Arquivo para a cateoria: TargetHD Responde

Ficarei sem WhatsApp se eu não aceitar os novos termos e condições de uso?

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Em 25 de agosto, o WhatsApp notificou os usuários sobre uma mudança nos termos e condições do aplicativo utilizado por mais de 1 bilhão de usuários. A principal mudança é a vinculação do número do celular com o WhatsApp, permitindo que empresas se comuniquem com o usuário usando o aplicativo.

A grande incógnita dessa mudança é: o que acontece com aqueles que não aceitaram os novos termos quando apresentados?

Ao receber o aviso, era possível não aceitar logo de cara, mas o prazo para aceitar chegou ao fim, e muitos não sabem ao certo se vai poder seguir utilizando o WhatsApp por recusar os novos termos.

Quase ninguém lê esses termos. Todo mundo prefere configurar o aplicativo rapidamente para usar logo, e isso faz com que aceitemos coisas que não são tão legais para nós usuários.

E, exceto que você tenha se revoltado com condições especialmente exigentes ou por conta da popularidade do aplicativo, não vamos perder tempo lendo esses textos. Mesmo.

 

Aqui, a lógica se impõe: ou você aceita, ou cai fora

 

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Na tela de alerta dos novos termos de uso, há um botão ACEITAR bem grande, mas no canto superior direito, há um discreto “agora não”. Escolhendo essa opção, podemos seguir usando o aplicativo sem problemas.

O problema é que o aviso do dia 25 de agosto indicava que, ainda que você escolhesse por não aceitar as condições no momento, o WhatsApp dava um mês para aceitar, algo que encerrou ontem (25) para os primeiros que receberam esse aviso.

O que vai acontecer com eles?

Aqui, a lógica se confirma: se queremos usar um serviço, temos que aceitar suas condições, ou teremos a interrupção do mesmo.

O WhatsApp já se pronunciou oficialmente sobre o assunto, informando que vai impedir aqueles que não aceitaram as condições de usar o aplicativo, até que aceitem.

Imaginava-se uma prorrogação do prazo de aceitação dos termos, mas isso não vai acontecer. Também podemos imaginar a revolta de uma boa parcela de usuários, e até uma eventual migração desses usuários para outras plataformas.

Vale lembrar que, ainda que você aceite as novas condições, os ajustes do aplicativo permite que o número do telefone não seja utilizado para publicidade no Facebook, mesmo que a rede social receba este número.

TargetHD Responde | Sony Xperia Z3 Compact ou Motorola Moto X 2014?

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Recebemos em nossa caixa de entrada mais uma interessante dúvida sobre o universo dos smartphones:

Qual modelo comprar: Sony Xperia Z3 Compact ou Motorola Moto X 2014? Ambos tem hardware muito parecido, e achei o Z3 Compact por R$ 1.400, e o Moto X 2014 por R$ 1.300. Qual deles tem melhor relação custo/benefício?

(pergunta editada para a publicação no post)

 

Resposta:

As especificações técnicas dos dois modelos são muito similares em linhas gerais, os dois dispositivos foram lançados na mesma janela de lançamento (terceiro trimestre de 2014), e a faixa de preço dos modelos é praticamente a mesma. Porém, algumas diferenças podem ser detectadas, e são pontuais para uma escolha que mais agrade ao consumidor.

O grande ponto a favor do Moto X 2014 é a sua experiência Android praticamente pura. As poucas intervenções da Motorola são muito bem vindas, e tornam o uso do dispositivo mais inteligente e atraente. Já o tamanho de tela é algo que entendo ser uma versão de gosto: eu prefiro modelos com telas maiores, mas ainda tem muita gente que prefere um dispositivo mais compacto.

E aqui começam as vantagens do Sony Xperia Z3 Compact. A tela menor (4.6 polegadas) pode oferecer menor densidade e resolução de 720p (contra o 1080p do Moto X 2014), mas entendo que essa tela é mais que suficiente para uma boa visualização de vídeos, fotos e elementos gráficos. Sem falar que o desempenho é beneficiado, uma vez que a GPU (Adreno 330) tem que trabalhar menos para entregar as imagens.

Além disso, o Xperia Z3 Compact conta com slot para cartões microSD de até 128 GB de armazenamento, algo que é muito procurado pelos usuários que gostam de registrar muitas fotos e vídeos no smartphone, ou para quem quer carregar o seu conteúdo de músicas no smartphone. Algo que ficou de fora no Moto X 2014.

As câmeras frontal (2.2 MP) e traseira (20.7 MP) do Xperia Z3 Compact são (teoricamente) melhores do que aquelas presentes no Moto X 2014. Não só pelo tamanho dos megapixels, mas pela qualidade já comprovada dos sensores da Sony, e esse é um fator a ser considerado.

Com um hardware similar, o Xperia Z3 Compact possui uma bateria com 2.600 mAh, 300 mAh a mais do que o Moto X 2014. Sem falar na sua tecnologia STAMINA, que oferece um melhor consumo de bateria. E toda vantagem nesse aspecto é muito bem vinda.

Por fim, o Xperia Z3 Compact é resistente à água, algo que muitos usuários procuram em seus smartphones. Afinal de contas, é um dispositivo caro demais para parar de funcionar com qualquer chuvinha (não estou dizendo que o Moto X 2014 pode parar de funcionar com chuvas ocasionais, mas é fato que ele não conta com essa proteção que está presente no modelo da Sony).

Levando em conta todos os argumentos apresentados, se eu tivesse que escolher entre os dois modelos, a minha escolha seria o Sony Xperia Z3 Compact, ainda mais se eu encontrei o smartphone com um preço apenas R$ 100 mais caro que o Moto X 2014. A relação custo/benefício é melhor. A não ser que você prefira a experiência de uso do Android quase puro do modelo da Motorola – e, mesmo assim, basta você colocar a Google Now Launcher no smartphone da Sony, e o problema está parcialmente resolvido.

Agora, dá uma força para o blog, e compre um dos smartphones nos links a seguir.

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Sony Xperia Z3 Compact

 

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Motorola Moto X de 2ª Geração (2014)

 

TargetHD Responde | Nexus 5 ou novo Motorola Moto X?

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Mais uma dúvida interessante que recebemos por e-mail. O leitor Anderson de Assis Nunes levantou a seguinte questão:

Como assíduo leitor do blog Target HD, eu o procuro para buscar uma ajuda. No fim do ano pretendo presentear-me com um smartphone. Tenho assistido muitos vídeos e comparativos. Acabei escolhendo dois modelos Android: Nexus 5 e o novo Motorola Moto X.
Ambos estão na mesma faixa de preço e apresentam hardware equivalentes. Confesso que estou mais inclinado ao Moto X devido a ser lançamento, ter 32 GB de capacidade e também trazer um Android puro. Porém com as recentes notícias de travamento do Moto X e Moto G fiquei um pouco preocupado. Já o Nexus traz um Android pura e atualizado mais rápido, a tela é ótima. Mas só tem 16 GB
A questão é: Vou de Nexus 5 ou Moto X (2ª geração).

