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Carro autônomo do Google sofre novo acidente (mas não foi culpa dele)

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Não é a primeira vez que um carro autônomo do Google sofre um acidente, mas dessa vez ele não teve culpa. A imprudência foi de um motorista humano.

O acidente aconteceu quando o carro autônomo ia atravessar um cruzamento, e um motorista decidiu que era uma boa ideia passar no sinal vermelho. Isso resultou em uma colisão contra a lateral do carro da Google. Felizmente, só houve danos materiais no acidente.

O relatório policial é bem claro sobre a culpabilidade do incidente, indicando que o carro da Google não entrou no cruzamento até que não se passassem seis segundos depois do sinal ter mudado para verde, detalhe que evidencia a culpa do motorista que passou o sinal vermelho.

 

Como reagir ao imprevisível?

O acidente levanta uma questão importante: é possível que se prepare um carro autônomo para evitar as imprudências e negligências humanas?

Os desenvolvedores de carros autônomos atuais preparam os veículos para circular em condições normais, ou seja, supondo que todos respeitam as normas de trânsito.

Mas quando as imprudências acontecem, a inteligência artificial do veículo nem sempre pode responder de forma adequada e evitar os acidentes. Isso pode atrasar a adoção geral desses carros no uso prático, e nem podemos colocar a culpa nos desenvolvedores sobre esse aspecto.

Via 9to5GoogleTechCrunchKRON, CBS

O espetacular braço biônico da Konami

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A Konami (sim, aquela que faz jogos de videogames) apresentou um braço biônico, que pode ser um excelente exemplo de como a tecnologia pode contribuir com a medicina, melhorando a vida das pessoas.

Falamos de uma prótese em fase de testes, mas o seu primeiro usuário, um jovem de 26 anos que perdeu o braço esquerdo e uma perna em um acidente envolvendo um trem, é capaz de levar uma vida bem mais fácil com a prótese. O implante é conectado aos nervos e à musculatura do ombro, com um funcionamento bem completo em todos os sentidos, tanto na mobilidade do braço como da mão, realizando ações complexas e até pegando objetos muito pequenos, inclusive os muito difíceis como as moedas.

O braço biônico da Konami conta com um sistema que transforma os sinais nervosos e os impulsos musculares captados no ombro em movimento, mas também conta com outras capacidades futuristas e úteis como carregador de smartphone integrado, lanterna e ponteiro laser.

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A prótese impressiona, mas ainda não é perfeita. Como pontos negativos, destacamos o seu peso, que impede o uso por longos períodos de tempo. além da funcionalidade da mão, que é boa, mas pode ser consideravelmente melhorada.

A solução mais simples passa por fabricar o braço em titânio para reduzir o seu peso, além de usar uma mão conectada de forma direta mas independente do restante do braço. As mudanças devem ver nos próximos modelos, porém, tais mudanças podem encarecer ainda mais o produto.

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Via SlashGear

Samsung imagina no futuro smartwatch que projeta interface na mão

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A Samsung apresenta uma patente bem interessante, chamativa, e que pode se materializar nas próximas versões da sua linha de smartwaches. Mesmo sendo algo inovador, não é especialmente complicado ou impossível de ser adotado no mundo real.

A ideia é simples: a Samsung quer projetar uma interface completa de uso do relógio inteligente na mão do usuário, mas também é possível projetá-lo em outras superfícies sólidas, como uma mesa ou parede, para colocar dois eixos simples.

Para que a mesma funcione sem problemas, o dispositivo contaria com sensores específicos que seriam capazes de reconhecer sem problemas as interações que se produzam sobre essa interface projetada, além de identificar a própria geometria da mão para adaptar o tamanho da mesma.

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Por exemplo, se temos a mão fechada, a interface se limitaria na zona superior (o dorso) e ficaria integrada de forma compacta, enquanto que se temos a mão aberta e os dedos estirados, podemos ter uma versão maior da interface, que aproveitaria o espaço extra adicionando botões e/ou atalhos.

A patente está cheia de possibilidades e pode aportar muito ao setor de smartphones. Porém, como de costume, é preciso levar em conta que é apenas uma patente de uma boa ideia no papel. Logo, isso não quer dizer que a Samsung está trabalhando em um dispositivo com esta tecnologia, ou se vai fazer isso a curto, médio ou longo prazo.

