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Mais uma vez recorremos aos nossos leitores, parceiros e entusiastas de tecnologia. O TargetHD.net, no ar desde junho de 2008, oferece conteúdo de graça para os internautas brasileiros, com opinião e informação.

Ao longo desse tempo, o site se mantém por conta de nossas iniciativas independentes, como cobertura de eventos, parcerias com anunciantes, análises de produtos e vendas nos programas de afiliados nos e-commerces nacionais.

Porém, com a crise econômica, as nossas despesas aumentaram, e os ganhos diminuíram. Manter essa independência custa caro, mas queremos manter esse projeto vivo.

Em abril de 2015, iniciamos uma campanha de financiamento no Patreon, mas bem entendemos o quanto é difícil nesse momento realizar um investimento em moeda estrangeira.

Por isso, começamos uma segunda campanha no Padrim, que permite o pagamento em reais, em diferentes modalidades.

 

Como funciona o Padrim?

O Padrim vai funcionar da mesma forma que o Patreon: iniciamos uma campanha, com algumas metas e recompensas.

De acordo com o valor que você vai colaborar, você terá uma recompensa, de acordo com a meta alcançada.

Quanto maior o valor na colaboração, maior é a sua influência no TargetHD. Quanto maior a meta alcançada, maior é a nossa independência de conteúdo.

Os dois lados ganham com isso.

Logo, considere a possibilidade de ajudar no nosso projeto. Clique aqui ou no banner abaixo para ajudar a manter o TargetHD.net no ar!

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Ajude a manter o TargetHD no ar, com um Patreon mais acessível

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Desde junho de 2008, o TargetHD.net oferece para os seus leitores as principais novidades do mundo da tecnologia do Brasil e do mundo, com informação e opinião. Notícias, lançamentos, reviews e cobertura de eventos. Tudo isso foi entregue para você, pelo nosso prazer de falar sobre o assunto, e pelo nosso compromisso na entrega desse conteúdo. E de graça.

Durante muito tempo, eu coloquei dinheiro do meu próprio bolso para manter o blog no no ar, para viajar para São Paulo para fazer a cobertura dos eventos pelos quais fui convidado, e em troca, recebi a visibilidade e o prestígio das assessorias de imprensa dos fabricantes, e principalmente dos leitores do blog e ouvintes do TargetHD Podcast.

Porém, as coisas estão mais difíceis nesse momento. A economia estagnou, e o TargetHD.net se tornou um projeto custoso, trabalhoso, e com uma relação custo-benefício que não cobre mais as suas despesas diretas. E é aí que precisamos da ajuda daqueles que nesses anos todos acompanham esse trabalho.

Iniciamos a algum tempo nossa campanha no Patreon, e apesar da audiência do blog ser bem consistente, até o momento em que esse post é produzido, apenas UM nobre patrão decidiu contribuir com uma singela doação, que já ajuda e muito. Se mais 99 usuários com esse pensamento colaborarem, conseguimos alcançar a meta mínima para manter o TargetHD em funcionamento.

Para tanto, reduzimos nossa meta mínima da campanha mensal para $100. Esse valor é suficiente para manter o projeto no ar, do jeito que ele está. Se você gosta do meu trabalho, e quer que esse projeto não chegue ao fim, considere a possibilidade de apoiar esse projeto, com o valor que você puder.

Não só você está colaborando com a permanência do TargetHD.net no ar, buscando o seu espaço entre os blogs de tecnologia brasileiros, mas também vai permitir que outros tantos apaixonados pelo assunto sigam consumindo esse conteúdo. Todos ganham com isso.

Logo, considere fazer a sua colaboração, dentro de suas possibilidades. Para aqueles que entendem que todo o trabalho tem o seu valor, eu agradeço e muito!

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TargetHD.net nasceu em 2008, com a proposta de oferecer conteúdo de tecnologia de forma descontraída e com a visão de um usuário de tecnologia como outro qualquer. Desde então, foram mais de 21 mil posts publicados, mais de 100 reviews produzidos, e a participação em dezenas de eventos dos principais fabricantes do setor.

A produção do conteúdo do TargetHD.net é de responsabilidade de uma única pessoa: Eduardo Moreira (@oEduardoMoreira). Direto da pequena cidade de Araçatuba, interior do estado de São Paulo, ele desistiu de esperar as novidades de tecnologia chegarem até a sua cidade, e através da internet, começou a procurar por essas novidades, e comentar sobre elas em um blog com postagens diárias e podcasts semanais.

Com esse formato, o TargetHD.net se estabeleceu como o melhor e mais relevante blog de tecnologia da sua região, e uma das referências nacionais nesse segmento. Hoje, temos o reconhecimento de fabricantes e do internauta na oferta de um conteúdo ágil e com linguagem simples e objetiva. As principais notícias de tecnologia e algumas das análises de produtos mais completa e isenta da internet brasileira podem ser encontradas nesse blog.

Agora, vamos dar o próximo passo no desenvolvimento do blog.

A partir de agora, o leitor do blog, o ouvinte do podcast e o consumidor dos nossos conteúdos serão os nossos patrões. Vocês vão nos ajudar a manter esse projeto no ar e, em alguns casos, escolher qual será o conteúdo que você vai querer ver no TargetHD.net.

Qualquer ajuda é válida. Se conseguirmos o suficiente para manter o TargetHD.net ativo e ofertando conteúdo para os internautas brasileiros, já será uma grande vitória. Mas queremos oferecer um conteúdo maior e melhor para você.

Em troca, você pode receber o nosso eterno “muito obrigado”, receber alguns dos nossos conteúdos antes dos demais, participar de ações exclusivas e até concorrer a produtos que serão testados. As possibilidades são muitas, e queremos que você passe a fazer parte dessa nossa jornada.

​Você pode utilizar cartões de crédito nacional e internacional, ou o boleto bancário para realizar suas contribuições.

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Hoje tem Black Friday 2014 no TargetHD! E você já sabe o que fazer…

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De novo, Black Friday. O Dia de Ação de Graças – que acontece a cada última quinta-feira do mês de novembro, caso você ainda não saiba – chegou, e todo mundo sabe o que acontece na noite de quinta para sexta-feira: a tradicional noite de promoções no varejo, com preços (teoricamente) muito mais atraentes, e promoções que deixam as operadoras de cartão de crédito malucas. Pois bem, o TargetHD.net mais uma vez vai te dar aquela mãozinha no seu espírito consumista, indicando as melhores promoções disponíveis nas lojas virtuais nacionais.

Ao longo do final de semana, publicaremos aqui no blog e nas nossas redes sociais (Twitter e Facebook) algumas das promoções que nós entendemos que valem a pena o investimento. A parte bacana desse processo é que além de você fazer uma economia nas compras do final de ano, você ajuda o TargetHD a se manter no ar para oferecer informação e um pouco de conhecimento sobre o mundo da tecnologia.

A cada compra concretizada no blog (e não apenas quando você imprime o boleto e não paga #fail), nós ganhamos uma pequena comissão, que no final das contas ajudam a pagar não só as nossas despesas, mas também as despesas do nosso blog co-irmão, o SpinOff.com.br. Ou seja, é o famoso ‘dois ou mais pelo preço de um’. Ou seja, se você quiser comprar com a gente, nós agradecemos! :D

Aliás, ao longo de todo o ano, o TargetHD publica algumas promoções consideradas bacanas para os seus leitores, na nossa tradicional seção Dicas de Compras. Vale a pena uma visita no dia de hoje. Não só as promoções da Black Friday estarão por lá, mas também algumas ofertas previamente publicadas, que ainda podem estar ativas.

Por outro lado, se optar por outros meios de compras – ou em outros veículos, lojas, sites, etc -, não tem problema. Sempre vamos deixar aquelas recomendações de praxe, para que você faça a melhor compra possível.

1. Compre em locais que você já teve uma experiência positiva no processo de compra.
2. Procure comprar em e-commerces com qualidade e procedência comprovada.
3. Tenha paciência. A internet estará um caos na noite de hoje, e já estamos acostumados a presenciar os sites de e-commerce ficando fora do ar, com instabilidades e problemas dos mais diversos.
4. Tenha a sua forma de pagamento preferida já definida antes mesmo de iniciar as compras.
5. Cuidado com os boletos gerados. Não pelo fato de serem pagos ou não, mas também pelo fato de algumas lojas com procedência duvidosa embutirem tentativas de fraudes em códigos de pagamento.
6. Fique atento ao preço do produto no final do processo de compra. Alguns e-commerces podem alterar o valor cobrado sem aviso prévio depois que o produto é selecionado e vai para o carrinho virtual da loja.
7. Não compre nas lojas que estão na lista negra do Procon. Clique aqui para conferir as mais de 400 lojas não recomendadas.
8. Pesquise os preços do produto que você quer antes do início da Black Friday e durante o período de promoções. Afinal de contas, você sempre tem o direito (e quase o dever, no caso do Brasil) de pagar o menor preço pelo produto.
9. Visite as Dicas de Compras do TargetHD. Nossas ofertas da Black Friday serão publicadas lá.
10. Tenha paciência no pós venda. Prazos de entrega podem ser descumpridos pela elevada demanda de pedidos.

Regra final: se você se sentir lesado por algum motivo, denuncie e procure os seus direitos. Não fique no prejuízo porque um e-commerce foi incompetente ou irresponsável na hora de lidar com o consumidor.

Dito isso, desejamos uma noite de boas compras para os nossos leitores!

TargetHD Podcast | 211 | Apple vs Samsung, Nokia no preju, Atari e BASIC

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Nesta edição:

Game Boy completou 25 anos de vida
OnePlus One é oficial
– Marco Civil da Internet agora é lei
Samsung, ninguém suporta os seus bloatwares
Fim da dominância do iPad?
Nasce a Microsoft Mobile
– Fim da Nokia
Nokia “Superman”?
Nokia perde 326 milhões de euros antes de sua fusão com a Microsoft
Strategy Analytics: Samsung perde cota de mercado de smartphones pela primeira vez em quatro anos
União Europeia quer acabar com a “guerra de patentes” na telefonia móvel
Rumor: Google pode abandonar a marca Nexus, e lançar a Silver, nova linha de smartphones premium
Stephen Elop vai embolsar US$ 33 milhões com a venda da Nokia para a Microsoft
Os cartuchos da Atari encontrados no Novo México
Vulnerabilidade do Internet Explorer (já resolvida pela Microsoft)
O amor dos norte-americanos pelo iPhone já não é tão intenso como antes…
10 PRINT “Feliz aniversário de 50 anos, BASIC”; 20 GOTO 10
IDC: Samsung reduz vantagem da Apple em um mercado de tablets que cresce mais devagar
Estudo indica que custo dos materiais do Google Glass é de apenas US$ 80
Apple e Samsung consideradas violadoras de patentes

Visite Também:

– Veja as Dicas de Compras do TargetHD.net

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Review | LG G Flex (LG-D956)

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O primeiro smartphone com tela curva do mercado brasileiro. Essa é apenas uma das características que definem o recém lançado LG G Flex, que apresenta uma nova proposta de design de smartphone, para um público que não apenas quer um produto top de linha, mas também um dispositivo de tecnologia que se diferencie dos demais. Por dentro e por fora.

A assessoria de imprensa da LG do Brasil enviou para o TargetHD uma unidade do novo smartphone. Por duas semanas, eu pude testar o produto com atenção, para tentar responder uma pergunta que muitos me fizeram nas redes sociais: ele vai além de ser um smartphone com tela curva? Aliás, essa pergunta puxa outra questão: como um telefone com essa proposta de design pode mudar a minha vida, ou tornar a minha experiência de uso ainda melhor?

Reviews existem para isso.

Antes de começar…

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Devo fazer uma importante e muito bem vinda consideração sobre o produto enviado. Normalmente, quando recebo produtos das assessorias de tecnologia, eles normalmente já estão com algum tipo de uso, uma vez que existe um rodízio entre os veículos de tecnologia, para que todos possam testar e avaliar o dispositivo. No caso do G Flex, a LG mandou para cá uma caixa lacrada, ou seja, um produto rigorosamente novo.

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Para mim, isso foi excelente. Primeiro, porque testei um produto “zero quilômetro”, sem uso, onde poderia avaliar as qualidades e problemas do dispositivo tal como se o mesmo fosse retirado da loja. Segundo, porque posso passar uma experiência de uso ainda mais próxima daquela que, muito provavelmente, você terá com o mesmo produto, caso você se interesse pela compra. Logo, agradeço desde já ao pessoal da LG do Brasil pela preferência.

Características Físicas

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A segunda coisa que chama a atenção no LG G Flex (a primeira é o seu design curvo, e isso nem tem como não notar) é o seu tamanho. Ele é um autêntico phablet, com uma generosa tela de 6 polegadas, que com certeza fará a alegria daqueles que querem ver vídeos, jogar, ler e interagir com o sistema operacional Android com maior praticidade. Talvez ela não é perfeita pelo simples fato de não ser uma tela Full HD (ficou nos 1280 x 720 pixels, com 245 ppp), o que seria uma escolha natural para um modelo top de linha, com esse tamanho de tela, e com uma proposta de design diferenciada.

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Sobre a curvatura do LG G Flex, a boa notícia é que ela é bem menos acentuada do que aquela apresentada nos renders oficiais do produto. Logo, o smartphone é relativamente cômodo de se transportar no bolso dianteiro da calça. Além da baixa espessura do dispositivo, a tela curva “acompanha” a linha da coxa do usuário (é claro que os resultados podem variar, de acordo com o tamanho da coxa em questão e da peça de roupa utilizada), tornando o seu transporte mais cômodo.

Essa era uma preocupação de muitos leitores sobre o produto: a sua comodidade para ser transportado no bolso de certas vestimentas. De um modo geral, o G Flex é confortável sim. Como a curvatura não é tão acentuada, você não percebe tanto esse formato curvo no seu bolso. Até porque a tendência é você transportá-lo com a tela voltada para baixo.

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Além disso, o LG G Flex traz consigo a sua assinatura de design iniciada no LG G2, que são os botões na parte traseira do dispositivo, logo abaixo do sensor da câmera. Temos aqui a mesma disposição e tamanho de botões do G2, e o mesmo funcionamento, inclusive com o LED de notificação integrado ao botão de liga/desliga e bloqueio de tela.

