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Xiaomi, o desgaste da eterna promessa

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É com pesar que escrevo isso, mas… a Xiaomi jamais saiu do status de eterna promessa no mundo mobile.

A empresa tinha tudo para ser uma força dominante com a sua proposta de oferecer dispositivos com ótima relação custo-benefício. Porém, o seu modelo de negócio se mostrou com o passar do tempo ineficiente para competir com os grandes protagonistas do setor.

Mais do que isso: as decisões posteriores mostram claramente que a Xiaomi está meio perdida e sem foco.

Vejamos.

 

O líder que nunca deu o passo adiante

 

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A Xiaomi chegou a ser uma das maiores vendedoras de smartphones do planeta, superando de forma impressionante a marca de 100 milhões de unidades vendidas em um único ano.

Levando em conta o seu tamanho diminuto e sua limitada distribuição, podíamos chamar a Xiaomi de fenômeno. Logo, o próximo (e natural) passo era a expansão internacional, certo?

Pois é, não podemos dizer que a Xiaomi não tentou. Até no Brasil ela desembarcou, com disputada festa de lançamento. Mas a verdade é uma só: a empresa foi bem tímida na hora de buscar novas fronteiras.

Talvez o maior entrave global da Xiaomi estava nos Estados Unidos, pois eles sabiam que assim que eles colocassem o pé naquele mercado, a batalha das patentes iria começar.

A empresa tem vários itens em seus produtos cuja patente nos Estados Unidos é protegida. Ou seja, eles teriam que pagar para os seus proprietários originais para que os dispositivos chegassem ao mercado sem maiores entraves.

Isso iria encarecer o valor dos produtos, tornando o seu negócio bem complicado, para não dizer inviável. E esse cenário era semelhante em vários mercados considerados essenciais, onde a Xiaomi pouco ou nada se atreveu a participar.

Sem falar no modelo de venda da empresa, que para o seu porte era algo complicado.

No Brasil, eles tiveram que rever isso. Para se tornar rentável, fecharam parcerias com e-commerces e lojas físicas que começaram a oferecer seus produtos.

Isso ajudaria na expansão da marca no país, mas reduziria os lucros. Mais um fator que ajudou na posterior saída da Xiaomi do Brasil.

 

Eterno perseguidor dos seus concorrentes

 

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A Xiaomi chegou ao top 5, mas sempre perseguiu concorrentes de continente de peso, como a Huawei.

Mas agora a situação é pior. Nem na China, mercado prioritário, a empresa consegue ser líder, ficando atrás da já citada Huawei, da Oppo e da Vivo. Até a Apple vende mais que a Xiaomi hoje no país asiático.

Isso mostra como a empresa perdeu o bonde do tempo. Não olhou para os lados, e não ousou quando precisava. Aqui, não era só uma questão de expansão internacional, mas também de foco naquilo que estava funcionando muito bem dentro de seu próprio país.

Em termos globais, o item anterior explica melhor o cenário atual. A Xiaomi perdeu seu protagonismo, que convenhamos, durou 15 minutos. Outras empresas assumiram para si o papel de serem forças asiáticas e globais, porque investiram mais na dita expansão internacional.

E, mesmo no mercado doméstico, Oppo e Vivo se mostraram muito competentes e eficientes na apresentação de produtos igualmente interessantes na relação custo-benefício.

Aí, realmente, fica difícil.

 

Um catálogo confuso

 

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São tantos modelos dentro de apenas duas linhas de smartphones (Mi e Redmi), que o consumidor fica confuso mesmo. Até parece que a Xiaomi está querendo ser a Samsung…

O problema não é oferecer vários produtos, mas sim não deixá-los identificáveis ao consumidor. Ou você consegue me dizer de cabeça quais são as diferenças entre os modelos Mi 4i, Mi 4c e Mi 4s?

Pois é! Nem eu!

Se era uma empresa que se limitava na expansão e tinha uma produção muito menor que as demais, por que complicar a vida do consumidor com tantos modelos?

 

Uma corrida contra a irrelevância

De novo: é uma pena.

Pouco falamos da Xiaomi porque ela se tornou irrelevante. Muita gente gosta da marca, espera por seus produtos e novidades… mas não tem o mesmo peso que a Huawei, por exemplo.

Ainda há tempo da empresa voltar a ser o que era, e buscar o protagonismo que merece. Uma mudança de filosofia e até uma volta às origens pode resolver o problema.

Mas competir em um mercado tão complexo como é o de smartphones requer algo mais do que simplesmente ser descolada e economicamente interessante.