Resposta:

Anderson, sua questão é muito boa. Tem alguns pontos que precisam ser levados em consideração sempre que você fizer um investimento em um dispositivo de tecnologia, ainda mais no caso de um smartphone top de linha. Já levando em consideração os pontos que você abordou na sua pergunta, entendo que a melhor opção nesse exato momento é o modelo que oferece melhores resultados em detalhes pontuais.

É importante lembrar que o Nexus 5 já tem aproximadamente um ano de vida (tanto que o Nexus 6 já é uma realidade), enquanto que o Motorola Moto X de 2ª geração é um recém chegado ao mercado. Um ano pode parecer pouco, mas nesse caso, faz uma grande diferença. E o quesito preço, nesse caso, favorece ao modelo mais novo. Afinal de contas, temos sempre que buscar a melhor relação custo/benefício possível.

Além disso, o Moto X 2014 possui uma maior capacidade de armazenamento (32 GB, contra 16 GB do Nexus 5), câmeras frontal e traseira de melhor qualidade (não falo pela quantidade de megapixels, mas pela qualidade dos seus sensores), com um flash LED duplo, e um acabamento mais ‘premium’, com bordas de material metálico nas laterais. Só esses itens já colocam o modelo da Motorola bem à frente do modelo da Google de 2013.

Além disso, o conjunto de chipset do Moto X 2014 oferece uma performance mais equilibrada, principalmente se levarmos em conta a quantidade de recursos trabalhando simultaneamente. Com tanta coisa funcionando ao mesmo tempo, o modelo da Motorola possui uma autonomia de bateria ainda melhor que o Nexus 5, que possui um Android mais puro. Isso mostra o excelente trabalho feito pela Motorola para ajustar as suas customizações no Android para oferecer um desempenho mais equilibrado nesse aspecto.

Sobre as questões de travamento dos modelos Moto X e Moto G, vale a pena lembrar que são questões pontuais de software, e não de hardware. E a Lenovo (até agora) está fazendo um ótimo trabalho na missão de oferecer updates e patches corretivos de forma rápida aos usuários. Logo, esse é um fator que (na teoria) pode ser resolvido com maior facilidade, e não deve ser levado tanto em consideração. Ou se for levado, tenho que colocar aqui o elevado consumo de bateria do Nexus 5, que é um problema de gestão de software que a Google não resolveu no aparelho (quem sabe com o Android 5.o Lollipop isso muda).

Para concluir, se eu tivesse que escolher hoje entre um dos dois modelos, eu iria de Motorola Moto X de 2ª geração. É um modelo que é superior ao Nexus 5 em detalhes que considero pontuais, e com potencial de oferecer uma melhor relação custo/benefício por um tempo maior.

TargetHD Responde | Baterias nos smartphones: fixas ou removíveis?

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O leitor Guilherme Max mandou para nós a seguinte sugestão de pauta:

Ultimamente, temos essa divergência no mercado de celulares top de linha: celulares como o Samsung Galaxy S4/S5 são contemplados com baterias removíveis, enquanto que modelos como o LG G2/iPhone 5s estão presentes com as baterias fixas. Qual a melhor opção? Temos grandes diferenças entre elas?

 

Resposta

Guilherme, alguns fabricantes preferem adotar as baterias fixas pelo conceito geral do projeto, ou do seu conjunto de hardware. A vantagem de uma bateria fixa é a menor quantidade de componentes móveis no dispositivo, oferecendo (na teoria) uma maior consistência de funcionamento. O lado negativo é bem óbvio: se o seu smartphone travar, você vai ter que buscar outras alternativas para reiniciá-lo, ou se a vida útil da bateria chegar ao fim, muito provavelmente a vida do seu smartphone vai junto com ela (a não ser que você mande o dispositivo para a assistência técnica para a troca da bateria, mas em 90% dos casos, isso não vale a pena).

No caso das baterias removíveis, a escolha também é feita baseada no projeto geral do fabricante para aquele smartphone. Uma das vantagens mais significativas está no fato de você poder trocar a bateria quando a original se esgotar, ou até mesmo colocar uma bateria com maior quantidade de mAh, para aumentar o tempo de autonomia do dispositivo. Sem falar que, em caso de travamentos mais sérios, basta remover a bateria, instalar novamente, ligar o smarthone, e pronto.

Em linhas gerais, os dois formatos funcionam da mesma forma, se diferenciando nas características citadas. Como nos dias de hoje o Android só trava feio se o usuário fizer uma besteira muito grande, tudo passa a ser uma questão de escolha individual, analisando as necessidades de uso.

Entendo que as duas contam com vantagens e desvantagens. Particularmente, meus últimos smartphones contaram com baterias fixas, e não senti nenhuma grande desvantagem nesse aspecto. Até porque me incomoda o fato de ficar removendo e recolocando a bateria do smartphone de modo eventual. Sem falar que, hoje, dou mais prioridade para o dispositivo que me ofereça a maior autonomia de bateria possível. Logo, para o meu perfil de uso, eu prefiro as baterias fixas.

Mas não vejo nada de errado naqueles que querem usar baterias removíveis. O importante é ter um produto que atenda perfeitamente às suas necessidades.

 

TargetHD Responde | Smartphone com câmera de boa qualidade, que custe menos de R$ 1 mil

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Recebemos a seguinte questão em nosso e-mail:

Gostaria de saber qual o celular que tem um câmera legal, na faixa dos R$ 1.000.

Resposta:

Antes da resposta, é sempre bom lembrar que, no mundo da tecnologia, não existem milagres. Em via de regra, mais barato significa qualidade inferior. Claro que existem exceções, mas entendo que abrir mão de uma boa experiência de uso apenas para ter uma boa câmera não é exatamente a melhor relação custo/benefício para um smartphone.

Em todo caso, se a sua prioridade é EXCLUSIVAMENTE a câmera, no meu entendimento, o modelo que pode ser escolhido abaixo dos R$ 1 mil é o Nokia Lumia 720.

A câmera do Lumia 720 é de apenas 6.7 megapixels. Porém, o resultado final de suas fotos foi muito elogiado pela maioria dos blogs de tecnologia. Sem falar que é uma câmera que conta com lentes Carl Zeiss, elemento esse que você não vai encontrar em nenhum dos seus principais concorrentes, e isso é algo que deve ser considerado na hora da compra.