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Apesar de ser um smartphone onde o plástico predomina, o LG G Flex passa a sensação de alta qualidade na sua construção, com peças bem encaixadas, sem parafusos evidentes e sem pontos de mobilidade na sua construção. Estamos diante de um gadget concebido para ser uma peça compacta de tecnologia, o que passa uma sensação maior de um produto premium, e – aparentemente – mais resistente aos chamados “incidentes cotidianos”.

Também é importante destacar que essa carcaça traseira do LG G Flex possui a tecnologia de regeneração, que consegue se recuperar sozinha de pequenos e eventuais arranhões cotidianos, como por exemplo o contato do molho de chaves de sua casa com o dispositivo. Verificamos esse recurso em ação durante a LG Digital Experience 2014 em um teste extremo, e posso afirmar que o sistema realmente funciona, eliminando pelo menos 90% dos arranhões ocasionais.

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Assim como acontece no LG G2, os conectores para cabo microUSB e fones de ouvido ficam na parte inferior do smartphone…

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…porém, o alto-falante traseiro, que no G2 se posiciona em duas colunas na parte inferior do smartphone (ao lado do conector micro USB), no G Flex, ela está na parte traseira do smartphone. Em compensação, por conta do seu design curvo, o áudio não fica abafado pela superfície onde o aparelho fica repousado.

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Por fim, o LG G Flex, por conta do seu design, oferece um bom agarre, mesmo contando com uma tela de 6 polegadas. Comparado com o LG G2, a diferença de tamanho é considerável, e na maior parte do tempo, o seu uso só faz sentido se ele for feito com as duas mãos. Por outro lado, quem vai pegar um dispositivo como esse já tem isso em mente, e busca a possibilidade de efetivamente contar com um intermediário entre tablet e smartphone nas mãos.

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Acessórios

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Fora o fato do produto contar com uma embalagem em formato curvo na sua parte superior (até mesmo para promover o principal diferencial do dispositivo), o LG G Flex oferece os itens mais básicos que um smartphone do seu porte precisa ter: cabo USB, carregador de bateria, manual de instruções, chave para remoção do slot micro SIM e fones de ouvido QuadBeat 2.

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Aliás, mais uma vez destacamos a ótima qualidade desses fones, que já estava presente em outros modelos da LG, oferecendo uma qualidade acima da média em relação aos seus concorrentes, com um bom equilíbrio de graves médios e agudos, e excelente isolamento de ruídos externos.

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Tela

Já falamos um pouco dessa tela nas características físicas do dispositivo, mas agora, vamos falar de forma mais específica em como uma tela curva influencia na experiência de uso.

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Para começar, ter uma tela de 6 polegadas naturalmente colocam o consumo de entretenimento e a usabilidade do sistema operacional em outro patamar. Você não só vê tudo muito melhor, com maior conforto e com ótima qualidade de imagem, mas também consegue interagir melhor com o sistema operacional Android. E não só nos jogos: em aplicativos gerais, ícones, teclado e outros pequenos elementos da tela. Ou seja, só por ser do tamanho que é, o LG G Flex já tem uma tela de respeito.

Porém, o fato de ser uma tela curva torna a experiência ainda mais interessante. O seu design ajuda na digitação tanto na orientação vertical (uma vez que invariavelmente você ganha um ponto de apoio para os polegares, sem falar que a área de teclado fica levemente elevada, tornando a digitação mais confortável para os polegares) quanto na horizontal (onde as duas laterais da tela ficam levemente inclinadas, oferecendo o mesmo conforto).

Além disso, essa curvatura não interfere em nada na usabilidade do sistema como um todo. Como já destaquei em outras oportunidades, por ser uma curva bem menos acentuada do que aquela que a própria LG promove em seus renders oficiais, você não sente o impacto de uma tela curva no uso diário. Praticamente não há diferenças para um smartphone plano, e as poucas detectadas durante os testes só beneficiam o usuário.

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Mas é na hora de ver vídeos que vemos onde a tela curva oferece os seus maiores benefícios. A tela simula o efeito obtido em algumas salas de cinema, aumentando a imersão do usuário com o conteúdo reproduzido em alta definição na tela. E isso vai fazer toda a diferença para quem busca um dispositivo com esse tamanho de tela para (também) consumir conteúdos multimídia.

Também como foi destacado antes, se existe algo que talvez possa frustrar nessa tela do G Flex é o fato dela não ser em Full HD. A LG optou por uma tela com resolução de 1280 x 720 pixels e 245 pixels por polegada. É compreensível que alguns esperassem números mais generosos nesse aspecto, mas também é compreensível a escolha da LG. Afinal de contas, é o primeiro modelo com essa proposta, e pela incerteza sobre como os usuários responderiam em relação ao conceito, não há motivos para queimar todos os cartuchos logo no primeiro modelo.

Além disso, a tela oferece uma excelente interação com o sistema operacional. O seu toque nos elementos da tela é algo preciso e prazeroso, com uma experiência de uso excelente.

De qualquer forma, essas características de resolução não influenciam em nada na experiência visual. Até mesmo os usuários mais exigentes/detalhistas concluirão que a tela do LG G Flex é excelente, reproduzindo cores vivas e gráficos de alta qualidade.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O LG G Flex que recebi para testes conta com a versão Android 4.2.2 Jelly Bean. Ainda. A tendência é que essa versão seja atualizada com o tempo, mas nada foi confirmado oficialmente pela LG (pelo menos no momento em que esse review é produzido.

De qualquer forma, nesse aspecto, temos poucas novidades para os usuários. Apostando na tática de oferecer uma interface de usuário customizada, com diversos adicionais e funcionalidades exclusivas da LG (Quick Memo, QSlide, Quick Remote, RemoteCall Service, etc), o G Flex oferece um conjunto geral de software muito semelhante ao que já vimos em outros modelos do fabricante. Logo, a experiência de uso também será a mesma.

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Mais uma vez, os usuários menos experientes, ou que tiveram contato com o dispositivo pela primeira vez, podem se sentir um pouco confuso pelas disposições de ícones e funcionalidades. Por outro lado, os recursos exclusivos da LG podem ser importantes diferenciais para aproximar o usuário de uma experiência de uso mais prazerosa e intuitiva.

De um modo geral, a proposta da LG não compromete, tanto usabilidade quanto no desempenho. Ainda mais com o conjunto de hardware presente no G Flex.

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Qualidade de Áudio e Chamadas

O design do LG G Flex também conta com um design curvo para oferecer (na teoria) uma melhor experiência durante as chamadas. O formato permite que tanto o alto-falante para chamadas quanto o microfone fiquem fisicamente mais próximos do ouvido e boca respectivamente, se comparado com os demais dispositivos que possuem uma tela plana.

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Nesse aspecto, o smartphone repete a experiência entregue por outros modelos de sua família (incluindo o LG G2), ou seja, uma qualidade de áudio que pode ser considerada boa. Os alto-falantes são audíveis em diferentes ambientes, onde é possível ter uma boa conversação sem maiores dificuldades. Porém, os resultados podem variar, de acordo com o nível de exigência de usuário, e com o aparelho que colocamos em uma perspectiva comparativa. Por exemplo, eu acho o áudio do Motorola Moto X mais audível, mas essa é a minha percepção apenas.

Durante os testes, não foram observadas inconstâncias e quedas nas chamadas, nem mesmo variações de sinal bruscas. É claro que os resultados podem variar, dependendo da operadora de telefonia móvel que você estiver utilizando.

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Também não foram detectadas muitas novidades nesse item. Em linhas gerais, o LG G Flex desempenha muito bem as suas funções de conectividade, algo que também era esperado em um dispositivo do seu porte. Sem falar que, com uma tela com o seu tamanho e suas dimensões, esse smartphone é mais do que bem vindo para as atividades conectadas.

Mas, observando esse item de forma mais técnica, não foram detectadas grandes dificuldades de conexão com o smartphone. Tanto nas conexões com o WiFi quanto com o 3G, o dispositivo cumpriu o esperado. Mais uma vez é preciso lembrar que esse é outro item cujos resultados podem variar, de acordo com a operadora que você utilizar.

GPS

O GPS do LG G Flex apresentou um comportamento inconstante, tal como aconteceu durante os testes do LG G2. Em ambientes externos, ele identificou o posicionamento de forma rápida e precisa. Já dentro de residências e outros estabelecimentos (não estou falando de prédios), a busca do posicionamento levou um pouco mais de tempo para acontecer.

Não é algo que chega a incomodar, mas é um ponto a ser observado. De qualquer forma, para quem busca realizar atividades mais simples nesse aspecto (buscas e rotas no Google Mapas ou check-ins no Foursquare), o GPS desse smartphone não chega a comprometer.

Câmera

O LG G Flex possui um sensor traseiro de 13 megapixels, que oferece os mesmos recursos de ajustes e personalização presentes nos demais modelos top de linha da LG. Logo, a qualidade fotográfica é muito semelhante. E essa é uma boa notícia.

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A qualidade final das fotos captadas pela câmera do G Flex durante o dia apresentam resultados muito satisfatórios. A maioria dos usuários podem obter bons resultados com as fotos diurnas ou em locais bem iluminados sem maiores dificuldades. Os modos de cena integrados no software de câmera podem dar uma diretriz para os usuários sobre os efeitos e ajustes automáticos que você pode utilizar para o registro de fotos, mas também vale a pena estudar os ajustes manuais, para obter resultados ainda mais interessantes.

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Apesar de não constar com o estabilizador de imagem presente no LG G2, o seu sensor traseiro possui o recurso BSI (Back Side Illumination), o que já ajuda e muito nas fotos noturnas e/ou em locais com baixa luminosidade. Porém, assim como acontece no outro top de linha da empresa, as fotos noturnas acabam reduzindo tanto o ruído, que acabam distorcendo levemente as fotos noturnas. No final das contas, para quem pretende compartilhar essas imagens nas redes sociais, não há maiores problemas. Mas em usos mais elaborados, as fotos noturnas podem não atender as expectativas.

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Uma surpresa positiva é a câmera frontal, que se mostrou bem competente na captação de fotos e vídeos, conseguindo entregar resultados finais interessantes nas imagens capturadas durante o dia. Ou seja, as selfies durante o jogo de futebol ou passeio no parque estão garantidas, amigos.

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Por fim, um detalhe importante: não espere muita coisa do zoom da câmera traseira: não serve para muita coisa.

A seguir, mais fotos registradas durante os testes.

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Games

O hardware do LG G Flex é basicamente o mesmo do LG G2. Logo, o smartphone está com a sua performance para os jogos garantida. Nos testes realizados com os jogos que já estamos acostumados a utilizar em nossos reviews (Real Racing 3, Dead Trigger, Iron Man 3, etc), todos eles foram capazes de rodar de forma plena, sem empecilhos ou travamentos. Ou seja, só por isso, os gamers de plantão ficarão contentes com esse smartphone, pois a jogabilidade está garantida.

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Mais uma vez, a LG trabalhou muito bem na sua tela, o que faz com que a jogabilidade de alta qualidade também esteja presente no G Flex. O toque na tela é preciso, a curvatura do seu design ajuda em alguns jogos, a imersão em alguns jogos e maior, e as cores são vivas o suficiente para realçar os gráfios desses títulos.

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Para aqueles mais exigentes, eu compreendo que não ter uma tela em Full HD pode ser um grande calcanhar de Aquiles para o G Flex. Por outro lado, para a grande maioria, esse não é um item que vai desabonar o desempenho do produto para os jogos. Talvez incomode mais o fato das teclas de comando (Home, Menu, Voltar, etc) persistir em alguns jogos, ocupando área útil na tela. Mas para a exibição gráfica como um todo, a ausência do 1080p na resolução não compromete tanto.

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Se bem que eu mesmo entendo que o Full HD seria mais que ideal para um produto com suas características.

Multimídia

Também não temos novidades nesse aspecto. A LG repete a sua estratégia já utilizada em outros modelos da empresa, oferecendo soluções próprias para a reprodução de conteúdos como músicas, fotos e vídeos. São sim softwares mais completos e customizáveis que os apps nativos da Google, e representam uma assinatura dos coreanos no quesito experiência de uso. E independente de qualquer opinião sobre esse tema, é inegável que a LG oferece um pacote bem completo de opções.

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Não só para ver fotos, ouvir músicas e ver vídeos. O LG G Flex (assim como outros modelos, como o G2) pode se transformar em um controle remoto, espelhar o seu conteúdo na TV, reproduzir slides em uma tela maior, realizar desenhos e anotações a mão… enfim, um leque de opções que oferecem uma experiência que pode sim tornar a vida do usuário mais prática e funcional.

O LG G Flex traz todas as soluções já presentes nos modelos que já apresentei em review aqui no blog. O grande diferencial aqui é, mais uma vez… a sua tela curva. Podem me chamar de repetitivo, mas a LG alcançou o seu objetivo de tornar esse aparelho um dos mais desejados para quem gosta de consumir conteúdos multimídia.

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A tela curva e de alta qualidade efetivamente aumenta a sensação de imersão do usuário, oferecendo para as imagens um aspecto visual mais agradável e uma maior qualidade para o conteúdo reproduzido. O mesmo acontece nos jogos. Logo, esse é um forte ponto positivo – ou apelo, como preferir – para o LG G Flex diante da concorrência.

Bateria

O LG G2 tem como principal destaque positivo ser um dispositivo que se destaca positivamente na sua autonomia de bateria. O mesmo acontece com o LG G Flex, que mesmo com uma tela de 6 polegadas, consegue suportar razoavelmente bem um dia inteiro de uso moderado, com os seus 3.500 mAh de bateria. Mas isso, para o uso “normal”, como smartphone.

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O grande problema é que, com uma tela com as suas características, dificilmente você vai se limitar a utilizar esse smartphone “normalmente”. A tendência natural é que você veja mais vídeos, rode mais jogos, navegue mais na internet, entre outras atividades que demandem um pouco mais de tela. Nesse aspecto, é mais do que natural que a bateria peça a tomada no final do dia.

Mas isso não chega a ser um grande problema. Só é um ponto de observação para quem pretende comprá-lo. A bateria do G Flex está com uma capacidade e autonomia acima da média em relação aos seus principais concorrentes. Na verdade, temos uma bateria de um tablet da Samsung dentro de um smartphone com tela de 6 polegadas. Por outro lado, não existem milagres. A tela é responsável por 60% do consumo de bateria do dispositivo, e se você a mantém ligada por muito tempo, ela vai consumir a bateria mais rapidamente.