Quem sabe se a Xiaomi parar de fabricar câmeras, bicicletas e panelas elétricas…

Xiaomi Mi TV 3S, outra super TV de baixo custo (e com inteligência artificial)

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A Xiaomi também apresentou hoje a sua nova TV Xiaomi Mi TV 3S, evolução do modelo Mi TV 2S, com tela IPS da LG com resolução 4K , suporte ao HDR, som Dolby e DTS HD, além de um fino e elegante corpo de alumínio escovado com 9,9 mm de espessura.

O modelo conta com um processador Cortex-A53 quad-core de 64 bits, que dá vida ao Patch Wall, primeiro sistema de TV com inteligência artificial do mundo.

Mesmo sem revelar muitos detalhes sobre o tema, parece que esta inteligência artificial se sustenta na tecnologia Mi Brain, permitindo que a TV aprenda os interesses e gostos do usuário, recomendando depois os melhores filmes em função disso.

 

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A Xiaomi Mi TV 3S estará disponível em dois tamanhos, de 55 e 65 polegadas. As diferenças entre os dois modelos não se limitam ao tamanho, já que a versão maior que também oferece 4K e HDR, aposta em uma tela da Samsung no lugar da LG.

Do mais, recebe as mesmas funções e design, apesar da Xiaomi destacar a qualidade de imagem do modelo de 65 polegadas, que seriam mais brilhantes e vivas.

 

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A Xiaomi Mi TV 3S de 55 polegadas custa US$ 524, enquanto que o modelo de 65 polegadas tem preço de US$ 749. Se acompanhado de um sistema de Home Theather (foto acima), o modelo de 65 polegadas custará US$ 898.

Via Miui

Xiaomi Mi 5s e Xiaomi Mi 5s Plus, novos smartphones top de linha da Xiaomi

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A Xiaomi apresentou oficialmente os seus novos smartphones top de linha, o Xiaomi Mi 5s e e o Xiaomi Mi 5s Plus.

Os modelos chegam com o que há de melhor dentro das especificações técnicas para um smartphone no mercado atual, começando pelo processador Qualcomm Snapdragon 821 (o mesmo presente no ASUS ZenFone 3 Deluxe), mantendo a estética do modelo Mi 5 e as cores habituais.

Os novos Xiaomi Mi 5s e Xiaomi Mi 5s Plus contam com suporte para dual SIM, módulo NFC, conector USB Type-C, com armazenamento em modo UFS 2.0 alcançando até os 128 GB, trabalhando com 4 GB de RAM LPDDR4.

 

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O Xiaomi Mi 5s possui uma tela de 5.15 polegadas (1080p, 600 nits) com tecnologia touch Force-Sensitive, protegida por um cristal que agora integra também o botão Home, que possui leitor biométrico de alta velocidade. A tecnologia desse leitor está em desenvolvimento pela Xiaomi desde 2014, e era para estar presente no Mi 5, mas a empresa entendeu que a solução ainda não estava madura o suficiente para uma produção em massa. O leitor conta com uma discreta cavidade, que é suficiente para que o dedo encontre o seu lugar na hora de desbloquear o smartpone.

 

Atenção especial com as câmeras

A bateria desse modelo é de 3.200 mAh, e seu sistema fotográfico é composto de um sensor Sony CMOS IMX 378 de 12 MP e 1/2,3 polegadas (f/2.0) com flash LED dual tom, autofoco por detecção de fase, HDR automático e gravação de vídeos em 4K a 30 FPS. O sensor frontal possui 4 MP (f/2.0), com ângulo de 80 graus e captura de vídeos a 1080p (como modo de embelezamento em tempo real).

A Xiaomi exibiu alguns comparativos de registro de fotos dos seus novos smartphones com os principais modelos top de linha da concorrência.

 

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O Xiaomi Mi 5s Plus compartilha praticamente todas as características técnicas do modelo menor, mas recebe uma tela de 5.7 polegadas e uma câmera traseira dupla de 13 MP, combinando um sensor RGB com outro monocromático (ambos da Sony), para obter fotos mais detalhadas como imagens em branco e preto mais reais.

 

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No modelo maior, o leitor biométrico também muda de posição, voltando para a parte traseira, abaixo do sistema fotográfico. O processador continua a ser um Qualcomm Snapdragon 821, mas com velocidade de 2.35 GHz. O conjunto abriga uma bateria de 3.800 mAh, e o chassi metálico não exibe as faixas de antena, como se vê no Mi 5s.

O Xiaomi Mi 5s Plus estará disponível em duas versões: com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, por 307 euros, e com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, por 346 euros. Já o Xiaomi Mi 5s tem preços sugeridos de 266 euros para o modelo de 64 GB de armazenamento, e 306 euros para o modelo com 128 GB.

 

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Via Xiaomi Mi 5s, Mi 5s Plus

O que a Xiaomi fez de errado?

