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As seis melhores ROMs personalizadas do Android 6.0 Marshmallow

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As ROMs personalizadas contam com uma série de vantagens em relação às versões oficiais dos fabricantes. Uma delas é a possibilidade de atualização que nem todos os fabricantes oferecem ou não o fazem em um prazo de tempo razoável. Isso pode manter em dia os dispositivos e evitar a fragmentação da plataforma.

Essa é uma grande vantagem do Android em relação a outras plataformas, aproveitando as possibilidades do software de código aberto, permitindo aos desenvolvedores adicionar funções e construir as suas próprias versões do sistema operacional.

Além disso, podemos substituir a interface de usuário do fabricante, remover o bloatware instalado, utilizar kernels especializados em maior desempenho ou autonomia adicionar recursos complementares e contar com uma maior flexibilidade de personalização.

 

ROMs personalizadas do Android 6.0

A oferta é muito ampla, com um suporte para vários dispositivos diferentes. O xda-developers é o maior e o melhor portal dedicado ao tema, e tem uma ampla quantidade de recursos com tudo o que é necessário para instalar as imagens do sistema.

Sua instalação requer (na maioria dos casos) o root do dispositivo para obter privilégios de administrador, o desbloqueio do carregador de arranque e um Flash Recovery, para instalar a EOM personalizada Android e outras funções. O processo é muito similar para todos os dispositivos, e é mais simples do que pode parecer. Além das ROMs, os desenvolvedores oferecem ferramentas e manuais de uso, além das atualizações via OTA.

Esse post destaca as seis ROMs mais interessantes baseadas no Android 6,0 Marshmallow e versões para diferentes smartphones.

 

CyanogenMod 13

A ROM alternativa mais popular do mercado. Ativa desde 20o8, oferece um ecossistema próprio, com ícones e temas personalizados, launcher, aplicativos nativos, e outros ajustes próprios. Seu suporte é excelente, com versões estáveis e em fase de testes, que se atualizam rapidamente. É compatível com uma grande quantidade de smartphones e tablets Android (a lista completa de dispositivos compatíveis está nesse link).

Resurrection Remix

Não tem tanto suporte como o CyanogenMOd, mas oferece grande qualidade, tanto nas versões stock como as personalizadas sobre as mesmas interfaces dos fabricantes. Inclui as melhores características das outras ROMs, algo comum nesses projetos. Uma vez instalada, ela será atualizada via OTA de modo muito simples. Para mais informações, acesse a página oficial, assim como os dispositivos suportados nesse link.

Dirty Unicorns

A mais popular depois da CyanogenMod, com suporte para múltiplos dispositivos, incluindo o tablet Pixel C. A versão Android 6.0 inclui características próprias como Fling, para navegar a partir de gestos, uma SmartBar com sobreposição adaptável para a barra de navegação padrão, ou uma ferramenta para mudar a aparência de um aplicativo baseado em um tema pré-selecionado. Para mais informações, acesse a página da ROM na web.

OmniROM

Criada por um grupo de desenvolvedores que ficaram desiludidos com a entrada de empresas de capital de risco na CyanogenMod, é talvez a ROM que suporta um maior número de smartphones diferentes, ainda que a versão Android 6.0 Marshmallow não tenha alcançado todos eles. Como muitas das ROMs alternativas, oferece as Google Apps separadamente, para que o usuário receba uma experiência completa ou mínima dos serviços Google.

crDROID

Baseada na CyanogenMod, mas inclui algumas das melhores características de outras ROMs. Oferece uma flexibilidade excepcional, apesar de não se atualizar tanto como as anteriores. A sua página na web oferece mais informações sobre os modelos suportados e as imagens correspondentes.

Cataclysm

Uma ROM com grande potencial, com novas características como tela de bloqueio avançada, estatísticas rápidas do sistema, gestão de permissões ou uma função de rádio inteligente que altera automaticamente o modo de potência do rádio em função da conectividade disponível. A má notícia é que só é compatível para dispositivos Nexus.

Estes são apenas alguns exemplos. Há muito mais ROMs personalizadas do Android que merecem destaque:

Estas seis solo son una muestra porque hay muchas más ROM personalizadas Android entre las que podemos destacar:

Slim ROM
Carbon ROM
AOSB (Android Open Source Bam project)
MIUI
Paranoid
PAC-ROM
AOKP (Android Open Kang Project)

Sem falar nas demais disponíveis no xda-developers.

Samsung imagina no futuro smartwatch que projeta interface na mão

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A Samsung apresenta uma patente bem interessante, chamativa, e que pode se materializar nas próximas versões da sua linha de smartwaches. Mesmo sendo algo inovador, não é especialmente complicado ou impossível de ser adotado no mundo real.