Desempenho

Mais uma vez, a mesma afirmação: como a fórmula do LG G2 se repete, é natural que o LG G Flex apresente resultados similares em termos de desempenho. E é justamente isso o que acontece. Seu desempenho durante o período de testes foi simplesmente impecável, com transições de telas fluídas e sem travamentos. Era o mínimo que esperava de um dispositivo do seu porte.

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Com um processador Qualcomm Snapdragon 800 quad-core de 2.26 GHz, GPU Adreno 320, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (24 GB disponíveis para o usuário), é correto dizer que todas as atividades realizadas no dispositivo foram concluídas sem maiores dificuldades, e com um desempenho satisfatório. Os geeks mais convictos/exigentes ficarão satisfeitos com a experiência de uso do G Flex, que já desponta como um dos modelos mais completos de 2014.

Conclusão

O LG G Flex é um dos primeiros smartphones top de linha de 2014, que tem alguns pontos de destaque muito marcantes: a autonomia de bateria, a qualidade de construção do dispositivo, o seu design e, é claro, a sua tela curva. Para aqueles usuários que querem ter um smartphone que visualmente é diferente de tudo o que temos hoje no mercado, o telefone é uma ótima escolha. Porém, vai além disso.

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Uma boa tela HD, que oferece uma maior imersão na reprodução de vídeos e na exibição dos elementos na tela, e uma capacidade gráfica de alta qualidade são alguns dos trunfos do G Flex. Vale lembrar que ele compete com modelos com o Samsung Galaxy S4/S5, Sony Xperia Z1/Z2, entre outros. Alguns dos seus concorrentes contam com diferenciais que podem ser revelantes para grupos de usuários que buscam uma performance ainda melhor, uma câmera de alta qualidade, ou um modelo com acabamento resistente.

Porém, o LG G Flex também possui o seu diferencial. O produto é recomendado para aqueles que querem consumir de forma efetiva os conteúdos multimídia, com uma experiência única para consumo de vídeos, jogos e entretenimento. Se esta é uma das suas prioridades com um smartphone, considere o LG G Flex na sua futura compra.

Review em Vídeo


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TargetHD Podcast | 210 | Fim do Windows XP, Moto X+1 e Facebook forçando o Messenger

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Nesta edição:

Apple, abril de 2013: “Os consumidores querem o que nós não temos”
Microsoft estaria planejando a emulação do Xbox 360 no Xbox One
Microsoft já estaria produzindo seis séries de TV exclusivas para o Xbox One
Motorola Moto X+1 vem aí…
Apple informa que 87% dos seus usuários móveis já contam com o iOS 7
HTC One (M8) é removido dos testes do 3DMark Benchmarks
Os grandes estúdios de Hollywood estão processando o Megaupload e Kim Dotcom, dois anos depois do fim do serviço
Fim do Windows XP: para quem ainda tem, quais são as alternativas disponíveis?
Fim das mensagens privadas do Facebook via app. Agora, é obrigado a ter o Messenger instalado
Apple quer que Samsung pague US$ 2.2 bilhões pela violação de cinco de suas patentes
Redes sociais não perdoam: canção oficial da Copa do Mundo 2014 está reprovada
– A vulnerabilidade do Heartbleed, e o que você pode fazer sobre o assunto

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TargetHD Responde | Agora, temos reviews e avaliações de produtos. Entenda a diferença

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Meu objetivo com o TargetHD é oferecer a maior quantidade de conteúdo para o leitor, através dos posts de lançamentos de produtos, cobertura de eventos e, principalmente, de análises de produtos. Os reviews sempre foram campeões de audiência no blog, com alguns deles sendo acessados diariamente até hoje. Porém, chegou a necessidade de dinamizar isso.

Normalmente os reviews são feitos de produtos que ou são enviados pelas assessorias de imprensa de tecnologia, ou por produtos adquiridos por mim. Mas nem sempre os fabricantes podem (ou querem) enviar produtos para o blog, e eu ainda não estou ganhando tudo isso para sair comprando todos os lançamentos de tecnologia disponíveis no mercado. Mesmo assim, entendo que ainda seja possível falar sobre esses lançamentos, abordando suas principais características e dando uma análise preliminar, para que o consumidor possa ter mais uma base de informação antes de fechar a compra.

Pensando nisso, eu decidi iniciar um novo segmento dentro da seção de reviews do TargetHD: a avaliação de produto.

Muitos compreendem que um review é uma avaliação de um produto, e não estão errados em pensar assim. Logo, é a minha obrigação explicar como vai funcionar cada tipo de post no meu blog.

Como é um review no TargetHD?

Os reviews que produzimos não sofrerão mudanças. Serão posts de produtos enviados pelas assessorias de tecnologia, ou adquiridos por mim (que eu entenda que merece um destaque maior, com uma avaliação mais detalhada), que serão profundamente analisados e descritos, através de fotos, testes práticos e subdividido por categorias de características.

Os reviews serão posts mais completos, com fotos próprias (que mostram detalhes dos produtos recebidos), vídeo review e outros conteúdos que vocês já estão acostumados a ver por aqui. A ideia aqui é mostrar o produto sob vários ângulos, passando as impressões de uma experiência pessoal com o produto.

Como é uma avaliação de produto no TargetHD?

A avaliação de produto vai funcionar como um post de “primeiras impressões”. Se você não pode testar o produto, ao menos é possível combinar, de forma breve, todas as suas principais características anunciadas pelo fabricante, apontar os seus pontos positivos e negativos (dentro da proposta apresentada pelo fabricante, através dos dados oficiais), mostrar os seus renders, e no final do post, aplicar uma nota para o conjunto apresentado.

Os posts de avaliação serão mais curtos (aproximadamente 1.000 palavras), com renders dos produtos apresentados, mas com as impressões desse que vos escreve, baseado na experiência que carrego trabalhando profissionalmente com o mundo da tecnologia desde 1996, e da produção desse blog de tecnologia, que existe desde 2008.

Conclusão

Quem ganha é você, amigo leitor. O volume de posts que falam especificamente de produtos, avaliando, analisando ou resenhando, vai aumentar, e você poderá consumir um conteúdo ainda mais completo, com qualidade, isenção de opinião, e aquela pitadinha de bom humor, que vem sempre bem a calhar. Com o passar do tempo, esses posts ficarão mais completos, de acordo com as necessidades dos leitores e minhas aspirações, e dessa forma, o TargetHD amplia a sua base de conteúdo original.

Para acessar as novas postagens de avaliação de produtos, clique aqui.

O Disqus é o novo sistema de comentários do blog, e explicamos os motivos nesse post

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Nos últimos dias, realizamos algumas mudanças conceituais no blog, com o objetivo de torná-lo mais dinâmico e funcional para vocês. Além de adicionar um novo widget para engajamento social (que se faz presente na barra lateral de cada post), passamos a adotar a partir de hoje o Disqus como o nosso novo sistema de comentários.

A mudança segue uma tendência de vários outros blogs, que aos poucos estão abandonando o sistema de comentários do Facebook por diversos motivos. O primeiro e o mais sério deles (no nosso caso) era o consumo de recursos que o banco de dados criado pelo plugin de comentários do Facebook demandava. A cada acesso de cada post, o plugin fazia uma consulta direta ao banco de dados, elevando o consumo de recursos do servidor, tornando o site mais lento. Com o Disqus, isso não acontece, uma vez que tudo é acessado na nuvem.

De fato, ter o plugin do Facebook era uma boa no sentido de obter mais likes para a nossa fanpage. Porém, como o Facebook mudou as “regras do jogo” para que uma determinada postagem alcance uma maior visibilidade em sua rede social (adotando o famigerado modo “só pagando para te verem mais”), o número de acessos vindos pela plataforma de Mark Zuckerberg vem sendo cada vez menor. Logo, não é mais tão interessante assim manter a sua caixa de comentários ativa.

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Além disso, o Disqus é um sistema mais democrático. Para comentar no blog, você pode fazer o login através de sua conta no Twitter, Facebook, Google+ ou criar uma conta no Disqus. Se quiser, você nem precisa criar uma conta no blog para expressar o que pensa. Muito mais livre e prático para o leitor.

Sem falar que o Disqus possui um interessante sistema de classificação de comentários, onde os leitores podem votar nos melhores, que terão destaque aqui no blog. Sem falar na vantagem que o blog em si recebe, uma vez que posts muito comentados acabam sendo exibidos em outras postagens, aumentando assim a possibilidade de permanência do leitor no blog, que pode acessar outros textos de seu interesse.

Por fim, o Disqus vai me oferecer um maior controle para a moderação de comentários. Agora, eu posso simplesmente aprovar ou rejeitar um comentário com uma simples resposta de e-mail, sem maiores dificuldades, em tempo real. Os comentários serão liberados mais rapidamente, e aqueles imbecis internautas que não sabem se comportar, com comentários ofensivos ou que violam a política de uso do blog, serão simplesmente barrados ou banidos do blog, sem estresses.

Ainda estamos fazendo alguns ajustes no sistema, onde o nosso maior desafio é importar os comentários que vocês fizeram na plataforma do Facebook para o Disqus. Pretendo conseguir uma solução para isso em breve.

Enfim, estamos melhorando para oferecer um trabalho melhor para vocês. Logo, deixo o convite que vocês testem a nova plataforma de comentários, e que aumentem a interação conosco nos novos formatos apresentados.

Para saber mais sobre o disqus, acesse: disqus.com.

TargetHD Podcast | 208 | Android Wear, Morpheus, Smartwatches e estratégias da Apple

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Nesta edição:

– Estratégias da Apple (iPad 2 descontinuado, iPhone 4 descontinuado, iPhone 5c de 8 GB)
Sony Project Morpheus
Android Wear
LG G Watch
Motorola Moto 360
Briga entre Microsoft e Google contra os smartphones dual-boot
Moto G e Moto X lideram ranking dos smartphones mais populares do Brasil no momento
Prenderam um ex-funcionário da Microsoft por vazar informações da empresa, por pura vingança

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TargetHD Podcast | 207 | Resumo da Mobile World Congress 2014

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Nesta edição:

Alcatel

Alcatel OneTouch Idol 2 e Idol 2 Mini
Alcatel anuncia uma série de produtos com Firefox OS, incluindo um tablet
Alcatel lança linha de smartphones Pop S, de baixo custo com LTE
Alcatel mostra o seu protótipo de SmartBook, onde o seu “cérebro” do portátil é o smartphone

BlackBerry

BlackBerry Z3, primeiro smartphone fruto da parceria com a Foxconn

Lenovo

Tablet Lenovo Yoga 10 HD+

HP

Novos tablets HP ProPad 600 e HP ElitePad 1000
HP Pavilion x360, mais um notebook conversível
Novos Slate 6 e Slate 7 VoiceTab

Microsoft

Novidades do Windows 8.1 Update 1: melhoras na experiência “não touch”, 1GB de RAM e mais
As novidades do Windows Phone 8.1: novos parceiros, hardware mais modesto e suporte ao dual SIM

Huawei

Huawei MediaPad X1
Huawei MediaPad M1
Huawei Ascend G6
Smartwatch Huawei TalkBand B1

Motorola

Motorola confirma que está preparando o seu smartwatch
Moto G é o lançamento mais bem sucedido da história da Motorola

HTC

HTC Desire 816
HTC Desire 610

Sony

Sony Xperia Z2
Sony Xperia Tablet Z2
Sony SmartBand
Sony Xperia M2
Sony Xperia T2 Ultra Dual

Nokia

Nokia X, Nokia X+ e Nokia XL são anunciados. Todos rodam apps Android
Nokia Asha 230 e Asha 230 Dual SIM
Nokia 220 e Nokia 220 Dual SIM

Samsung

Samsung Galaxy S5
Gear 2 e Gear 2 Neo: os novos smartwatches da Samsung
Gear Fit, novo relógio inteligente para os esportistas

Outros

YotaPhone 2, um smartphone com duas telas e 50 horas de autonomia de bateria
BlackPhone, o smartphone Android que promete privacidade total

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TargetHD Podcast | 206 | Facebook compra o WhatsApp. E agora?

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Nesta edição:

Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões
Não entendeu por que o Facebook gastou US$ 16 bilhões no WhatsApp? Esse gráfico “desenha” para você!
Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões pelo WhatsApp
Por que o Google gastaria US$ 1 bilhão na compra do WhatsApp?
O WhatsApp diz: “não estamos à venda”

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TargetHD Podcast | 205 | Lenovo, Microsoft, Sony… e suas mudanças

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Nesta edição:

Google vende Motorola para a Lenovo
Satya Nadella é o novo CEO da Microsoft
Sony vende divisão VAIO, e abandona o mercado de PCs

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COMUNICADO: por que vamos remover as gameplays de games nos nossos reviews em vídeo?

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Aos amigos que acompanham o TargetHD.net e que assinam ao nosso canal de vídeos.

Nesse momento, eu estou acompanhando o que está acontecendo a respeito da possível exclusão do canal de vídeos do @FeCastanhari do YouTube. O Nostalgia pode ser excluído da plataforma por conta da nova política de violação dos direitos autorais da plataforma, algo que já estava em vigor no YouTube a algum tempo, mas que passou a se tornar algo mais efetivo nos últimos meses.

Deixo claro que estou do lado do @FeCastanhari na causa. Entendo que a política de punição do YouTube é feita sem critérios. Também entendo que o YouTube está “forçado” a ser mais rígido com suas punições, por conta das ações perdidas na justiça norte-americana contra os grupos Viacom e Fox (aliás, no caso do canal Nostalgia, quem deu a “última pá de cal” foi o grupo Fox, por causa de um vídeo paródia dos Simpsons). Mas também entendo que o YouTube (e a Google) precisam rever essas políticas de forma urgente.

Para resumir a questão: o YouTube quer que o conteúdo seja, se não 100% autoral, o mais autoral possível, sem a inclusão de qualquer tipo de conteúdo de terceiros, independente do tipo de uso, e em alguns casos, tendo autorização ou não.

No caso em particular do TargetHD, os meus reviews em vídeo já não podem ser monetizados no YouTube, e o motivo está nas gameplays de jogos que aparecem em alguns vídeos de reviews de smartphones e tablets. Já recebi o primeiro “strike” (ou punição) do YouTube por conta disso, e desde outubro de 2013, os vídeos do canal não podem mais ser monetizados. Não que isso faça muita diferença, pois nunca ganhei dinheiro com as visualizações dos vídeos no canal.

Porém, o canal de vídeos de reviews é uma das ferramentas que mais atraem audiência para o blog, e não estou disposto a perder isso por conta das regras do YouTube. Eu sou contrário às regras, questiono as mesmas, mas entendo que é melhor seguir todas elas, para manter o trabalho ativo.

