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Os teclados alternativos estão chegando ao iOS 8, com o SwiftKey liderando a fila

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Os responsáveis pelo SwiftKey informaram publicamente que o seu teclado chegará ao iOS 8 no dia 17 de setembro (junto com a nova versão do sistema operacional da Apple). Desse modo, ele vai se tornar um dos primeiros teclados alternativos disponíveis para essa plataforma móvel. A Apple já avisou na WWDC 2014 que outros teclados devem chegar, sendo assim alternativas ao teclado virtual nativo do iOS 8. Mas desde já, muita gente já olha para o Swype e SwiftKey de forma prioritária.

O SwiftKey largou na frente, e estará disponível rapidamente para qualquer dispositivo com iOS 8. Aparentemente, sua interface e especificações serão exatamente as mesmas encontradas na versão Android, onde a previsibilidade de palavras e o “modo Swype” são os grandes destaques. Veremos se a proposta consegue desbancar o teclado nativo da Apple, que de acordo com os seus engenheiros, também melhorou a sua tecnologia de previsão de palavras, que foi batizada como QuickType.

Não sabemos ainda o preço do SwiftKey para iOS, ou se eles vão adotar o mesmo modelo de negócio aplicado no Android (o app é de graça, e você paga pelos temas para personalizar a sua aparência). A segunda abordagem parece ter mais sentido pelo menos no começo de suas ações no iOS, principalmente para atrair a maior quantidade possível de potenciais usuários.

 

Outros teclados devem chegar

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A nova filosofia da Apple nesse aspecto chegou a surpreender os presentes na WWDC. Lá, eles anunciaram o Extensibility, um recurso que permite a integração de widgets em dispositivos iOS 8, além de abrir opções para tornar mais fácil a tarefa de conectar aplicativos – por exemplo, para compartilhar conteúdos em diferentes serviços e redes sociais.

Os teclados alternativos são uma das opções mais solicitadas pelos usuários do iOS, que viram como a filosofia aberta do Android permitia que essa plataforma recebesse soluções excelentes. Não só isso: fez com que o teclado nativo do Android melhorasse de forma notável nos últimos tempos, porém, soluções como as citadas nesse post conseguiram uma cota de mercado respeitável, aumentando a competição nesse segmento de aplicativos.

Por enquanto, empresas como Swype e Flesky já manifestaram o interesse de adentrarem no terreno do iOS, mas certamente veremos uma interessante batalha nesse segmento, onde ideias vindas de desenvolvedores criativos não faltam.

Os melhores teclados para o seu smartphone Android

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Encontrar o teclado perfeito para o seu smartphone Android não é uma tarefa simples. Há dezenas de opções disponíveis, e a maioria são muito boas. Tudo depende do tipo do design do teclado e funções que ofereçam uma maior comodidade para você. Nesse post, apresentamos cinco das melhores opções que recomendamos para você.

A lista foi feita baseada no resultado da votação dos leitores do site Lifehacker, e contém alguns dos melhores apps de teclado para o Android.

SwiftKey


Um dos pontos fortes do SwiftKey desde o seu início foi o seu teclado preditivo. O app segue fazendo isso muito bem, mas melhorou muito ao longo do tempo, suportando múltiplos designs de teclado, tamanhos, temas, opções de personalização e sincronização com a nuvem. Além disso, o SwiftKey, que antes era pago, passou a ser gratuito na Google Play.

Download

Swype


O Swype foi o teclado original para escrita através de gestos, deslizando os dedos pelas teclas. Vem como o teclado padrão em muitos smartphones Android. Durante os últimos anos, o Swype melhorou a sua tecnologia, principalmente a sua previsibilidade, e adicionou diversos dicionários e maiores possibilidades de personalização. Agora, além de suportar o ditado por texto (via Nuance), o app oferece uma tela dividida para dispositivos com telas grandes, como phablets e tablets (ou para o smartphone em modo paisagem).

Download (R$ 8.91)

Google Keyboard

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O teclado padrão do Android melhorou muito. A Google incorporou algumas das funções mais populares de apps de terceiros no seu teclado, que pode ser baixado gratuitamente na Google Play. A versão do Google Keyboard disponível para o Android KitKat tem digitação por gestos, dicionário que vai aumentando conforme o uso, ditado por voz e outros recursos. É bem poderoso, e oferece muitas funções de graça, onde em outros teclados você precisaria pagar.

