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A consultora IDC é mais uma que garante que o Windows 10 não será suficiente para impulsionar o mercado de PCs, como aconteceu na maioria das vezes que uma nova versão do sistema da Microsoft chegava ao mercado.

A empresa prevê uma queda de 6.2% a nível global em 2015. A previsão é de 289 milhões de envios, dos quais a maioria será vendida em mercados emergentes, em uma tendência que se manterá até 2019.

A partir do ano que vem, a tendência de queda deve chegar a zero. Em 2017, veremos um crescimento moderado de 0.4%, que será impulsionado pelos equipamentos portáteis até 2019. Para o IDC, o Windows 10 deve contribuir e muito para o mercado de PCs, oferecendo uma rota de atualização do Windows 7 para o cliente final, e uma ampla linha de novas características que vão melhorar a experiência de usuário em diversas plataformas, mas isso não significa um aumento de vendas de novos computadores, uma vez que o Windows 10 poderá ser atualizado gratuitamente no primeiro ano de vida.

A mesma opinião foi recentemente emitida pela Intel, e a IDC faz eco, afirmando que a tendência é que as pessoas não vão precisar de um novo PC justamente por conta da atualização gratuita oferecida pela Microsoft. Muitos consumidores vão seguir investindo em smartphones e tablets ou wearables no lugar de novos computadores.

O alto valor do dólar e o débil cenário econômico também são fatores que impedem a recuperação do mercado de PCs em 2015, resultando assim o quarto ano consecutivo de quedas do setor. O mercado de componentes para atualizar equipamentos e as empresas que adiaram as migrações para o Windows 8 podem compensar o movimento de queda.