Por isso, tomei a decisão de remover as gameplays de jogos dos meus reviews a partir de 2014, para não correr riscos desse porte.

Explicando melhor: os produtos que recebo via assessorias de imprensa podem aparecer nos vídeos, pois tenho uma autorização por escrito das assessorias dos fabricantes. Se, por qualquer motivo, algum fabricante contestar a utilização do produto em um determinado vídeo, eu tenho um recurso que protege legalmente aquele conteúdo.

Da mesma forma que produtos que foram adquiridos por mim. Se o produto é meu, eu posso fazer com ele o que eu quiser, uma vez que no valor do produto pago estão inclusos todos os correspondentes direitos de imagem.

No caso dos jogos apresentados nos vídeos, esses são conteúdos de terceiros, que é onde o YouTube está começando a enquadrar os produtores de conteúdo. Produtoras de jogos, canais de TV, produtoras de filmes e entretenimento… todos esses segmentos podem enviar uma reclamação formal de violação de direitos autorais, apenas porque a imagem do seu conteúdo está sendo replicada em um vídeo, sem sequer ter uma análise do conteúdo apresentado.

De novo: não estou contente em tomar essa decisão, mas prefiro prevenir do que remediar.

Os testes com games continuam nos reviews com fotos aqui no blog, sem maiores problemas (se houver algum problema sobre a utilização das print-screens de jogos, vocês serão avisados). Mas os games não mais serão reproduzidos em vídeo. Infelizmente.

Em breve, farei um comunicado em vídeo para inserção nos canais, reforçando essa decisão.

Sem mais para o momento, obrigado pela atenção.

 

Eduardo Moreira
TargetHD.net

Review Comparativo | Motorola Moto X vs Motorola Moto G

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Os dois últimos lançamentos da Motorola são comparados. Os modelos Moto X e Moto G receberam destaque positivo de grande parte da imprensa especializada. Porém, muitos acreditam que os modelos são praticamente os mesmos, tirando um ou outro recurso inteligente presente no Moto X. Será que é isso mesmo? Esse comparativo vai responder essa questão de uma vez por todas.

Não vamos aqui dizer qual é melhor ou pior. Até porque, por razões óbvias, o Moto X é melhor que o Moto G, e ponto final. Não há discussão nesse aspecto. O objetivo desse post é mostrar onde estão as principais diferenças entre os dois produtos, o que justificariam a diferença de preços entre os dois produtos (tá, talvez não tão gritante assim, pois o Moto X poderia custar menos), e principalmente: qual é o modelo mais adequado para o seu perfil de uso e/ou suas necessidades.

Características Físicas

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Vendo de longe, lado a lado, você realmente não consegue dizer qual é um, qual é outro. De perto, apenas aqueles que tem um olhar mais apurado vai dizer qual é qual (os menos íntimos com o mundo da tecnologia deverão confundir os modelos). A Motorola apostou em manter a mesma proposta de design para os dois produtos, com o objetivo de reforçar a nova proposta para o consumidor, e repetir a experiência de uso nos dois modelos.

Com isso, o Moto X e o Moto G são modelos “gêmeos”. As diferenças começam a aparecer quando aproximamos os dois dispositivos, e começamos a observar as suas características peculiares. Para começar, os diferentes materiais adotados para a tela fazem com que a coloração do LED do Moto G seja algo mais uniforme, enquanto que no Moto X apresenta uma área levemente mais clara na tela, por conta do AMOLED.

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Outra leve diferença é percebida na lateral direita dos dois dispositivos, onde ficam os botões de liga/desliga/bloqueio de tela e controles de volume. Além de contarem com orientações diferentes (no formato), os botões do Moto G são um pouco menores.

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Na parte frontal do dispositivo, também é possível observar que o alto-falante de chamadas do Moto G é um pouco menor (e, por conta disso, um pouco menos audível) que o do Moto X. Além disso, a câmera frontal do Moto G se posiciona do lado esquerdo do corpo do dispositivo, enquanto que no Moto X, a câmera está no lado direito. Sem falar que o Moto G possui um LED para notificações de atividades.

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Mas é na parte traseira dos dois smartphones que encontramos as principais diferenças físicas. O Moto X possui um acabamento com um material que simula o Kevlar (sim, eu sei…), enquanto que o Moto G conta com uma carcaça de plástico removível. Aqui, fica bem evidente que o modelo de linha média possui um material (teoricamente) mais simples no seu acabamento, se comparado com o modelo mais avançado. Além disso, o alto-falante traseiro do Moto X fica à direita do usuário, ao contrário do Moto G.

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As diferenças de altura, largura e profundidade entre os dois smartphones são praticamente imperceptíveis, mas existem. O Moto G, por ter uma tela menor, é levemente mais estreito e baixo que o Moto X, o que faz com que o seu agarre fique levemente mais agradável. Por outro lado, o Moto G é mais espesso e reto na parte traseira, além de ser um pouco mais pesado que o Moto X (143 gramas para o Moto G, contra 130 gramas para o Moto X).

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Essas pequenas diferenças se refletem nas dimensões dos dispositivos. O Moto X mede 129.3 x 65.3 x 10.4 mm, enquanto que o Moto G conta com medidas de 129.9 x 65.9 x 11.6 mm. Ou seja, eles são praticamente idênticos, mas o Moto G é um pouco mais confortável de se segurar. A tela de 4.5 polegadas e a parte traseira menos curvada faz com que o modelo de linha média se encaixe melhor na mão, tornando o seu uso mais confortável.

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No final das contas, as diferenças físicas não são muito gritantes. Não são fatores determinantes para a escolha de um ou de outro. Qualquer pessoa poderia escolher qualquer um dos dois smartphones por conta desses aspectos. As diferenças entre o Moto X e o Moto G começam a ficar acentuadas a partir de agora.

Tela

O Moto X possui uma tela AMOLED de 4.7 polegadas, com resolução de 1280 x 720 pixels e 312 pixels por polegada. Já o Moto G tem uma tela de 4.5 polegadas em IPS LCD, com a mesma resolução de 1280 x 720 pixels e 329 pixels por polegada. Nos números as telas são muito parecidas, e essa densidade maior do Moto G não é relevante para determinar uma melhor experiência visual.

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Na prática, as duas telas são excelentes. Porém, a tela do Moto X oferece cores mais mais quentes, puxando as tonalidades um pouco mais para o vermelho. O Moto G oferece tonalidades mais frias, o que pode soar mais agradável para muitos usuários (que entendem que a tela do Moto X satura demais as cores). Isso fica mais evidente quando abrimos páginas web com a predominância do fundo branco (como é o caso dos posts do TargetHD).

No Moto X, o branco apresenta um tom um pouco avermelhado, enquanto que no Moto G, a imagem se aproxima mais da tonalidade real (ou daquela captada pela maioria das pessoas). Particularmente, me agrada mais a tela do Moto G, justamente por esse aspecto: o resultado oferecido na reprodução das cores dos elementos da tela.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

O Moto X (nesse exato momento que estou escrevendo esse post) está recebendo o Android 4.4 KitKat. O meu aparelho ainda não foi atualizado, de modo que o dispositivo ainda se encontra com o Android 4.2.2 Jelly Bean. O Moto G já está com a versão 4.3 Jelly Bean, e já tem a atualização garantida para o Android KitKat.

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Na prática, as diferenças na experiência de uso (nesse momento, com os dois smartphones com Android Jelly Bean) são mínimas. Elas se fazem mais presentes por conta dos recursos inteligentes presentes no Moto X, como por exemplo os comandos inteligentes por voz, os comandos de movimento para a câmera e, principalmente, na tela inteligente. Fora isso, os dois modelos oferecem experiências de usabilidade muito similares.

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Com isso, os dois smartphones se comportam, em linhas gerais, de forma idêntica. Essa é uma grande vantagem dessa nova linha de smartphones da Motorola: mesmo com produtos diferentes, com preços tão diferentes, o usuário vai receber experiências de uso similares. Mais ou menos aquilo que a Nokia faz com os modelos da linha Lumia, com Windows Phone.

Hardware

O Moto X possui processador Qualcomm MSM8960 Snapdragon S4 Pro dual-core de 1.7 GHz (com a tecnologia X8 Mobile Computing System), 2 GB de RAM, GPU Adreno 320 e até 16 GB de armazenamento. O Moto G conta com processador Qualcomm Snapdragon 400 quad-core de 1.2 GHz, 1 GB de RAM, GPU Adreno 305 e versões com 8 e 16 GB de armazenamento. Essas diferenças técnicas são importantes para determinar o que um produto é ou não capaz de fazer, mas não fundamentais para se converter em uma experiência de uso pior ou melhor.

Como já foi dito antes nessa análise, os dois modelos oferecem uma experiência de uso muito boa. No caso do Moto G, ele impressiona de forma positiva, pois em jogos que exigem uma maior demanda dos recursos de hardware (como nos casos de Real Racing 3 e Iron Man 3), o smartphone apresentou um desempenho surpreendentemente impecável (mesmo com algumas restrições de reprodução de gráficos), sem lags ou travamentos.

O usuário que optar pelo Moto G não vai se arrepender nesse aspecto. É o modelo com um desempenho acima de sua média de preço e posicionamento de mercado. O Moto X também impressiona pela sua performance impecável, mas se posiciona em um patamar diferente. É um smartphone com recursos inteligentes, mostrando a nova proposta da Motorola/Google  para os seus futuros lançamentos.

Podemos definir dessa forma:

– O Moto G é o smartphone ideal para os usuários de entrada, ou para aqueles que querem o melhor desempenho possível pelo menor preço.
– O Moto X é o smartphone para usuários avançados, que querem a máxima performance, com recursos inteligentes.

Nos dois casos: é uma das melhores escolhas possíveis no mercado de smartphones.

Câmera

Aqui está um dos itens que mais acentuam as diferenças entre o Moto X e o Moto G. Por partes.

O Moto X possui uma câmera traseira de 10 megapixels (1/2.6″), gravação de vídeos em Full HD (1080p, 30 FPS), recurso de câmera lenta nas gravações de vídeo, recursos de geo tagging, HDR e outras funcionalidades inteligentes. Além disso, o modelo conta com um sensor frontal de 2 megapixels, com gravação de vídeos em Full HD.

O Moto G trabalha com um sensor traseiro de 5 megapixels, com recurso de HDR e foto através do toque na tela, gravação de vídeos em HD (720p, 30 FPS), e câmera frontal de 1.3 MP, com gravação de vídeos em HD.

Pelos números e características, já é possível observar que as câmeras dos dois smartphones são bem diferentes. Na prática, os resultados são ainda mais díspares. Apesar das fotos produzidas pelo Moto X ainda ficarem aquém dos seus principais concorrentes, depois da primeira atualização feita pela Motorola para corrigir os seus problemas, a qualidade das fotos melhorou de forma considerável. E, comparadas com as fotos capturadas pelo Moto G, os resultados produzidos pelo sensor do Moto X são muito superiores.

Por outro lado, a câmera do Moto G está “na média” que encontramos entre os modelos de sua categoria. Historicamente, a Motorola nunca conseguiu entregar boas câmeras para os seus smartphones. E esse parece ser um dos pontos de maior reclamação dos proprietários do Moto G, que esperavam uma câmera melhor (algo que é compreensível, já que estamos falando de um produto que é considerado acima da média dos seus rivais).

A seguir, um breve comparativo de fotos (na ordem, Moto X e Moto G):

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Fotos Noturnas

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Bateria

Esse é outro ponto que detectei diferenças nos dois modelos, e que não são diferenças apenas numéricas. O Motorola Moto X possui uma bateria de 2.200 mAh, enquanto que o Moto G conta com uma bateria de 2.070 mAh. Você poderia imaginar que essa desvantagem de 130 mAh do Moto G poderia se converter em uma pior autonomia de bateira. Mas não é isso o que acontece.

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O Moto X possui uma bateria considerada boa para um produto do seu porte. Conta com um processador que executa mais recursos de forma simultânea, mais sensores funcionando ao mesmo tempo, e funcionalidades que fazem com que o smartphone necessite ficar conectado o tempo todo no WiFi ou 3G/4G. Logo, de forma natural, essa demanda de bateria é maior. Mesmo assim, para quem tem um uso considerado normal ou moderado, pode ter a certeza que a bateria do Moto X vai sobreviver por um dia completo de uso, antes de ir para o carregador no final do dia.

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Já o Moto G impressiona na sua autonomia de bateria. Em standby, sem mexer muito no aparelho e com a conectividade WiFi ativa, o smartphone consegue ficar por mais de um dia sem precisar chegar perto do carregador (em nossos testes para o review, ele ficou mais de quatro dias em standby sem recarga de bateria, e ainda com mais de 40% de bateria restante). Para quem usa o smartphone para as atividades mais comuns (redes sociais, e-mails, navegação na web, música, fotos, etc), a autonomia dura tranquilamente pelo menos um dia e meio de uso. E até para os usuários mais exigentes (fotos, vídeos, games, etc), é possível alcançar um dia completo de uso, antes da bateria ser recarregada.

Não só pelas diferenças do hardware, mas devemos levar em conta que, no momento dos testes, o Moto G contava com o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, que possui melhorias diversas em relação ao Android 4.2.2 Jelly Bean do Moto X, incluindo um melhor gerenciamento de recursos, que se convertem em uma maior autonomia de bateria.

Conclusão

A Motorola fez um ótimo trabalho nos dois smartphones, que podem atender muito bem usuários com perfis distintos. O Moto G é o melhor smartphone de linha média do mercado nesse momento, pois oferece benefícios decisivos para atender as necessidades dos usuários. O Moto X é um dos smartphones recomendados para os geeks convictos, pela experiência de uso próxima ao do Android “puro”, pelo design agradável e pelos recursos inteligentes (que, aos poucos, se tornam mais inteligentes ainda).

Review em Vídeo

TargetHD Responde | Troca de chip SIM para micro SIM ou nano sim: como funciona?

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Recebemos mais uma questão na caixa de entrada do blog:

Uma dúvida: quando você fala em adquirir o cartão nano (SIM) da operadora e não recortar o cartão atual, isso quer dizer que não poderei seguir com o número de telefone que possuo atualmente, ou estou enganado? Perdoe a pergunta, mas sou leigo no assunto.

Resposta: 

Antes de qualquer coisa, eu gostei de sua pergunta, e acho que você não é o único que tem essa dúvida. E, sendo bem objetivo… não. Você não perde o número que você já tem na troca do tipo de chip.