A ideia é simples: a Samsung quer projetar uma interface completa de uso do relógio inteligente na mão do usuário, mas também é possível projetá-lo em outras superfícies sólidas, como uma mesa ou parede, para colocar dois eixos simples.

Para que a mesma funcione sem problemas, o dispositivo contaria com sensores específicos que seriam capazes de reconhecer sem problemas as interações que se produzam sobre essa interface projetada, além de identificar a própria geometria da mão para adaptar o tamanho da mesma.

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Por exemplo, se temos a mão fechada, a interface se limitaria na zona superior (o dorso) e ficaria integrada de forma compacta, enquanto que se temos a mão aberta e os dedos estirados, podemos ter uma versão maior da interface, que aproveitaria o espaço extra adicionando botões e/ou atalhos.

A patente está cheia de possibilidades e pode aportar muito ao setor de smartphones. Porém, como de costume, é preciso levar em conta que é apenas uma patente de uma boa ideia no papel. Logo, isso não quer dizer que a Samsung está trabalhando em um dispositivo com esta tecnologia, ou se vai fazer isso a curto, médio ou longo prazo.

Via The Verge

WhatsApp agora com codificação ponta a ponta

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O WhatsApp começa a notificar os seus usuários sobre a ativação da codificação ponta a ponta (end-to-end) para todas as mensagens trocadas dentro do seu serviço.

Em um momento onde o tema da privacidade está sendo especialmente recorrente por conta da polêmica da Apple e do FBI, o serviço de mensagens instantâneas mais popular do planeta (que é de propriedade do Facebook) decide dar um golpe de impacto, protegendo as mensagens do usuário de olhares alheios. Com isso, a tarefa dos órgãos governamentais e das entidades policiais fica mais complicada na hora de tentar obter informações que, em teoria, são por direito confidenciais para qualquer usuário.

Com esse movimento, todas as nossas mensagens, fotos, vídeos e notas de voz compartilhadas pelo WhatsApp serão codificados no envio, e só serão descodificados quando chegar ao dispositivo do receptor. Ou seja, a partir dos servidores do serviço de mensagens instantâneas não poderão ser acessados os conteúdos de nossas mensagens, fechando as portas para atacantes e autoridades.

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O WhatsApp começou a implementar esse tipo de codificação no final de 2014, levando o recurso aos poucos a todos os seus clientes oficiais (Android, iOS, Windows Phone, Nokia ou BlackBerry). A partir de hoje (05), todos os seus usuários poderão se beneficiar do Signal Protocol habilitado por padrão, um protocolo de código aberto desenvolvido pela empresa Open Whisper Systems.

“A partir de hoje, os usuários verão uma notificação em suas conversas, avisando que seus chats individuais e em grupo implementarão uma codificação ponta a ponta. Além disso, o status de codificação de qualquer conversa é visível na tela de preferências do mesmo”, afirma a Open Whisper em comunicado no seu blog oficial.

Via WIRED

O futuro da BlackBerry está no software?

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Todos nós sabemos que a situação que atravessa a BlackBerry é bem complicada, e que seu CEO, John Chen, está fazendo o que pode para tentar tirar a empresa canadense do atoleiro em que se encontra. Porém, infelizmente, nada está funcionando.

Sua última grande aposta/aventura, o BlackBerry Priv, teve uma queda nos envios durante o último trimestre, passando das já escassas 700 mil unidades para 600 mil unidades, um dado que pode não parecer grave, mas somando com tudo o que vem acontecendo com a empresa nos últimos meses, é mais um elemento que pode se traduzir em arrasto no mercado mobile.

A receita caiu em 30%, e a estratégia em apostar no Android como sistema operacional em detrimento ao BlackBerry OS não funcionou. Esse é um cenário que cria um futuro muito negro para a empresa canadense. Mesmo assim, existem duas luzes no final desse túnel, que podem não ser um caminhão vindo em direção contrária: o software e os serviços.

A empresa com sede em Ontario começou a levar alguns dos seus serviços para as principais plataformas móveis do mercado. O BlackBerry Messenger e o BlackBerry Enterprise está presente nas plataformas iOS e Android, e isso mostra que ainda que a sua situação como fabricante de smartphones seja algo insustentável, eles podem sobreviver com o desenvolvimento de software e dos seus serviços de segurança para empresas.

Nessa adoção multiplataforma, os números obtidos pelos canadenses no último trimestre rendeu uma receita de US$ 153 milhões, o dobro comparado com o mesmo período do ano passado, e com expectativas de crescimento sustentável de 30% para 2017.

Logo, a pergunta é mais do que oportuna: deixará a BlackBerry de fabricar smartphones para apostar exclusivamente no software e nos seus serviços?

