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A Uber informa que vai destinar US$ 5 milhões na prevenção do abuso e da violência doméstica. Esse valor será liberado progressivamente dentro dos próximos cinco anos, e vai financiar vários programas de conscientização dentro e fora da Uber.

Entre as iniciativas previstas, se encontram cursos de prevenção ou educação sobre a violência sexual para motoristas e funcionários. Quase uma de cada três mulheres em todo o mundo já sofreu alguma agressão sexual ou violência doméstica.

Entre as organizações que fecharam parceria com a Uber nesse projeto estão a Rede Nacional para Eliminar a Violência Doméstica, a NO MORE, a Casa de Esperança, e A CALL TO MEN.

Os executivos da Uber começaram os seus programas de capacitação, e farão pare de um curso onde vão aprender a manejar com problemas de assédio sexual e agressão no local de trabalho, não apenas para prevenir mas também como denunciar e gerenciar tais experiências.

Por outro lado, a Uber segue apostando na tecnologia para aumentar a segurança de seus funcionários e de usuários. Além do monitoramento por GPS e a possibilidade de compartilhar a viagem com amigos e familiares, o suporte 24 horas e de informações sobre o motorista devem melhorar, pensando nessa segurança.

As medidas acontecem depois que a ex-engenheira Susa Fowler denunciou o sexismo e os casos de assédio sexual na Uber, relatando suas experiências em um pesado texto. O artigo resultou na demissão de 20 funcionários e, logo depois, a saída de Travis Kalanick como CEO da empresa.

 

Via Uber