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Uma das peculiaridades da diabetes tipo 1 é que é comum que ela se detecte em crianças ou jovens com maior frequência. Tal enfermidade requer um controle exaustivo dos níveis de glicose no sangue para determinar qual é a quantidade de insulina é necessária para compensar o trabalho ineficiente do pâncreas.

A Universidade de Boston, em parceria com o Hospital de Massachusetss (EUA) está desenvolvendo desde 2011 um pâncreas artificial. O dispositivo é encarregado de monitorar e regular o açúcar no sangue de forma automática, e determinar a quantidade de insulina necessária a todo instante.

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O sistema, que não é um órgão como tal e nem pode ser transplantado, é composto por um monitor para a glicose que é colocada sobre a pele, e que envia a cada cinco minutos a informação medida da quantidade de glicose no sangue para um smartphone. Um aplicativo é encarregado de calcular as doses de insulina necessária, e enviar a ordem de liberá-la a um administrador automático, que é utilizado pelo usuário.

O próprio aplicativo permite levar um controle da alimentação do paciente, cuja maior melhora sobre o sistema tradicional de medir o nível de glicose e administrar a insulina de um dos pacientes, é poder simplesmente esquecer de horários, rotinas e esperas, pois os níveis de glicose no sangue se regula de forma automática, de acordo com as rotinas de vida normal do paciente.

De acordo com o estudo, aqueles usuários que fizeram uso dos pâncreas artificiais controlaram melhor os níveis de açúcar no sangue do que aqueles que mantiveram o sistema manual habitual. Além disso, o sistema, uma vez automatizado, permite esse controle preciso a cada momento, o que ajuda a manter distante o fantasma das enfermidades a longo prazo, associadas com esse tipo de diabetes.

Via NS, Bionic Pancreas