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Nos últimos dias, a hashtag #YouTubeIsOverParty acusa o YouTube de censurar vídeos com conteúdo LGBTQ+, onde esse conteúdo é automaticamente qualificado para o modo restrito.

Quem denuncia a prática é a youtuber Rowan Ellis, que na última sexta-feira (17) enviou um vídeo para o seu canal contando que o YouTube estava marcando vídeos relacionados com o tema de sexualidade e gênero como conteúdo inapropriado, e quem não tinha o modo restrito ativo não poderia ver tais vídeos.

A acusação correu rapidamente, e várias celebridades do YouTube começaram a protestar sobre a prática. Até videoclipes de Taylor Swift e Katy Perry estavam marcados como inapropriados.

O barulho resultou em um comunicado por pare do YouTube, que se explicou.

De acordo com a empresa, não existe uma proibição concreta para os vídeos LGBTQ+, mas o modo restrito procura evitar a visualização de conteúdos adultos por crianças. O serviço lamenta qualquer confusão sobre o assunto, e que este tópico será revisado internamente.

O modo restrito usa um algoritmo que reconhece informações do feedback da própria comunidade, as restrições por idade e outras características. Ele aplica o seu próprio filtro aos vídeos listados e, ao que parece, é muito mais restrito ou amplo do que o desejado.

O simples fato de um vídeo contar com a palavra “bissexual” já é um motivo para ele ser censurado.

 

 

Como ativar ou desativar o modo restrito no YouTube

 

Se você quer saber se tem ou não o modo restrito ativo, inicie sua conta e vá na área inferior de qualquer página do YouTube, clique no menu deslocável, e acesse o Modo Restito (terceiro botão), e selecione a opção de sua preferência antes de confirmar suas mudanças.

 

Via The FaderTwitter (YouTube Creators), #youtubeisoverpartyThe Guardian