Via Liliputing

Internet Archive inaugura o museu do malware

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malware

O The Malware Museum é mantido pela organização sem fins lucrativos Internet Archive, conhecida pela sua missão de preservação de arquivos públicos digitalizados. O site recompila diversas mostras de malware clássico ou vírus de um modo geral, que foram distribuídos ao longo das décadas de 1980 e 1990, com computadores pessoais como alvo, ou seja, vírus do MS-DOS que muitos dos leitores se lembram.

Nomes como Frodo, Elvira, Flame e Casino são citados em uma longa lista de programas maliciosos, que aprontaram das suas quando a Internet ainda estava distante do grande público, se difundindo através de disquetes. Porém, vale observar que esse tipo de malware, diferente dos atuais, não buscavam prejudicar financeiramente suas vítimas ou roubar contas online, mas sim gerar brincadeiras mais pesadas do que prejudiciais. Porém, quando as técnicas foram avançando, esses softwares foram se tornando muito destrutivos.

O museu do malware é composto por 65 itens em exposição, e com o passar do tempo essa coleção vai aumentar. Falamos aqui de softwares do passado, e o Internet Archive decidiu colocar tudo em galeria, apresentando informações sobre cada item, com a possibilidade de baixar todos os arquivos para testes domésticos. Bom, tudo pode ser melhor aproveitado com um emulador livre para o MS-DOS, o DOSBox.

EaseUS Todo Backup é descomplicado, armazena na nuvem e é de graça

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Todo cuidado é pouco na hora de armazenar os seus dados com segurança. Apesar de contarmos com eficientes sistemas de armazenamento de dados, com discos rígidos portáteis e unidade sólidas, ter uma ferramenta de backup com mais de uma alternativa de armazenamento e gerenciamento é algo fundamental para muitos usuários que querem preservar os seus dados por muito tempo. E não são poucos que ficam se perguntando como clonar o seu disco rígido. E é aqui que programas como o EaseUS Todo Backup podem ser úteis.

O EaseUS Todo Backup é uma ferramenta que realiza as cópias de segurança dos dados, para as mais diferentes categorias, e para as diferentes exigências de uso. Usuários profissionais, estudantes, empresas de pequeno e médio porte e usuários domésticos certamente poderão se beneficiar das ferramentas oferecidas pelo sotware, e na maioria dos casos é possível utilizar tudo isso de graça.

A versão 9.0 do EaseUS Todo Backup conta com uma solução de backup na nuvem, ou seja, ele conta com uma simples integração com as ferramentas mais populares de armazenamento entre as gigantes de internet: Google Drive, OneDrive e Dropbox. Todos eles contam com suporte nativo para que o usuário realize o backup sem maiores problemas.

Além disso, os usuários domésticos poderão utilizar as ferramentas mais básicas do EaseUS Todo Backup de graça, ou seja, sem qualquer tipo de custo durante o processo, desde o download e a instalação até o envio dos dados para uma unidade externa ou um serviço de armazenamento na nuvem. O processo de instalação é descomplicado e intuitivo, e o usuário pode simplesmente seguir o passo a passo para obter uma instalação perfeita do produto, sem maiores dificuldades.

Outro destaque do EaseUS Todo Backup é a sua solução de backup escalável. O software permite a migração simples e descomplicada desse backup de um disco rígido para uma unidade SSD, um clone de um disco e uma unidade de armazenamento na nuvem. Além disso, permite a migração e o restore de todos esses dados a qualquer momento, de forma simples e descomplicada. Com isso, clonar o seu disco rígido não se torna uma missão tão impossível assim.

Por fim, o EaseUS Todo Backup é compatível com o sistema operacional Windows, a partir do Windows XP ou superior (XP, Vista, 7, 8.1, 10). O software é capaz de fazer um backup com um volume de dados de até 16 TB (desde que o usuário tenha espaço disponível em disco rígido ou virtual), com o suporte técnico para resolver eventuais problemas e paradas críticas. Mas é sempre recomendado que você faça o backups.

O software em si possui uma interface de usuário que torna a usabilidade mais simples e intuitiva, além de prometer um processo de backup e restauração de dados algo simples e prático para a maioria dos usuários.

Lenovo corrige vulnerabilidades em sua ferramenta para Windows

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Recentemente, a Lenovo lançou uma nova versão do ThinkVantage System Update, ferramenta que mantém em dia a BIOS e os drivers dos seus computadores. O último parche possui conexão direta ao Lenovo Service and Support para os drivers do ThinkPad e ThinkCenter, além de atualizar a BIOS. Também aumenta o desempenho do sistema, e reduz as vulnerabilidades de segurança.

Sim… aquelas vulnerabilidades que foram descobertas por pesquisadores da IOActive foram corrigidas. Uma delas permitira aos usuários executar o Internet Explorer com privilégios de administrador, inclusive com quando a conta utilizada está limitada. Este tipo de vulnerabilidade é conhecida como ‘escala de privilégios’.