Além disso, o sensor de 6.7 megapixels é mais que suficiente para que você consiga registrar boas fotos para envio nas redes sociais e serviços de armazenamento online. Até mesmo para a impressão existe a possibilidade, mas a qualidade tende a cair. Detalhe: a quantidade de megapixels não determina a qualidade de uma foto digital, apenas o tamanho dessa imagem. A qualidade final é influenciada por outros fatores, como por exemplo a qualidade do sensor, o nível de compressão de dados, entre outros.

Agora, se você procura um dispositivo com Android com boa câmera, por menos de R$ 1.000… comece a pensar em gastar um pouco mais.

Os melhores sensores de câmeras de linha média estão nos smartphones da Samsung, principalmente nos modelos Galaxy Gran Duos (R$ 1.149) e Galaxy S III (R$ 1.299). Recomendo que se gaste um pouco mais nesse sentido, até mesmo pela questão do smartphone em si. Afinal de contas, você não está comprando só a câmera, mas sim um dispositivo completo. Logo, se pensa em usar um dispositivo da Google, esses dois modelos são a minha recomendação, mesmo custando um pouco mais do que a faixa de preço proposta na pergunta.

Para adquirir o Nokia Lumia 720 pelo TargetHD, clique no banner abaixo.

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TargetHD Responde | como resolver o problema de superaquecimento do computador portátil?

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O superaquecimento do computador portátil é um dos problemas mais frequentes que os usuários precisam enfrentar nesse tipo de equipamento. Muitos fatores acabam intervindo nessa situação: a qualidade do produto, a temperatura ambiente, o que você exige do seu notebook ou se a saída de ventilação do equipamento está obstruída.

Felizmente, esse é um problema com solução. E não uma única solução. Como existem muitos fatores que podem produzir o aquecimento em demasia, também há muitas formas de combater esse indesejável efeito colateral.

Detectando o superaquecimento

É relativamente fácil detectar quando o seu portátil está sofrendo de superaquecimento. Afinal de contas, as nossas mãos sentem isso imediatamente, enquanto estamos usando o produto, ou os nossos ouvidos podem ouvir o ventilador do notebook trabalhando na velocidade máxima. O superaquecimento produz duras consequências para o seu equipamento (o desempenho do sistema operacional é reduzido, e o computador pode simplesmente parar de funcionar, com o objetivo de evitar problemas maiores, fazendo com que você perca informações valiosas), e é muito importante você detectar o problema antes que seja tarde.

Existem alguns softwares que verificam a temperatura dos componentes internos do computador. Usuários do Windows contam com o HWMonitor ou o RealTemp. Se você tem um Mac, pode contar com o Temperature Monitor. E se você usa o Ubuntu (ou distribuições Linux que utilizam os repositórios da Debian) podem instalar o Xsensor, ou um indicador de temperatura para a barra de ferramentas.

A temperatura normal de um portátil pode variar, de acordo com os elementos e critérios adotados pelo fabricante. Mas como regra geral, é sábio começar a se preocupar quando o seu equipamento passa dos 65 graus de temperatura.

Evitando o superaquecimento do portátil

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Existem diferentes maneiras de solucionar esse problema, e cabe ao usuário escolher a mais indicada para a sua situação. Como conselho geral, é recomendável sempre utilizar o portátil em uma superfície lisa e sólida. Isso ajuda, pois as saídas de ventilação podem chegar a ser obstruída em superfícies irregulares, como uma cama ou almofada. Você também pode colocar um objeto debaixo do equipamento para aumentar a distância entre este e a superfície. Um livro pode servir para essa missão.

A temperatura do equipamento está obviamente relacionada com o ambiente externo em que ele se encontra. Manter o ambiente fresco durante as estações mais quentes do ano pode ajudar. Você pode investir algum dinheiro nos ventiladores dedicados aos computadores portáteis (ou laptop coolers), que funcionam como base para o seu equipamento, e contam com um sistema de ventilação integrada, que ajuda a solucionar o problema do superaquecimento.

Se o problema persistir, verifique o estado da bateria do portátil, pois ela pode ser a culpada. Além disso, procure limpar o interior do computador, removendo a sujeira acumulada, que torna os seus ventiladores internos menos eficientes.

O problema também pode ser de software. Uma grande quantidade de programas executando em segundo plano, que exigem o máximo de performance dos seus componentes, ou programas multimídia que exigem especificações técnicas mais avançadas que as do seu equipamento. Desinstale programas considerados desnecessários, ou cancele a sua inicialização padrão e/ou funcionamento em segundo plano.

Por fim, se você conta com os conhecimentos técnicos necessários, pode também aplicar uma pasta térmica em alguns componentes, algo que, se não resolve em definitivo, ao menos ajuda a não aquecer tanto o seu portátil.

TargetHD Responde | Troca de chip SIM para micro SIM ou nano sim: como funciona?

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Recebemos mais uma questão na caixa de entrada do blog:

Uma dúvida: quando você fala em adquirir o cartão nano (SIM) da operadora e não recortar o cartão atual, isso quer dizer que não poderei seguir com o número de telefone que possuo atualmente, ou estou enganado? Perdoe a pergunta, mas sou leigo no assunto.

Resposta: 

Antes de qualquer coisa, eu gostei de sua pergunta, e acho que você não é o único que tem essa dúvida. E, sendo bem objetivo… não. Você não perde o número que você já tem na troca do tipo de chip.

Quando recomendo a troca do chip SIM ou micro SIM para um nano SIM, estou recomendando a troca do chip fisicamente. Toda e qualquer operadora é habilitada para transferir a sua linha de um chip para outro (aliás, é direito do cliente). Com tantas diferenças entre os dispositivos, e os fabricantes adotando diferentes padrões de chips, passa a ser razoavelmente comum o usuário fazer a visita até a loja da operadora para trocar o tipo de chip inserido no dispositivo. Logo, para quem se deparar com essa situação, pode sem maiores problemas trocar o chip atual por outro que esteja no formato do seu novo telefone.

O que recomendo é alguns cuidados na hora da troca. Normalmente as operadoras garantem uma troca tranquila e sem traumas. Em uma operadora de qualidade, você já sai da loja com o seu chip ativo, sem maiores problemas. Agora, se a sua operadora já te ferra no dia a dia, fique ressabiado. A mudança pode causar alguns transtornos.

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Para fugir desses percalços e não depender da burocracia das operadoras, alguns usuários se valem de algumas alternativas. A primeira (e mais eficaz delas) é a compra de um desses alicates cortadores de SIM cards. Eu mesmo tenho um para o formato micro SIM, e funciona perfeitamente. Em mercados alternativos (é só procurar na internet), você já encontra esses cortadores para o formato nano SIM, que é algo menos arriscado e mais seguro.