Via The Verge

Estudante cria surpreendente aparelho auditivo que custa US$ 50

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O estudante Mukund Venkatakrishnan, um jovem de 16 anos que mora nos Estados Unidos, depois de uma viagem para a Índia onde ele ajudou o seu avô a usar um aparelho auditivo, se deu conta que esse setor precisava de alternativas mais baratas e simples. E criou uma solução que custa apenas US$ 50.

Seu invento permite elevar o nível auditivo de uma pessoa com uma série de ajustes, mas é auto-programado para se transformar em um amplificador da audição, que pode ser utilizado com qualquer tipo de fones de ouvido. Seu potencial de reparação é muito simples, algo que não acontece nos aparelhos tradicionais, que contam com uma eletrônica muito mais complexa.

Mukund Venkatakrishnan

A calibração do dispositivo (que por enquanto é um simples e tosco circuito integrado) é feita através de uma simulação de som da amostra armazenada no arquivo de áudio de referência. Se o usuário não pode ouvir esse som, outra pessoa pode ajudar a calibrar o produto.

Venkatakrishnan aprendeu a programar nos dois anos seguintes, e desenvolveu o dispositivo com ajuda de engenheiros, como o seu pai e especialistas em audição. Conseguiu avaliar os seus progressos em pacientes com perda de audição para comprovar a sua precisão, e teve em conta outro fator interessante: muitas pessoas com esses problemas não querem colocar um aparelho auditivo, porque entende que o uso do dispositivo cria uma espécie de “estigma” social.

Porém, o uso de fones convencionais diminui esse problema, e pode favorecer o uso desse tipo de dispositivo. O projeto pode se transformar em uma realidade massiva se alguém investir no projeto. O jovem está em negociações com os responsáveis pela fundação Bill & Melinda Gates, e espera que o seu dispositivo possa “amplificar a vida” em um futuro a médio prazo.

Via CNN

As melhores brincadeiras de 1º de abril de 2016

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O dia 1º de abril é um dos mais perigosos do ano para todos os que trabalham com notícias de tecnologia. O festival de notícias falsas (mas muito bem elaboradas) é grande, e qualquer um pode cair se não tiver um pouco mais de cuidado.

Mas como esse dia passou, podemos agora fazer uma compilação com algumas das notícias de 1º de abril mais divertidas. Se você passou desconectado o dia de ontem por medo de cair em uma das pegadinhas, vale a pena agora conferir tudo com calma.

 

YouTube SnoopaVision (Beta)

Uma pequena loucura da plataforma de vídeos, onde é possível ver alguns vídeos em 360 graus, mas de forma peculiar: com a presença do Snoop Dog, que dá o seu toque pessoal aos vídeos. É possível ver a lista de vídeos disponíveis nesse link.

Samsung Internet of Trousers

A Samsung aposta com tudo na Internet das Coisas, inserindo tudo o que você precisa em uma calça jeans. A brincadeira foi tão bem cuidada que eles inseriram tecnologias de última geração em uma simples calça, que pode até dar um pequeno choque no usuário quando o mesmo ficar muito tempo em repouso, ou bloquear a geladeira caso sua presença for detectada.

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Google Cardboard Plastic

Uma pequena genialidade que faz parte de uma premissa incontestável: o que é mais real que a própria realidade? Nada, é claro. Por isso que esses óculos de realidade virtual são incríveis, pois nos permite ver a realidade da vida.

Ok, não servem para nada. Mas ao menos são leves e, talvez, não tão incômodos quanto parecem.

Project Breadwinner

A Razer é muito conhecida pelos computadores e acessórios para games, mas até os melhores gamers precisam repor suas energias. E é nisso que o Breadwinner entra em ação. A torradeira tem o design clássico da Razer, uma empresa que aposta na torrada. Uma torrada gamer, é claro.

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A bicicleta autônoma da Google

Em breve teremos carros totalmente autônomos, mas… e os amantes da bicicleta? Ficarão sem nada?

Felizmente a Google na Holanda adaptou um dos meios de transporte mais populares naquele país no formato autônomo, em um projeto que é quase crível.

