Houve um tempo em que os celulares eram bem mais simples, e se dedicavam apenas a fazer e receber chamadas. No máximo, enviavam e recebiam mensagens de texto, o que já era considerado uma verdadeira revolução no começo dessa década. Um tempo onde não se pensava em um aparelho que tivesse um player de MP3, acesso à internet, Twitter, GPS e outros. E o rei dessa época foi o Nokia 1100.

Segundo o site Foreign Policy, o pequeno notável da empresa finlandesa é o celular mais popular do mundo, e 250 milhões de usuários ao redor do mundo comprovam isso. E o aparelho não tinha nada de extraordinário: tinha tela monocromática, toques monofônicos, uma lanterna (que é assinatura dos modelos de entrada da Nokia), fazia e recebia chamadas e enviava e recebia mensagens SMS. E mais nada.

As vantagens do Nokia 1100? Sua resistência, sua captação de sinal, que era excelente, e uma autonomia de bateria de fazer inveja para muitos aparelhos que temos no mercado. O Nokia 1100 aguentava facilmente 7 dias de uso, sem carga na bateria. Em alguns casos, até mais.

O Foreign Policy afirma que os responsáveis pelas estatísticas são os mercados da África do Sul e da Ásia, que ainda estão adquirindo e usando o aparelho. Acreditem se quiser! Mas, o fato é que eu tenho saudades do Nokia 1100. Tenho o primo mais novo dele, o Nokia 1208, que é semelhante nas suas características. Mas como o 1100, não vai existir. Fato!

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