Quando recomendo a troca do chip SIM ou micro SIM para um nano SIM, estou recomendando a troca do chip fisicamente. Toda e qualquer operadora é habilitada para transferir a sua linha de um chip para outro (aliás, é direito do cliente). Com tantas diferenças entre os dispositivos, e os fabricantes adotando diferentes padrões de chips, passa a ser razoavelmente comum o usuário fazer a visita até a loja da operadora para trocar o tipo de chip inserido no dispositivo. Logo, para quem se deparar com essa situação, pode sem maiores problemas trocar o chip atual por outro que esteja no formato do seu novo telefone.

O que recomendo é alguns cuidados na hora da troca. Normalmente as operadoras garantem uma troca tranquila e sem traumas. Em uma operadora de qualidade, você já sai da loja com o seu chip ativo, sem maiores problemas. Agora, se a sua operadora já te ferra no dia a dia, fique ressabiado. A mudança pode causar alguns transtornos.

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Para fugir desses percalços e não depender da burocracia das operadoras, alguns usuários se valem de algumas alternativas. A primeira (e mais eficaz delas) é a compra de um desses alicates cortadores de SIM cards. Eu mesmo tenho um para o formato micro SIM, e funciona perfeitamente. Em mercados alternativos (é só procurar na internet), você já encontra esses cortadores para o formato nano SIM, que é algo menos arriscado e mais seguro.

A segunda alternativa (para quem gosta de viver perigosamente) é cortar o chip “na mão”. Existem alguns esquemas de recorte na internet, que podem ser impressos pelo usuário em casa. Com uma boa dose de paciência e mãos firmes, você pode conseguir deixar o chip no formato que você deseja.

No caso específico do nano SIM card, eu não recomendo o processo de recorte manual. Já falei sobre isso na época do lançamento do iPhone 5, e repito novamente nesse post: não é recomendado o recorte do chip para nano SIM com a mão livre, pois o tamanho do chip de contato do SIM/micro SIM é diferente da área de contato do nano SIM adotado pelas operadoras.

Tudo bem, eu sei que tem gente que conseguiu recortar o chip para nano SIM sem maiores danos. E, se você conseguiu e está lendo esse post, parabéns para você. Porém, você é uma exceção da regra. O post é para a maioria, e é fato que a maioria que tentar vai ter problemas, e o procedimento não é recomendado pelos riscos envolvidos.

Além disso, você já paga caro por um smartphone… o que é gastar R$ 10 (em média) em um novo SIM card?

Review | HP Slate 7

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Nem só de computadores vive a HP. Em 2013, eles decidiram apostar com um pouco mais de ênfase no mundo da mobilidade, e a principal investida nesse segmento no ano está representada no tablet HP Slate 7. O produto chegou ao mercado brasileiro como uma opção de entrada, mas com a “grife” de uma marca consagrada, e com alguns recursos que o diferenciaria dos seus principais concorrentes.

Recebemos da assessoria de imprensa da HP do Brasil uma unidade do Slate 7. Testamos o produto por dez dias, e nesse review, passamos as impressões obtidas. Vamos descobrir se o produto está mesmo acima dos seus concorrentes na mesma faixa de preço, e se os seus diferenciais justificam a sua compra, principalmente para quem deseja um tablet Android para as necessidades mais básicas.

Características Físicas

Um dos diferenciais do HP Slate 7 em relação aos seus concorrentes diretos é a qualidade de sua construção. Mesmo sendo considerado um tablet de entrada (ou “de baixo custo”, se preferir assim), ele é muito bem montado, com um acabamento excelente e a utilização de materiais que passam uma maior sensação de segurança e dedicação da HP em oferecer um produto um pouco melhor do que o convencional.

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Suas laterais contam com um acabamento metálico, que reforça essa sensação de solidez no tablet. Nada de bordas pintadas, e os parafusos ficam muito bem integrados ao corpo do produto (os poucos parafusos na parte superior são visíveis, mas não se sobressaem ao design do produto).

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Além disso, a parte traseira do tablet é composta por um material levemente emborrachado, oferecendo assim uma maior sensação de segurança no agarre do produto. E, convenhamos: você não vai encontrar essa mesma qualidade de acabamento nos concorrentes de preço do Slate 7.

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Também não podemos nos esquecer da câmera traseira do produto, de 3 megapixels. Falaremos sobre ela mais adiante.

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Como a tampa traseira do produto não é removível (assim como acontece na maioria dos tablets, e essa é até uma escolha coerente para dispositivos dessa categoria), o slot para cartão de memória fica na parte superior, ao lado do conector para fones de ouvido.

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Também merece destaque os alto-falantes na parte inferior, próximos ao conector para o cabo micro USB.

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O tamanho do produto (com dimensões de 197 x 116 x 10.7 mm, e peso de 370 gramas) favorece ao usuário que deseja utilizá-lo em diferentes situações. Para uma eventual leitura, ele é compacto o suficiente para ser segurado com apenas uma das mãos (desde que a sua mão seja razoavelmente grande) na posição vertical, ou na horizontal, com as duas mãos nas bordas inferior e superior.

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E, mesmo que você conte com mãos pequenas, você ainda consegue ter uma ótima usabilidade com o dispositivo, em uma eventual necessidade de produtividade (digitar e-mails e mensagens nas redes sociais), mesmo que o produto não seja pensado necessariamente para aqueles que querem desenvolver atividades mais longas e complexas.

Acessórios

Além de uma embalagem mais reforçada do que os seus concorrentes diretos (temos que fazer isso sempre para uma análise mais justa), o HP Slate 7 oferece os itens básicos para que o usuário possa utilizar o produto de forma imediata. Ou seja, o cabo micro USB para conexão com o computador e recarga de bateria, e o adaptador de rede elétrica.

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E não… apesar do produto contar com os recursos da Beats Audio (algo que vamos abordar mais adiante nesse review), ele não vem com fones de ouvido, seja da Beats, seja de qualquer outro fabricante. A HP deve ter compreendido que a adição desse acessório poderia encarecer o valor final do produto. Bom, é o que eu imagino que aconteceu (não é uma posição oficial da HP). Até porque estamos falando de um produto de entrada, e o que interessa nesse caso é oferecer um produto barato para o consumidor.

Tela

A sua tela de 7 polegadas é multitoque, o que torna a sua usabilidade algo mais prazeroso e eficiente para as tarefas mais básicas. Para quem deseja ler os feeds das redes sociais, ler e-mails, ler eBooks e consumir conteúdos de foto e vídeo de forma descompromissada, o produto pode atuar muito bem, sem trazer maiores problemas ou inconvenientes.

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Por outro lado, a tela do HP Slate  7 reflete as características de uma tela de um produto de entrada, com uma aparência mais “lavada”, com cores menos vivas. Não é um problema do produto, mas sim uma característica que um modelo do seu preço oferece. Temos sempre que ter em mente que esse tablet tem como principal objetivo ser um produto barato, mais barato do que concorrentes mais destacados (como o Nexus 7 e o Kindle Fire), e por conta disso, algumas de suas características se apresentam mais limitadas.

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Sua tela possui uma resolução de 1024 x 600 pixels. Sim, eu sei que você esperava uma tela com, pelo menos, resolução HD (720p), mas já explicamos no parágrafo anterior por que isso não está presente. Por conta disso, essa não é a tela ideal para ver vídeos e rodar jogos, mas entendo que é algo que os compradores desse produto já deverão estar bem cientes disso antes da compra. Ou seja, não deve ser algo que deve incomodar (e reviews como esse servem TAMBÉM para serem usados como argumentos do tipo “não diga que ninguém avisou”).

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Sistema Operacional e Interface de Usuário

O HP Slate 7 conta com o sistema operacional Android 4.1.1 Jelly Bean, o que é mais que suficiente para gerenciar todos os seus recursos técnicos. Não imagino esse produto sendo atualizado para o Android 4.4 KitKat, mas como é de objetivo da Google oferecer o sistema para o máximo de dispositivos possível com especificações técnicas recomendadas para o sistema (1 GB de RAM, pelo menos), eu não descarto o update. A HP não se pronunciou sobre o assunto até o momento da produção desse review.

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Um ponto positivo do produto está no fato da HP não ter customizado a interface de usuário do tablet. Ou seja, você encontra no Slate 7 o Android em estado puro, o que é algo sempre muito bem vindo, já que oferece ao usuário a experiência do Android tal como foi pensada pela Google. Além disso, não encontramos no produto os “cacarecos” adicionados por outros fabricantes, que invariavelmente acabam afetando no desempenho final do produto.

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Por conta disso, não há surpresas nem novidades na interface do Android do HP Slate 7. Alguns poucos aplicativos dedicados foram adicionados pela HP, como o ePrint (que permite a impressão sem fio de conteúdos através de impressoras compatíveis com o recurso).

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Talvez a principal adição encontrada no Android do Slate 7 está mesmo no item Beats Audio, que oferece ajustes dedicados para a reprodução de áudio com fones de ouvido, permitindo alguns ajustes específicos e individuais para diferentes tipos de fones, incluindo o Beats Passive.

Qualidade de Áudio

Aqui, temos um ponto de “decepção” com o produto. Mesmo levando em consideração que o produto se destina a ser acessível no seu valor final, eu imaginava que, pelo fato da Beats Audio estar presente na concepção do tablet (contribuindo com as suas tecnologias), que a reprodução de áudio fosse algo mais satisfatório, com alto volume e boa qualidade. Não foi isso o que encontramos.

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Os alto-falantes externos do tablet são apenas medianos, com um volume de áudio um pouco abaixo do satisfatório. Talvez até faça algum sentido, já que a HP decidiu investir mais na qualidade de áudio para quando o produto é utilizado com os fones de ouvido. Mesmo assim, estamos falando de um produto que é superior aos seus concorrentes diretos em vários aspectos. Poderia ser melhor nesse item também.

Já quando utilizado com os fones de ouvido, a coisa muda de figura completamente. Como utiliza as tecnologias de equalização da Beats Audio, o HP Slate 7 possui uma reprodução excelente dos conteúdos multimídia armazenados e instalados no dispositivo, principalmente quando utilizados com fones do tipo in-ear. Diferentes timbres (graves, médios e agudos) e instrumentos são ouvidos claramente na execução de músicas, vídeos e jogos, e a experiência de uso nesse aspecto é excelente.

Em resumo: se você quer privacidade para jogar, ver os seus filmes e ouvir suas músicas, o HP Slate 7 vai oferecer uma experiência sonora impecável, desde que você utilize os fones de ouvido de sua preferência.

Internet

Por ser um produto de entrada, o HP Slate 7 não conta com a conectividade 3G de forma nativa, deixando o WiFi como opção única para acesso à internet. E, nesse ponto, o produto apresentou um bom desempenho.

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Trabalhando no padrão 802.11 b/g/n, o WiFi do dispositivo não apresentou problemas de inconsistência de sinal, e sua performance foi considerada satisfatória durante os testes para as diferentes situações (jogos, navegação em geral, redes sociais, streaming, etc). O tablet oferece poucas opções nativas para acesso à web (Chrome incluso), mas não observamos maiores dificuldades nos demais recursos utilizados (redes sociais, streaming, etc).

Câmera

Eu sou um daqueles que entendem que um tablet NÃO precisa ter uma câmera traseira, pelo simples fato de não ser algo muito elegante registrar fotos com um produto com uma tela de 7 polegadas (me desculpem os hipsters, mas é o que eu penso). No máximo uma câmera frontal para videochamadas (algo que é mais do que bem vindo em qualquer dispositivo móvel). Mas como o HP Slate 7 traz o recurso, vamos analisar se o mesmo pode corresponder aos anseios dos fãs da fotografia.

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Sempre levando em consideração que estamos diante de um produto de entrada, e que a câmera está mais como um “bônus” do que como um dos itens essenciais para destacar o produto, o sensor de 3 megapixels presente no Slate 7 não faz milagre. Sem recursos de foco automático, ajustes de imagem e outros ajustes necessários para a captação de imagens, a câmera oferece fotos simples, que não se comparam na qualidade final com as fotos registradas pelos smartphones, mesmo que de médio porte.

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A mesma regra vale para a câmera frontal, com resolução VGA, que é mais que suficiente para as eventuais videochamadas que você poderá realizar com o produto. Aliás, essa câmera frontal poderia até contar com uma qualidade maior, levando em consideração que o único modo de conectividade presente no Slate 7 é o WiFi. Ou seja, não dá para esperar fotos com boa qualidade desse sensor frontal. Nem mesmo para fazer uma graça com os amigos.

A seguir, algumas amostras das fotos registradas pelo HP Slate 7 no dispositivo durante os testes.

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Games

Com um processador ARM A9 dual-core de 1.66 GHz e 1 GB de RAM, o HP Slate 7 oferece um hardware suficiente para rodar sem maiores problemas os jogos mais básicos. Os jogos com gráficos mais elaborados (como Real Racing 3 e Iron Man 3) e que exigem um pouco mais do conjunto de hardware do dispositivo são “jogáveis”, dentro de suas limitações.

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Mais uma vez, é bom lembrar que estamos falando de um tablet de entrada, que não foi pensado para rodar jogos com gráficos mais exigentes. Porém, isso não quer dizer que executar tais jogos seja algo considerado impossível. Diferente de outros tablets considerados de entrada, o HP Slate 7 até consegue desempenhar bem alguns títulos mais pesados, com alguns lags e travamentos eventuais, mas nada que prejudique a jogabilidade de forma crítica.

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De novo: não é o melhor tablet do mundo para rodar jogos (e nem foi feito para isso, logo, não há desabono nesse aspecto), mas para aqueles que pensam em eventualmente jogar no dispositivo, até que poderá contar com uma experiência satisfatória, sempre levando em consideração as suas limitações técnicas.

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Multimídia

Por contar com os recursos da Beats Audio, podemos dizer que o HP Slate 7 tem nessa característica a sua principal vantagem para as atividades multimídia. Fora isso, ele não conta com players de música e vídeo dedicados, ficando restrito aos aplicativos nativos da Google (Google Play Música e Google Play Vídeos).

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Como já é de conhecimento geral, esses aplicativos oferecem os recursos mais básicos de música e vídeo, o que faz com que o usuário um pouco mais exigente busque pelas alternativas disponíveis na própria Google Play Store para complementar o uso, ampliando as possibilidades de utilização de vídeos com legendas e/ou identificação de formatos de vídeo não reconhecidos de forma nativa pelo tablet.