Outra vulnerabilidade está relacionada com os nomes de usuário e as senhas geradas pela ferramenta. Apesar das senhas serem geradas de forma previsível, pois era simples adivinhar as senhas associadas aos usuários.

Via BetaNews

Sete coisas que queremos ver no Samsung Galaxy S7

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Enquanto o iPhone 6s concentra as atenções, a Samsung trabalha no Galaxy S7, que pode ser apresentado em janeiro de 2016, de acordo com as últimas informações. Os coreanos tentam dar um passo adiante, consolidando o bom trabalho realizado com o Galaxy S6, e esse post lista as sete novidades que queremos ver no futuro smartphone top de linha.

 

Novo chassi totalmente metálico

No Galaxy S6, a Samsung combinou uma borda metálica com partes de plástico e cristal. No Galaxy S7, tudo indica que veremos um novo chassi unibody (provavelmente combinando alumínio e magnésio), mais resistente e leve, e que devolva as condições de resistência à água e poeira do Galaxy S5.

Sobre a tela curva, algumas fontes sugerem que veremos apenas um modelo Edge (eliminando assim o modelo tradicional), e que suas bordas teriam mais funções funcionais, indo além das vantagens estéticas.

 

Novo processador e mais RAM

A Samsung se caracteriza por oferecer smartphones com especificações técnicas sobressalentes, e o Galaxy S7 não será uma exceção. É esperado o novo processador Exynos 8890 octa-core, com fabricação de 14 nanômetros e 2.3 GHz de clock. Trabalharia em conjunto com 4 GB de RAM e 32 GB de armazenamento na versão básica.

Ainda que alguns veículos garantam a volta do slot microSD, isso não deve acontecer. A aposta da Samsung não tem volta, e cada vez mais veremos os demais fabricantes deixando de lado essa funcionalidade.

 

Tela de 5.7 polegadas

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As telas grandes triunfaram, e é de se esperar que os phablets se consolidem como padrão no mercado mobile. O Galaxy S7 viria com uma tela de 5.7 polegadas, similar ao do Galaxy Note 5 no tamanho, acompanhada de uma redução nas bordas superior e inferior, para evitar um tamanho excessivo. A resolução de tela deve ser mantida.

 

A estreia do 3D Touch da Samsung

Ainda que a Apple se antecipou a (quase) todos (Huawei Mate S manda beijos), isso não é motivo para os demais ficarem assistindo. Samsung, Sony ou LG já trabalham em telas capazes de detectar diferentes níveis de pressão, e a Samsung fatalmente vai aproveitar a base tecnológica do Galaxy Note e sua stylus para oferecer um sistema similar ao do iPhone 6s. O problema é que inicialmente ele só seria compatível com a TouchWiz e apps próprios, e não com todo o ecossistema de aplicativos Android.

 

O salto para o USB Type-C

A Samsung aposta no USB Type-C, porta de última geração com conexão reversível e capacidade para transmissão de sinais de dados, vídeo, áudio ou energia. É uma das tendências de toda a indústria para o futuro.

 

Uma câmera ainda melhor

O Galaxy S6 possui uma câmera espetacular. No Galaxy S7, a Samsung deve utilizar a tecnologia ISOCELL para reduzir o tamanho dos pixels do sensor, alcançando os 16 MP de resolução. Além de oferecer imagens mais nítidas, esse será um sensor 20% mais fino, o que pode resultar em uma redução da espessura total do smartphone. Também é mais que provável que a câmera frontal também receba melhorias.

 

Um Android mais limpo

A estratégia da Samsung no software mudou com o Galaxy S5, e teve mudanças mais sensíveis no Galaxy S6, que conta com uma mínima capa de personalização de interface, além da possibilidade de instalar apenas os aplicativos considerados necessários. No Galaxy S7, eles devem dar um passo além, com o Android 6.0 Marshmallow com uma TouchWiz mais leve e personalizável. O objetivo final é uma experiência de fluidez e velocidade a altura do hardware presente no dispositivo.

Cinco conselhos para manter a segurança nos seus navegadores

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A segurança total é algo inalcançável. Mesmo assim, o usuário sempre tem maneiras de manter sua segurança na web nos níveis mais elevados possíveis. Esse post apresenta uma série de conselhos simples, que permitirão ao usuário navegar de forma um pouco mais segura na internet.

 

1. Manter os navegadores atualizados

É uma obviedade, mas é algo que é preciso ser lembrado sempre. Manter os navegadores web em dia inclui obter parches de segurança que ajudarão a proteger o usuário de possíveis ataques que podem danificar o sistema operacional ou o roubo de dados sensíveis do usuário.

Não leve em consideração os conselhos de pessoas que criticam as atualizações de software, pois quando os updates chegam de fontes oficiais sempre serão benéficas para o usuário.