NVIDIA GeForce Energy Drink

A NVIDIA, assim como a Razer, entende que os usuários mais exigentes precisam de uma ajuda extra para desenvolver suas atividades profissionais ou de entretenimento, e para isso criou uma bebida energética pensada exclusivamente nos ativos e hiperativos.

H&M apresenta a coleção de roupas Mark Zuckerberg

Todo mundo sabe que homens de sucesso tendem a se vestir de forma simples e informal. E sei que tem muita gente que gostaria de saber onde Mark Zuckerberg compra as suas roupas. Pois bem, agora podem fazer mais do que isso: comprar as mesmas roupas que Zuck. A H&M “lançou” a coleção de roupas inspirada no fundador do Facebook. É só ir lá e comprar.

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Menção especial

Não podemos terminar esse post sem fazer uma referência à brincadeira do GIF do Gmail, o do Minion soltando o microfone.

A Google decidiu introduzir no seu serviço de e-mail uma opção especial, que acompanhava o GIF em questão. O botão se diferenciava claramente do botão de envio normal, mas parece que a brincadeira desagradou alguns usuários que usaram sem querer o botão para e-mails de trabalho e em situações nada engraçadas, o que trouxe problemas para algumas pessoas.

Dizem que algumas pessoas perderam seus empregos, o que gerou uma polêmica enorme, levando a Google a retirar a brincadeira do Gmail rapidamente, pedindo desculpas aos prejudicados.

A invisibilidade está cada vez mais próxima

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Aos poucos, o poder da invisibilidade está mais próximo. Ainda falta muito para chegar lá, mas os avanços são cada vez mais surpreendentes e promissores. A última novidade vem da Universidade do Estado de Iowa, que consegui criar uma pele flexível, capaz de ocultar pessoas e objetos de ondas eletromagnéticas.

Essa meta-pele é formada por uma série de anéis ressoadores cheios de metal líquido (galinstano), que apesar de não fazer desaparecer a uma simples vista, conseguem ocultar as ondas eletromagnéticas, selecionando diferentes frequências. Obviamente essa tecnologia não serve para criar uma capa de invisibilidade no estilo Harry Poter, mas é funcional no caso de aviões de combate que querem desaparecer para os radares.

Porém, a Universidade de Califórnia/Berkeley desenvolveu uma tecnologia de invisibilidade que permitira refletir a luz para manter ocultos uma série de objetos. Nesse caso, o método utiliza nanoantenas de ouro para “desviar as ondas de luz refletidas”, para que o objeto a ser ocultado desapareça quando o metal polariza o ouro (o vídeo no final do post mostra melhor esse conceito).

Por enquanto, esta tecnologia funciona em uma escala microscópica, já que a medição apenas alcança os 80 nanômetros de espessura, e só é capaz de cobrir poucas células biológicas. Mas é um começo.

 

Via PSFKNature, Berkeley Lab

 

BMW Vision Next 100: o carro do futuro?

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A BMW está completando 100 anos, e para comemorar, apresentou o BMW Vision Next 100, um interessante design conceitual que mostra a visão da montadora sobre como pode ser o carro do futuro.

O carro conta com um sistema de condução autônoma, mas também possui uma ampla lista com diferentes tecnologias muito interessantes. Uma delas faz referência ao Alive Geometry, descrita como um fluxo de dados contínuo entre os para-brisas e o sistema central do carro, mas há muito mais nessa pequena genialidade da BMW.

O BMW Vision Next 100 conta com dois modos de condução: um que oferece o controle total do veículo ao motorista, que estaria respaldado pela já citada Alive Geometry. O outro é o modo autônomo, onde os assentos ficariam mais afastados, o volante se recolheria para ganhar espaço, e o sistema tomaria o controle de todos os elementos de condução.

O grande trunfo aqui seria um assistente pessoal, que seria capaz de interagir tanto com o interior do carro como com o exterior, de forma que poderia (por exemplo) mostrar uma luz vede aos pedestres para indicar quando é seguro passar diante do carro.

Uma maravilha tecnológica que é apenas um design conceitual, ou uma ideia ambiciosa a longo prazo. Como preferir.

Vídeo demonstrativo a seguir.

 

Via Engadget

Proteja seu lado da cama sem maiores discussões, com a ajuda do raio laser

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Todo casamento é complicado por múltiplos fatores. Poucos desses fatores são realmente importantes, e quando mal gerenciados podem causar conflitos enormes. Um dos itens que mais causa tensão entre os casais é a diferente percepção que tem cada pessoa sobre a ocupação do espaço do outro na cama.