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Muitos compararam a Xiaomi com a Apple, e não por essa evidente “inspiração” de produtos. A empresa parecia estar no caminho de ser uma das gigantes do mundo mobile, com uma valorização acima dos US$ 45 bilhões no começo de 2015.

Porém, a grande concorrência dentro da China e a incapacidade de expandir internacionalmente fizeram a valorização da Xiaomi despencar para a casa dos US$ 4 bilhões.

Onde foi que uma das empresas mais chamativas do mundo da tecnologia errou?

Nos cansamos da Xiaomi?

Uma concorrência feroz, também na China

 

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Tudo parecia ser cor de rosa para a empresa de Lei Jun: os investidores disputavam a tapa um pedaço da empresa que parecia ter o controle na Chinam com um catálogo de produtos surpreendente pela relação custo-benefício excelente.

Porém, outros fabricantes adotaram a mesma filosofia, com inovações que a Xiaomi não conseguia aportar. Os dispositivos da Vivo com tela curva, Oppo e OnePlus com modelos com recarga rápida e Huawei sendo pioneira no sistema de câmeras dual ou sensor de digitais dificultaram tudo.

A concorrência tem hoje uma melhor I+D, melhor experiência em fabricação e maior faixa geográfica para distribuição que a Xiaomi. A falta de inovação independente é outro fator, e a empresa teve que mudar diante do ataque dos seus competidores, investindo mais em marketing do que depender da propaganda boca a boca.

 

Não é mais uma estratégia apenas da Xiaomi

Outros fabricantes utilizaram da mesma estratégia da Xiaomi, oferecendo o bom, bonito e barato, mas em canais de venda oficiais a nível internacional.

A concorrência nos segmentos de entrada e linha média é algo brutal, e mesmo com produtos como o Redmi Note 3 sendo um modelo notável, ele acaba eclipsado com outras propostas igualmente interessantes.

O catálogo de produtos que se atraem por preço e especificações vai além dos smartphones. A Xiaomi expande sua oferta, oferecendo todos os tipos de soluções nos campos da informática e eletrodomésticos.

Mas além dos produtos, chama a atenção os problemas de distribuição. Encontrar um Mi Notebook Air fora da China é algo bem complicado, por exemplo.

 

A Xiaomi segue sendo muito chinesa

 

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A expansão internacional da empresa é um problema. Os modelos geram muito interesse no seu lançamento, mas chegam a conta-gotas no ocidente, em lojas que aportam garantias que diluem a relação custo-beneficio.

O preço em yuanes e o preço final dos diferentes mercados internacionais é muito diferentes. Enquanto isso, a concorrência oferece modelos mais interessantes com preços igualmente surpreendentes, e isso faz com que a Xiaomi enfrente sérios problemas.

Por fim, além da limitada expansão internacional, pesa e muio as ameaças por patentes.

A Xiaomi está protegida na China. Mas na Índia, segundo mercado mais relevante para a empresa, eles enfrentaram processos por violações de patentes da Ericsson.

Apesar de chegar a acordos com a Microsoft ou a Qualcomm para evitar mais processos em outros países, seu salto para mercados internacionais é algo improvável. Os processos barrariam a expansão da empresa.

Xiaomi Redmi Note 4 é oficial: design, potência e autonomia

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Xiaomi Redmi Note 4

A Xiaomi apresentou oficialmente o Xiaomi Redmi Note 4, que oferece especificações elevadas, um design de qualidade e preço muito competitivo.

Um design metálico que encanta

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O Xiaomi Redmi Note 4 recebe um corpo de alumínio unibody que oferece elegância e um toque diferenciado, lembrando muito a traseira do OnePlus 3, que por sua vez se inspira na linha HTC One, que por sua vez lembra muito os últimos modelos do iPhone.

A traseira do dispositivo traz a câmera de 13 MP com foco por detecção de fase, flash LED e o leitor de digitais em formato arredondado.

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Na parte frontal, o Xiaomi Redmi Note 3 conta com uma lâmina de cristal 2.5D que protege uma tela de 5.5 polegadas (Full HD, 400 ppp) com brilho de 450 nits.

O sensor frontal possui 5 MP de resolução (f/2.0), pensado nas selfies com os modelos de embelezamento e reconhecimento facial. Abaixo da tela, temos os botões de navegação do Android.

 

Potência e autonomia em duas versões

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Por dentro, o Xiaomi Redmi Note 4 conta com um processador MediaTek Helio X20 deca-core a 2.1 GHz, que trabalha com uma GPU Mali T880 MP4 a 700 MHz.

São duas versões do dispositivo: 2 GB RAM/16 GB de armazenamento, e 3 GB de RAM/64 GB de armazenamento. Nos dois casos a memória é expansível via microSD de até 128 GB.

A bateria para os dois modelos é de 4.100 mAh, o que deve garantir pelo menos um dia de uso sem maiores problemas.

