Arquivo para a tag: streaming

Atualização do Windows 10 interrompe streaming com 130 mil pessoas

by

gifjuego

Sério, isso aqui deve ser muito tenso. Os sentimentos de frustração e impotência são quase indescritíveis em uma situação como essa.

Todo mundo sabe muito bem que as atualizações do Windows 10 são famosas por tomar bastante tempo da vida do usuário, serem algo frequentes (o que não é algo ruim, pois mantém o software mais seguro por mais tempo) e, principalmente, por aparecerem nos piores momentos possíveis, quando simplesmente não podemos interromper o que estamos fazendo. E foi exatamente esse último caso que aconteceu ao vivo, diante de 130 mil espectadores online.

O conhecido gamer Erik Flom estava realizando um streaming de uma seção de jogo para mais de 130 mil dos seus fiéis seguidores, quando uma atualização do Windows 10 começou a ser executada. De repente. Do nada.

O update, ao que parece, foi desabilitado pelo próprio Erik minutos antes. Mesmo assim, o processo avançou, reiniciando o seu PC. No meio do jogo, e sem que o nosso protagonista pudesse fazer alguma coisa para evitar isso.

Obviamente, esse incidente gerou apenas o desconforto e a contrariedade do momento, sem causar consequências graves. Porém, como a internet é muito criativa e tudo o que acontece nela corre muito rápido, as cenas do incidente correram que nem pólvora queimando pelos fóruns e redes sociais, colocando ainda mais em evidência a má fama das atualizações do sistema.

Recentemente, uma situação similar aconteceu em uma transmissão de TV ao vivo, enquanto a apresentadora dava as notícias da previsão do tempo. Nesse caso, nenhuma reinicialização surpresa aconteceu, e um simples clique no item “lembrar mais tarde” resolveu o problema.

Mesmo assim… sempre fica aquela sensação de um elefante dentro de uma sala de 3 x 3 metros.

Via The Next Web

Governo Federal quer que serviços de streaming paguem taxa de direitos autorais

by

streaming-de-musica

O Ministério da Cultura abriu hoje (15) uma consulta pública para regularizar a atividade de cobrança de direitos autorais no ambiente digital. O órgão que faria essa fiscalização agiria por gestão coletiva, tal como faz o Ecad hoje.

Como as emissoras de rádio e TV (e alguns podcasts) já pagam taxas mensais de direitos autorais para o Ecad pela execução pública de músicas, o Governo Federal argumenta que os serviços de streaming devem passar pela mesma cobrança, já que é uma “execução pública”, mesmo quando a música é reproduzida através de um fone de ouvido, para uma única pessoa, tal como normalmente acontece com esse tipo de aplicativo para dispositivos móveis e individuais.

O documento com a normativa do Ministério da Cultura diz que a cobrança pode ser feita pelos titulares do direitos autorais “quando não representados pelas entidades de gestão coletiva”. Em 2014, o Ecad representava mais de 5.4 milhões de obras musicais, emitindo 86 mil contas por mês para emissoras de TV, rádios, casas de shows e outros que utilizavam tais faixas.

O Spotify (por exemplo) paga individualmente os direitos autorias dos artistas, baseado no número de execução de músicas e na modalidade da conta. Essas taxas do Spotify variam de US$ 0.006 a US$ 0.0084 por execução (dependendo se a conta é gratuita ou paga), e muitos artistas consideram esse valor baixo (aka Jay-Z, Taylor Swift, etc).

A normativa está em consulta pública nesse link, e receberá as manifestações da população até o dia 30 de março.

Vale lembrar que o Ecad é o mesmo que, em 2012, cobrava taxas mensais de blogueiros que incorporavam vídeos hospedados no YouTube em seus posts, e o  mesmo órgão que foi acusado de não repassar os direitos autorais aos artistas que eles representavam (em 2015, o Ecad alega ter distribuído mais de R$ 900 milhões para 140 mil detentores de direitos autorais).

A medida também pode ser vista como mais uma forma do Governo Federal em arrecadar mais algum dinheiro para colocar as contas do próprio Governo em ordem, depois do desastre feito com as suas contas nos últimos dois anos.

Via G1, Tecnoblog

The Pirate Bay já oferece streaming direto de filmes

by

thepiratebay-streaming

O The Pirate Bay incorporou uma nova função que permite reproduzir arquivos de vídeo de forma direta, dispensando o download prévio.

Isso é possível através da incorporação do plugin Torrents Time, o site que se encarrega de descarregar os torrents para oferecer uma reprodução imediata do conteúdo que estamos baixando. A função está disponível no site original do The Pirate bay (por enquanto não aparece em suas réplicas), e para utilizá-lo, basta pressionar no botão “Stream it!”.