De um modo geral, os casais estabelecem um acordo informal onde a cama fica dividida em duas partes iguais por uma linha imaginária. Quando um invade a parte do outro, o conflito se estabelece: um acusa o outro que ele está fora do seu lugar, e o outro nega a evidência. No escuro, é difícil decidir quem tem razão. E a noite de sono vira briga.

Pois bem, o usuário do Reddit jonathan881 solucionou esse problema com uma ideia brilhante na cabeça e US$ 35 no bolso, valor para a compra do laser que marca uma linha de luz vermelha que separa a cama em duas metades iguais. E para não andar sempre com essa luz brilhante ligada no quarto, o laser é equipado com um controle remoto que é deixado no criado mudo para atuar rapidamente quando um dos lados se sente invadido.

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Simples e funcional. Não tem como dar errado desse jeito!

Via Bored Panda, Reddit

Project Ara: hardware aberto e modular também para os tablets

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Project Ara é o programa de hardware aberto destinado inicialmente a criar smartphones a base de módulos individuais padronizados, que permitiriam criar dispositivos personalizados e atualizáveis no futuro, ou com peças de fácil substituição em caso de falhas e/ou melhorias.

Um projeto muito interessante, cujos ativos ficaram com a Google, e que segue em desenvolvimento. Agora, deve ser ampliado para os tablets. Um protótipo de testes apareceu no site GFXBench revelando essa aspiração. O tablet com numeração de série A8A01 possui tela de 13.8 polegadas, chipset Snapdragon 810, 3 GB de RAM, 32 GB de armazenamento e sistema operacional Android 6.0 Marshmallow.

Mas além de suas especificações, a presença do protótipo indica que o Project Ara segue vivo. A ideia é simples e apaixonante para muitos que lidam com produtos eletrônicos. É o mesmo que a gente fazia com nossos desktops no passado.

O Project Ara permitiria a troca rápida de módulos sem a necessidade de restaurar nem de realizar nenhuma operação complicada no sistema operacional Android. Contaria com fabricantes como Toshiba, Rockchip, Quanta, Marvell ou NVIDIA como fornecedores de módulos.

A última informação conhecida foi a do cancelamento de um teste piloto com smartphones que estava sendo realizado em Porto Rico, quando a Google se reestruturou em torno da Alphabet. Foram anunciadas novidades posteriores, mas até agora nada foi anunciado.

Fato é que não sabemos qual é o estado real do Project Ara, mas o tablet nos dá esperança que ele pode chegar ao mercado algum dia.

Via GFXBench

Música e videogames: um passeio histórico pelos 8 e 16 bits

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Falar de música e videogames é fazer referência a todo um gênero próprio que teve uma enorme evolução com o passar dos anos, se transformando em uma tendência sem fronteiras e atraindo muitos usuários. A música nos videogames tem um papel que vai além de uma simples ambientação: é uma entidade própria, com origens independentes, isoladas do jogo, e chegando a ser um negócio real no Japão.

Hoje, seu atrativo superou barreiras e prejuízos, conseguindo uma grande base de fãs que adoram ouvir as músicas dos seus jogos favoritos em seus momentos de ócio, inclusive para realizar diversas atividades diárias, como trabalho, estudo e até esporte. Sua popularidade disparou principalmente quando consoles como PSOne, PS2 e Dreamcast começaram a utilizar canções reais nos seus títulos.

Os mais velhos se lembram com carinho dos sons “de chip” que os primeiros sistemas de 8 bits entregavam, com canções que hoje contam com ótimas releituras a partir de instrumentos reais. A história da música nos vídeogames é muito rica, e por isso vale a pena fazer uma revisão com algumas das canções mais populares, que ficaram autênticas joias musicais.

 

A música em chip e os 8 bits: o começo de algo grande

A aproximação da música ao mundo dos videogames foi muito limitada com começo. O Atari 2600 é uma prova clara do que eu estou falando. Na maioria dos casos, não havia trilhas sonoras, mas sim efeitos de som. Algo que foi mudando a partir dos anos 80.