Durante os testes, não observamos maiores dificuldades na reprodução dos principais formatos de áudio e vídeo. Obviamente, o produto fraquejou na hora de reproduzir conteúdos em alta definição, mas isso já era esperado. De um modo geral, o Slate 7 se sai melhor na reprodução de conteúdos via streaming (YouTube, Netflix, etc) do que nos arquivos armazenados no dispositivo e/ou cartão de memória (mas isso não quer dizer que ele não o faça bem).

Bateria

O Slate 7 possui uma bateria de 3.500 mAh, que segundo a HP, possui uma autonomia de até 5 horas de reprodução de vídeos. Em nossos testes, a autonomia de bateria foi dentro do esperado, com um consumo maior em atividades que exigem um pouco mais do seu hardware, ou que obrigam o produto a permanecer com a sua tela ligada por mais tempo.

Mais uma vez, temos aqui uma assinatura de um produto de entrada nesse comportamento de bateria. Modelos um pouco mais avançados nas suas especificações (e mais caros no seu preço sugerido) contam com autonomias de consumo maiores do que a apresentada pelo Slate 7. Porém, de novo, temos que enfatizar que o comportamento do modelo da HP para a sua proposta de preço é absolutamente normal.

E que o futuro comprador fique bem ciente disso: é um produto que até pode sobreviver por um dia inteiro de uso, desde que esse uso seja moderado, e com alguns comportamentos considerados necessários para aqueles que precisam economizar um pouco mais de bateria para aproveitar melhor as suas funcionalidades.

Desempenho

Enfatizamos o review inteiro que o HP Slate 7 é um produto de entrada, e próximo ao final desse review, podemos dizer que ele é sim um tablet de baixo custo, mas com alguns diferenciais interessantes. Por contar com um processador um pouco mais potente que alguns de seus concorrentes de marcas menos conhecidas (processador ARM A9 dual-core de 1.66 GHz, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno – expansíveis via slot para cartões microSD de até 32 GB), o seu desempenho geral é satisfatório e relativamente estável.

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Para um produto do seu porte, ele desempenha bem as suas tarefas. As atividades mais básicas e procuradas pelo usuário (redes sociais, internet, eBooks, jogos básicos, etc), são executadas sem maiores problemas, e entendo que os usuários que buscam um tablet na sua faixa de preço (R$ 600 ou menos) querem um produto cuja ênfase de desempenho seja para essas atividades.

Logo, para ser objetivo, eu digo que: entre o modelo da HP e um tablet de marcas alternativas (na mesma faixa de preço), se eu tivesse que escolher um tablet de entrada hoje, a minha escolha seria o HP Slate 7.

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Conclusão

O HP Slate 7 é um produto que cumpre ao que se propõe a ser: um tablet de baixo custo, para atender às necessidades mais básicas dos usuários que não querem gastar muito com um produto desse porte, e com alguns diferenciais que o coloca na frente de seus concorrentes de preço. Um produto com um acabamento de boa qualidade, a tecnologia Beats Audio e uma performance que até surpreende em alguns aspectos. Entendo que é uma das melhores escolhas dentro da sua faixa de preço (sugerido de R$ 599). Excelente para quem não exige muito de um tablet, ou para quem não pode gastar muito em um tablet para fazer o básico.

Review em Vídeo

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Review | LG G2

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Um dos smartphones de maior destaque no segundo semestre de 2013 é o LG G2. E o dispositivo reúne atributos de sobra para receber tantos holofotes. O modelo combina as melhores soluções de software apresentadas pela LG até agora, com um hardware que o torna competente para qualquer tipo de atividade, indo das tarefas mais simples para as mais complexas sem apresentar dificuldades na transição.

Nesse review, vou mostrar as principais características do produto, com o objetivo de descobrir se ele pode mesmo ser aquele dispositivo que poderá bater de frente com os concorrentes de sua categoria, não apenas na performance, mas com uma experiência de uso elevada. O que posso adiantar é que essa foi uma das minhas melhores experiências de uso de um produto de tecnologia em 2013.

Mas… que ele entra na briga dos modelos top de linha? Ou é apenas mais um modelo superestimado, que custa R$ 2 mil e nada mais? É o que vamos descobrir juntos nesse review.

Características Físicas

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O LG G2 traz como primeiro (e talvez principal) ponto de destaque o seu conjunto de características físicas. Afinal de contas, o modelo possui uma assinatura registrada: os botões de volume e liga/desliga do aparelho na parte traseira do dispositivo, uma solução até então inédita entre os dispositivos móveis. Mas não é só isso. Essa decisão permitiu que outras soluções de design fossem tomadas, e falaremos delas nesse segmento.

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Para começar, o G2 é um modelo de linhas sóbrias e minimalistas. Desligado, lembra um produto moderno, agradável de se ver. Também lembra um smartphone da linha Nexus (alguns toques do Nexus 4, outros do Nexus 5), o que não chega a incomodar. Só nos faz lembrar que foi a LG que fez o dispositivo.

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Por contar com os botões de comando na parte traseira do produto, as suas laterais são completamente lisas, Apenas com um friso prateado na lateral, reforçando o seu ar futurista, e ajudando  no objetivo de demonstrar a baixa espessura do aparelho. Com dimensões de 138.5 x 70.9 x 9.1 mm, é um dos modelos mais manejáveis que já testei em 2013.

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O modelo possui o slot para cartões micro SIM na lateral superior esquerda, que é removida com uma chave que acompanha o kit de venda. E mais nada. Essa é a única parte removível da carcaça do aparelho. Todo o restante fica integrado ao corpo do produto e inacessível ao usuário. Lembrando: o LG G2 não possui slot para cartões microSD.

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Na parte inferior do produto, temos o alto-falantes bem posicionados, onde a LG aproveita de forma inteligente a espessura final do dispositivo. Também estão presentes o conector para o cabo micro USB e para o fone de ouvido.

Mas o principal destaque são os botões na parte traseira do produto.

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Confesso que achei estranho utilizar essa proposta durante a demonstração do produto no seu evento de lançamento em São Paulo. Mas isso aconteceu porque eu realmente tive pouco tempo com o produto. Depois de uma semana de uso, essa proposta faz todo o sentido, não apenas na usabilidade, mas também na segurança do dispositivo durante o seu uso.

Naturalmente, o LG G2 ganha um ponto de apoio quando segurado pelo usuário, que nada mais é do que o dedo indicador na parte traseira do aparelho. Não é incomum que o usuário posicione o indicador na parte traseira de qualquer telefone, de forma quase intuitiva. Com os botões nessa região, o acesso aos comandos para controle de volume podem ser feitos de forma funcional e natural, passando a ser uma questão de treino e boa vontade do próprio usuário.

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Além disso, o botão central também passa a ser de fácil acesso com poucos dias de treino. Tudo bem que você utiliza mais esse botão para bloqueio e desbloqueio de tela (além de contar com um LED de notificação alternativo no próprio botão), e mesmo assim, se você achar que as coisas ficaram complicadas na hora de desbloquear a tela do produto, um simples toque duplo na tela faz com que a mesma seja acionada para ser desbloqueada.

Como podem ver, não é uma simples proposta de design, mas sim mudanças que te tem como principal objetivo tornar a vida do usuário com o smartphone algo mais descomplicado e intuitivo.

Tela

Outro ponto de grande destaque do LG G2. A tela desse smartphone é algo simplesmente espetacular. A LG mostra que soube fazer um bom trabalho nesse aspecto, ao combinar uma tela de grandes dimensões em um produto não muito largo, aproveitando ao máximo o espaço disponível para essa tela (com bordas mínimas) e com uma qualidade de imagem final excelente.

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A tela do LG G2 possui 5.2 polegadas, e é no padrão IPS, com resolução de 1920 x 1080 pixels e densidade de 423 pixels por polegada. Em um mundo onde os dispositivos móveis são cada vez mais utilizados para o consumo de conteúdo de vídeos e jogos com gráficos avançados, posso entender que esse será o padrão a ser adotado pelos fabricantes de dispositivos móveis. Acredito que qualquer coisa abaixo de uma resolução Full HD ou é destinada para uma linha intermediária de produtos, ou não pode ser classificado como um produto top de linha.

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Durante o evento de lançamento do smartphone em São Paulo, a LG afirmou que adaptou algumas de suas tecnologias empregadas na fabricação das telas de TV no G2. E a prática comprova isso. A exibição de vídeos em alta definição é perfeita, a reprodução de cores são vivas, com uma qualidade de imagem que salta os olhos, e a reprodução de jogos é algo prazeroso.

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Sem me alongar muito, é uma das melhores telas que você pode encontrar em um smartphone, sem medo de errar. Tanto na teoria, quanto na prática. Pouquíssimos concorrentes de preço apresentam números tão elevados e resultados práticos tão completos.

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Sistema Operacional e Interface de Usuário

O LG G2 carrega o sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean. Estranhamente, a LG não adotou uma versão mais atualizada do Android para o dispositivo, que possui especificações de hardware mais que suficientes para receber uma versão mais avançada do produto. A única explicação que encontro é que o modelo deve, em um futuro que espero que não seja algo muito distante, “saltar” a versão Android 4.3 para ir direto para a versão 4.4 KitKat.

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Como já vimos em outros modelos da LG, o G2 carrega todas as customizações de interface para deixar o Android com a sua cara. Tal como já afirmei em outros reviews, tantas modificações podem confundir e incomodar os usuários novatos. É claro que esse problema pode ser solucionado de forma simples, com a instalação de outras interfaces (sem precisar trocar a ROM do aparelho), mas o ideal era que o usuário comum recebesse o telefone e não tivesse um choque visual ao se deparar com um verdadeiro arsenal de recursos espalhados na tela.

Por outro lado, os usuários mais veteranos vão agradecer essa mesma gama de recursos. As funcionalidades exclusivas da LG são bem vindas, e pode não parecer, mas mesmo que fiquemos com a impressão que nunca vamos usar tais recursos, é bom saber que, eventualmente (e quando necessário), eles estão lá. Além disso, é parte da assinatura da LG oferecer tais elementos de interação para o usuário.

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Com isso, recursos como Quick Memo, QSlide, Quick Remote, Miracast e outros estão presentes no LG G2, oferecendo uma maior produtividade ao usuário que souber aproveitar desses recursos. Sem falar nos aplicativos pré-instalados como o LG SmartWorld, LG Backup, Editor de Vídeos, Remote Call Service e outros, que já são conhecidos dos usuários da LG.

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A principal novidade oferecida pelo LG G2 na sua interface é o recurso “deslizar para a lateral”. Com esse recurso, você pode armazenar até três aplicativos em execução na memória temporária do smartphone, para que com um movimento rápido com três dedos na tela, o usuário possa acessar os aplicativos salvos nessa memória em abas, podendo executá-los a qualquer momento.

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Com tudo isso, o sistema roda de forma fluída no smartphone. A interface é customizada sim, mas não prejudica em nada no desempenho do dispositivo. A experiência de uso oferecida pelo LG G2 é uma das mais agradáveis possíveis em um smartphone Android.

Qualidade de Áudio e Chamadas

Por conta de sua disposição dos alto-falantes na parte inferior do dispositivo, a sua reprodução de áudio é algo mais limpo e audível para as chamadas em viva-voz. Para a reprodução de músicas e atividades multimídia (vídeos e jogos), o volume da reprodução ficou um pouco abaixo do esperado.

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O mesmo pode ser dito quando o produto é utilizado com o fone de ouvido que acompanha o kit enviado pela assessoria da LG do Brasil. São fones com um formato diferente do que aqueles que apresentamos nos modelos Optimus G e Optimus G Pro, mas oferecendo a mesma qualidade de áudio, com ótimo isolamento do ruído externo, e com um design mais anatômico, mais confortável para um uso mais prolongado.

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A comunicação através do alto-falante para as chamadas é clara e audível mesmo em locais com muita interferência de barulho externo. Além disso, a qualidade de sinal se manteve plena na maior parte do tempo, sem apresentar variações ou quedas (lembrando que os resultados podem variar, de acordo com a região do Brasil que você vive, e da qualidade da sua operadora de telefonia móvel).

Internet

O LG G2 possui conectividade 4G, que mais uma vez não pode ser testada pelo fato da minha região não contar com o 4G. Porém, os testes com o 3G+ e/ou 3G foram muito satisfatórios. Não percebi variações, quedas ou lentidão na conexão (e, de novo, os resultados podem variar, dependendo da região onde você se encontra, e da operadora que você usa).

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Por contar com uma conexão WiFi 802.11 a/b/g/n/ac, o usuário também não terá problemas nesse aspecto, com uma qualidade maior de conexão sem fio, um maior potencial de conectividade e um resultado final mais satisfatório. Downloads de grande porte (como no caso dos itens complementares do Real Racing 3) são feitos de forma mais consistente, com velocidade maior.

Também vale o registro que todos os aplicativos mais comuns de uso com a internet (Facebook, Twitter, Instagram, Chrome, etc) funcionam sem maiores problemas. Ou seja, sem grandes novidades nesse aspecto.

GPS

Esse é mais um ponto que a LG melhorou em relação ao modelo anterior (Optimus G Pro). O GPS do LG G2 está muito bem ajustado, com um ótimo tempo de resposta, identificando rapidamente a posição do dispositivo no mapa. A presença dos recursos A-GPS e GLONASS ajudam nesse bom desempenho de localização.

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Nos testes feitos com o Google Mapas e no recurso de navegação via GPS, os dois softwares conseguiram desempenhar muito bem as suas funções. Ambos identificaram a localização do dispositivo sem demoras ou atrasos, e em testes breves de rota, o resultado foi dentro do esperado, ou seja, com uma resposta precisa e rápida.

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Acredito que o GPS não vai apresentar problemas ao trabalhar em conjunto com o seu sistema preferido de navegação. Ou seja, mais um dos pontos que a LG acerta com o LG G2.

Câmera

A câmera é um dos pontos que temos que observar com certa dose de reservas no LG G2. Para começar, devo reconhecer que a LG melhorou a qualidade da câmera presente no G2 em relação aos modelos anteriores (Optimus G e Optimus G Pro). O sensor de 13 megapixels não é o único responsável por essa melhora. Um conjunto muito interessante de recursos e funcionalidades que a câmera traseira do dispositivo oferece ajudam e muito na qualidade das imagens registradas.