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O Xiaomi Redmi Note 4 tem preço sugerido de 119,85 euros para a versão mais básica, e 159,85 euros para o modelo mais completo. Por enquanto, é exclusivo para o mercado chinês.

Via Xiaomi

Xiaomi Mi Pay, o novo sistema de pagamento móvel

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A Xiaomi revelou no final de abril que entraria no mercado de pagamentos móveis, mas só agora o sistema é oficial. O Xiaomi Mi Pay existe, mas curiosamente ainda não funciona.

O CEO da Xiaomi informa que o serviço deve estrear com a chegada do Xiaomi Mi Note 2, com lançamento previsto para setembro.

 

Para a China, em parceria com bancos chineses

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A Xiaomi fechou acordos com diferentes entidades financeiras e bancárias da China para oferecer suporte ao seu sistema de pagamentos. A lista é composta por alguns dos principais bancos do país, sem falar na igualmente grande lista dos bancos que ainda vão oferecer suporte ao Mi Pay a partir de setembro.

O sistema não se diferencia em especificações do que estamos vendo na concorrência. Aproveita do NFC para realizar o processo.

Logo, basta ter um smartphone da Xiaomi com esse chip e que seja compatível com o aplicativo, e pronto. Provavelmente nenhum dos smartphones da empresa ficará de fora da lista de compatibilidade.

O Xiaomi Mi Pay funcionará com cartões de crédito, débito, gift cards, cartões de fidelidade e carnês virtuais. E basicamente o mesmo que o Samsung Pay faz, mas nesse caso diretamente no pagamento.

O tempo vai dizer como o sistema da Xiaomi efetivamente funciona. Não espere que chegue no Brasil tão cedo.

Via Gizmochina

Xiaomi Mi Notebook Air é desmontado, revelando seus segredos

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O Mi Notebook Air, o esperado notebook da Xiaomi, foi apresentado, depois de vários rumores. Comercializado em versões de 12.5 e 13.3 polegadas (Full HD), os portáteis tem base de hardware Intel Skylake, armazenamento via SSD e gráficos dedicados no modelo maior.

A Xiaomi não esconde sua inspiração no MacBook Air da Apple, comparando o Mi Notebook Air diretamente com ele, garantindo que o seu modelo é 13% mais fino que o concorrente, possui tecnologias atualizadas e é mais barato.

Já disponível na China, o Mi Notebook Air foi desmontado na sua versão de 13.3 polegadas, mostrando detalhes importantes sobre o seu processo de montagem e capacidade de manutenção. Por exemplo, a substituição da SSD M.2 é de simples substituição. Por outro lado, é impossível atualizar a RAM, o que mostra que a Xiaomi se inspirou na Apple até nos aspectos negativos.

Sua bateria possui 5.107 mAh (39 Wh) para o modelo com 13.3 polegadas, enquanto que o modelo menor tem uma bateria de 4.866 mAh (37 Wh). O notebook em si é fácil de ser aberto, com oito parafusos que liberam a tampa de alumínio inferior, algo acessível removendo uma pequena borracha. O vídeo também se destaca em mostrar o desempenho do portátil em jogos reais, além de performances de benchmarks.

Do mais, o notebook tem uma bela aparência, apesar de carecer de uma distribuição internacional. Alguns exportadores oferecem o produto para venda com envio internacional, mas fatalmente encarecendo o seu atraente preço na China.

O modelo base com 12.5 polegadas custa US$ 609, enquanto que o modelo com 13.3 polegadas (com Core i5, 8 GB de RAM e 256 GB de SSD) custa mais de US$ 900.

Xiaomi Mi VR, realidade virtual com bom design e preço competitivo

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Xiaomi Mi VR

A Xiaomi apresentou oficialmente o Xiaomi Mi VR, o seu dispositivo de realidade virtual.

O produto é basicamente um Cardboard com melhor qualidade e design. Precisa do smartphone para atuar como tela, com a vantagem de aceitar qualquer telefone com telas entre 4.7 e 5.7 polegadas, e não apenas os modelos da própria Xiaomi.

Realidade virtual de baixo custo e muito bem adornada

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Preços não foram revelados, mas não devem se distanciar muito dos US$ 7. A margem de lucro deve ser zero, mas fatalmente vai atrair quem gosta de dispositivos personalizados.

Este é um produto de cara produção, utilizando plásticos e materiais emborrachados, além de o revestimento em tela. Suas dimensões são de 201 x 10 x 91 mm, com peso de 208 gramas. Chama a atenção a forma de interagir com o Xiaomi Mi VR: um botão metálico na parte superior precisa ficar pressionado enquanto movemos a cabeça para navegar pelos menus 3D e selecionar opções.