Necessitamos também ter instalado no computador o plugin do Torrents Time.

the-pirate-bay-stream-it

Na realidade, esta função não é exclusiva do The Pirate Bay, já que todos os trackers poderão ser integrados sem problemas, de modo que provavelmente o recurso serão implementado em outros sites similares.

Via The Verge

Use o seu velho smartphone Android como servidor de mídia

by

android1-streaming

Muito provavelmente você tem um velho smartphone (ou tablet) Android abandonado em casa. Logo, vale a pena transformá-lo em um servidor de mídia.

Lotar o dispositivo de filmes e músicas e transmitir conteúdos a partir do smartphone, de dispositivos de armazenamento ou da Internet, de forma simples, tal como você faria com outras soluções. Siga as dicas desse post.

 

O que você precisa?

Um smartphone ou tablet Android que funcione, conectado com a rede sem fio local e eventualmente com um cartão microSD instalado para aumentar a capacidade de armazenamento. Se o dispositivo é compatível com o modo USB OTG, é possível obter uma maior capacidade utilizando mídias externas, unidades flash ou discos rígidos USB.

Uma vez conectado na rede local, você precisa de aplicativos, de acordo com o restante do hardware que possui.

Plex para Android

plex-para-android

O Plex é um dos aplicativos mais completos para a reprodução de conteúdos audiovisual a partir de dispositivos móveis. Nascido a partir do XBMC, é um player completo que faz as vezes de servidor de mídia.

Ele é fácil de ser configurado, e permite a realização de streaming de conteúdo multimídia a partir de um computador ou dispositivo móvel, e também é compatível com serviços de armazenamento na nuvem como Dropbox ou Google Drive, entre outros.

Se você tem um Android TV em casa, outros dispositivos Android ou PCs que executem aplicativos Plex, esta é uma das melhores opções para atuar como um servidor de mídia.

 

Outros aplicativos

Android_MediaServer_2

O mercado tem várias opções. Se você tem um Google Chromecast, um aplicativo que funciona muito bem é o Bubnle UPnP for DLNA/Chromecast.

O AllConnect – Play & Stream é outra solução completa com suporte para vários dispositivos DLNA, Chromecast e o Nexus Player, as Smart TVs da Samsung, LG, Sony e Panasonic, consoles como o Xbox One e outros, streamers como o Amazon Fire TV, entre outros. Ele suporta vários protocolos e formatos de conteúdo, alojando em mídias locais na nuvem, em servidores multimídia e até em aplicativos de terceiros.

Netflix: 75 milhões de usuários no planeta, e um crescimento imparável

by

netflix-Reed Hastings

A Netflix começou 2016 dando claras demonstrações de força. Os resultados financeiros correspondentes ao quarto trimestre de 2015 apresentam números impressionantes, que somados ao recente anúncio de expansão internacional, resultam em excelentes prognósticos para os próximos 12 meses.

O preço das ações da Netflix aumentou 130% em um ano, com ingressos totais de US$ 1.823 bilhão, com US$ 43 milhões em lucros e 74.762 milhões de assinantes totais no final do período. Porém, a empresa confirma que nos primeiros dias de janeiro eles já superaram os 75 milhões de usuários. Isso fez com que as suas ações aumentassem mais 10% até o momento.

A Netflix parece te encontrado a estratégia perfeita: o conteúdo. O principal diferencial deles para os seus concorrentes é o conteúdo original, que não está atrelado às restrições por região. O investimento em conteúdo original sofreu um importante aumento, passando de menos de US$ 6 milhões em 2012 para mais de US$ 10 milhões em 2015. Para 2016, a Netflix planeja uma agressiva estratégia ao ampliar o seu acervo de produções originais, com 60 novas séries (30 delas apenas para as crianças).

netflix-in-2015

Durante o último trimestre de 2015, a Netflix teve 5.59 milhões de novos assinantes, dos quais 1.56 milhão chegam dos Estados Unidos, e pouco mais de 4 milhões são assinantes de outros países. Algo que preocupava os investidores nos trimestres anteriores era a desaceleração de assinantes nos Estados Unidos, algo absolutamente normal por conta da saturação do mercado.

Porém, a Netflix soube lidar com este problema, já que a sua prioridade agora é crescer fora dos Estados Unidos. A previsão para o primeiro trimestre de 2016 indica um crescimento de 6.1 milhões de novos usuários. Um número arriscado, mas que o mercado vê com outros olhos.

netflix-in-2015-02

A missão da Netflix agora é entrar na China. Reed Hastings, CEO da empresa,  esclarece que, para o final de 2016, eles pensam em entrar no país asiático, mas isso não é algo simples, e por isso ele não pode garantir nada. Além disso, eles estarão trabalhando com as produtoras para negociar licenças globais, mais uma tarefa nada simples, mas que já é um dos propósitos mais firmes da empresa.