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Flesky


A grande diferença do Flesky para os demais apps é a sua velocidade e precisão. Seu design vai mudando de acordo com a digitação, para garantir que as próximas letras que você vai precisar estão destacadas o mais próximo possível dos seus dedos. Tem um teclado invisível e múltiplos temas e opções de personalização. Uma vez aprendido o seu perfil, é possível digitar palavras e até frases inteiras sem precisar olhar para o teclado. Em resumo: o Flesky é desenvolvido para quem gosta dos teclados de toque, e não nos gestos (como o Swype).

Download (grátis por 30 dias)

Minuum


O Minuum nasceu de um projeto de crowdfunding na IndieGoGo, e foi um grande sucesso. É um teclado diminuto, mas muito fácil de usar, até mesmo se suas mãos são grandes. Ocupa uma pequena barra na parte inferior do dispositivo, e o seu segredo é que ele se baseia fortemente no seu software preditivo para que o digitar seja algo rápido e simples. É talvez um dos apps que exige uma maior adaptação, mas se você é um daqueles que utiliza muito os polegares para digitar, e te incomoda o fato do seu teclado atual ocupar quase a metade da tela do seu smartphone, vale a pena fazer um teste.

Download (grátis por 30 dias)

Por que diabos o Swype registra a localização do usuário 4 mil vezes por dia?

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Em dezembro de 2013, um usuário do Swype instalou a ROM CyanogenMod 10.2 em seu smartphone, e ativou o recurso “Privacy Guard”, onde é possível consultar os tipos de permissão os seus aplicativos utilizam. Por conta disso, se deu conta que, em quatro dias, o Swype acessou a sua localização quase 15 mil vezes.

O aplicativo realizava, em média, 2.5 consultas por minuto, e não parece ter uma explicação minimamente razoável por parte de seus responsáveis. O aplicativo não é atualizado desde o dia 19 de dezembro – e as mudanças dessa última edição não dão indícios sobre o assunto -, e em todos esses meses, o comportamento é o mesmo.

As suspeitas aparecem. Afinal de contas, por que um aplicativo que apenas oferece um método de escrita alternativa precisa acessar a nossa localização tantas vezes?

De certo modo, é até razoável que o app faça isso uma vez ou outra para conhecer a região que estamos, fazendo com que o seu dicionário se ajuste ao nosso idioma local. Mas isso pode muito bem ser feito por um menu que faça o ajuste desse parâmetro.

Tal anormalidade foi relatada no fórum do Swype, entre abril e junho de 2013, e só em dezembro do ano passado um dos moderadores comentou o assunto:

Isso parece ser definitivamente um erro. Verificamos a última localização conhecida para oferecer dialetos regionais através do recurso Living Language. O Swype não deveria pedir informações de localização até esse limite. Vou me assegurar que isso fica registrado como um erro, para que possamos averiguar o que acontece.

Depois disso, não houve mais respostas sobre o assunto por parte da Nuance, que aumenta as suspeitas sobre esse comportamento. E esse não é o primeiro caso de permissões inexplicáveis em aplicativos que teoricamente não deveriam acessar esses recursos, mas a popularidade do Swype fez com que esse problema fosse fonte de várias críticas de alguns desenvolvedores Android.

E o que é pior: tal problema pode ser um dos motivos para a bateria do seu smartphone Android não durar um dia completo de uso.

Via Swype Forums

Veja o teclado estilo Swype do Windows Phone 8.1 em ação (vídeo)

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O Windows Phone 8.1 vai contar com uma série de novos recursos interessantes, e um deles que merece destaque é o seu novo teclado. O pessoal do site Unleash the Phones publicou um vídeo que mostra que o novo teclado será similar ao Swype que já conhecemos no Android.

É esperado que o Windows Phone 8.1 seja lançado em algum momento em Abril, e mais detalhes sobre a próxima versão do Windows Phone podem ser apresentados na Microsoft Build Conference em San Francisco (EUA), entre os dias 2 e 4 de abril.

 

Via The Verge

Swype 1.5 deixa a etiqueta de beta, e está disponível como aplicativo na Google Play Store

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Demorou, mas finalmente chegou o momento do Swype deixar de ser um aplicativo beta, e se tornar um aplicativo disponível para todos. O pessoal da Nuance deu por finalizado seu projeto de teclado virtual, e para comemorar, finalmente estreiam na Google Play Store (simplificando o seu processo de instalação).