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A Xiaomi cirou um aplicativo que é um portal de conteúdos, o Xiaomi VR Toy Edition (nome provisório). O produto é voltado para o mercado chinês, e as fontes dos conteúdos são serviços como Youku ou iQiyi.

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Via Xiaomi

Xiaomi Redmi Pro, mais um para conquistar os fãs entre os smartphones de linha média

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Além do Mi Notebook Air, a Xiaomi anunciou oficialmente mais um smartphone de linha média, o Xiaomi Redmi Pro. O modelo segue à risca a cartilha dos chineses: boas características e desempenho por um preço moderado.

O Xiaomi Redmi Pro é mais uma prova clara que, nos tempos de hoje, não precisamos mais gastar rios de dinheiro para adquirir um bom smartphone. Pensando em valorizar a linha média (e até subdividindo esse segmento, com os modelos “linha média premium”), os fabricantes cada vez mais adicionam características de maior qualidade para os modelos que tendem a concentrar o maior volume de vendas globais.

Xiaomi Redmi Pro: características técnicas

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O modelo possui um chassi de metal, tela OLED de 5.5 polegadas (Full HD, processador MediaTek Helio X20/X25 deca-core, câmeras de 13 MP e 5 MP (a traseira com sensor duplo), bateria de 4.050 mAh e sistema operacional Android 6.0 Marshmallow com a interface MIUI. O modelo chega ao mercado no dia 6 de agosto.

Sobre os preços, o Xiaomi Redmi Pro tem três versões com hardware e valores distintos:

– Helio X20 com 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento, por US$ 225.
– Helio X25 com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, por US$ 255.
– Helio X20 com 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, por US$ 300.

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Com esses números e valores, o Xiaomi Redmi Pro tem tudo para ser o grande vencedor entre os modelos de linha média no quesito custo-benefício. Isso é, se os preços internacionais se manterem. É uma opção tão boa quanto o modelo top de linha da empresa, o Xiaomi Mi 5, mas sem o processador Snapdragon 820.

 

Mi Notebook Air, o notebook da Xiaomi ‘by Apple’

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A Xiaomi confirmou os rumores das últimas semanas, e apresentou oficialmente o Mi Notebook Air, o seu primeiro notebook com sistema operacional Windows 10.

O produto foi exaustivamente comparado de forma direta com os notebooks da Apple, até porque o portátil da Xiaomi é um clone de um MacBook, mas com o sistema operacional da Microsoft e dois tamanhos de tela: 12.5 e 13.3 polegadas.

As comparações mais diretas com o MacBook foram feitas usando como base o modelo com tela de 13.3 polegadas, onde a Xiaomi garante que sua proposta é 13% mais fina (14.8 mm de espessura), um corpo 11% menor com o mesmo tamanho de tela e bordas de tela com apenas 5,59 milímetros.

A tela de 13.3 polegadas (Full HD) possui um sistema de laminação especial que reduz os reflexos. A parte frontal onde se encontra a tela é protegida com uma superfície de cristal. Nas portas, temos uma saída HDMI, duas portas USB 3.0, conector de 3.5 mm e porta USB-C reversível. Seu teclado é retroiluminado (tecla por tecla), com teamanho completo. Cada tecla oferece uma profundidade de pulsação de 1.3 milímetros.

Intel e NVIDIA dão a potência ao notebook da Xiaomi

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O Mi Notebook Air possui um processador Intel Core i5 de sexta geração dual-core a 2.7 GHz, 8 GB de RAM DDR4 e 256 GB de SSD (PCIe). Os gráficos são dedicados, por conta de uma NVIDIA GeForce 940MX com 1 GB de RAM GDDR5. Um detalhe interessante: o notebook conta com um slot de expansão para receber outra SSD. Sua bateria tem uma autonomia prometida de até 9.5 horas de uso (40 Wh), com modo de recarga rápida (até 50% em 30 minutos).

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Já o Mi Notebook Air com tela de 12.5 polegadas (Full HD) possui a mesma proteção do modelo maior, tem corpo de metal e peso de apenas 1.07 quilos, com uma espessura de 12.9 milímetros. Possui processador Intel Core M3, autonomia de bateria de até 11.5 horas, 4 GB de RAM e 128 GB de SSD, também expansível via slot adicional.

Parcerias com outros fabricantes

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Outros detalhes comuns aos dois modelos são as certificações e colaborações com outras marcas: a AKG assina os alto-falantes do Mi Notebook Air, que recebe certificação Dolby Digital. É possível desbloquear esses notebooks por proximidade, com a nova Mi Band.

Esses notebooks não foram 100% desenvolvidos pela Xiaomi (assim como outros produtos da empresa), mas sim por terceiros especializados nesse tipo de produto.