Via Netflix

LG e Esporte Interativo fecham parceria, com conteúdos 4K

by

lg-esporte-interativo

A LG Electronics do Brasil e o Esporte Interativo, canal de esportes da Turner, se uniram para entregar o melhor conteúdo por meio da melhor plataforma. Durante um ano, os usuários das SMART TVs LG, com modelos fabricados a partir de 2013, terão o aplicativo do EI Plus disponível gratuitamente. Além disso, a LG e o Esporte Interativo vão disponibilizar a final do maior campeonato europeu, em resolução Ultra HD 4K.

Os usuários das Smart TVs LG contarão, com exclusividade para a plataforma de TV, com toda gama de conteúdo que o Esporte Interativo oferece, incluindo simultaneidade dos jogos do maior campeonato de futebol europeu e do Nordeste do Brasil, tendo a oportunidade de escolher o jogo que quer assistir sem depender da programação linear da TV.

Cerca de 85% do portfólio das TVs LG em 2016 serão Smart, sendo que 70% delas possui a plataforma webOS. O sistema foi criado para oferecer uma experiência intuitiva ao usuário e um uso mais simples das funcionalidades da TV. Desde seu lançamento, em 2014, já foram vendidas mais 5 milhões de TVs com o sistema webOS, que tem sido reconhecido como uma das plataformas de Smart TV mais versáteis pela maioria dos principais especialistas e publicações do setor. Um dos destaques da plataforma é o controle Smart Magic que funciona como mouse na tela e tem reconhecimento de voz.

A promoção será válida para qualquer SMART TV lançada a partir de 2013 com plataforma webOS (já disponível) ou netcast (disponível a partir de fevereiro) durante doze meses, contados da data de ativação do cadastro. Após este período, será cobrada do usuário uma mensalidade de R$ 14,90/mês.

Para maiores informações sobre a promoção: lgesportes.com.br.

The Beatles para animar o seu Natal via streaming

by

the-beatles

Depois de anos de negociações, a discografia dos The Beatles estará disponível para os usuários dos principais serviços de música por streaming a partir de amanhã, 24 de dezembro. É uma façanha para o setor musical.

Não foi nada fácil. The Beatles é uma das bandas de pop/rock mais populares e influentes da história, mesmo depois de mais de 40 anos após o seu fim. A sua ausência dos serviços de música sob demanda não era uma casualidade. Não sabemos exatamente o que mudou, mas a aparição das faixas na Apple Music deve ter acelerado os acontecimentos.

Também não foram revelados se as músicas estarão ao alcance de todos os usuários desses serviços, já que os citados (Amazon Prime Music, Apple Music, Google Play Music, Spotify e Tidal) contam com versões gratuitas, algo que não agrada a indústria fonográfica. A possibilidade de que apenas os usuários dos planos pagos aproveitem desse acervo, mas isso parece algo pouco provável. Em 2015, outra banda de rock muito resistente ao mundo do streaming, sucumbiu ao mundo da distribuição de áudio gratuita: a AC/DC.

Por outro lado, os tempos hoje são outros, e apesar dos lucros da música digital superarem os das vendas em formato físico, as gravadoras apertam os cintos para extrair o que podem de dinheiro dos serviços. Em 2015, vimos como músicos de renome retiraram os seus trabalhos dos serviços de streaming, principalmente depois da notícia que os planos gratuitos possuem data de caducidade.

Via Recode

Sony confirma o Remote Play, o streaming do PS4 em PC e Mac

by

sony-playstation-ecossistema

Executar um jogo do PS4 via streaming em um PC com Windows ou Mac OS X será possível de forma oficial no futuro via Remote Play. A Sony confirmou a funcionalidade, já anunciada por um desenvolvedor a alguns dias, que revelou um aplicativo extra-oficial para a funcionalidade, o que confirmou o desenvolvimento de um aplicativo oficial.

A ideia da Sony é responder a estratégia da Microsoft com o Xbox One, que tem no Windows 10 o elemento unificador. O PS3 e o PS4 já contam com essa função utilizando dispositivos próprios (PS Vita, Smart TVs da Sony e smartphones Xperia).

Sua chegada oficial ao PC e Mac abre novas possibilidades, permitindo rodar jogos do PS4 de forma remota e em streaming em um computador pessoal. Por enquanto, Shuhei Yoshida só revelou que a Sony trabalha em um aplicativo oficial, mas não anunciou datas de lançamento, ou se a funcionalidade será gratuita.