No Windows, navegadores como Google Chrome, Firefox e Opera se atualizam de forma silenciosa, sem a intervenção do usuário. Já no caso do Internet Explorer e do Microsoft Edge, eles são atualizados junto com os updates para o Windows.

 

2. Ativar os plugins quando são necessários

Os plugins fazem uso do software de terceiros que muitas vezes dão problemas de segurança. Nesse caso, Flash e Java protagonizaram muitos capítulos negros no que se refere à segurança na web, sendo recomendados em mais de uma oportunidade a desativação total desses plugins para navegadores.

Porém, alguns usuários precisam desses plugins em determinados sites, de modo que o recomendável é configurar os navegadores para que os plugins sejam acionados quando o usuário assim desejar , e não de forma automática.

Além de oferecer certa proteção extra, há também um menor consumo de recursos pelos navegadores. Por outro lado, também é muito importante só manter ativos os plugins necessários e atualizá-los para obter as últimas melhorias de segurança. Nos casos do Java e do Flash, o usuário terá que utilizar os respectivos aplicativos, geralmente acessíveis pelo menu Iniciar.

 

3. Desativar ou eliminar complementos desnecessários

Se você tem complementos no seu navegador que você nem se lembra de ter instalado, é possível por exemplo impedir que o Google Chrome instale complementos vindos de fora da loja. Mas é sempre bom supervisar as extensões já instaladas, e no caso de encontrar uma que não lhe serve de nada, elimine o mesmo o quanto antes, pois pode se tratar de um malware.

Tal como todo software, os complementos precisam ficar atualizados, e permanecerem ativos apenas quando são úteis.

 

4. Usar um software que ofereça uma proteção para os navegadores

Muitos anti-malwares pagos para Windows oferecem proteção através de complementos e plugins para navegadores, mas no caso de não ter essa característica, sempre é possível recorrer ao software gratuito, como é o caso do Malwarebytes Anti-Exploit.

 

5. Se tudo der errado, restaure os valores padrão

Muitos navegadores web oferecem a possibilidade de restaurar os valores de fábrica, e isso é muito útil quando um navegador fugiu do controle, seja porque o usuário tem muitos complementos desnecessários, ou quando o navegador perde o seu desempenho com o passar do tempo e diversas modificações aplicadas.

Microsoft está rastreando cópias piratas do Office

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A Microsoft está realizando buscas por cópias piratas do Office. Essa medida se une à outras adotadas recentemente pela empresa, que já rastreava cópias piratas do Windows, mas assim como feito com o sistema operacional, o alvo não é o usuário doméstico, mas sim as empresas que pirateiam, e aquelas que cobram para instalar e ativar os produtos de forma ilegal.

Ou seja, se você é um estudante que tem uma cópia pirata do Office ou do Windows no seu computador, a Microsoft não vai tomar medidas punitivas ou denunciar o seu uso. Já a empresa Global Electronics Recycling, do estado do Arizona (EUA) teve um fim bem diferente, uma vez que os seus funcionários teriam subtraído aproximadamente 70 mil licenças do Office 2010, que foram vendidas posteriormente para o mercado negro, obtendo assim um lucro de milhões de dólares.

Os donos da empresa, Danny e Gary Kirkpatrick, foram acusados em um processo apresentado pela Microsoft como responsáveis de violar o dever de proteção e cuidado das licenças facilitadas pela empresa, quebrando assim o contrato vigente. Aqui está claro que a tolerância da gigante de Redmond com a pirataria dos seus softwares é zero, quando se trata de grandes quantidades de licenças, e quando as mesmas estão envolvidas em entidades ou empresas.

O recado aqui é bem claro para quem usa essa solução, e não está descartada que estas medidas acabem chegando a outros países a médio ou longo prazo.

Via Softpedia

OnePlus 2 recebe controles manuais de câmera com o OxygenOS 2.1.0

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A OnePlus anunciou o lançamento da versão 2.1.0 do sistema OxygenOS, que corrige alguns erros e inclui novas funções ao software.

As melhorias visam um melhor proveito da câmera presente no OnePlus 2, com um novo modo manual que oferece um controle de cena constante, além da disponibilidade de disparo em formato RAW a partir de aplicativos de terceiros que suportam o recurso, além de um novo ajuste que calibra a temperatura de cores na tela.

As demais mudanças são corretivas ou adições de novas compatibilidades, como o suporte do Exchange, a solução de erros relacionados com ‘populares aplicativos de terceiros’, ou a melhora no tempo de conexão quando desativamos o modo avião.

A atualização começou a ser liberada hoje (21), de forma gradual.