A segunda alternativa (para quem gosta de viver perigosamente) é cortar o chip “na mão”. Existem alguns esquemas de recorte na internet, que podem ser impressos pelo usuário em casa. Com uma boa dose de paciência e mãos firmes, você pode conseguir deixar o chip no formato que você deseja.

No caso específico do nano SIM card, eu não recomendo o processo de recorte manual. Já falei sobre isso na época do lançamento do iPhone 5, e repito novamente nesse post: não é recomendado o recorte do chip para nano SIM com a mão livre, pois o tamanho do chip de contato do SIM/micro SIM é diferente da área de contato do nano SIM adotado pelas operadoras.

Tudo bem, eu sei que tem gente que conseguiu recortar o chip para nano SIM sem maiores danos. E, se você conseguiu e está lendo esse post, parabéns para você. Porém, você é uma exceção da regra. O post é para a maioria, e é fato que a maioria que tentar vai ter problemas, e o procedimento não é recomendado pelos riscos envolvidos.

Além disso, você já paga caro por um smartphone… o que é gastar R$ 10 (em média) em um novo SIM card?

TargetHD Responde | iPhone 4… ainda vale a pena?

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Recebemos em nossa caixa de entrada a seguinte questão:

Pretendo começar a conhecer o mundo do iOS, mas estou com dúvidas sobre qual modelo escolher. Não sou um hard user, não gosto de jogos, baixar aplicativos, etc. Queria um iPhone para fotos, e-mails e contatos com amigos, conversar via Facetime e WhatsApp.
Notei que já possível comprar o iPhone 4 abaixo de 1 mil reais. Vale a pena ainda investir nesse modelo? Ele suporta bem o iOS 7? Ou devo colocar um pouco mais de $$ e pegar logo um 4S? Bem, se eu tivesse dinheiro pegaria logo o 5 mesmo.

Resposta:

Bom, vamos lá. Existem casos e casos. Pelo o que identifiquei, você quer um iPhone para um uso mais básico, para atividades que poderiam ser realizadas por qualquer outro smartphone (exceto o Facetime, que é um recurso exclusivo do iOS). Mesmo assim, tenho que pensar na primeira frase que você disse na mensagem (“pretendo começar a conhecer o mundo do iOS”). E, nesse sentido, entendo que, se queremos conhecer algo, temos que investigar, pesquisar, e ir fundo nesse processo de conhecimento.

Logo, você deixa de ser um usuário de entrada, para ser, no mínimo, um intermediário.

Se você vai comprar um iPhone novo, eu entendo que a melhor relação custo/benefício hoje é o iPhone 4S. Explico: ainda não é um iPhone tão desatualizado do que o iPhone 4, oferece o dobro de desempenho do modelo que você aspira, e está bem mais ajustado com o iOS 7 do que um iPhone apresentado em 2011, ou seja, com dois anos de desfasagem de tecnologia.

Eu li algumas reclamações de usuários reclamando do desempenho do iPhone 4 depois da atualização para o iOS 7. E não foram poucas. Particularmente, abri mão dessa versão do iPhone (que me fez feliz durante pouco mais de um ano) pois entendi que ela já estava no limite em atender as minhas necessidades, e antes mesmo de chegar a atualização para o iOS 7.

Logo, se você quer conhecer o mundo do iOS como você mesmo diz, um bom começo é pelo iPhone 4S. Não é a mesma coisa do iPhone 5, mas vai oferecer a mesma experiência de uso. Hoje, eu só recomendo o iPhone 4 para as nossas mães e avós, que não vão explorar todas as possibilidades do sistema e, mesmo assim, com a ressalva que elas podem se irritar com um eventual desempenho ruim do smartphone com o iOS 7.

Além disso, a sobrevida do iPhone 4S é bem maior do que a do iPhone 4, que entendo estar no seu último ciclo de atualização do iOS. Logo, pelo menos a médio prazo, o 4S é uma relação custo/benefício bem melhor.

TargetHD Responde | Vale a pena mudar para o Nexus 5, uma vez que tenho o Nexus 4?

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Agora que o Nexus 5 é um produto oficial, chegou a hora de começar a pensar no futuro. E nesse futuro, um dos itens que precisam ser levados em consideração é se vale a pena o investimento no novo modelo, principalmente se você é um feliz proprietário da geração anterior do smartphone da linha Nexus. Logo, a pergunta que vamos tentar responder nesse post é…

Vale a pena mudar para o Nexus 5, uma vez que tenho o Nexus 4?

Resposta: 

Excelente pergunta.

Muitos podem entender que a resposta é um simples e sonoro “sim, com certeza, eu nem sei por que você está fazendo esse post…”. Mas nada é tão simples quanto parece. Algumas coisas precisam ser bem pontuadas, até mesmo para reforçar a decisão daqueles que já buscam formas de adquirir o produto lá fora de forma (quase) imediata.

Aliás, esse pode ser um dos fatores decisivos para responder essa questão: a pressa do consumidor. Se você está lá fora, está insatisfeito DE VERDADE com o Nexus 4 (é difícil encontrar motivos para ficar muito insatisfeito com aquele que é considerado até o momento um dos melhores smartphones do mercado, mas tudo bem…), ou tem a possibilidade de trazer o produto de um dos países que já o comercializam, pode ser uma boa pedida adquirir o produto.

Isso é, se a Google tiver um estoque mais generoso que aquele oferecido na época do lançamento do Nexus 4. Mas isso é uma outra história.

Se tudo der certo, você ainda pode escapar de todos os trâmites burocráticos e impostos cobrados pelas instituições brasileiras, economizando assim algum dinheiro. Talvez o grande problema que você vai ter nas mãos será a venda do Nexus 4 por um preço interessante. Como o produto caiu drasticamente de preço em menos de um ano de disponibilidade no mercado brasileiro (hoje, ele pode ser encontrado em promoções por menos de R$ 900), você vai ser obrigado a vender o seu Nexus 4 por um preço muito abaixo do que aquele que você pagou (pior para aqueles que compraram o smartphone na primeira leva, quando ele custava por aqui R$ 1.700…).

Por outro lado, você ainda tem um Nexus 4 nas mãos. Como disse um pouco acima nesse texto, você ainda tem um dos melhores smartphones Android do mercado, com uma experiência de uso plena, e com a atualização para o Android 4.4 KitKat garantida, o que garante uma sobrevida de uso de, pelo menos, mais um ano.