A grande revolução veio graças ao Nintendo Famicom, lançado no Japão em 1983. O console era capaz de reproduzir até seis canais de som, superando as limitações inicias que enfrentou a chegada da música aos videogames. Esse momento é considerado a “Era de Ouro” do chamado “chiptune”, algo que é mantido até hoje com uma grande base de fãs, principalmente dos adeptos da cultura retrô dentro do mundo dos videogames.

Outros consoles como o Master System também deixaram verdadeiros clássicos, ainda que alguns dos jogadores mais novos não sejam capazes de assimilar o seu tipo de som, considerando como “arcaico”, sujo ou carregado. Bom, questão de gosto. Mas a nostalgia pesa. E muito.

Antes de saltar para o próximo passo, deixamos algumas das canções mais emblemáticas dessa geração.

Chegam os 16 bits e o maestro digital

A chegada dos consoles de 16 bits representou uma mudança muito grande na qualidade de som, mas devemos levar em conta que quando fazemos referência a isso não quer dizer que eles foram capazes de reproduzir sons de 16 bits, mas sim o seu processador principal, ou CPU.

Um dos consoles mais populares desta geração foi o SEGA Mega Derive, o primeiro de 16 bits a conseguir uma grande popularidade mundial, além de ser um dos mais vendidos da SEGA em sua história. Marcou uma evolução importante na qualidade gráfica e ampliou as possibilidades dos jogos por conta da maior potência do processador Motorola 68000, mas apostando também com uma aproximação híbrida na qualidade do som.

O Mega Drive contava com dez canais de som, com um canal PCM em estéreo, superior aos seis canais mono do NES. O canal PCM era usado para as mostras de percussão, mas o som em si continuava a ser de 8 bits. Era um avanço claro, mas mantinha limitações que só os grandes conseguiram superar, extraindo o som de um sintetizador FM. Entre eles, vale uma menção especial para o genial Yuzo Koshiro.

Com a chegada do SEGA-CD, abriu-se as portas para uma melhora enorme, com a inclusão de mais canais PCM e a possibilidade de reproduzir som diretamente do CD, mas como bem sabemos, a alternativa não funcionou.

Já o Super Nintendo foi lançado e mostrou uma clara superioridade técnica em relação ao Mega Drive. Tal superioridade ficou clara na parte de som, já que o processador do console da Nintendo contava com um chip de som DSP desenvolvido pela Sony, junto ao SPC700, somando oito canais de som gerenciado via 16 bits em estéreo (32 kHz). As diferenças em relação ao Mega Drive foram claras, e em alguns casos abismais.

Por fim, uma pequena seleção de alguns dos temas musicais mais emblemáticos dos dois consoles.

Smartphones modulares: um futuro com menos contaminação por resíduos

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Enquanto a quantidade de resíduos que os seres humanos produzem ainda é motivo de poucas notícias por parte dos meios de comunicação, os envolvidos diretamente com a indústria mobile não se mostram conscientes sobre o problema. Mas a chegada dos smartphones modulares pode ajudar a reduzir a contaminação causada pelos produtos eletrônicos.

A solução já está entre nos, mas em fase embrionária e com alguns poucos produtos a venda, com baixo impacto. Os smartphones modulares oferecem a possibilidade de qualquer um de nós a construir um smartphone por peças, que podem ser substituídas com facilidade, sem precisar desmontar o bloco completo quando algum módulo se danifica.

Um universo de resíduos que está aumentando

Um estudo publicado pelo Monitor Global de Resíduos Eletrônicos das Nações Unidas informa que, apenas em 2014, a humanidade produziu 46 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos, representando um crescimento de 4% a 5% em um ano. Destes, apenas 7.1 milhões são resíduos reciclados ou reutilizados. Levando em conta que apenas no último trimestre de 2015 foram vendidos mais de 352 milhões de smartphones, já podemos fazer uma ideia do tamanho do problema.

Vale lembrar que uma tonelada de smartphones gera 211 toneladas de resíduos. Não estamos diante apenas do smartphone em si, mas também do custo meio-ammbiental da extração de seus materiais ou de sua fabricação. Falamos de smartphones quebrados que acabam no lixo, ou que ainda funcionam, mas ficaram obsoletos em uma caixa, até a próxima grande limpeza que faremos em casa.

