no mercado. No Brasil, não fez tanto barulho, ainda mais levando em consideração que, naquele tempo, muita gente o considerou um downgrade em relação aos modelos anteriores.

Já o Galaxy S6 Edge+ foi um dispositivo referência, ao lado do Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge, com tela curva de 5.7 polegadas, algo ousado para 2015, e um deisgn mais irreverente. Era um dispositivo premium de toda regra.

Embora nos dias de hoje uma tela com 5.7 polegadas não algo extraordinário, em 2015, esse número era considerado elevado. Aliás, o Galaxy S6 Edge+ era grande por causa de suas grandes bordas de tela. Um autêntico phablet.

Vale lembrar que antes do Note 5 e do Galaxy S6 Edge+ serem descontinuados, tanto o Galaxy S6 como o Galaxy S6 Edge deixaram de receber atualizações oficiais pelas mãos da Samsung desde março de 2018.

Na prática, se você tem um Galaxy S6 ou qualquer uma de suas variantes e/ou um Galaxy Note 5, chegou a hora de você começar a pensar na compra de um novo smartphone para manter a segurança dos seus dados.

 

 

Isso também indica que, em 2019, os ainda poderosos e muito vendidos Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge terão o mesmo destino. E, nesse caso, além da segurança dos dados, se você pensa na desvalorização desses modelos, comece a estudar a venda desses modelos desde já.

Mesmo que seja complicado manter as atualizações durante muito tempo para os smartphones, temos que entender que esses são dispositivos top de linha, e que três anos de suporte oficial é um tempo acima da média estabelecida pela maioria dos fabricantes de smartphones Android.

Olhando para a concorrência, a Samsung ainda não consegue fazer um trabalho tão bom (ou melhor) que a Apple, que entrega pelo menos quatro anos de atualizações para a imensa maioria dos seus iPhones (mais precisamente 85% deles).