A versão 1.5 do software conta ainda com um acesso direto ao assistente móvel da Dragon, ampliando o repertório da Living Language para 20 idiomas, além de contar dois temas novos e uma grande revisão nas funções Smart Touch e Smart Reselect. Com a sua chegada à Google Play Store, o aplicativo está com o seu preço limitado de apenas R$ 2 para compra, com sua instalação permitida em quase todo e qualquer smartphone Android com versão 2.2 ou posterior.

Download: 

– Swype for Android 1.5 (Trial)
– Swype for Android 1.5 (Full = R$ 2)

Review | Motorola RAZR

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Mais um review para o blog TargetHD. Dessa vez, apresento o Motorola RAZR, um smartphone que entra na categoria de “superphones”, com tela avantajada, um processador de dois núcleos, e muitas possibilidades para atividades multimídia. Nessa análise, mostro as principais características do smartphone, e minhas impressões sobre o modelo que é a aposta da Motorola para competir com os poderosos smartphones da concorrência.

A primeira impressão que tive do Motorola RAZR foi de um aparelho grande e sóbrio. Não há muitos detalhes visuais, não há muitos enfeites, e isso não é uma má notícia. A proposta do RAZR é ser um telefone sério, que passe a sensação de robustez e segurança, mas com muita flexibilidade para atividades multimídia. Não é um telefone com cantos arredondados, como tantos outros que já vimos por aí. Nos cantos, há pequenos cortes diagonais, que lembram o desenho do Motorola Xoom 2 Media Edition, o que torna o seu design único (e evita problemas com certas empresas de Cupertino).

Na parte superior, destaque para a câmera frontal de 1.3 MP para videochamadas. Ela é realmente boa (para o seu propósito), com uma exibição de imagens impecável. Vale a pena conversar em vídeo com esse tipo de câmera.

Na parte inferior, poucos detalhes. Apenas os botões básicos de comando para o Android 2.3.5 (Gingerbread).

Um dos principais pontos positivos do Motorola RAZR é o seu acabamento em Kevlar, que torna o telefone mais resistente, robusto e ainda mais bonito. Apesar de não testar toda essa resistência na prática (uma vez que esse aparelho não é meu), ele passa uma sensação de segurança e solidez muito convincente, já que o telefone não possui tampa traseira de acesso à bateria. Logo, o smartphone é feito em um único corpo, compacto e selado. Suas laterais cromadas deixam o telefone atraente para vários tipos de público.

Visão geral da lateral do Motorola RAZR. Como era de se esperar, é um telefone de baixa espessura, exceto pela saliência superior, que receber a sua câmera e um alto-falantes.

A sua câmera de 8 megapixels é muito boa, apesar de que em ambientes mais escuros, ela deixa um pouco a desejar, mesmo com o seu flash LED. Mas, convenhamos, são poucas as câmeras de dispositivos móveis que se sobressaem em condições de baixa luminosidade. Além disso, o alto-falantes oferece um áudio de boa qualidade, bem audível nas diversas situações.

Conversando com outros colegas blogueiros, a explicação passada para que o RAZR tenha essa saliência destacada na parte superior é por causa do sensor de sua câmera, que é maior, para captar melhores imagens. A ideia é boa, mas gera um “efeito colateral”, que aqueles olhares mais perspicazes vão observar rapidamente algo que pode incomodar aos usuários mais exigentes.

Exatamente. A câmera pode ficar em contato direto com mesas, bancadas e outras superfícies, que podem trazer riscos na lente. Não sei se a Motorola pensou nisso na hora de desenvolver o design do RAZR, mas eu considero esse um grande problema do telefone. Recomendo aos futuros compradores a adquirirem no ato da compra uma capa protetora, não apenas para proteger o telefone, mas para “isolar” a câmera do dispositivo da sua mesa de trabalho. Senão, fica difícil manter a sua lente segura.

Como o telefone não possui tampa para acesso de bateria, um slot lateral está presente, para receber o seu chip SIM e o cartão de memória microSD. Particularmente, não considero isso um problema, e sim, uma solução. É mais prático para trocar o cartão da operadora (quando necessário) e o cartão de memória. Por outro lado, os usuários que pensam em aumentar a autonomia de uso do telefone, podem esquecer. Não vão poder adicionar uma bateria com maior quantidade de mAh. Ou levam o carregador o tempo todo consigo, ou começa a torcer com o dia que alguma alma caridosa crie um case com bateria integrada. Falarei da autonomia de bateria em detalhes mais para frente.