Os smartphones modulares: os dois centavos da indústria

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A solução para esse desperdício todo (mesmo que parcial) passaria pelos dispositivos facilmente reparáveis. Fazer isso não é algo tão barato quanto se imagina, e é aí que os smartphones modulares entram em ação. O Project ARA da Google, o Puzzle Phone e o Fairphone 2 são os mais ilustres exemplos do mercado.

A Puzzlephone é uma empresa que foi conhecida pela Indiegogo, e já desenvolveu telas com vida útil de até 10 anos, tal como o restante dos seus componentes. Isso faria com que o dispositivo pudesse ser atualizado dispensando o processo de bancada de manutenção. Tal e como funcionaram os desktops durante anos, é possível destacar as peças, e não os dispositivos completos.

 

Os materiais também fazem a sua parte

80% do impacto no meio ambiente de um produto é determinado na sua fase de design. Não falo apenas daqueles que envolvem especificações mais ou menos reparáveis, mas falo também dos materiais. A escolha de determinados tipos de plástico mais ou menos biodegradáveis, a opção do metal… tudo isso conta.

São necessários desenvolver novos sistemas de construçãod e smartphones. Migrar do plástico para um dispositivo construído a partir da celulose dos Bioplásticos, uma nova geração de materiais que podem ser dissolvidos com uma simples enzima, reduzindo o impacto do mesmo no meio ambiente.

 

O grande objetivo: a adoção de novos materiais

Como sempre, os desenvolvedores vão atrás da adoção dos mesmos. Sem uma conscientização real sobre o problema da contaminação causada pela indústria, não há uma possível solução. No futuro, teremos uma maior diversificação de materiais, onde o tempo mostrará claramente quais são os fabricantes que vão adotar esses materiais.

Mas esta é apenas uma parte da solução. A outra está nas mãos do usuário.

Reutilize smartphones velhos que funcionam bem, por exemplo. Qualquer gesto que você fizer nesse sentido vai ajudar (em partes) a minimizar um dos grandes problemas associado ao progresso tecnológico.

Para mais informações sobre o estudo, acesse: Curbed: Modular Phones, E-Waste, and the Shift Towards Sustainable Electronics

Estados Unidos realizam o seu primeiro transplante de pênis

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A CNN informa que foi realizado o primeiro transplante de pênis com sucesso em território norte-americano.

Os transplantes de pênis não são uma novidade. Já tentaram isso antes. O primeiro transplante com sucesso na história aconteceu na África do Sul em 2014, e esse tipo de cirurgia é um desafio, já que é necessário conectar vasos sanguíneos e nervos para garantir total funcionalidade.

Sem falar que o processo de recuperação é longo, durando vários meses, até que a mobilidade e sensibilidade do pênis se recupere por completo, já que os nervos recém conectados precisam crescer e se desenvolver. Na parte de fertilidade, não há um efeito negativo, desde que os testículos do paciente ainda funcionem. Ou seja, a pessoa pode ter filhos sem maiores problemas.

Os especialistas deram detalhes sobre o preço da operação de um transplante de pênis, e como você bem pode imaginar, a brincadeira não é barata: ronda entre os US$ 200 mil e US$ 400 mil, sem incluir as horas trabalhadas pelo médico e sua equipe.

Via CNN

HP vai criar telas que cuidam da privacidade do notebook

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A HP está trabalhando em parceria com a 3M para criar uma tela que evite os “olhares indiscretos” de alheios à tela do notebook.

Por enquanto, os detalhes são escassos, mas desde já não estamos diante de um protetor adicional ou acessório externo, mas sim uma nova função que seria implementada diretamente no notebook, que poderia ser ativada ou desativada com um simples botão dedicado.

A ideia de implementar uma tela privada como uma função adicional é acertada, permitindo um equipamento que oferece a necessidade que precisamos em ambientes externos, mas sem renunciar a possibilidade de usar o equipamento para o trabalho em equipe quando necessário.

Vamos ficar de olho sobre as novidades dessa tecnologia que, na teoria, estará disponível nos novos portáteis da HP ao longo de 2016.

Via Neowin

PhoneSoap XL desinfeta o seu smartphone com raios ultravioleta

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O PhoneSoap XL é um dispositivo que promete desinfectar completamente nossos smartphones com raios ultravioleta.