Entendo que o tempo médio que o usuário “normal” (e esse critério varia de pessoa para pessoa) deve ter com um smartphone é de, pelo menos, dois anos. Para alguns mais cuidadosos e menos exigentes, até três anos. No final das contas, você precisa ter um produto que te entrega a melhor experiência de uso possível. E muitos procuram fazer isso, mas pagando um valor que seja competitivo para o produto, e principalmente, para o seu bolso.

O Nexus 4 atende esses quesitos. É um ótimo smartphone, com um preço muito competitivo, e que vai receber a próxima versão do Android. O que mais eu posso querer da vida (nesse aspecto, que fique claro)?

Para aqueles que são heavy users convictos, viciados em tecnologia de ponta, e que usam como mantra de vida o direito de ter sempre o modelo mais avançado nas mãos, invariavelmente vão buscar o Nexus 5 pra ontem, para atender as suas expectativas. E eu compreendo isso. É o desejo de querer uma tecnologia de ponta assim que ela estiver disponível. Agora, para a grande maioria dos usuários, a troca não é uma questão de vida ou morte, ainda.

Podemos esperar com um pouco mais de calma para ver como o aparelho se comporta na prática, através da publicação dos primeiros reviews, e analisar de forma menos passional se a troca é ou não vantajosa. Até porque a troca sempre vai depender dos critérios individuais de cada usuário.

Ao meu ver, se você hoje está feliz com o Nexus 4, não há motivos para ter pressa. É um dos melhores smartphones do mercado atual, mesmo com a presença do Nexus 5. É claro que na mente de muita gente passa a frase “eu quero sempre mais”, e esses não estão errados em pensar assim. Mas esse “mais” pode esperar algum tempo.

TargetHD Responde | E o Nexus 7 (1ª Geração) no Brasil? Onde comprar?

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Mais uma das dúvidas enviadas pelos leitores do TargetHD será respondida nesse post. Dessa vez, vamos tentar desvendar o tal “mistério do desaparecimento do tablet Nexus 7” no mercado brasileiro (isso é, se é que algum dia ele realmente esteve no Brasil). Vejamos.

Gostaria de saber onde posso comprar o Nexus 7 no Brasil sem ser no Mercado Livre, e se tem previsão de chegada do novo modelo por aqui.

Resposta:

Vou apenas recapitular a novela: no começo do ano, o Nexus 7 chegou a ser anunciado em alguns e-commernces nacionais, pelo valor de R$ 1.299. Então, a divisão brasileira da ASUS (fabricante do produto) informou que aquilo foi um “engano”, e que o lançamento aconteceria em um momento posterior, por um novo valor, que seria anunciado oficialmente em um momento posterior. Meses se passaram, e a ASUS de fato planejou o lançamento do produto no Brasil, porém, não pelo preço inicialmente sugerido. Eles queriam uma “ajuda” da Google, que também responde pelo termo “subsídio no valor final do produto”.

Até onde sabemos, a batalha entre Google e ASUS foi árdua para encontrarem um denominador comum no valor final do produto para o mercado brasileiro, e nenhuma conclusão foi alcançada. No final das contas, a ASUS já tinha importado uma remessa de unidades do Nexus 7, e não podia ficar com o produto parado. Nisso, negociou com a Walmart para vender as unidades desse estoque parado. As duas empresas chegaram ao valor de R$ 999, e o produto foi “lançado” no Brasil dessa forma: sem anúncio oficial, sem festa, nada.

Com o fim dessa remessa da Walmart, até onde sabemos a ASUS Brasil não mais se interessou em oferecer o produto no mercado nacional. Primeiro, porque economicamente não era vantajoso para eles. Segundo, porque eles já contavam com dois produtos com preços relativamente competitivos (o ASUS MeMo Pad e o ASUS Fonepad). É claro que não estou comparando os dois com o Nexus 7 (até porque o tablet da Google é muito melhor), mas para posicionamento estratégico, era mais interessante oferecer esses dois produtos do que o Nexus.

Aliás, o TargetHD foi um dos primeiros blogs brasileiros a publicar um review do produto (clique aqui para ler).

Em resumo: quem comprou esse primeiro lote, comprou. Quem não comprou, só no Mercado Livre mesmo, ou em sites “alternativos” (ou que não possuem a mesma procedência de um grande e-commerce nacional – e aí a compra é por sua conta e risco). Tudo indica que a ASUS Brasil não deve disponibilizar novas remessas do Nexus 7 pelos motivos  já descritos.

Sobre a nova versão do Nexus 7, apresentada recentemente pela Google, não há nenhuma previsão de lançamento para o mercado brasileiro. Se não houver nenhuma estratégia de aplicação de subsídios de preço para o produto no Brasil, as chances dele ser lançado oficialmente por aqui são cada vez menores.

Mas acho que ainda não dá para perder as esperanças. Levando em conta que o mercado brasileiro ainda é promissor, quem sabe com alguma sorte veremos a nova versão do Nexus 7 no Brasil antes do que todos imaginamos. Porém, não devemos ficar decepcionados se só encontrarmos esse novo tablet no Mercado Livre e/ou em importadoras. Baseado na experiência da primeira versão do produto, não devemos ficar muito empolgados. Infelizmente.

TargetHD Responde | Diferença entre quantidade de armazenamento e memória disponível para o usuário

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Essa é mais uma questão interessante que foi recentemente feita para nós, e que vale a pena ser esclarecida para os leitores e consumidores em potencial, principalmente para aqueles que estão entrando no mercado de smartphones.

Eu adquiri um Optimus e405 (LG) e estou extremamente insatisfeito (pelo modelo que comprei dá para ver que sou iniciante nesse mundo, né?). Isso por que nas páginas tanto do revendedor como do fabricante diz-se que tem 2 GB de memória distribuídos. O que não se fala é que de memória interna sobram 157 MB (Pouquíssimo e quase todos os aplicativos baixados não querem sair de lá saturando-a rapidamente) e 1GB de memória interna que não consigo usar. Estou querendo comprar o Razr D1 e gostaria de saber a respeito da memória dele. É como no LG? No site diz que, dos 4 GB, 2.5 GB estão disponíveis ao usuário.

Resposta: 

Entendo que o ideal seria que os fabricantes, por uma questão de transparência, deveriam ter como regra obrigatória deixar muito claro ao usuário qual é o espaço disponível para que o mesmo possa salvar arquivos pessoais (fotos, músicas, vídeos, etc) e instalar aplicativos. Com infelizmente isso não é uma regra, cabe aos usuários ficarem atentos a esses detalhes.

