literatura

A Google segue trabalhando com sua plataforma Google Brain, dotando a mesma de uma capacidade insólita: escrever poemas tristes e obscuros.

Os responsáveis pelo experimento alimentou o motor com quase 3 mil novelas românticas e 1.5 mil contos de ficção como parte dos 11 mil livros ainda por publicar. Depois de compilar os dados, foi ordenada à rede neural que fizesse um poema a partir de uma frase inicial e outra final. E os resultados foram curiosos.

Não é uma tarefa fácil. É preciso formar uma progressão de frases que precisam ter sentido do começo ao fim, ou que pelo menos respeitem as regras gramaticais básicas.

Um dos poemas a seguir:

“it made me want to cry. no one had seen him since. it made me feel uneasy. no one had seen him. the thought made me smile. the pain was unbearable. the crowd was silent. the man called out. the old man said. the man asked.”

Apesar do poema não fazer muito sentido, ele pode enganar muitos metidos a entendidos de literatura, que provavelmente acreditariam que foi escrito por uma pessoa, e não por uma máquina.

O resultado confirma a evolução do sistema de inteligência artificial, que passa a compreender a forma que os humanos escrevem e falam, com base do novo analisador sintático (parser) chamado Parsey McParfeface, que a Google liberou com a licença Open Source, rebatizando-o com o nome SyntaxNet.

Via SlashGearArxiv