O Mi Notebook Air está direcionado inicialmente ao mercado chinês, e dificilmente veremos o produto no Brasil. Inicial suas vendas no dia 2 de agosto. O preço do modelo de 13.3 polegadas é de 700 euros, enquanto que o modelo com 12.5 polegadas fica na casa dos 500 euros.

 

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Possíveis especificações do primeiro notebook da Xiaomi

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A Xiaomi segue apostando na diversificação. De pulseiras inteligentes até bicicletas elétricas, passando por panelas elétricas. Agora, eles podem chegar ao universo dos notebooks, com uma suposta primeira imagem já vazada e as possíveis especificações técnicas do produto.

O design é muito parecido com um Apple MacBook Pro, onde se aprecia claramente um acabamento metálico. Mas devemos levar em consideração que esta pode ser uma imagem modificada, ou seja, toda cautela é pouca.

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De acordo com os últimos rumores, seriam três notebooks diferentes, com tamanhos de 12.5, 13.3 e 15.6 polegadas. Não é tão descabido pensar nisso, já que dessa forma a Xiaomi cobriria uma grande porção do mercado, apesar de ser mais apropriado se limitar aos dois últimos modelos, descartando o primeiro que é quase do tamanho do segundo.

Sobre as especificações, vários foram os rumores, mas todos parecem estar de acordo com o uso do Windows 10 como sistema operacional, processadores Intel Core i5 e Core i7 e 8 GB de RAM na configuração base. O preço dos inicial dos modelos mais acessíveis ficaria na casa dos US$ 450, um valor aceitável, dependendo das demais especificações que acompanharão o portátil.

Via Fudzilla

Xiaomi Mi Note 2: tudo o que se sabe do mais caro smartphone da Xiaomi até agora

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O Xiaomi Mi Note 2 será o novo phablet top de linha da fabricante chinesa, e com certeza o mais caro já lançado pela marca, com o melhor nível de especificações já apresentado pela Mi até agora. Esse post recompila os últimos rumores sobre o produto.

 

Muita RAM e a estreia do Snapdragon 823

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O Xiaomi Mi Note 2 deve receber 6 GB de RAM e o novo processador Qualcomm Snapdragon 823, que basicamente estraria nesse phablet. Além desse modelo, são esperadas pelo menos duas outras versões do smartphone, uma delas mais básica, com 4 GB de RAM e Snapdragon 820.

 

Tela curva e sensível à pressão?

Com a missão de competir com o Galaxy Note 7 assim como com o Mi5 entre os tops de linha, a maior incógnita em torno do Xiaomi Mi Note 2 está na tela. Parece que serão 5.7 polegadas (QHD), com a principal novidade em ser curva nas laterais em uma das três versões.

Junto com a diagonal e essa possível versão com tela curva, o Mi Note 2 teria como relevante a tecnologia de sensibilidade à pressão. Seria preciso verificar se esse rumor é correto, e como ele seria implementado em nível de software, que é onde realmente encontra valor essa funcionalidade. E aí conta a inovação e o desenvolvimento próprio. A Xiaomi não tem esse como o seu ponto forte e, por conta disso, tudo pode ficar limitado a um aspecto puramente estético.

Três versões, mas não espere nada muito barato

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Apesar de ainda ser preciso esperar pelos preços oficiais dos modelos, o XIaomi Mi Note 2 deve partir de um valor acima dos US$ 450. O design será similar ao modelo atual, e atualizará os aspectos considerados essenciais, como o sensor de digitais, NFC, WiFi e armazenamento interno, com um modelo com 128 G8 que seria o mais destacado, mas com outro modelo básico com 32 GB. Pelo visto, a era do slot microSD chegou ao fim na Xiaomi.

As demais especificações aumentam de acordo com a versão escolhida. Por exemplo, as câmeras, com 16 MP para o modelo mais acessível, e provavelmente dois sensores para o Mi Note 2 mais completo. A capacidade de bateria seria de 4.000 mAh, podendo variar para mais ou para menos, dependendo da versão, com o sistema de recarga mais rápida para o modelo superior.

Um notebook da Xiaomi que é idêntico ao Macbook

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A imagem acima apareceu no site chinês Techweb, e confirmaria os rumores sobre o lançamento de um notebook da Xiaomi com a marca Mi.

Porém, temos que ser cautelosos. Levando em conta a má qualidade da imagem, o modelo pode ser um simples render que só aumentariam os rumores. De qualquer forma, na última Google I/O, a Xiaomi apresentou novos dispositivos, mostrando sua capacidade de expansão de catálogo, mas não mostrou o misterioso notebook de 12 polegadas que competiria com o Macbook.

Especula-se que a Xiaomi lançará nos próximos meses duas versões do portátil, sendo uma delas com 12.5 polegadas e Windows 10. Supomos que o preço será um dos seus principais atrativos, além da sua incrível semelhança com o Macbook. Algo que certamente vai gerar muita controvérsia na ocasião de sua apresentação oficial.