Via Shuhei Yoshida (Twitter)

Sonos Play:5 se propõe a ser o sistema de som sem fio definitivo

by

Sonos-Play-5

A Sonos lançou na Europa uma nova versão do seu alto-falante sem fio Play, o Sonos Play:5, que melhora a maioria das suas características para a reprodução de conteúdo de serviços como Spotify ou Rdio.

Temos aqui seis amplificadores digitais de classe D ajustados para uma integração total com os alto-falantes já existentes na sua casa, além de contar com uma arquitetura acústica e sistemas independentes para os alto-falantes de agudos e médios. O produto é totalmente compatível com os demais produtos da empresa, oferecendo uma autêntica experiência de som envolvente, com um sistema de som complexo.

O Sonos Play:5 segue totalmente compatível com os formatos mais populares (MP3, iTunes Plus, WMA, AAC/MPEG4, AAC+, Ogg Vorbis, Apple Lossless, FLAC (lossless), WAV e AIFF). Deve chegar ao mercado do Velho Continente no Natal, com preço sugerido de 579 euros.

Via Sonos

Novo Chromecast (2015) é oficial: menor, mais rápido e mais colorido

by

chromecast-2015-01

A Google também anunciou no evento de hoje (29) a atualização do Chromecast, seu dispositivo de streaming de conteúdo.

A gigante de Mountain View confirmou no evento que eles chegaram a vender mais de 20 milhões de unidades da primeira versão do Chromecast. A nova versão traz muitas novidades já conhecidas pelos últimos vazamentos, onde a principal mudança está no seu design externo, deixando de lado o formato de dongle HDMI e adotando o formato de disco, mais cômodo de ser utilizado em uma TV com várias conexões, já que conta um cabo auxiliar.

 

Chromecast 2, renovado por dentro

chromecast-2015-03

Seu formato arredondado permitiu a introdução de três antenas diferentes, melhorando a sua conexão sem fio. Ou melhor: você terá menos problemas de conectividade, captando melhor o sinal da sua rede doméstica.

O novo Chromecast também inclui conectividade WiFi 802.11 ac, funcionando assim nas frequências de 2.4 GHz e 5 GHz. Além disso, o dispositivo é compatível com os conteúdos 1080p (nada de 4K por enquanto).

 

App do Chromecast também foi melhorado

A Google também apresentou novas funções do aplicativo do Chromecast. Uma das mais interessantes é a Fast Play, que detecta que você abriu no smartphone um arquivo de série ou filme, e automaticamente faz o download dos primeiros segundos, promovendo assim uma reprodução do conteúdo de forma imediata, sem atrasos.

A nova versão do app também tem ênfase na descoberta de conteúdos. Ele mostra automaticamente os conteúdos mais populares de forma automática. Também atua como central de entretenimento: você busca o conteúdo, o app devolve os resultados de todo o conteúdo suportado no sistema, e pronto. No chamado “Expediente X”, os resultados de serviços como Netflix, Hulu, Google Play e outros aplicativos são apresentados, e sé o conteúdo está em um app não instalado no seu dispositivo, um link é apresentado para que você faça o download desse aplicativo.

O Chromecast agora possui suporte para o Google Photos e Spotify. No futuro, serviços importantes como da NFL e NHL serão compatíveis com o dispositivo.

 

Chromecast: preço e disponibilidade

chromecast-2015-02

O novo Chromecast já está a venda na Google Storede 17 países, nas cores preto, lima e coral. Seu preço nos EUA é o mesmo da versão anterior: US$ 35.

Review | Seagate Wireless de 500 GB (2015)

by

seagate-wireless-1

Hoje, muitos de nós consumimos o nosso conteúdo de entretenimento em smartphones e tablets. Ver vídeos, filmes e fotos nos dispositivos móveis se tornou algo comum, mas essa atividade encontra um obstáculo considerável na maioria dos casos: o espaço de armazenamento limitado nesses produtos. É muito difícil você armazenar toda a sua biblioteca de filmes para o seu telefone – e, na prática, não há muita necessidade disso -, e para a brincadeira não ficar prejudicada, utilizamos de soluções alternativas para expandir a capacidade de armazenamento, sempre e quando o microSD não se faz presente.

Uma das alternativas sugeridas são os sticks compatíveis com as portas microUSB dos smartphones. Já fizemos o review de um produto nessa categoria. Agora, apresentamos outra solução ainda mais sofisticada: o Seagate Wireless.

O Seagate Wireless nada mais é do que uma solução de armazenamento multimídia que oferece o streaming dese conteúdo para os dispositivos que estão conectados na mesma rede sem fio. Tablets, notebooks e smartphones podem utilizar do mesmo conteúdo nele armazenado, de forma individual, onde o produto atua como um servidor multimídia doméstico.