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O sensor do LG G2 traz a tecnologia OIS, de estabilização de imagens, além do recurso de foco automático em multipontos (até 9 pontos de foco) e lentes com cristal de safira. Também devemos levar em consideração os diversos modos de captura de imagem e ajustes avançados de captura de imagem, com regulagem de brilho, foco, ISO, balanço de branco, efeitos de cor, entre outros.

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O sensor também possui um zoom digital de até 8x, algo que não oferece tantas vantagens assim na hora de capturar imagens. A não ser que você queira produzir fotos conceituais, ou quando registradas com finalidades específicas. Mas nada que exija muito do sensor, pensando em uma qualidade final mais apurada.

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O LG G2 também possui diversos modos de cena, para situações específicas, que oferecem uma certa versatilidade na hora do registro de fotos para determinadas situações.

O resultado? Fotos de alta qualidade, em diferentes condições de luz. É evidente que temos que levar em consideração o resultado final das imagens captadas na tela do nosso computador (até porque a tela do LG G2 é boa o suficiente para “esconder” certas imperfeições das imagens), e que o resultado para muitos pode variar, dependendo do nível de exigência do usuário. Porém, não podemos negar que o produto oferece uma qualidade de captação de fotos superior em relação aos modelos anteriores.

Os usuários mais casuais (ou menos exigentes) vão ver na câmera do G2 algo mais que suficiente para suas aspirações e objetivos fotográficos em um smartphone. Também é importante lembrar que essa câmera é capaz de registrar vídeos em Full HD, a 60 FPS.

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Sua câmera frontal possui 2.1 megapixels de resolução, e é bem competente para registros de auto-retratos casuais e vídeos informais, apesar de apresentar um pouco de saturação na hora de captar a luz pelo seu sensor. Mas em compensação, oferece resultados mais naturais do que, por exemplo, o sensor frontal do Motorola Moto X, que mesmo após a sua atualização, apresenta um excesso de utilização de filtros.

A seguir, fotos registradas durante os testes.

Durante o dia

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Com luz artificial

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Sem luz, com flash

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Games

Com um hardware do seu quilate, era difícil de se imaginar que o LG G2 iria tropeçar logo nesse item, certo? E ele não me decepcionou nesse aspecto. O smartphone oferece uma excelente experiência para os gamers de plantão, desempenhando muito bem em jogos com diferentes níveis de exigências de hardware.

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Não há muito o que dizer aqui. O LG G2 é um smartphone altamente recomendado para os usuários que pensam nos games, tanto pela parte do desempenho quanto na exibição dos gráficos dos jogos. Sua tela de 5.2 polegadas em Full HD e 423 ppp faz toda a diferença na hora de exibir gráficos bem elaborados, sem engasgos, lags ou travamentos. E, de novo, seria de se estranhar se aparecesse anormalidades nesse aspecto.

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Vale a ressalva que a temperatura da parte traseira do dispositivo aumenta um pouco durante a reprodução de jogos mais complexos (que exigem mais do seu processador e GPU). Posso considerar isso normal, levando em conta a baixa espessura do dispositivo. Logo, não estranhem se isso acontecer.

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Para resumir: quer se divertir com jogos de diferentes características, sem se preocupar se o seu jogo será prejudicado com travamentos eventuais, o LG G2 é um modelo a ser considerado.

Multimídia

O LG G2 oferece as mesmas soluções de multimídia já apresentadas nos modelos da empresa. Ou seja, um player musical personalizado, um player de vídeo dedicado, além das presenças dos players da Google (Google Play Música e Google Play Filmes). Todos os itens otimizados para um melhor desempenho, trabalhando em conjunto com o hardware avançado da LG para o seu novo smartphone.

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As soluções de multimídia da LG seguem a proposta da interface de uso, ou seja, é bem personalizada, oferecendo uma grande gama de recursos e opções de execução, localização e personalização das listas de reprodução. Entendo que a maioria dos usuários ficará satisfeita com as opções presentes, tanto para áudio como para vídeo.

Complementa essa boa qualidade (e aqui reforço o que já foi dito antes) a qualidade de reprodução de áudio do produto, tanto nos alto-falantes integrados no dispositivo, quanto no fone de ouvido que acompanha o kit de venda. Ah, e antes que você me pergunte: sim… o LG G2 carrega consigo o rádio FM, algo que é desejado por uma boa parcela dos usuários que estudam a aquisição de um novo smartphone.

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O player de vídeo da LG permite a identificação de arquivos de legendas nas pastas de vídeo, o que facilita muito a vida de quem gosta de ver filmes e séries no smartphone. Por outro lado (e infelizmente), o espaço de armazenamento do dispositivo é limitado, o que torna essa experiência (por tabela) algo limitado para o usuário.

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Por conta de sua tela de elevada qualidade (e do seu conjunto de hardware em geral), a experiência de reprodução de vídeos é algo excelente, inclusive nos arquivos em Full HD (e não poderia ser diferente). Vale lembrar que não são todos os formatos de arquivos de vídeo que o LG G2 identifica (algo normal em qualquer smartphone), ou seja, é recomendado a instalação de codecs complementares, para a identificação de múltiplos formatos.

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Também não posso deixar de citar o Quick Remote, aplicativo da LG que transforma o aparelho em um controle remoto de acesso rápido para a sua TV, receptor de TV por assinatura, DVD, Blu-ray e outros equipamentos compatíveis. Além disso, o Editor de Vídeos está presente, para permitir ao usuário a criação de vídeos com os conteúdos armazenados no smartphone, oferecendo uma ferramenta simples de criação, com o objetivo de envio posterior desse vídeo para o YouTube, a partir do próprio dispositivo.

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Bateria

Outro ponto bastante positivo do LG G2 é a sua bateria. Por contar com um processador Qualcomm Snapdragon 800 quad-core de 2.26 GHz, e com uma generosa bateria de 3000 mAh, o smartphone não só possui uma ótima autonomia de bateria, como também consegue administrar melhor o seu consumo, de acordo com as suas necessidades.

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Em um uso regular (verificação de e-mails, redes sociais, música, fotos, etc), o G2 aguenta um dia de uso sem maiores problemas. Obviamente o consumo de bateria é maior quando o produto precisa desempenhar tarefas com maior exigência de performance (jogos e vídeos principalmente), mas o consumo de bateria não é algo considerado gritante quando são executados, tal como acontecia no LG Optimus G Pro. É algo mais racional e aceitável.

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E se levarmos em consideração o tamanho da sua tela (de novo, 5.2 polegadas) e suas especificações de hardware, a bateria do LG G2 não só é eficiente mas competente para poder administrar tudo isso de modo que o usuário termine o dia de trabalho com bateria suficiente para poder chegar em casa. Ou seja, esse é mais um ponto que precisa ser considerado na hora de tirar o cartão de crédito da carteira para comprar o produto: o seu equilíbrio para administração de consumo de energia entre os seus diferentes recursos.

Desempenho

O LG G2 possui um desempenho excelente. É um smartphone rápido na resposta de seus comandos, com uma ótima velocidade de execução de aplicativos de diferentes portes e categorias, uma excelente resposta do sistema operacional, uma grande gama de recursos exclusivos (que complementam a interface personalizada do sistema operacional), e todas as características físicas que já foram citadas nesse review.

Poderia dizer que não esperava menos do LG G2 em termos de desempenho, mas posso afirmar que ele me surpreendeu positivamente pelo equilíbrio das especificações, e por uma experiência de uso completa. É um smartphone que se apresenta como modelo premium pelo seu desempenho e alta performance.

É simplesmente um dos melhores smartphones com o sistema Android que testei em 2013, e talvez um dos melhores gadgets do ano.

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Conclusão

O LG G2 é um dos melhores smartphones que o seu dinheiro pode comprar. É um modelo top de linha, com um desempenho e design que justificam isso. É claro que alguns usuários vão preferir um produto com uma aparência física mais resistente, ou um dispositivo que ofereça o Android em estado puro. Compreendo todas esses argumentos. Porém, na minha opinião, a experiência que o dispositivo oferece diante das minhas necessidades de usuário é mais do que excelente para colocá-lo na lista dos melhores.

Com um preço sugerido de R$ 1.999, o LG G2 se apresenta como um modelo premium, para disputar com outros modelos de sua faixa de preço. Talvez os seus botões na parte traseira, a sua proposta de design refinado e a sua carcaça externa possam ser fatores que não o tornem tão atraentes para usuários mais estabanados. Aí, sou obrigado a dizer: “tenha mais cuidado com o seu dispositivo”. Não é porque ele custa R$ 2 mil que ele tem que ser resistente à um atrapalhado, que lida com o smartphone tal como um item qualquer de sua casa.

O LG G2 é uma das melhores combinações hardware + software + design do mercado atual, e custa um pouco mais barato que os seus adversários diretos. Para quem não suporta a TouchWiz, quer uma tela com qualidade maior que a do Xperia ZQ, e não quer ver um iPhone na sua frente, o G2 pode ser uma opção mais do que interessante. Pode ser uma das melhores escolhas a serem feitas hoje.

Review em Vídeo

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Review | LG Optimus G Pro

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Recebemos da assessoria de imprensa da LG do Brasil o modelo Optimus G Pro, que é uma versão atualizada do Optimus G (atualizada, mas que não substitui – o seu sucessor é o recém-lançado LG G2). O modelo oferece modificações importantes na estrutura externa e nas especificações técnicas, mas promete a mesma experiência de uso competente da primeira versão. Vamos conferir nesse review se a LG alcançou esse objetivo.

Características Físicas

Visualmente, o LG Optimus G Pro é consideravelmente diferente em relação ao Optimus G. É um modelo com linhas mais arredondadas, com um design que se aproxima dos produtos de outra fabricante sul-coreana, que não vou citar o nome aqui (mas vocês sabem qual é). Também é um telefone com uma construção melhor acabada, passando uma impressão de produto “Pro”, e não apenas com a proposta para profissionais, mas que conseguiu dar um passo além no seu conceito. DSC00955 Outro detalhe que chama a atenção é o material do produto. O plástico é de alta qualidade, com um acabamento que lembra (eu disse lembra, sem ser igual) ao encontrado no Nexus 4. Suas laterais são bem marcadas e acabadas, com detalhes em tons metálicos, que reforçam a proposta de solidez e alta qualidade empregada na proposta de design. DSC01022 A tampa traseira é removível, e mesmo sendo feita de plástico, aparenta ser mais resistente do que as tampas de modelos concorrentes. É flexível sim, mas não passa a impressão de ser apenas um fino pedaço de plástico que vai proteger a bateria e os componentes internos. DSC01030 Também vale a pena destacar a bateria de nada menos que 3.040 mAh. Não podemos pedir menos que isso para um phablet. Afinal de contas, essa bateria não só precisa gerenciar os diferentes recursos de hardware do aparelho, mas principalmente a sua generosa tela de 5.5 polegadas (que, por sinal, e excepcional, mas falo disso mais para frente). DSC00981 DSC00983 Os conectores e botões físicos estão posicionados da mesma forma como estavam presentes no Optimus G, mas com uma disposição melhor do que no modelo anterior. Até porque esse é um modelo com tamanho consideravelmente maior, o que permitiu ao departamento de design da LG obter melhores resultados nesse aspecto. DSC00917 Chama muito a atenção o posicionamento do alto-falante frontal do aparelho, que está praticamente integrado à borda superior. Em outros smartphones, esse intervalo do alto-falante para a borda é bem maior. No caso do Optimus G Pro, é praticamente inexistente. DSC00922 Não posso me esquecer do botão central na parte inferior (entre os comandos de Menu e Voltar, que são botões virtuais), que possui um LED de notificação integrado e multicolorido. Pode parecer um detalhe efêmero, mas que chama a atenção de muitos usuários, principalmente pelo fato de modelos concorrentes diretos do Optimus G Pro possuem recursos semelhantes (exemplo: Sony Xperia ZQ). Em resumo: a LG fez um belo trabalho na estrutura externa do aparelho, oferecendo um resultado final melhorado. É o que esperava de um produto que se apresenta como top de linha. Nesse sentido, o Optimus G Pro é top de verdade. DSC00991 DSC00997 DSC00973 DSC00915 DSC01015 DSC00904 DSC01025

Acessórios

O kit enviado pela assessoria de imprensa da LG do Brasil conta com o básico: a caixa do produto (muito bonita, por sinal), o smarphone (dããã), o adaptador para rede elétrica, o cabo de dados USB, e o fone de ouvido. Ou seja, os itens considerados básicos para qualquer smartphone. Talvez o kit de venda do produto venha alguma papelada a mais, mas o essencial está aqui. DSC01050 Desses itens, mais uma vez destaco o fone de ouvido que a LG oferece nesse produto. É o mesmo fone que está presente no kit de venda do Optimus G, logo, com a mesma qualidade acima da média destacada naquela ocasião. Para quem gosta de ouvir música no smarphone, e considera esse detalhe essencial para a decisão da compra, pode ter a certeza que ficará muito satisfeito com a qualidade final de reprodução de áudio desse acessório. DSC01052 DSC01054

Tela

A tela é um dos pontos mais fortes do LG Optimus G Pro. E, para resumir: é uma tela simplesmente espetacular. São 5.5 polegadas de tela IPS LCD, com resolução de 1080 x 1920 pixels, com 401 ppp e película Gorilla Glass 2. Ou seja, é um dos melhores conjuntos técnicos do mercado, e para quem procura aproveitar ao máximo os recursos de jogos, imagem e multimídia em um smartphone, talvez esse possa ser um fator decisivo na hora da compra. DSC00953 O resultado das imagens apresentadas é de encher os olhos. As cores são vivas e vibrantes, com uma qualidade de brilho impecável. Até é redundância falar muito sobre isso nesse post, pois estamos falando de uma tela de 5.5 polegadas em Full HD. Mesmo assim, vale a pena destacar (e reforçar) que a experiência visual é a melhor possível. DSC00962 A resposta da tela ao toque é muito boa, mesmo com elementos de tela de dimensões reduzidas (como é o caso do seu teclado virtual), o que acaba favorecendo e muito a sua interação com a interface Android proposta pela LG. Logo, o conjunto geral desse aspecto promete a melhor experiência de uso possível. DSC00926 DSC00930 DSC00968

Sistema Operacional e Interface de Usuário

O produto enviado pela LG para testes está com a versão 4.1.2 Jelly Bean do Android, e durante o período de testes, nenhuma atualização foi enviada. Entendo que o Optimus G Pro possui hardware de sobra para receber as versões mais recentes do Android. Só espero que isso não demore a acontecer. Seria quase um pecado um produto desse porte simplesmente ficar estacionado em uma versão Android considerada defasada, e dispositivos com especificações semelhantes (e, em alguns casos, inferiores) ao do G Pro. Screenshot_2013-10-28-19-19-27 Mais uma vez, a LG escolheu a sua interface de usuário customizada para entregar a sua proposta de experiência de uso. Mais uma vez, tenho que destacar os pontos positivos e negativos disso. O ponto positivo é que, mesmo com tantas intervenções do fabricante, a interface oferece uma experiência fluída, sem engasgos. É claro que também se leva em consideração o seu elevado hardware, mas já vimos em produtos de outros fabricantes as interfaces altamente customizadas, que “matam” essa experiência de uso.