Via Pocket-lintTechweb

Xiaomi QiCYCLE, uma bicicleta elétrica com bom preço

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A Xiaomi apresentou oficialmente a Xiaomi QiCYCLE, uma interessante bicicleta elétrica que oferece especificações muito boas e preço bem acessível.

A própria Xiaomi espera uma reação de estranheza por parte dos usuários, mas deixou claro durante a apresentação do produto que a empresa não é centrada no mercado de smartphones, mas sim no mundo tecnológico em geral, sem limitar suas operações.

 

E como é a Xiaomi QiCYCLE?

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A Xiaomi QiCYCLE é uma bicicleta elétrica dobrável, com design muito bem cuidado. É possível utilizar o produto como bicicleta normal, com a ajuda de um câmbio MTB Shimano com três opções de modos de controle: fácil, normal e rápido, sendo o primeiro mais brando e cômodo.

Seu motor possui potência de 250W (36V), e é alimentado por 20 baterias de 2.900 mAh, o que é mais que suficiente para dar um apoio extra em qualquer situação. Sua autonomia de uso é de 45 quilômetros por carga.

A Xiaomi QiCYCLE conta com conectividade Bluetooth, o que permite sincronizar seus dados com o smartphone, para verificar informações como velocidade, distância percorrida e calorias consumidas. Também podemos ver esses dados na tela que inclui a bicicleta no guidão esquerdo.

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Por conta de sua fabricação em fibra de carbono, seu peso total é de apenas 14.5 quilos, e seu preço sugerido é de US$ 455 (já convertidos), um valor muito bom se levarmos em conta tudo o que oferece.

Não há detalhes sobre sua possível comercialização internacional, mas é de se imaginar que essa bicicleta jamais vai sair da China, pelo menos de forma oficial.

Mais fotos a seguir.

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Via SlashGear

Xiaomi Mi 5s e suas primeiras pistas: Force Touch e 6 GB de RAM

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Apareceram os primeiros dados sobre o Xiaomi Mi 5s, variante do Xiaomi Mi 5 que deve incluir novidades importantes, que podem afetar diretamente na experiência do usuário, como a chegada do Force Touch e a inclusão de 6 GB de RAM.

 

Um Xiaomi Mi 5 com Force Touch

As informações apontam para um modelo muito similar ao que a Xiaomi apresentou a alguns meses, mas com uma tela de 5.5 polegadas (Full HD, 428 pixels por polegada). Para o seu processador, eles podem repetir o Snapdragon 820 já presente no Mi 5 (o Snapdragon 821 só deve estrear mesmo no Samsung Galaxy Note 7 e no possível Nexus da HTC). Além disso, os 6 GB de RAM e um leitor de digitais ultrassônico são destaques consideráveis.

A última informação vazada sobre o futuro Xiaomi Mi 5s fala de suas câmeras, mencionando que podemos ter um sistema de câmeras dual, mas sem olhar em detalhes, nem mesmo se será parecido ao que está presente no Huawei P9. Também não são informados os megapixels, nem o modelo do sensor, nem se vai incorporar o sistema de eixos de câmera do Xiaomi Mi 5, mas é de se supor que sim.

 

Um pouquinho do Xiaomi Mi Note 2

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Outro modelo da Xiaomi que teve informações reveladas foi o Xiaomi Mi Note 2, mas falando exclusivamente sobre a sua tela. A revisão do modelo lançado em janeiro de 2015 e que recebeu uma versão Pro mais potente, mas que na verdade é uma variante dentro do mesmo modelo.

Do futuro Xiaomi Mi Note 2, sabemos que ele terá uma tela de 5.7 polegadas curva em sua variante (LCD no modelo original, AMOLED na segunda geração). Vale lembrar que é a Samsung quem fabrica telas curvas para o mercado.

Por enquanto, não há maiores informações sobre os futuros smartphones da Xiaomi, mas os vazamentos parecem ser muito precoces. É possível que os modelos sejam apresentados na IFA 2016 de Berlim em setembro, mas os vazamentos vão indicar uma data aproximada para os respectivos lançamentos.

Via GSMArena

Xiaomi explica por que não fabricará smartphones resistentes à água

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Lei Jun, CEO da Xiaomi, explicou por que a certificação IP68, a mais avançada na proteção de dispositivos, não está presente nos seus smartphones.

O CEO da Xiaomi respondeu uma das perguntas que sua empresa mais recebe habitualmente, onde seus dispositivos só contam com proteção à gotas de água, e em casos muito específicos. Nenhum dos modelos da empresa asiática conta com proteção contra água e poeira. E a explicação é bem simples.