Na outra lateral, o botão de liga/desliga (em prata), e os botões de controle de volume, em preto, bem integrados ao corpo do telefone. Nesse caso, quase imperceptíveis.

Na parte superior do produto, temos o conector para fones de ouvido, o conector para o cabo miniUSB, e para o cabo miniHDMI. Muito bem posicionados, e facilitam o uso para diversas tarefas.

Visão geral da parte traseira do Motorola RAZR.

Uma das partes mais legais do Motorola RAZR é a sua parte traseira emborrachada. Além de bonita, ela torna a pegada do aparelho mais segura, evitando que o telefone escorregue das mãos. Tudo bem, você não tem um telefone que permita a troca de bateria, mas é um diferencial que agradou durante os testes, e que vai agradar a alguns usuários.

Agora, um comparativo breve de tamanho entre o Motorola RAZR e alguns smartphones que estão por aqui.

No comparativo (da esquerda para a direita): Samsung Omnia W (que terá o review em breve no TargetHD), Samsung Galaxy S II, Motorola RAZR, iPhone 3GS e BlackBerry Bold 9780. Mais fotos abaixo.

Reparem nas diferenças de tamanhos entre o RAZR e outros modelos com telas menores. O smartphone da Motorola é realmente bem maior que os outros.

Um comparativo mais objetivo é do RAZR com o Samsung Galaxy S II. Fotos abaixo.

O RAZR é levemente mais fino que o Galaxy S II (em sua parte de menor espessura). A diferença é quase imperceptível aos olhos, mas pode ser notada ao segurar o aparelho, ou ao colocá-lo no bolso da frente da calça.

Os dois modelos, lado a lado, com suas telas principais (modifiquei a interface do Galaxy S II com o aplicativo GoLaucherEx, disponível gratuitamente no Android Market). A tela do RAZR é muito boa (afinal, é uma tela Super AMOLED com resolução qHD), mas acho as cores da tela do Galaxy S II mais vivas e brilhantes.

O Motorola RAZR apresenta um desempenho muito bom nas atividades no qual ele se destina a ser muito bom: multimídia. Seu processador dual-core de 1.2 GHz faz com que vídeos, músicas e jogos sejam reproduzidos com agilidade e excelente qualidade. Se você pretende usar esse smartphone para essas finalidades, é uma das opções mais recomendadas. Ele nasceu para isso.

A tela Home do Android com a interface adotada pela Motorola, com disposição de widgets e atalhos para aplicativos de livre escolha do usuário.

Um recurso legal dessa interface: na parte onde está disponível para o atalho de contatos favoritos, basta você arrastar para baixo na lista inicial…

… e essa lista se expande, em forma de mosaico. Bem legal!

Tela de exibição de aplicativos do sistema, com navegação na orientação horizontal.

Aqui é uma boa hora para falar do desempenho de sua bateria. O Motorola RAZR, pelo seu excesso de recursos ativos de forma simultânea, tem uma autonomia de bateria abaixo daquilo que a maioria dos usuários desejam. Sua bateria de 1.800 mAh promete uma autonomia de uso de até 324 horas em standby, e até 600 minutos de conversação (ou seja, 10 horas de uso). Levando em conta que você vai usar esse telefone conectado a maior parte do tempo, mesmo desabilitando recursos como GPS e reduzindo o brilho de tela (algo que normalmente fazemos em nossos dispositivos, para conseguir alguns momentos a mais de uso), o telefone tem um consumo acima da média, e nos testes feitos, ele não chegou ao final de um dia de uso, precisando recarregar a bateria no final da tarde.

O ideal é que ele tivesse autonomia para só ser recarregado à noite, depois de um dia inteiro de trabalho ou de atividades constantes em multimídia. Ainda mais se levarmos em conta que os potenciais compradores desse smartphone vão passar boa parte do tempo ouvindo músicas, rodando vídeos e executando jogos que exigem um hardware mais potente e, por tabela, mais bateria do smartphone.

Sua câmera traseira, de 8 megapixels, é boa para fotos informais, e muito boa para vídeos.

Mas é a câmera frontal que merece maior destaque. Com 1.3 megapixels, ela possui uma qualidade muito boa para videochamadas e videoconferências. Também é útil para aquele auto-retrato que você precisa colocar como avatar para a lista de contatos.

Outro ponto a ser observado é o seu navegador de internet. Mesmo com um hardware potente, o navegador carrega as páginas de forma mais lenta que o habitual. Aqui, recomendo o uso de outros navegadores, como o Opera e o Dolphin Browser.