Nesse review, vamos apresentar o produto, conhecer as suas principais características, e falar do mesmo em funcionamento. Queremos aqui identificar se o produto pode mesmo ser uma alternativa viável para aqueles que querem ver os seus filmes e séries com maior versatilidade, ou compartilhar com os outros moradores da residência a biblioteca de fotos e músicas. Tudo sem fio, sem maiores complicações.

 

Características Físicas

Seagate-Wireless-500GB

Tradicionalmente, a Seagate acerta no design dos seus produtos, que adotam linhas sóbrias, que se encaixam em qualquer proposta de ambiente. Mas com o Seagate Wireless, eles acertaram e muito. A unidade enviada para testes em branco e preto é realmente muito bonita, e por conta do seu tamanho compacto, ele não é chamativo. Ele se encaixa em qualquer lugar na sua casa, e quando você utilizar o produto fora de casa (que é o objetivo principal), a maioria sequer vai se dar conta que você está utilizando um dispositivo de armazenamento externo. Ele pode ir escondido na mochila e acionado, sem maiores problemas.

As suas dimensões compactas oferecem outro benefício direto: ele pode ser transportado sem maiores problemas dentro da sua mochila, bolsa ou mala de viagem. Com isso, você pode carregar o produto em sua próxima viagem de férias, e assistir aos episódios de suas séries preferidas na tela do seu computador, tablet ou smartphone. Também é possível transportar o produto para a casa de algum amigo, e turbinar a noitada de filmes.

O acabamento do dispositivo é feito em plástico fosco, o que oferece uma sensação de solidez que é muito bem vinda, e reduzindo consideravelmente as marcas de dedos no produto. Bom, é claro que, por outro lado, o mesmo pode ficar encardido ao longo do tempo. Porém, tudo depende do cuidado do usuário no uso diário. Evitar de manipular o Seagate Wireless com as mãos engorduradas e sujas sempre cai bem, não é mesmo?

0011772_700_1

O único acessório que acompanha o produto é um cabo microUSB, que tem função dupla: serve tanto para transferir os conteúdos para o disco rígido interno do produto, como para recarregar a sua bateria interna. Alguns usuários vão sentir falta de um adaptador para rede elétrica, o que permitiria um uso mais prolongado em diferentes cenários. Porém, como o objetivo principal desse produto é a mobilidade, a escolha nesse caso é compreensível.

Outra carência sentida nesse produto é uma compatibilidade com as portas USB 3.0 ou USB 3.1. Estamos em 2015, e o dispositivo ainda está limitado aos conectores USB 2.0, oferecendo uma taxa de transferência de arquivos relativamente baixa, ainda mais se considerarmos o fato que, em via de regra, vamos transferir arquivos de grande volume de dados.

O Seagate Wireless possui 500 GB de armazenamento interno, e não possui slots de expansão de memória. Entendo que essa capacidade é mais do que suficiente para a maioria dos usuários. Muito provavelmente você não vai carregar toda a sua biblioteca multimídia dentro do dispositivo, até porque a finalidade não é essa. O importante aqui é você ter aqueles arquivos que você quer carregar consigo para qualquer lugar, ou aqueles filmes e episódios de séries que você não quer deixar para assistir depois.

 

O produto em funcionamento

seagate-wireless

O processo de configuração do dispositivo que receberá o conteúdo via streaming com o Seagate Wireless é relativamente simples para quem tem um conhecimento com o mundo da tecnologia, mas pode ser um tanto quanto complexo para os marinheiros de primeira viagem.

Os processos são diferentes para os diferentes tipos de dispositivos que você possui. Para os dispositivos móveis (tablets e smartphones), você precisa instalar um aplicativo (para iOS, Android, Amazon e Windows Phone), que vai auxiliar na configuração e conectividade do acessório com o telefone ou tablet. Para os notebooks (com Windows ou OS X), o processo é semelhante, mas o usuário é redirecionado para uma página de suporte da Seagate, que vai concluir a instalação e configuração.

Nos dois casos, a instalação foi feita sem maiores problemas, e configurando os dispositivos a contento. Talvez os mais novatos vão precisar de um pouco mais de paciência para seguir o passo a passo, mas nada que exija o envio de um técnico para resolver o problema. É só prestar a atenção no passo a passo indicado pela Seagate.

Durante os testes, o Seagate Wireless se comportou muito bem, entregando o streaming do conteúdo nele armazenado sem maiores dificuldades. O dispositivo é capaz de entregar os conteúdos via streaming para até três dispositivos ao mesmo tempo, e alguns usuários podem entender que essa é uma limitação que o produto possui. Afinal de contas, é normal que nos dias de hoje as famílias contem com mais de três dispositivos móveis em uma única residência.

