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De fato, as tatuagens digitais não são uma novidade. Na última década, foram muito aplicadas nos campos da medição de concentração de glicose no sangue das pessoas com diabetes, nos chips RFID ou na monitorização da saúde de determinados pacientes, entre outras possibilidades. Mas isso parece ser apenas a ponta do iceberg.

Hoje, várias empresas estão trabalhando em aplicativos para as tatuagens digitais que vão além do que vimos até agora. Porém, antes de seguir em frente, vale lembrar que uma tatuagem digital é um dispositivo eletrônico ultrafino, pequeno e resistente à água, que adere à pele ou é inserida debaixo desta (em microimplantes). Mas o que realmente interessa é o amplo leque de possibilidades de uso.

 

Perfeitos para a telemedicina

Dois projetos ilustram as maravilhas que as tatuagens digitais podem fazer são conduzidos pelas empresas Medtronic e MC10, as duas especializadas em telemedicina.

A primeira está desenvolvendo o sistema de telemetria cardíaca SEEQ Mobile, um pequeno dispositivo que se adere ao peito do paciente com alguma enfermidade cardíaca, enviando aos serviços médicos informações em tempo real, algo essencial para manter um controle do estado de saúde do paciente.

A proposta da MC10 se chama BioStamp, e é uma pequena tatuagem digital que é capaz de medir o ritmo cardíaco, a temperatura corporal, o movimento da pessoa que o utiliza e outros dados biométricos que podem ajudar a controlar a saúde com muita precisão e em tempo real.

A principal diferença entre o SEEQ Mobile e o BioStamp é que o primeiro é desenvolvido para ser uma ferramenta profissional, e o segundo será um dispositivo de consumo que entrará em concorrência direta com as pulseiras quantificadoras.

Via Popular Science