Por outro lado sua exibição de páginas é muito boa. Mesmo as páginas que não possuem uma versão mobile são exibidas de forma correta na tela do RAZR.

Um destaque positivo vai para o seu teclado virtual. Com uma tela de alta qualidade e tamanho maior, é muito prazeroso digitar nesse teclado. Tanto na orientação horizontal quanto na vertical. E, obviamente, o Swype trabalha muito bem. Para quem está acostumado com esse formato de escrita, vai se dar muito bem ao escrever nesse telefone.

Interface da parte de telefone do aparelho.

Por fim, o Motorola RAZR está APROVADO. É um smarthone poderoso e competente, nos seus principais objetivos de entretenimento. É uma opção que vai agradar que quer ver vídeos e ouvir música em qualquer lugar, e para aqueles que buscam um smartphone poderoso e resistente para as jornadas do dia-a-dia, com recursos de gerenciamento dos dados pessoais e corporativos, uma boa câmera para fotos e vídeos, e um sistema competente para gerenciar tudo isso.

Preço sugerido: R$ 1.999,00

Sony Ericsson oferece um teclado similar ao Swype para toda a linha Xperia 2011

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A Sony Ericsson (ou melhor dizendo, a Sony) segue oferecendo boas novidades aos usuários, através de pequenas atualizações e novas incorporações. A última novidade é a utilização de gestos de arraste, onde é possível escrever na tela em um método muito parecido (para não dizer idêntico) ao Swype, onde o fabricante desenvolveu por sua conta o sistema que recebe o nome de Gesture Input.

Com ele, poderemos redigir e-mails, mensagens de texto, tweets e todo o tipo de texto sem precisar levantar o dedo da tela. A princípio, todos os modelos Xperia 2011 receberão essa atualização, mas se você quer se certificar que o seu telefone está na lista, na fonte desse post tem a relação completa de aparelhos que receberão o sistema.

via Sony Ericsson (sobre o Gesture Input e Lista de telefones compatíveis com o recurso)

HP substitui o tablet Slate 500 com o Slate 2

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Ainda que para alguns isso possa parecer algo estranho, existem departamentos de sistemas que não permitem que seus usuários usem algo que não seja Windows ou BlackBerry. Logo, os tablets com Windows 7 se vendem sem maiores problemas. Esse é o caso do Slate 500, que teve um relativo sucesso entre os usuários corporativos, e agora recebe uma pequena atualização. O novo modelo do tablet da HP recebe o nome de Slate 2, que inclui a mesma tela de 8.9 polegadas, o mesmo Windows 7 de sempre, mas com um novo processador Intel Atom Z670, Swype e SSD de 32 GB, além de recursos de segurança. O melhor de tudo é que este novo tablet teve um corte de preço de US$ 100, ficando com preço sugerido de US$ 699.

via Engadget

Teclado Swype para o Windows Phone 7 com Sliding

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Uma das vantagens que você pode encontrar no Android é a incorporação do teclado Swype. O sistema de escrita convenceu muitos dos usuários do sistema, de modo que era de se esperar que outro sistema idêntico aparecesse na concorrência, como é o caso do Sliding.

Esse teclado virtual oferece os benefícios do Swype, com a novidade de oferecer compatibilidade com Windows Phone 7, e uma aparência idêntica ao teclado oferecido pelo sistema operacional da Microsoft. Por enquanto, a versão existente é bem básica, já que só inclui o inglês como idioma, e seu reconhecimento de palavras ainda não é muito extenso. Ainda assim, ele oferece outros tipos de funcionalidades, como vários ícones de acessos diretos ao Bing, aplicativos de SMS e e-mail. Já está disponível no Marketplace, com preço de US$ 1,29.

via WM Poweruser (Sliding no Zune Marketplace)

Samsung Galaxy Tab é lançado oficialmente no Brasil. Vamos aos detalhes

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Na noite de ontem (16/11), durante um evento em São Paulo, foi anunciada a chegada oficial no Brasil do Samsung Galaxy Tab, que é a alternativa da empresa em relação ao iPad, da Apple.

Seu preço especulado de R$ 2.700 foi confirmado pela empresa, mas este preço deve receber subsídios das operadoras que vão oferecer o produto no Brasil.

A versão nacional do Galaxy Tab traz mudanças em relação à versão norte-americana. A primeira delas é que o nosso Galaxy Tab conta com TV digital e analógica, tal como o Galaxy S (coisa que a versão norte-americana não tem), vem com livros em português (o que é meio óbvio) e conta com especificações melhores do que a versão dos Estados Unidos.