 

É caro

Lei Jun explica que tal processo de segurança contra água e poeira é algo custoso e pouco eficiente, fazendo com que os custos dos dispositivos aumentem de forma sensível, o que tornaria impossível manter a política de preços que até agora vem adotado, sem falar que o processo é facilmente deteriorável.

Para a Xiaomi, revestir o smartphone com a película selada, o que o tornaria impermeável, aumentaria o preço final do produto. Sem falar que, em caso de qualquer queda do smartphone que resultasse em uma rachadura ou um simples arranhão, poderia fazer com que a impermeabilidade se perdesse. Logo, tal processo não seria suficientemente eficiente e, por isso, a empresa decidiu deixar o mesmo de lado.

A Sony durante um tempo implantou em seus dispositivos as certificações IP67 e IP68, e agora só aposta nessa proteção no modelo Xperia X Performance. Outras empresas, como a LG, seguem deixando essa opção de fora. Ou seja, a impermeabilidade não está tão difundida como parecia, e talvez a resposta de Lei Jun não é tão absurda assim.

Via PhoneArena

Xiaomi Redmi 3S, com leitor de digitais, é anunciado

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Xiaomi Redmi 3S

A Xiaomi apresentou oficialmente o smartphone Xiaomi Redmi 3S, uma variante do Redmi 3 que mais uma vez prioriza a boa relação custo-benefício.

A Xiaomi recebe notoriedade nesse aspecto, vendendo smartphones top de linha com preços muitos competitivos. Porém, nos últimos tempos, foi percebida uma emergente pressão da Meizu, que aos poucos consegue um bom espaço no mercado, com uma política semelhante e sem tantas barreiras comerciais. Isso obriga a Xiaomi a responder com outros lançamentos competitivos.

O Xiaomi Redmi 3S possui uma tela de 5 polegadas (720p), dimensões de 139,3 x 69,6 x 8,5 milímetros, e peso de 144 gramas. Conta com um processador Snapdragon 430, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento e uma variante com 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento. No final das contas, esse é um modelo ligeiramente mais potente que o Redmi 3 original.

Nas câmeras, temos um sensor traseiro de 13 MP (f/2.0) com flash LED e detecção para foco automático e sensor frontal de 5 MP (f/2.0). Sua bateria é de 4.100 mAh, e deve ter uma bateria notável. Sua conectividade é composta por WiFi 802.11 b/g/n, Bluetooth 4.1 e GPS. Por fim, o dispositivo recebe um leitor de digitais para autenticação biométrica.

O Xiaomi Redmi 3S tem preços de US$ 106 e US$ 136, para os modelos com 2 GB de RAM/16 GB de armazenamento e 3 GB de RAM/32 GB de armazenamento, respectivamente. Estará disponível nas cores cinza escuro, prata e ouro.

O modelo deve cumprir de sobra os requisitos técnicos para qualquer usuário comum, e sua disponibilidade na China está marcada para o dia 16 de junho.

Via GSM Arena

Xiaomi Mi Band 2 é oficial

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Xiaomi Mi Band 2

A Xiaomi apresentou oficialmente a nova versão de sua pulseira quantificadora, a Xiaomi Mi Band 2.

O dispositivo era uma das atualizações mais esperadas, apesar de sua simplicidade e preço. Os modelos anteriores foram campeões de vendas por oferecer muito do que a concorrência entrega, mas por um preço muito inferior.

A Xiaomi Mi Band 2 melhora pontos débeis das versões anteriores, e inclui novidades chamativas como uma tela OLED de 0.42 polegadas. Este era um dos aspectos de maior crítica na primeira versão, que não contava com uma interface decente ou informava dados importantes na quantificação. Agora, isso está solucionado, e não afetou a autonomia de bateria, que é estimada em até 20 dias de uso.

A pulseira é capaz de registrar nossas atividades físicas e esportivas, além de monitorar nosso sono. O sensor de ritmo cardíaco continua, e seu design assume o protagonismo para a tela OLED, que possui um botão metálico logo abaixo para confirmar as principais opções. O algoritmo do contador de passos foi melhorado, assim como a estabilidade de conexões (Bluetooth 4.0 de segunda geração).

Xiaomi Mi Band 2-04

As imagens mostram que a Xiaomi Mi Band 2 conserva a resistência necessária para esse tipo de gadgets, com a presença da certificação IP67, sendo assim resistente à água. Sua pulseira de silicone é tratada para ser hipoalergênica. Seu peso é de apenas 7 gramas.

A Xiaomi Mi Band 2 custa 20 euros (já convertidos), e não sabemos se o produto será lançado no Brasil, uma vez que a empresa dá indícios que vai abandonar o mercado nacional. O produto chega ao mercado chinês em 7 de junho.

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Via XiaomiWCCFTech