Por outro lado, essa ‘limitação’ é oportuna, já que mais do que isso o resultado final do streaming poderia ficar comprometido – e nem você, nem a Seagate quer isso. Sem falar que estamos falando de um produto que, na maioria dos casos, trabalha sem uma fonte de energia externa. Ou seja, a potência de sua transmissão WiFi é um pouco mais baixa do que normalmente encontramos em dispositivos dessa categoria, até mesmo para oferecer uma autonomia de uso razoável para as jornadas diárias.

 

Conclusão

20150316173400_660_420

O Seagate Wireless está aprovado. É o tipo de produto que qualquer usuário que depende de mobilidade no seu dia a dia vai optar por ter para expandir as suas possibilidades de entretenimento. É o tipo de produto que, muito mais pela necessidade de trazer os seus conteúdos multimídia consigo e em qualquer lugar, vale pela praticidade. Por não precisar carregar grandes volumes de conteúdo dentro do dispositivo móvel, ou por permitir que tudo fique organizado em um dispositivo externo, sua compra pode ser ao menos considerada pelos mais geeks.

Talvez o seu grande obstáculo nesse momento é o seu preço. É um produto pensado em um uso relativamente específico – apesar de você poder utilizá-lo como dispositivo de armazenamento externo, como qualquer outro -, onde o comprador precisa estar ciente de que vale a pena introduzi-lo em sua rotina diária, com o consumo frequente de conteúdo via streaming. Não imagino alguém que pensa na produtividade adquirindo o Seagate Wireless. Até porque quem é produtivo muito ocasionalmente vai ver vídeos, e quando o fizer, os poucos arquivos estarão armazenados na memória interna do tablet, smartphone ou computador.

Sem falar que um HD portátil de 1 TB custa hoje menos de R$ 300, e o Seagate Wireless, com 500 GB de armazenamento, passa dos R$ 600 no valor mais acessível. Faça as contas…

Diferenças entre o novo Apple TV (2015) e o velho Apple TV (2012)

by

novo-apple-tv-2015

Por fim, um novo Apple TV chegou ao mundo. Foi uma longa espera, mas finalmente a Apple apresenta um novo equipamento multimídia. Agora, você quer saber se vale a pena trocar o seu velho Apple TV por esse, de modo que para tentar eliminar um pouco de suas dúvidas, temos esta tabela comparativa, que mostra as diferenças e similaridades com o seu antecessor.

 

Apple TV (2015)Apple TV (2012)
PreçoUS$ 149 e US$ 199US$ 69
Dimensões98 x 33 x 98 mm98 x 23 x 98 mm
Peso425 gramos272 gramos
Resolução720p, 1080p720p, 1080p
CPUApple A8Apple A5
GPUPowerVR GX6450PowerVR SGX543MP2
RAM1 GB512MB
Armazenamento interno32 / 64 GB8GB
WiFi802.11 a/b/g/n/ac802.11 a/b/g/n
Ethernet10/100 Ethernet10/100 Ethernet
Bluetooth4.04.0
PortasHDMI 1.4, USB Type CHDMI, óptica, USB
Sistema operacionaltvOSiOS 5
Codecs de vídeoH.264 1080p, MPEG-4 480pH.264 1080p, MPEG-4 480p, M-JPEG 720p
Codecs de áudioHE-AAC, AAC, MP3, Audible, Apple Lossless, AIFF, WAV, Dolby Digital 5.1, Dolby Digital Plus 7.1,HE-AAC, AAC, MP3, Audible, Apple Lossless, AIFF, WAV, Dolby Digital 5.1
Formatos de fotoJPEG, GIF, TIFFJPEG, GIF, TIFF
Conteúdos disponíveisiTunes, AirPlay, iCloud, Netflix, HBO Now, Hulu, Showtime, MLB, NBA, NHL, CNN, FOX, PBS Kids, ABC News, Disney Channel, ESPN, USA and moreiTunes, Netflix, NHL, NBA, MLB, AirPlay, iCloud, YouTube, Vimeo, Flickr, WSJ Live, internet Radio
AplicativosSimNão

Apple TV com foco para os videogames, junto com os novos iPhones

by

apple-tv-01

Um Apple TV com foco para os videogames pode ser apresentado junto com os novos iPhones, no evento que a Apple programou para a próxima quarta-feira (09).

O novo Apple TV teria um chipset mais potente para uma maior capacidade gráfica, uma loja de aplicativos para compra de jogos e um controle remoto maior, com funções touch. Esse controle poderia se conectar via Bluetooth, infravermelho e incluiria tecnologia de áudio com microfone para o Siri, ou de som aumentado para a TV.

O Apple TV teria um design renovado, maior capacidade de armazenamento, SDK para desenvolvedores e gerenciado pelo sistema iOS 9. Seu preço inicial sugerido seria de US$ 150.