O produto parece uma simples caixa, mas dentro abriga quatro lâmpadas ultravioleta de alta potência, que emite raios UV-C que esterilizam os smartphones que estão no seu interior (podemos agilizar o processo, introduzindo todos os celulares da família ao mesmo tempo).

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Conta também com várias portas USB para recarregar o smartphone durante e desinfecção, apesar do processo durar no máximo cinco minutos. Seus criadores afirmam que o PhoneSoap XL é capaz de destruir os ácidos nucleicos dos germes, quebrando completamente o seu DNA, matando e impedindo sua reprodução.

O PhoneSoap XL iniciou uma campanha de financiamento no Kickstarter, e as primeiras unidades devem ser distribuídas em março de 2016, com um preço inicial de US$ 99 para quem colaborar agora, ou US$ 119,99 depois da chegada ao mercado. A primeira versão do produto, a PhoneSoap, está disponível por US$ 60.

 

Via PhoneSoap

Nima, o gadget que é capaz de detectar o glúten na comida em minutos

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Shireen Yates e Scott Sundvorhe, ex-alunos do MIT, fundaram a empresa 6SensorLabs, que desenvolveu o Nima. O pequeno gadget que chega ao mercado em outubro é capaz de analisar os componentes de um alimento, detectando rapidamente se o mesmo está ou não livre de glúten, ajudando no tratamento daqueles que possuem intolerância à substância.

O produto é perfeito para ser utilizado em casa ou em um restaurante, e se diferencia dos demais produtos disponíveis no mercado para a mesma finalidade por oferecer um resultado em apenas dois minutos. O produto é pequeno e leve, mas carrega em seu interior sensores capazes de detectar o glúten e outras substâncias em um alimento.

Basta o usuário colocar uma amostra da comida em uma cápsula descartável que é inserida no interior do Nima, e depois de dois minutos, sua pequena tela mostra o resultado. Caso o mesmo esteja livre de glúten, um rosto sorridente aparece. Caso contrário, uma face não tão amistosa será exibida.

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O preço do kit do Nima será de US$ 179 (valor promocional). O kit inclui tanto o sensor como três cápsulas para um único uso. Depois da promoção de lançamento, o produto vai custar US$ 249, e o pack com 12 cápsulas custará US$ 50.

Para o futuro, seus criadores planejam que o Nima seja oferecido em diversas linhas e segmentos, com maior capacidade de detecção para outras alergias ou até determinadas substâncias que o usuário queira evitar, incluindo bactérias presentes em alimentos.

O pessoal do 6SensorLabs está desenvolvendo um aplicativo complementar para o Nima, que poderá ser utilizado independentemente do gadget. Nele, serão exibidas informações sobre ingredientes a serem evitados até restaurantes e supermercados que oferecem alimentação livre de glúten.

Via 6SensorLabs

Google Accelerated Mobile Pages (AMP): por uma internet móvel mais rápida

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Google Accelerated Mobile Pages

A Google apresentou hoje (07) o seu projeto Accelerated Mobile Pages (AMP), iniciativa que tem como objetiov fazer com que os conteúdos web de qualquer tipo de publicação online carregue mais rápido em nossos dispositivos móveis.

O projeto se baseia no AMP HTML, novo formato aberto com licença Apache, cujo código está disponível no GitHub, onde os interessados podem integrar em seus sistemas de gestão de conteúdos. O trabalho conta com parceria de gigantes do mercado, permitindo que todos os conteúdos possam ser oferecidos em um gigantesco cache aberto que a Google vai oferecer para todos os usuários dessa tecnologia.

A Google quer que “as páginas web com grande quantidade de conteúdo – como vídeos, animações, gráficos e anúncios – carreguem instantaneamente, e que o mesmo código funcione em várias plataformas e dispositivos”. Os navegadores padrão do Android e iOS serão compatíveis com o AMP, mas não fica claro se outros navegadores para essas plataformas contarão com essa compatibilidade.

Notícias  em AMP

Para o lançamento, vários serviços e publicações trabalharam com a Google para mostrar o potencial da tecnologia: El País, BuzzFeed, Mashable, Time, The New York Times, The Washington Post e o The Wall Street Journal são alguns deles. Outros parceiros como Twitter, Pinterest, WordPress, ChartBeat, Parse.ly e LinkedIn também participam no lançamento.

