xiaomi-portada

A Xiaomi (ou Mi – Mobile Internet) anunciou quais são os seus próximos (ou primeiros) passos nos Estados Unidos, assim como a condição geral da empresa.

Um dos primeiros comentários feitos no evento foi: ‘somos uma companhia de Internet, fazemos algo mais do que smartphones’. Palavras da Xiaomi. E avisam que vão estrear nos Estados Unidos em breve, mas não com todos os produtos do seu catálogo.

Alguns números apresentados pela Xiaomi: com menos de cinco anos de vida, eles já são o primeiro fabricante na China (segundo o IHS), e cinco dos oito smartphones mais ativados da China são da empresa. Tudo isso é apoiado por uma comunidade de mais de 100 milhões de usuários registrados.

Eles deram muita ênfase em como eles trabalham com os usuários e as atualizações do sistema: revisões semanais buscando o feedback da comunidade. A MIUI, nas palavras de Hugo Barra, não é um fork do Android, mas sim uma capa de software e serviços sobre o sistema operacional da Google.

Falando da MIUI, eles falaram de software, mas também dos smartphones. A Xiaomi tem um objetivo muito claro: bater de frente com a Apple. O Mi Note foi lançado para desafiar o iPhone 6 Plus, e quando a MIUI foi apresentada, o iOS 8 veio logo à mente.

A Xiaomi também falou sobre a Internet das Coisas, apresentando o Mi Module, um pequeno chip que se conecta aos eletrodomésticos e permite automatizar algumas ações através de uma conexão sem fio. Seu preço? Apenas US$ 3.

Também foi apresentado o Air Purifier, um purificador de ar para a casa. Um produto que no ocidente pode não ser muito atraente, mas em países como a China e sua grande poluição, pode ser uma solução interessante.

Por fim, a Xiaomi tem planos de lançar a sua loja online (Mi.com) para comercializar seus produtos nos Estados Unidos, mas com um catálogo reduzido: smartphones e tablets ficam de fora, por enquanto. O motivo? A cerificação dos produtos (aka receio por possíveis processos).

Via TechCrunch