Uma coisa é a quantidade de armazenamento, que é a memória total disponível do dispositivo para não só salvar os conteúdos do usuário, como também para abrigar o próprio sistema operacional que gerencia o produto. E isso vale para qualquer tipo de dispositivo que utilize um sistema de armazenamento, seja smartphones, tablets, notebooks, desktops e derivados.

Em alguns casos, existem os sistemas híbridos (alguns ultrabooks utilizam esse método), onde o sistema operacional e os aplicativos são instalados em uma unidade SSD (também para obter uma melhor performance), e o disco rígido ficam livres para armazenamento de arquivos de usuário. Porem, essa regra não se aplica aos smartphones e tablets nesse momento (já pensam em discos rígidos para tablets em um futuro não muito distante).

Ou seja, o próprio sistema operacional (Android, iOS, Windows Phone, BlackBerry OS, etc) ocupa naturalmente parte dessa memória de armazenamento. E o espaço livre que sobra é denominada como memória disponível para o usuário. E é aí que começam os problemas.

Em dispositivos com maior capacidade de armazenamento (de 16 GB ou superior, no meu entendimento), o problema de escassez de espaço não acontece. A não ser é claro que o usuário pouco inteligente entenda que precisa colocar toda a sua coleção de filmes da saga Star Wars em 1080p no seu Nexus 7 (que não tem slot para cartões microSD). Em via de regra, 16 GB são mais que suficientes para a instalação dos principais aplicativos, alguns jogos de maior volume, e alguns arquivos pessoais (para a maioria dos usuários; os mais hardcores vão sempre precisar de mais).

Porém, as coisas começam a se complicar quando o dispositivo tem 8 GB ou menos de armazenamento interno. Em via de regra, o usuário fica com apenas 5 GB livres para instalar aplicativos (supondo que o dispositivo em questão possui slot para microSD, para os arquivos pessoais). Quem tem smartphones com Windows Phone 7.5 e um iPhone de 8GB tem uma situação ainda mais crítica, pois não pode expandir a memória disponível, pois esses telefones não possuem slot para cartões microSD.

Agora, imagine no caso dos smartphones de entrada (como são os casos do LG Optimus e405 e Motorola RAZR D1), que contam com capacidades de armazenamento ainda menores? Não só o usuário fica sem espaço para instalar praticamente nada, como também pode sofrer de problemas de inconsistência de desempenho, e até travamentos.

Em resumo: fiquemos atentos na hora de procurar um produto para chamar de seu. Avalie bem quais são as suas necessidades com um smartphone ou tablet, e procure pelo dispositivo que REALMENTE vai atender essas necessidades, inclusive no quesito memória disponível para o usuário. Lembrando: memória de armazenamento é DIFERENTE de memória RAM. Muito sites simplesmente colocam “4 GB e 1 GB de memória”, sem especificar direito que tipo de memória se refere. Cuidado com isso.

E o mais importante: os smartphones de entrada, com preços mais baratos, são funcionais para quem tem necessidades BÁSICAS no dispositivo. Esses modelos não são capazes de realizar as mesmas tarefas que os modelos mais caros e mais completos. Podem funcionar muito bem para quem quer realizar tarefas mais simples, e não para quem visa instalar muitos apps ou adicionar muitos jogos. Para esses usuários, não tem milagre: pode abrir a mão e pagar mais, para receber um produto que atenda as suas necessidades.

TargetHD Responde | Como o @oEduardoMoreira consegue os produtos para análise e reviews?

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Essa é uma das perguntas mais frequentes que recebemos no blog. Tem muita gente por aí interessada em produzir conteúdo na internet. Já outros, apenas curiosos por testar as novidades do mercado de tecnologia. Por isso, nesse post, vamos fazer algo que vi poucos blogs fazendo ao longo desses anos: ensinar o caminho das pedras para os interessados.

Muitos perguntaram isso, mas vamos sintetizar todos na questão a seguir:

Gostaria de saber como fazer para as empresas me enviar aparelhos para fazer reviews. Depois de enviados os mesmos são  devolvidos para a empresa, ou poderão ser usados normalmente?

Resposta: 

O TargetHD iniciou as suas atividades em junho de 2008, como um blog informal e descompromissado. No começo, escrevia apenas um parágrafo dos produtos que gostava, e analisava os produtos de tecnologia que comprava. Nada próximo da qualidade que faço hoje (que não é perfeita, mas é bem melhor do que o que eu fazia no começo). Com o passar do tempo, percebi que isso poderia se tornar algo sério, com o aumento das visitas e com o primeiro convite para um evento de imprensa (não esqueço até hoje: o Nokia Ovi Connection, de 2009).

Esses acontecimentos serviram de estímulo para que, aos poucos, eu investisse no blog de forma mais séria: criar uma marca, a compra do domínio dessa marca, a contratação de um servidor próprio, a melhoria na produção dos posts e reviews, entre outros esforços que resultam em um blog com certa visibilidade. Hoje, o TargetHD é o blog de tecnologia mais visto da região de Araçatuba/SP, e é um dos blogs de tecnologia independentes que mais cresceram nos últimos anos.

E, quando digo independente, quero dizer que não contamos com o apoio de grandes portais ou patrocinadores para custear as despesas que o TargetHD gera para se manter no ar. O blog hoje “se paga”, e paga as minhas contas. Isso quer dizer que estamos no caminho certo.

Respondendo a sua pergunta de forma bem objetiva: para receber produtos para reviews, eu tive que trabalhar, e muito. Fazer um trabalho honesto, transparente e com o mínimo de qualidade. Com o tempo, esse trabalho é visto por outros internautas, que repercutem esse trabalho nas redes sociais, e as assessorias de fabricantes acabam naturalmente vendo esse trabalho, e oferecendo possibilidades para que os seus produtos sejam analisados por quem faz esse blog.

Não existe fórmula mágica. Ninguém consegue produtos para review apenas porque “amo tecnologia, e gostaria de testá-los”. Você precisa mostrar que merece fazer isso, com trabalho duro e de qualidade. Passei a receber os primeiros produtos das assessorias depois de pelo menos um ano de trabalho intenso no TargetHD, e mesmo assim, algumas assessorias de imprensa dificultam as coisas (abraço, Samsung Brasil), não se predispondo a enviar os produtos quando solicitado.

De um modo geral, 2013 vem sendo um ano muito interessante em termos de reviews para o TargetHD. Testamos alguns dos principais lançamentos do mercado mobile, de diferentes marcas, sem falar em acessórios, periféricos e gadgets que foram resenhados. Em via de regra, pedimos pelo menos 15 dias para testar cada produto. Depois disso, o produto é devolvido para a assessoria de imprensa que despachou o produto para cá.