Via OnePlus

OnePlus 2 (vendido por terceiros) com malware de série

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O site Geektime revela um problema no sistema de vendas do OnePlus 2 que requer a atenção dos compradores. Um dos maiores portais de vendas de produtos de tecnologia de Israel estaria distribuindo o produto com malwares pré-instalados, algo que não deveria acontecer, uma vez que o controle das unidades distribuídas é da própria OnePlus.

Um grupo de usuários aborrecidos por não poderem comprar o dispositivo, acessaram a KSP, um dos maiores portais de vendas de produtos de tecnologia de Israel, que estava oferecendo o produto. Eles receberam o OnePlus 2 oficial e funcionando perfeitamente, mas com um detalhe: quando acessado o navegador Chrome, eles eram redirecionados para o site ‘global.ymtracker’, antes de mostrar a URL buscada.

Desconfiados, alguns deles executaram o software anti-vírus AVG no dispositivo, encontrando quatro ameaças em potencial. Duas delas puderam ser eliminadas, mas os aplicativos ‘Browser’ e ‘Fun Weather’ persistiram no sistema. Os dois aplicativos só poderiam ser eliminados com uma formatação e reinstalação do sistema operacional, e os mesmos estavam conectados à outras campanhas de malware.

Os responsáveis pela OnePlus informam que nenhum desses aplicativos acompanham o OxygenOS dos smartphones comprados diretamente por eles ou por distribuidores oficiais. Sobre isso, eles esclarecem que a C-DATA é a única distribuidora oficial da empresa em Israel, e eles não recomendam a compra fora dos canais oficiais.

Nem preciso dizer que o usuário que adquire um produto em uma fonte não oficial, ainda que seja um grande e conhecido portal, deve saber dos riscos envolvidos. Mas o caso ilustra um problema sério: a distribuição do OnePlus 2 precisa melhorar e muito, até mesmo para evitar que esse precedente venha a se repetir.

Via Geektime

Melhore o desempenho do iOS 9 com essas dicas

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O iOS 9, de um modo geral, oferece uma experiência positiva, e isso pode acontecer até mesmo com modelos antigos, como o iPhone 4s, mas com garantias de plena fluidez a partir do iPhone 5.

Porém, se você instalou o iOS 9 e seu funcionamento não o agradou, não se desespere. Nesse post, você encontra uma série de dicas que podem ajudar a melhorar consideravelmente o funcionamento do iOS 9 no seu dispositivo.

1. Desative a opção ‘acompanhamento de fitness’, em Ajustes > Privacidade.
2. Ative a oção de redução de movimento, em Ajustes > Geral > Acessibilidade.
3. Desative as sugestões da Siri, em Ajustes > Geral > Buscas no Spotlight.
4. Desative a atualização de aplicativos em segundo plano, em Ajustes > Geral > Atualizações em segundo plano.
5. Não utilize fundos de tela dinâmicos, já que eles consomem mais recursos.
6. Bloqueie as notificações desnecessárias, em Ajustes > Estilo de notificações.

Se mesmo assim você notar que o iOS 9 ainda está muito lento, tente um reset forçado, mantendo pressionado o botão de home e o de liga/desliga ao mesmo tempo. Se nada disso ajudar, faça uma cópia de segurança e restaure o dispositivo com o iTunes. Esta é a via mais simples para resolver problemas.

Assim vai ficar o seu Xbox One depois da atualização de novembro

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A Microsoft confirmou que vai lançar a atualização do Xbox One que vai mudar de vez a sua interface no próximo mês de novembro. Através de um comunicado oficial, comentou as novidades que a nova versão vai apresentar.

Para começar, temos os mais de 100 jogos do Xbox 360 disponíveis em modo de retrocompatibilidade, e os clássicos das versão anterior do console poderão aproveitar das funções modernas como capturas de tela, streaming e edição de vídeo. É possível inclusive jogar em modo multiplayer com outros proprietários do Xbox 360.

Outro ponto de destaque está na nova interface, que é mais rápida e orientada ao social. Terá atalhos melhor localizados, em uma barra lateral onde podemos encontrar amigos, iniciar uma Party, acessar os ajustes, ver as notificações e mensagens e outros itens sem sair da página Home ou do jogo em execução. Além disso, a loja está mais organizada, e será mais fácil encontrar conteúdos, e o guia de programação de TV terá uma seção própria no modo de visualização rápida.

A atualização chega em novembro, mas os membros do programa de previews vão receber nas próximas semanas uma mensagem alertando sobre a disponibilidade da versão beta.

Via Xbox Wire

Aplicativos do Apple TV não poderão superar os 200 MB

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Muitos desenvolvedores já colocaram as mãos no SDK do novo Apple TV, e para isso, deram uma olhada na nova guia de programação para o tvOS. Tal guia serve para que os mesmo se familiarizem com as APIs que aproveitaram as capacidades do dispositivo multimídia da Apple, mas também informa as regras estabelecidas para a nova seção da loja de aplicativos.