Fontes da indústria citadas pelo New York Times não acreditam que a novo Apple Tv possa ser rival para os grandes consoles (PS4, Xbox One), mas pode ser uma opção para os gamers casuais, que não buscam um console dedicado, mas que também querem a função de reprodução de conteúdo multimídia e via streaming.

Google quer reduzir de novo o peso dos vídeos em 4K

by

google-vp10-4k

Um dos grandes avanços do Google foi introduzir os vídeos 4K no YouTube, ainda que para muitos a sua reprodução fluída é algo praticamente impossível, uma vez que o formato exige uma conexão à internet com grande largura de banda.

O alto consumo de dados e a velocidade elevada são grandes obstáculos para o streaming em 4K, e o Google melhorou em grande parte essas deficiências com o codec VP9, que reduziu pela metade a largura de banda necessária para reproduzir vídeos nesse formato (se comparado com o H.264). Porém, o Google quer ir além com o codec VP10, onde eles esperam uma redução de consumo de largura de banda além dos 50%, além de adicionar várias melhorias de qualidade visual, que podem ser determinantes para ajudar a acelerar a sua adoção.

É algo promissor, mas que infelizmente a sua adoção e popularização é algo complexo e complicado, principalmente pelo domínio do codec H.264, algo que poderá ser herdado pelo seu sucessor, o H.265. Porém, tendo em mente a grande popularidade do YouTube como plataforma de reprodução de conteúdos em streaming, não podemos descartar que o VP10 acabe alcançando um sucesso considerável entre os fabricantes, já que conta com dois argumentos substanciais: é de graça e de código aberto.

Via CNET

Amazon Prime quer oferecer visualização offline além do streaming

by

amazon-prime

Amazon e Netflix seguem travando uma batalha no mercado de vídeo on demand, tanto na criação como na oferta de conteúdo por streaming. E a Amazon dispara mais um tiro com a sua nova funcionalidade para os clientes da Amazon Prime: o download de filmes e séries do seu catálogo, sem custo adicional.

No pacote estão disponíveis inclusive as produções originais da Amazon, e o download estaria disponível para diferentes dispositivos. No anúncio aparecem a maioria das produções originais da plataforma, ou aquelas que são exclusivas. A possibilidade de download para visualização offline só está disponível para os títulos presentes no catálogo Prime, e não aqueles que podem ser vistos fora do plano pago.

O anúncio da Amazon se refere aos tablets e smartphones com Android ou iOS. Ficam de fora aplicativos instalados em televisores ou centrais multimídia. Tal funcionalidade poderia parecer algo óbvio, mas é uma funcionalidade que, para um serviço de streaming, ainda não estava disponível, e que pode ter muito apelo entre os usuários, que não mais vão depender da conectividade para ver os seus conteúdos.

No aplicativo correspondente do iOS e Android (já atualizado), aparece agora a opção de visualização no dispositivo, resultando no download na memória interna do gadget. É claro que sempre existe a opção de apagar o arquivo uma vez visualizado, ou quando não quisermos mais manter aquele conteúdo salvo.

Via Amazon

Prince retira suas músicas de quase todos os serviços de streaming

by

prince

Prince e suas excentricidades. O músico, que durante um tempo utilizou um símbolo como nome e o pseudônimo ‘o artista antes conhecido como Prince’, sempre se caracterizou por suas duas declarações contra a internet em torno da indústria musical, chegando a afirmar que ‘A internet está totalmente acabada. Não vejo por que teria que dar minhas novas músicas para o iTunes ou para qualquer outro serviço. Eles não vão me pagar antecipadamente por isso, e em breve as dispensarão quando não podem fazê-lo’.

Prince continua a viver de acordo com a sua linha de raciocínio, e decidiu retirar todas as suas músicas de todos os serviços de streaming disponíveis… exceto o Tidal. Até o momento, ele não ofereceu nenhuma explicação sobre a decisão, mas aqueles que acompanham o Prince nos últimos tempos já podem imaginar até onde pode chegar as suas aspirações.

Depois de encerrar o seu último contrato com a Warner Bros – contrato esse que o levou a usar um símbolo no lugar do seu nome -, Prince lançou o seu próprio website para seguir distribuindo a sua música, o NPG Music Club, que foi fechado em 2006.

Além do Tidal, o catálogo de músicas de Prince ainda está disponível na Google Play Music All Access. Mas não sabemos até quando.

Via The Next Web

Apple Music inicia as suas atividades

by

apple-music

Hoje, 30 de junho a Apple faz o lançamento oficial do Apple Music, serviço de streaming de música por assinatura que chega para ser um concorrente direto do Spotify e dos demais serviços no gênero.