Não cobramos pela publicação dos reviews. Esse é o tipo de publicação que mostra o nosso interesse de compartilhar as impressões que temos sobre os produtos de tecnologia. Logo, precisa ser algo totalmente isento de qualquer interesse financeiro. Até porque, se vamos ganhar em relação aos reviews, ganhamos nas vendas desses mesmos produtos na seção Dicas de Compras do blog.

Aliás, para as assessorias de imprensa e, quem sabe, empresas interessadas em investir no TargetHD.net, entrem em contato conosco, vamos conversar!

Por fim, resumimos a questão com: trabalhe, e duro. Faça a coisa pelo próprio esforço. Produza os próprios textos, com as próprias palavras, e invista naquilo que você acredita ser um bom trabalho. A partir daí, as portas se abrem naturalmente.

TargetHD Responde | Usar o Galaxy S4 Mini Duos como single chip. Tem como?

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O Samsung Galaxy S4 Mini Duos já é um dos smartphones mais procurados entre os usuários. No review feito pelo TargetHD.net, o dispositivo surpreendeu no seu ótimo desempenho, e foi considerado por nós o melhor modelo dual-chip do mercado. Porém, não são todos que querem utilizar o telefone com dois SIM cards.

Tem como desabilitar o 2º chip no Samsung Galaxy S4 Mini Duos? Tem alguma configuração que faça ele parar de perguntar qual chip usar? Quero deixa-lo como se fosse single sim.

Resposta: 

Tem sim. No review que fizemos, observamos que o smartphone só pergunta qual chip o usuário quer utilizar em telas específicas, como em números adicionados em mensagens de texto ou em textos específicos da web. Em via de regra, a página de discagem do telefone já apresenta os dois ícones de discagem, correspondente aos dois chips nele instalados, bastando o usuário escolher por qual chip ele quer efetuar aquela chamada.

De forma direta, uma das formas de utilizar o Galaxy S4 Mini Duos como sinlge chip é simplesmente instalando um único SIM card no slot #1 do smartphone. Desse modo, o telefone vai identificar apenas o único chip instalado, e só vai mostrar um único ícone para chamadas.

Porém, supondo na eventualidade que ocasionalmente você queira ter dois chips no aparelho, mas só quer que um deles faça chamadas, existe uma forma específica de configurar o aparelho.

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A tela acima pode ser encontrada em Opções > Meu Dispositivo > Gerenciamento de cartão SIM > Chamada de voz (abaixo de Cartão SIM preferido). Nessa tela, você pode determinar qual o chip preferencial a ser utilizado para realizar chamadas telefônicas no dispositivo.

Muito provavelmente, o seu aparelho deve estar marcado para a opção “perguntar sempre”. Nesse caso, qualquer uma das outras opções deve resolver o problema. No modo “Rede atual”, a escolha é feita pela linha ativa (na aba de notificações do S4 Mini Duos), ou seja, aquela que for previamente escolhida vai realizar a chamada. E as outras duas opções determina qual chip fará a chamada, de forma direta.

Clique no banner abaixo para comprar o Samsung Galaxy S4 Mini Duos pelo TargetHD.net.

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TargetHD Responde | Qual é melhor: Motorola RAZR D1 ou Sony Xperia E Dual?

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Esse é um dos comparativos mais solicitados entre os visitantes do blog. Desde o momento que publicamos os reviews desses dois dispositivos, foram inúmeras as vezes que os usuários questionavam sobre qual dos dois modelos era a melhor relação custo/benefício entre os mais destacados smartphones Android de entrada do mercado no momento. Pois bem, vamos tentar responder essa pergunta hoje.

Ente as diversas mensagens com a mesma pergunta, vamos representar todas elas na pergunta a seguir:

Qual é o melhor smartphone Android dual chip de entrada do mercado, entre o Motorola RAZR D1 e o Sony Xperia E Dual?

Resposta: 

Antes de responder, é fundamental deixar uma coisa muito clara: os dois smartphones são modelos de entrada, logo, com recursos, especificações e características básicas. Muitas pessoas confundem as coisas (ou fazem questão de não querer entender como elas funcionam), acreditando que com um smartphone que custa menos de R$ 500 é possível fazer tudo que um modelo que custa R$ 1.500 ou mais. E esse é um erro clássico de usuários novos ou desprovidos de conhecimento técnico sobre os dispositivos móveis.

Mesmo sendo um smartphone, os modelos de entrada são “smarts” até um certo ponto. Logo, esses modelos são pensados principalmente nas funções mais básicas que um usuário quer realizar nesse tipo de dispositivo: acesso à redes sociais, e-mails, mensagens instantâneas, navegação na internet, receber chamadas telefônicas, enviar e receber mensagens SMS, ouvir música… e olha que já é bastante coisa.

Logo, se quer rodar jogos com gráficos pesados, ver vídeos em alta definição ou tarefas mais complexas… pague a mais por isso! Simples!

Bom, sobe a questão do post, podemos responder com mais propriedade, já que avaliamos os dois dispositivos no primeiro semestre de 2013. Nas características técnicas, os dois modelos possuem especificações técnicas muito similares, com poucas diferenças no seu hardware. Porém, essas diferenças são decisivas para estabelecer um vencedor (na minha opinião).

O Motorola RAZR D1 e o Sony Xperia E Dual contam com muitas similaridades: os dois modelos contam com o mesmo clock de processamento (1 GHz), a mesma quantidade de armazenamento interno (4 GB, com pelo menos a metade disso disponível para o usuário – ambos expansíveis via slots para cartões microSD de até 32 GB), o mesmo tamanho de tela (3.5 polegadas) e a mesma densidade de tela (165 ppp). Esses elementos colocam os dois modelos em relativo equilíbrio dentro de uma competição.

Sem falar que a diferença de preço dos dois produtos não é tão gritante assim. O RAZR D1 pode ser encontrado hoje por R$ 449, enquanto que o Xperia E Dual, por R$ 479 (ambos avaliados no Buscapé, e utilizando preços dos principais e-commerces do país – ignoramos os preços muito “milagrosos”, por motivos óbvios).

Porém, o Motorola RAZR D1 prevalece em relação ao Sony Xperia E Dual em pontos que considero vitais para um melhor desempenho no dia a dia. O RAZR D1 tem o dobro de memória RAM (1 GB, contra 512 do Xperia E Dual), tem uma GPU melhor, oferecendo um melhor desempenho gráfico (Power VR, contra Adreno 200), uma tela com maior quantidade de cores (16 milhões, contra 260 mil), uma tela com melhor material (LCD, contra TFT), uma câmera traseira melhor (de acordo com os testes que fizemos com os dois aparelhos), com mais recursos (HDR, foco automático e foco por toque, todos presentes no RAZR D1 e ausentes no Xperia E) e de maior resolução (5 MP, contra 3.15 MP), Bluetooth mais avançado (4.0, contra 2.1) e bateria com maior autonomia de uso (1785 mAh, contra 1500 mAh).