E a primeira surpresa já foi revelada: o tamanho dos aplicativos não poderá superar os 200 MB. Caso contrário, eles terão que usar os recursos sob demanda, utilizando apenas o espaço disponível no iCloud. Tal decisão faria mais sentido em aplicativos como o Netflix ou qualquer serviço de vídeo sob demanda, mas no caso dos jogos, as coisas se complicam um pouco mais.

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É preciso esperar para ver como os programadores vão trabalhar para cumprir com esses requisitos, e como esse processo será transparente para o usuário. Usar o espaço do iCloud para jogos não é a forma que muitos imaginavam que os games funcionaria na Apple TV.

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Via Steve T-SApple Developer

 

Advogados russos querem proibir o uso do Windows 10 por conta da espionagem

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Um grupo de advogados russos apresentou um processo em Moscou, que tem como objetivo principal proibir o uso do Windows 10. Os motivos que sustentam a petição da demanda estão no fato que o novo sistema operacional da Microsoft recompila informações dos usuários, algo que iria contra as leis do país.

De acordo com os advogados, entre as informações coletadas pelo Windows 10 se encontram senhas, localização, mensagens escritas e histórico de navegação, o que na interpretação deles é identificado como um ato de espionagem. O objetivo e a base do processo são claros, mas a Microsoft não deu até agora uma resposta oficial para a situação, apesar de já ter explicado como e para quê recolhe os dados dos usuários.

De acordo com a Microsoft, todas essas funções de captação de dados podem ser desativadas pelos usuários, o que implica que, na prática, não há nenhum tipo de espionagem, já que é o próprio usuário quem decide sobre isso.

Vamos esperar pelos próximos capítulos. Veremos onde tudo isso vai terminar.

Via Softpedia

Intel libera em código aberto o ACAT, a ‘voz’ de Stephen Hawking

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O ACAT (Assistive Context Aware Toolkit, ou Ferramentas de Asssistência Conscientes do Contexto) é a tecnologia que permite que Stephen Hawking se comunique com o mundo, atuando como a sua ‘voz’. O recurso foi disponibilizado como código aberto pela Intel, para qualquer um que queira explorar essa alternativa.

O ACAT já foi oferecido para centros de pesquisas, mas agora está disponível em GitHub para qualquer usuário, mas principalmente para ser usado por programadores que podem melhorar o seu desenvolvimento, facilitando a vida de mais de 3 milhões de pessoas tetraplégicas ou com patologias motoras de origem neurológica, como a que padece Hawking.

A esclerose lateral amiotrófica (ELA) paralisa as atividades motoras, mas não afeta a sensibilidade ou inteligência. E, por isso, Hawking continua a ser um gênio, e é considerado o físico teórico vivo mais importante da atualidade, além de um divulgador científico, cosmólogo, astrofísico, professor, doutor ‘honoris causa’ e multipremiado na área da ciência em todo o planeta.

O problema – além daqueles gerados pela sua enfermidade – é comunicar essa sabedoria. A Intel segue aperfeiçoando o sistema de comunicações para Stephen Hawking desde que ele conheceu o co-fundador da Intel, Gordon Moore, em uma conferência em 1997.

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A última versão do ACAT permite que Hawking escreva com o dobro de velocidade, além de melhorar em um fator de 10 a realização de tarefas frequentes. Assim, o professor pode navegar, editar e gerenciar páginas da internet, documentos e e-mails de forma mais rápida, simples e precisa, ou abrir novos documentos, salvar, editar e alternar entre diferentes tarefas com mais facilidade.

A integração de tecnologias de software linguístico da SwiftKey melhorou muito a capacidade do sistema para aprender a forma de comunicação de Hawking, prevendo os seus próximos caracteres e palavras, de forma que ele só tem que escrever menos de 20% do total dos caracteres comunicados. Esta informação é enviada para o sintetizador da fala que ele já utiliza mediante um sensor instalado, e que é detectado por um comutador infravermelho montado em seus óculos.

Esta é a ferramenta que foi liberada com o objetivo de criar soluções personalizadas para interações e comunicação mediante o toque, mover e piscar de olhos e outros gestos.

Via Intel Open SourceACAT (GitHub)

Blackberry: se os smartphones não derem certo, o jeito é buscar outra estratégia

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Em uma entrevista para a Bloomberg, o CEO da Blackberry, John Chen, deixa claro que existe uma possibilidade da Blackberry deixar de fabricar smartphones se os mesmos não forem mais rentáveis.

No último relatório financeiro da empresa, a venda de smartphones resultou em 40% dos lucros da empresa (US$ 658 milhões), enquanto que o restante são lucros motivados pelas vendas de seu software para serviços de outras empresas. Hoje a linha de negócio mais rentável para a Blackberry é a que envolve o software e serviços, onde a empresa está se posicionando como líder no mercado de segurança para dispositivos móveis.

