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A Xiaomi vai começar a produzir os seus próprios processadores para os seus smartphones, reduzindo assim a sua dependência de fabricantes externos, além de aumentar a sua margem de lucros.

A estratégia é a mesma utilizada pela Huawei (Kirin) e Samsung (Exynos), e deve ser o mesmo passo que a LG deve dar no futuro. Inicialmente, a Xiaomi vai produzir processadores para os seus dispositivos de entrada e linha média, e inicialmente a grande prejudicada seria a MediaTek, que cobre as necessidades atuais dos chineses nas duas linhas.

Não há mais detalhes completos sobre as características desses novos chips, mas imaginamos que não devem diferir muito do que estamos acostumados a ver hoje em dia no setor móvel, ou seja, CPUs de 64 bits com estruturas big.LITTLE com quatro e oito núcleos de processamento.

Estas são as melhorias próprias que a Xiaomi pode incorporar aos seus dispositivos, apostando também em GPUs mais potentes que a linha Mali. Vale lembrar que a mudança começa a ser vista no mercado nos novos smartphones que serão lançados no meio do ano.

Via GSMArena