São muitas diferenças vitais que, de forma efetiva, colocam o Motorola RAZR D1 como um dispositivo melhor que o Sony Xperia E Dual. E essas diferenças influenciam naquilo que mais deve importar aos usuários no uso diário de um dispositivo: a experiência de uso.

Quanto ao modelo da Sony, talvez os grandes pontos positivos dele em relação ao produto da Motorola são o seu design (muito mais jovial e atraente), a composição dos seus materiais (fisicamente mais resistente que o RAZR D1) e a sua parte de áudio (que é muito superior ao RAZR D1, que deixa a desejar nesse ponto). Porém, não consigo acreditar que seja uma escolha sábia trocar os benefícios técnicos do RAZR D1 (pensando em um melhor desempenho a longo prazo) para priorizar as poucas vantagens do Xperia E Dual.

Em resumo: se eu tivesse que escolher hoje entre um dos dois modelos, eu escolheria o Motorola RAZR D1. Nos testes feitos, ele surpreendeu positivamente por oferecer um conjunto com um desempenho final muito interessante, mesmo que seja em um modelo de entrada. Já o Sony Xperia E Dual é um modelo de entrada clássico, com sérias restrições. Só vai escolher o modelo da Sony quem realmente se sentir apegado ao design e à proposta geral da Sony, e não gosta mesmo do que a Motorola oferece.

Para mais informações, leia os reviews do Motorola RAZR D1 (clique aqui) e do Sony Xperia E Dual (clique aqui), publicados em 2013.

Você também pode comprar o Motorola RAZR D1 (clique aqui) e o Sony Xperia E Dual (clique aqui) pelo TargetHD.net.

TargetHD Responde | Smartphones Android com bateria de longa duração

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Mais uma vez, vamos tentar responder dúvidas recorrentes do mundo da tecnologia. E essa não só é uma dúvida recorrente, mas também um anseio de muitos usuários de smartphones. Talvez o desejo que os fabricantes precisam atender para que esse precioso (e caro) dispositivo possa ser considerado ideal para usuários de diferentes perfis de uso.

Recebemos a pergunta abaixo:

Estou aqui para pedir dicas de smartphones para aguentar o tranco, e chegar no fim do dia com carga suficiente para chegar em casa. Tenho um Razr i, e faço uso no dia a dia lendo e enviando emails com anexo, verificar atualizações em algumas redes sociais, olhar sites, estudar, fazer uploud e download de apostilas pelo Google Drive. No geral, faço muito uso do 3G e isso gera o descarregamento muito rápido da bateria. Diante do relato acima quais as opções que temos? O Moto X? Prefiro o Droid MAXX (mas este está disponível apenas para a AT&T). Quais são as melhores opções?

*o texto foi corrigido, para melhor adequação ao post, e para corrigir os eventuais erros de português

Resposta: 

Esse é o calcanhar de Aquiles de 90% dos smartphones disponíveis no mercado. Ao mesmo tempo que temos uma grande quantidade de recursos em um dispositivo móvel, temos um grande consumo de bateria, e muitas vezes a sua autonomia se esgota antes do final do dia. Enquanto esse problema não se resolve em definitivo (alguns fabricantes de chips usam “placebos” para amenizar isso), passo a seguir as minhas indicações.

APOSTA SEGURA: Mororola RAZR MAXX: esse é o modelo que está no mercado com maior autonomia de bateria disponível. Com uma bateria de 3.300 mAh, mesmo que você utilize todos os recursos de conectividade ativos o tempo todo, você pode esquecer o carregador em casa, que com certeza você vai chegar ao final do dia com o seu dispositivo ativo. Porém, o RAZR MAXX é um modelo relativamente antigo, e que não deve mais receber atualizações (deve ficar no Android 4.1.2 no máximo). Sem falar que o seu ponto mais forte é mesmo a bateria longa vida.

UMA SEGUNDA OPÇÃO: Sony Xperia ZQ ou Sony Xperia SP: não testei esses modelos (ainda teremos reviews deles em breve no blog), mas por relatos em outros reviews, observei que um dos pontos fortes desses novos smartphones da Sony é a forma como a interface customizada do Android adotada pelos japoneses consegue gerenciar os recursos para reduzir o consumo desnecessário de bateria. O Modo Stamina presente nesses modelos se converteram em opções muito interessantes, e o resultado final pode ser bem interessante para usuários com um uso normal dos recursos conectados. Pode ser que no seu caso essa solução não resolva por completo (uma vez que o seu perfil de uso exige do 3G o tempo todo), mas pelo menos vai apresentar resultados melhores do que aqueles entregues pelo RAZR i que você usa hoje.

UM MODELO PROMISSOR: MOTOROLA MOTO X: esse é um recém anunciado no Brasil, mas alguns reviews já publicados lá fora apontam como um dos pontos positivos do Moto X é a sua autonomia de bateria. É possível que isso aconteça, uma vez que a interface Android da Motorola é muito pouco customizada, e sem muitos recursos considerados “inúteis”, o que ajuda na hora do consumo da bateria. Recomendo que fique de olho no que os blogs brasileiros vão falar sobre esse modelo nas próximas semanas.

Um detalhe importante: um smartphone é um dispositivo de alta performance, que naturalmente exige do seu conjunto técnico uma maior energia para realizar as suas tarefas. Parte de uma melhora de consumo de bateria TAMBÉM passa pelo comportamento do usuário no dia a dia com o dispositivo. Ou seja, para a maioria dos smartphones, não ha milagre, infelizmente. Como disse um pouco acima, o único que pode ser chamado de “aposta segura” em um uso pleno de performance é o RAZR MAXX, porém, você abre mão de um dispositivo com uma versão mais recente do Android, sem falar no hardware mais “antigo”.

Logo, nesse caso, não apenas encontrar um aparelho que atenda às suas necessidades, algumas mudanças de postura são necessárias, como por exemplo realizar ajustes de tela que preservem a quantidade de bateria consumida, estabelecer um intervalo para receber os dados dos aplicativos conectados, verificar se realmente o 3G precisa ficar ligado o tempo todo, e até mesmo adquirir uma bateria externa para conectar ao dispositivo de tempos em tempos.

Lembre-se: pelo menos por enquanto, ou você se adapta à demanda de suas tarefas, ou você corre riscos de ficar com um smartphone desligado ao final do dia. E o jeito ainda é esperar que os desenvolvedores de hardware resolvam esse problema nos futuros lançamentos.