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Muitos elementos presentes no Android da LG são interativos, e podem ser úteis no uso diário. O Quick Memo é um dos mais destacados (até possui um botão dedicado ao recurso), permitindo que o usuário faça anotações rápidas em qualquer ponto da tela. Funcionalidades como o backup, editor de vídeos e Smart Share podem fazer a diferença na hora de entregar uma experiência de uso completa para aqueles que souberem aproveitar desses benefícios.

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Por outro lado, essa mesma interface segue visualmente carregada. Tem elementos demais na tela, cores demais, e uma disposição de elementos que podem deixar o uso confuso para os iniciantes. Para quem tem experiência com o mundo dos dispositivos móveis, tudo bem. Mas para aqueles que são usuários de primeira viagem, podem efetivamente se complicar com tantos recursos apresentados de uma vez.

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Também estão disponíveis outras funcionalidades interessantes, como o Remote Call Service, que inicia um suporte remoto ao usuário com um especialista da LG, que vai diagnosticar os problemas que o dispositivo pode ter, e ajudar o mesmo na resolução do problema…

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…o Quick Translator, que permite a tradução rápida de palavras e frases…

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…o Safety Care, que permite que seus amigos e familiares sejam alertados, caso você esteja em uma situação de emergência ou perigo…

Screenshot_2013-10-28-20-15-47 …o SmartWorld, que reúne aplicativos escolhidos pela LG para o seu dispositivo…

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…e o SmartShare, que compartilha os seus conteúdos de mídia com outros dispositivos, como TVs e monitores compatíveis, de modo sem fio. Screenshot_2013-10-28-19-16-59 Não podemos nos esquecer do já tradicional Quick Memo, que também está presente em outros modelos da LG, e que é mais um destaque de interação do usuário com o dispositivo, mas em uma proposta diferenciada e intuitiva.

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Por fim, outro detalhe que parece ter melhorado de forma considerável em relação ao Optimus G é o seu teclado virtual. Tanto na orientação horizontal quanto na vertical, o teclado do Optimus G Pro parece estar mais preciso e funcional. Além disso, a impressão que tive é que o dicionário do teclado virtual melhorou de forma considerável, com maior capacidade de previsibilidade.

Qualidade de Áudio

O LG Optimus G Pro tem como um dos seus principais apelos a qualidade de sua reprodução de conteúdos de multimídia e entretenimento. Para complementar essa experiência, eles adicionaram bons alto-falantes externos, que reproduzem o som com uma potência satisfatória, oferecendo assim um conjunto completo para um entretenimento de boa qualidade. DSC01018 Além disso, destaco novamente o seu fone de ouvido que acompanha o produto. Muitas vezes o fabricante coloca no kit de venda de um smatphone um fone de ouvido “genérico”, ou um produto que basicamente funcione. Mas isso não quer dizer que esses fones funcionem bem. E muitos fabricantes simplesmente não entendem que muita gente usa o smartphone também como player musical principal.

No caso do LG Optimus G Pro, isso não acontece. Temos aqui um fone com qualidade acima da média em relação aos demais, tanto em relação ao áudio, quanto em relação ao material empregado na construção do produto. É o mesmo fone já encontrado no kit de venda do LG Optimus G, e por mais que alguns digam que os fones são razoáveis (eu discordo), ao menos é um item a menos para você se preocupar em comprar logo após a compra do smartphone.

Internet

Esse é mais um modelo que conta com a conectividade 4G LTE. E esse é mais um review que vou pedir desculpas para vocês, por morar em uma cidade que não possui uma rede 4G habilitada (lamento mesmo, mas assim é a vida). Logo, não posso passar as minhas impressões sobre essa característica. Screenshot_2013-10-28-19-18-43 Nos demais modos (3G e Wi-Fi), o LG Optimus G Pro se apresenta bem competente, oferecendo uma rápida transmissão de dados para a navegação em geral. A presença do Wi-Fi a/b/g/n ajuda na navegação doméstica e/ou em redes privadas, e por contar com um modem naturalmente mais potente, pode se beneficiar das conexões HSPA+ para uma transmissão de dados mais eficiente em 3G (ou 3G+, que lá fora é chamado de 4G).

Não registrei problemas de incompatibilidade de aplicativos que dependem dos recursos de internet, que não ofereceram inconsistências ou travamentos. Também não percebi perdas de sinal ou quedas em um uso considerado normal (apenas em locais onde naturalmente o sinal de rede se torna mais fraco). Nesse ponto, o LG Optimus G Pro se comporta como o esperado.

GPS

Este não é um dos pontos fortes do LG Optimus G Pro. Pelo menos o modelo enviado para testes apresentou muita demora para fixar o GPS nos aplicativos de mapas e navegação. A localização do Google funcionou bem (como sempre), porém, o GPS em si demorou demais (bem mais de um minuto) para determinar a localização do aparelho. Isso é, quando ele conseguiu detectar essa posição. O principal problema está principalmente no aplicativo de navegação (por sinal, o aplicativo de navegação padrão do Google não está presente de forma nativa no Optimus G Pro).

Se o GPS demora demais para determinar a sua posição no mapa, o aplicativo de navegação fica seriamente prejudicado, não funcionando da forma mais adequada. Em resumo: se você pensa em utilizar o LG Optimus G Pro como GPS alternativo, reconsidere a sua escolha, pois as chances do modelo não atender as suas expectativas são enormes.

Câmera

O LG Optimus G Pro possui uma boa câmera de 13 megapixels para os interesses gerais, mas apresenta algumas deficiências que podem ficar mais evidentes para os mais exigentes. DSC01062 As fotos registradas durante o dia resultam em imagens com uma boa qualidade, mas é possível perceber que alguns tons mais quentes ficam muito carregados. Não temos imagens tão naturais quanto desejado ao registrar as imagens em condições perfeitas de iluminação. O que não quer dizer que você não possa capturar imagens de boa qualidade. DSC01063 A parte positiva do software da câmera do LG Optimus G Pro é a quantidade de ajustes que podem ser feitos pelos usuários mais experientes para corrigir um pouco essas imperfeições. Além disso, os recursos adicionais (HDR, disparo automático, ISO, efeitos de cor, etc) podem ajudar a otimizar os resultados. Porém, os modos automáticos da câmera apresentam esses problemas. Em fotos registradas com baixa luminosidade, essa câmera se apresenta apenas como uma câmera regular, onde uma considerável quantidade de ruídos pode ser detectada nas imagens.

De novo, pode não incomodar os usuários que tiveram celulares com câmeras inferiores (aliás, para as principais atividades – de compartilhamento nas redes sociais e envio de imagens no Instagram – segue sendo o suficiente) ou nunca aspiraram ter um telefone desse porte, não será esse o detalhe que desabone a compra. Por outro lado, se a qualidade de imagem captada é a sua prioridade, é melhor considerar outras opções. DSC01065 Para a captação de vídeos, tanto a câmera frontal quanto a traseira apresentaram bons resultados. O nível do áudio é satisfatório, e chamou a atenção a boa qualidade de captação de áudio dos microfones. A qualidade de imagem é boa o suficiente para que a maioria dos usuários possam publicar os seus vídeos no YouTube sem maiores problemas.

A câmera frontal de 2.1 megapixels é apenas razoável para fotos, apresentando algumas distorções e excessos de filtros para melhorias da imagem captada. Por outro lado, é uma câmera mais adequada para videochamadas. Logo, também não devemos considerar esse detalhe um grande problema. A seguir, algumas fotos registradas durante o período de testes.

Durante o dia, em ambiente externo

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Fotos noturnas, com baixa luminosidade

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Da câmera frontal

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Games

Com um hardware do seu porte, o LG Optimus G Pro oferece uma excelente experiência para os jogos. A combinação de um potente processador (Qualcomm Snapdragon 600 quad-core de 1.7 GHz), trabalhando com 2 GB de RAM, uma GPU avançada (Adreno 320) e uma ampla tela de 5.5 polegadas (1080p, IPS e 401 ppp) é uma das mais completas para que você possa rodar qualquer tipo de jogo, principalmente aqueles que possuem gráficos mais elaborados.

Jogos que naturalmente exigem uma demanda maior dos recursos do smartphone para uma melhor performance (como é o caso de Real Racing 3) são executados sem maiores problemas. Não se percebem engasgos, lags ou travamentos, e a jogabilidade está absolutamente garantida. Por consequência, a qualidade de reprodução dos gráficos é simplesmente impecável. Afinal de contas, é uma tela de 5.5 polegadas em Full HD. Logo, não poderia se esperar menos que isso. Screenshot_2013-10-26-13-24-07 A principal novidade desse review em relação aos anteriores é que utilizei pela primeira vez o game Dead Trigger 2, uma novidade que ficou disponível no mesmo período em que o aparelho estava disponível para testes. E os resultados do jogo com esse smartphone são simplesmente excepcionais. Screenshot_2013-10-26-13-25-06 Screenshot_2013-10-26-13-46-26 No vídeo review (no final desse post), você poderá conferir as demonstrações dos jogos testados com o LG Optimus G Pro, inclusive o Dead Trigger 2. Screenshot_2013-10-26-13-26-23 Screenshot_2013-10-26-13-46-06

Multimídia

Contando com os mesmos recursos já presentes no Optimus G, o LG Optimus G Pro vai bem nesse quesito. Combinado com o fato de contar com alto-falantes potentes, ótimos fones de ouvido e uma tela com alta resolução (com 5.5 polegadas, é sempre bom lembrar), o smartphone pode ser um excelente aliado daqueles que gostam de ouvir música e consumir vídeos na tela do smartphone. Screenshot_2013-10-28-19-12-16 Nesse sentido, a LG apresenta aplicativos próprios de música e vídeo, com recursos específicos e diferenciados dos players padrão da Google. No app de música, por exemplo, o usuário pode controlar o recurso de Dolby Surround (quando os fones de ouvido estão conectados), SmartShare (para compartilhamento do conteúdo reproduzido em outros equipamentos conectados) e músicas favoritas. Screenshot_2013-10-28-19-55-27 O player de vídeo também conta com SmartShare, além de diferentes modos de ajuste de tamanhos de reprodução de tela. Também está presente um interessante modo de bloqueio de tela, para evitar acidentais acionamentos da mesma em um contato ocasional dos dedos do usuário ou em outras situações eventuais. Screenshot_2013-10-28-19-56-30 O usuário também conta com recursos interessantes de produção e edição de conteúdo, como por exemplo o gravador de voz (que deveria ser algo comum em todos os smartphones, mas alguns fabricantes insistem em o deixá-lo de fora)… Screenshot_2013-10-28-19-24-48 …e um simples editor de vídeos, que permite ao usuário em criar suas obras visuais de forma rápida, no próprio smartphone, sem precisar depender do computador para uma edição mais simples. Screenshot_2013-10-28-19-23-40

Bateria

A bateria de lítio do LG Optimus G Pro possui 3.040 mAh. Essa bateria se comporta de acordo com o nível de exigência do usuário. O problema é que o usuário de um modelo como esses tende a ser mais exigente, e explorar todo o potencial que o produto oferece. E aí, essa bateria pode ser insuficiente. Screenshot_2013-10-28-19-20-58 Para os usuários que pretendem ter um uso considerado “normal” (acesso às redes sociais, música nos fones de ouvido, e-mails o tempo todo, ler notícias ocasionalmente, acesso à internet, fotos no Instagram/Facebook, etc), a autonomia de bateria pode aguentar até um dia de uso sem maiores problemas.

Até porque essas atividades combinadas não exigem um uso prolongado da tela e dos recursos de hardware (processador, RAM e GPU). Porém, se você precisa rodar um vídeo ou um jogo, o consumo de bateria aumenta de forma considerável, acima daquilo que eu considero aceitável para um produto desse porte. Para aqueles que pretendem utilizar o smartphone com essas atividades (o que é mais do que aceitável, se analisarmos as características do produto), a bateria é um ponto que pode deixar a desejar.

Desempenho

O LG Optimus G Pro possui um processador Qualcomm Snapdragon 600 quad-core de 1.7 GHz, trabalhando com uma GP Adreno 320, com 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (expansível via slot para cartões microSD de até 64 GB). São especificações poderosas, que posicionam o modelo como um autêntico top de linha, e a sua experiência geral comprova isso.

É um smartphone poderoso para qualquer tipo de atividade. Tudo o que foi executado no modelo rodou de forma plena e limpa, sem engasgos ou travamentos. Jogos e gráficos mais pesados, vídeos e aplicativos de diferentes categorias foram executados perfeitamente.

A interface de usuário, apesar de um grande nível de customização, é leve e fluída, permitindo uma utilização prazerosa o tempo todo. O desempenho geral do Optimus G Pro foi excelente. Um dos melhores que já testamos em 2013 no TargetHD. DSC00954

Conclusão

O LG Optimus G Pro está aprovado. Pesando as qualidades e desvantagens detectadas durante os testes, concluo que esse smartphone da LG consegue sim oferecer uma experiência de uso “Pro” que deve agradar aos usuários iniciantes e os avançados. Para quem quer ter um tabletphone no bolso, ou um modelo com tela em Full HD (e, principalmente, se o dinheiro não é um grande problema para você), o Optimus G Pro se apresenta como uma das melhores opções de 2013.

Review em Vídeo

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TargetHD Podcast | 204 | Google Nexus 5 e Android 4.4 KitKat

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Nesta edição:

Google Nexus 5 é anunciado oficialmente
Android 4.4 KitKat é anunciado oficialmente
Galaxy Nexus não vai receber a atualização para o Android 4.4 KitKat
Android KitKat: mais detalhes sobre os primeiros updates; Motorola pretende atualizar “por etapas”
[TargetHD Responde] Vale a pena mudar para o Nexus 5, uma vez que tenho o Nexus 4?

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