Nas palavras de Chen, são os telefones top de linha como o Passport que podem oferecer lucros para eles, e não os dispositivos baratos e pensados nos mercados emergentes, que precisam enfrentar os competidores chineses e indianos.

Apesar de alguns planos do futuro da Blackberry já serem conhecidos, a porta de saída do mercado de smartphones está aberta, e Chen inclusive propõe algumas alternativas: parcerias com outros fabricantes especializados em segurança, como aquela feita com a Boeing para criar o smartphone Black, ou centrar esforços em software e serviços, deixando que outros fabricantes criem os dispositivos.

Obviamente a decisão ainda não está tomada, e alguns vazamentos recentes indicam que a Blackberry vai se manter no mercado de smartphones ao menos em curto prazo. Mas se em alguns meses ou anos a empresa se voltar exclusivamente para o software e serviços de segurança, já não poderemos afirmar que ficaremos surpresos com essa mudança.

Via Bloomberg

Cinco alternativas ao Windows Media Center no Windows 10

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O Windows Media Center não fará parte do Windows 10, nem como parte do sistema, nem como aplicativo independente. Uma morte anunciada, já que a central de entretenimento multimídia para computadores pessoais estreada no Windows XP não era atualizada há anos.

Obviamente, há alternativas melhoradas para substituir o Windows Media Center no Windows 10. Nesse post, recomendamos cinco dessas alternativas.

 

XBMC/Kodi

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A opção mais clara é o Kodi (antigo XBMC) que começou como um hack para o Xbox original, se transformando em uma central multimídia completa de código aberto e gratuito para quase todas as plataformas, incluindo Windows, OS X, Linux, Android, iOS e até Mini PCs com Raspberry. Funciona muito bem, é constantemente atualizado e possui um grande apoio entre a comunidade, com temas que deixam a interface ao gosto de qualquer usuário.

 

Plex

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O Plex nasceu a partir do XBMC, e é um completo reprodutor de conteúdo multimídia, fazendo as vezes de servidor quando necessário. Fácil de configurar, realiza o streaming de conteúdo a partir de um computador para dispositivos móveis, além de ser compatível com os serviços de armazenamento na nuvem, como Dropbox ou Google Drive.

 

MediaPortal

MediaPortal

Como O XMBC/Kodi, o MediaPortal é de código aberto e livre, e tem um PVR completo no estilo do TiVo, incorporado para a gravação de TV (através de um cartão de TV). Centenas de plug-ins e skins estão disponíveis, e o aplicativo também suporta o streaming e gravação de rádio ao vivo.

 

JRiver MediaCenter

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Não é grátis, e nem é barato (US$ 49), mas é uma opção premium. Oferece suporte para áudio, vídeo e fotos, assim como suporte de rede para dispositivos DLNA. Seu ponto forte é a reprodução de música a partir de qualquer dispositivo.

 

Emby

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Como o Plex, o Emby inclui um reprodutor e servidor de mídia, conectividade simples, transmissão de TV em streaming, suporte DLNA, sincronização móvel na nuvem, controle dos pais e uma atraente interface. Gratuito, está disponível para Windows, Mac ou Linux, contando com aplicativos para as plataformas móveis e dedicados para Android TV, Chromecast, Roku ou Amazon Fire TV.

Os primeiros rumores sobre as atualizações do Apple Watch

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Os primeiros rumores sobre as novas funções que estarão presentes no Apple Watch depois de suas atualizações começam a pipocar na internet. O site 9to5mac comenta sobre as primeiras pistas, com elementos que mostram detalhes sobre o calendário ou a previsão do tempo, que ao que parecem começarão a aproveitar as vantagens dos aplicativos de terceiros.

Isso não quer dizer que necessariamente teremos watchfaces de terceiros, mas que ao menos receberemos informações extras, como por exemplo menções do Twitter e notificações do Facebook. Também são citados aspectos relacionados com a segurança do dispositivo, através do ‘Find my Watch’, um aplicativo que pode rastrear, bloquear e apagar remotamente o relógio.

Levando em conta que o Apple Watch depende de uma conexão via internet para funcionar, seria preciso conferir como será possível enviar tais detalhes relacionados com sua posição. Talvez estamos diante de uma função relacionado com um novo hardware, que pode ser apresentado em breve.

Os demais rumores falam de um hardware relacionado com a pressão sanguínea, monitor do sono e outros, mas que só devem aparecer nos próximos anos, mas que já contam com muita força. Supostamente, o Apple Watch seria também um elemento muito importante para futuramente controlar o Apple TV. Não será imprescindível, mas vai assumir um papel de destaque no futuro sistema de entretenimento.

Veremos se na WWDC de junho as dúvidas são sanadas.

Via 9to5mac