Durante os três primeiros meses do serviço, os usuários de dispositivos e softwares da Apple poderão testar e experimentar a plataforma de forma gratuita, e depois disso, passa a pagar US$ 9,99 ao mês pela conta individual, ou US$ 14,99/mês pelo plano família, com até seis contas.

Os usuários podem testar o Apple Music via Mac ou PC com a última versão do iTunes, ou com um dispositivo iOS (iPhone, iPad) na versão 8.4. Se cumprir com esses requisitos, pode acessar o aplicativo Música, uma vez que o mesmo esteja disponível. Se o iTunes não apresentar a nova versão disponível, você pode forçar o update com o iOS (Ajustes > Geral > Atualização de Software).

Quanto aos usuários do Android, eles terão que esperar até o outono para utilizar o Apple Music, e sem o período de degustação gratuita, necessitando pagar o serviço desde o primeiro mês. Bom, ao menos sabemos que pela primeira vez a gigante de Cupertino vai lançar um aplicativo oficial para o sistema do Google.

Google Play Music, com rádio de graça

by

google-play-music

O Google anunciou que o seu serviço de música por streaming, o Play Music, vai oferecer o modo de rádio gratuito, que será financiado mediante publicidade. Essa é uma resposta ao lançamento do Apple Music.

A notícia vem acompanhada de uma limitação crucial: apenas os usuários norte-americanos podem aproveitar dessa novidade. Não foi informado sobre quando esse benefício será ofertado para os demais mercados globais.

O Google Play Music estreou em 2012 como uma loja de músicas que permitia ao usuário o armazenamento de até 50 mil canções em sua biblioteca pessoal. Em 2013, foi adicionado o serviço de streaming pago, com custo de US$ 9.99/mês. O mais interessante dessa decisão é que o usuário poderá enviar as suas próprias músicas e escutá-las por streaming, totalmente de graça, no PC ou no dispositivo móvel. E esse é um grande diferencial em relação aos demais serviços de streaming do mercado.

Se você se cansar da sua biblioteca, você pode enviar mais músicas ou criar/buscar uma nova rádio. Tudo bem, a solução do Google sofre do mesmo problema do Spotify, que é intercalar as músicas com publicidade. Mesmo assim…

Vamos ver o que Taylor Swift vai achar disso. O seu álbum ‘1989’ ainda está na loja do Google, e o YouTube tem várias de suas faixas disponíveis de forma gratuita para todos (aqueles que querem ouvir suas músicas, é claro).

Via Google

HBO adota streaming no lugar de DVDs para evitar vazamentos de Game of Thones

by

game-of-thrones

A HBO informa que deixará de enviar os DVDs de episódios inéditos da série Game of Thrones para a imprensa especializada. No seu lugar, o canal vai utilizar o streaming de vídeo em área segura para visualização desse conteúdo.

No dia 12 de abril, horas antes do início da quinta temporada de Game of Thrones, os quatro episódios da nova temporada vazaram na internet. A HBO concluiu que o vazamento aconteceu por conta do conteúdo dos DVDs ofertados previamente para os jornalistas. A prática é adotada para que as reviews e textos sobre os episódios sejam produzidos de forma antecipada.

O streaming não garante o fim dos vazamentos de episódios inéditos, mas ao menos é uma forma mais segura do que ter um DVD correndo de mão em mão facilmente. Também permite que a HBO faça um maior monitoramento do conteúdo, permitindo identificar de forma mais eficiente os autores dos vazamentos da próxima vez que um incidente semelhante acontecer.

Via Geek, SpinOff.com.br

Valve Steam Link: os jogos do PC para a sala de casa

by

650_1000_steam-link_04

A Valve e suas Steam Machines contam com um longo caminho até chegar ao produto final, mas aos poucos vemos produtos que nos ajudam a entender o que eles querem com a nova plataforma. Um deles é um pequeno dispositivo que aposta no streaming de jogos a partir do computador, o Steam Link, que deve chegar ao mercado em novembro.

O Steam Link fará o meio do caminho entre o computador e a TV da sala de casa. Dentro dele teremos o sistema operacional Steam OS, baseado no Linux, mas que não deve receber um hardware muito potente.

650_1000_steam-link_02

Ou seja, podemos ter no quarto um equipamento mais potente, para trabalho ou jogos, e na sala, uma excelente tela para jogar. Aproveitando a rede doméstica, o Steam Link faz o meio campo entre os dois produtos.

O Steam Link conta com uma saída HDMI, porta Ethernet e portas USB. A saída de vídeo do produto suporta os modos 1080p/60Hz, e é compatível com Windows, Mac e Linux.

O controle para interagir com o conjunto é o Steam Controller, que custa US$ 50 e também chega ao mercado em novembro. O Steam Link custa US$ 50.

steam-controller

Via SteamDB