O produto também vem com acesso aos e-books da Livraria Cultura e Publifolha, tem acesso ao conteúdo de jornais como Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e o Globo, além de algumas revistas. Ele já vem com 15 livros pré-instalados, e uma das apostas que a Samsung tem com este produto é justamente o seu uso para leitura, pois como toda tendência de tecnologia, o mercado de livros digitais vai crescer consideravelmente nos próximos meses, em virtude dos produtos que estão chegando ao mercado nacional.
O tablet reproduz vídeos em HD e pode se conectar a outros dispositivos via DLNA. Ele conta com sistema operacional Android 2.2 (Froyo) com interface TouchWiz, contando com acesso aos aplicativos e jogos do Android Market.

Ele tem tela de TFT-LCD de 7″ (1024 x 600), processador de 1,2 GHz (a versão norte-americana tem processador de 1 GHz), memória interna de 16 GB (expansíveis via cartão microSD) câmera traseira de 3 MP com auto-foco e câmera frontal de 1.3 MP, para vídeo chamadas.

Ele possui conectividades 3G, WiFi, Bluetooth 2.1, A-GPS, acelerômetro e rádio FM, com bateria de 4.000 mAh.

Chega ao mercado ainda neste mês de novembro, pelo preço de R$ 2.700. Nenhuma operadora anunciou quando vão oferecer o tablet aos seus consumidores, nem o seu preço subsidiado.

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[tablet pc] Samsung Galaxy Tab é revelado em seu primeiro teaser

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O rumorado tablet PC da Samsung, o Samsung Galaxy Tab deu mais um passo para se tornar oficial, e já mostra as suas habilidades em um teaser. Bom, o que podemos dizer dele? Que ele tem Android 2.2, tela de 7″, recurso de vídeo chamadas, Swype para entrada de texto, suporte Flash, reprodução de conteúdos em alta definição, navegação por GPS e um modo e-book. Mais detalhes em breve, ou mais precisamente, em 2 de setembro, na IFA 2010.

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[smartphone] Motorola Droid 2 (e sua edição especial R2-D2) são oficiais, na Verizon dos EUA

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E ele está entre nós. Ou, pelo menos, entre os norte-americanos. Mais especificamente ainda, entre os usuários da Verizon. O Droid 2 é oficialmente apresentado pela Motorola, em parceria com a já citada operadora norte-americana. Detalhes: Android 2.2, Flash Player 10.1, teclado QWERTY renovado, função de hotspot móvel (por sistema pré-pago com a Verizon), e é um dos primeiros equipamentos a incluir o Swype de série.

Além disso, ele tem tela de 3,7″, câmera de 5 MP, streaming via DLNA, 8 GB de memória interna e slot para cartão microSD, com um cartão de 8 GB já inclusos no pacote. Estará disponível para compra amanhã nos Estados Unidos, mas para algumas unidades. Sua chegada definitiva em todo o país será na sexta-feira. Preço: US$ 200, com contrato de permanência de dois anos.

Agora, falando um pouco mais para os fãs de Star Wars. A edição R2-D2 do recém chegado smartphone só pode ser adquirida via web da Motorola. O aparelho vem com conteúdo exclusivo de Star Wars, para deleite dos fãs. Eles não confirmaram o seu preço, mas a previsão é que, assim que for anunciada sua disponibilidade, ele deve se esgotar logo. Que a Força esteja com você até que a Motorola resolva lançar este smartphone no Brasil.

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[MWC 2010] Motorola Quench, com Android 2.1 #mwc2010

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A Motorola anunciou um novo aparelho com Android na Mobile World Congress 2010, em Barcelona. O novo Quench dispõe de Android 2.1 e interface MotoBlur com widgets personalizáveis para uma conexão imediata nas redes sociais mais habituais, como Facebook, Twitter, Last.fm ou MySpace.

Ele foi criado para ser o objeto de desejo dos mais jovens. E para isso, também traz conexões 3G, WiFi, Bluetooth, A-GPS, Câmera de 5 MP com flash LED, slot de expansão microSD, tela touch de 3,1″ HVGA (320 x 480), e um sistema de entrada de texto Swype. Um último detalhe do produto: ele não possui teclado slide, e quase não tem botões físicos. Deve mesmo fazer sucesso entre os adolescentes.

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