O AMP também está integrado em vários dos serviços do Google, mas não há datas concretas para as novas versões dos serviços chegarem ao mercado. A Google afirma que, ao longo de 2016, os usuários vão observar como muitos de seus serviços e sites se beneficiarão dessas melhorias.

Via AMP Project, Google Brasil

Ako Dice e Boogie Dice: dados que saem do lugar comum

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É raro falar sobre dados em um blog de tecnologia. Até porque são produtos que pouco mudam no seu design: é basicamente um cubo com as faces decoradas com pontos. Mas sabemos que os deisgners continuam criando coisas, e temos nesse post duas soluções muito interessantes: o Ako Dice e o Boogie Dice.

 

Começamos pelo Ako Dice produzido pela Kacha, que tem um resultado bem curioso, fabricado em alumínio revestido em diferentes cores, e no lugar dos pontos temos linhas para identificar os números. O produto é oferecido em uma elegante caixa, e apresenta um resultado final peculiar e futurista.

É um projeto da Kickstarter que facilmente conseguiu ser financiado. Mais imagens a seguir.

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Já o segundo produto consegue ir um passo além. O Boogie Dice é um dado motorizado, onde basta um simples toque para que o mesmo dê saltos durante alguns segundos, escolhendo a numeração de forma totalmente aleatória.

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Além disso, o Boogie Dice pode ser programado via aplicativo no smartphone para mudar as suas funcionalidades, além de modificar a cor das luzes LED do seu interior. Mas, atenção: ele não programa o número que vai cair.

Não satisfeitos com o que eles já adicionaram no produto, os desenvolvedores já estão criando um jogo de “batalhas” dedicado exclusivamente a esse tipo de dado: o “Bots Battleground” é mais um projeto da Kickstarter, mas diferente do Ako Dice, ainda não alcançou os seus objetivos de financiamento.

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Como a Internet das Coisas pode efetivamente melhorar a sua vida

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Internet das Coisas. Você já leu ou ouviu esse termo mais de uma vez, mas talvez não tenha ideia sobre como ela estará presente na sua vida em um futuro próximo. Ter uma casa conectada vai permitir uma maior flexibilidade e praticidade nas tarefas domésticas, e a LG se alinha à essa tendência, com o conceito “Inovação para uma vida melhor”.

A tecnologia precisa estar presente para efetivamente tornar a vida das pessoas mais prática, e a Internet das Coisas é um  passo importante do processo. Poder automatizar as tarefas domésticas a ponto de enviar comandos para os eletrodomésticos adiantarem o serviço para o usuário é basicamente o futuro apresentado pelo cinema e TV ao nosso alcance.

Por isso, a LG investe e apresenta soluções que se integram ao conceito de Internet das Coisas, modificando a forma que o usuário vê produtos que já estão presentes em nossas vidas há décadas. Por exemplo, as lavadoras da linha Lava & Seca contam com a tecnologia Smart Diagnosis (exclusiva da LG), que ajuda no diagnóstico de problemas a partir de sinais sonoros emitidos pelo produto durante uma ligação ao SAC da empresa.

O webOS 2.0, abordado por diversas vezes no blog nas novas Smart TVs da LG, é outro exemplo. O sistema conta com um acesso rápido e simples aos conteúdos, e a cada versão é otimizado para uma melhor performance, melhorando assim a experiência de uso. O Ar conidiconado Artool Stylist conta com tecnologia WiFi Smart Control, onde um aplicativo para Android e iOS realiza as principais regulagens do produto a longa distância.

Outros produtos da LG estão alinhados com o com o conceito “Inovação para uma vida melhor”, como o relógio LG Watch Urbane, smartwatch com diversas funções inteligentes. O produto pode atender e recusar ligações, responder e-mails e SMS, receber notificações de serviços de mensagens e redes sociais, exibir dados sobre previsão do tempo, distância estimada até determinados locais, resultados de eventos esportivos, programação do cinema ou das atrações da cidade onde você se encontra, contar passos e calorias, entre outros.

A LG adequa seus produtos aos hábitos e costumes do consumidor, mas de olho na tendência de soluções que facilitam a vida das pessoas de um modo geral, e não apenas do público geek. A tecnologia é algo que tem que existir para todos, e quanto mais intuitiva e acessível ela for, melhor.