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Medalhas olímpicas de Tóquio 2020 serão confeccionadas com lixo eletrônico

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As medalhas olímpicas dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020 serão confeccionadas com lixo eletrônico.

Sua mina de ouro, prata e bronze estará nos eletrodomésticos e dispositivos eletrônicos que perdem a sua vida útil, que contam com muito mais material aproveitável do que parece.

Vale lembrar que as medalhas contam com uma elevada porcentagem de cobre. Uma medalha de bronze dos Jogos Olímpicos Rio 2016 tem um custo médio de US$ 2,70, e reciclar pode significar uma considerável economia.

A reciclagem é sinônimo de economia para os Jogos Olímpicos

Desde junho, eles estudam uma forma otimizada de coleta de material até os jogos de 2020. Os organizadores entram em contato com empresas e municípios para conscientizar sobre esse tipo de reciclagem.

Leve em conta que o Japão gera 650 mil toneladas de lixo eletrônico por ano, mas apenas 100 mil toneladas são recicladas. Ou seja, eles vão alcançar a meta sem maiores problemas.

Para os Jogos Olímpicos de Londres 2012, foram utilizados 9,6 quilos de ouro, 1.210 quilos de prata e 700 quilos de cobre, o principal componente para produzir o bronze.

Em um comparativo rápido, metade de todos os materiais recuperados no Japão em 2014 temos 143 quilos de ouro, 1.556 quilos de prata e 1.112 quilos de bronze.

Para onde vão nossos gadgets quando eles morrem?

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Falamos muito sobre gadgets. Principalmente os lançamentos. Sobre os gadgets que morrem, pouco falamos. Saiba que, em todo o planeta, são gerados 48,9 milhões de toneladas de lixo tecnológico por ano, e apenas uma pequena parte é reciclada

Televisores, impressoras, computadores e celulares/smartphones estão cheios de materiais nocivos, como arsênico, plomo, bromo, cádmio, fósforo ou mercúrio. Tais substâncias podem passar para a cadeia trófica, envenenar a água e afetar aos seres vivos do planeta. O fósforo de um televisor pode contaminar até 80 mil litros de água, enquanto que uma geladeira sem tratamento de reciclagem gera uma quantidade de gás equivalente ao que gera um carro que percorre 15 mil quilômetros.

Não só são perigosos para a saúde e para o meio ambiente. Ainda que em alguns casos seja menos rentável para uma indústria muito escalonada, recuperar dispositivos exige menos energia (10% a menos no caso do cobre) e gera menos lixo (98% a menos).

 

O que acontece com nossos dispositivos quando eles morrem, efetivamente?

Essa foi a pergunta feita pela Basel Action Network, organização de Seattle encarregada em monitorar a Convenção da Basileia de 1989, que regula os movimentos de dejetos perigosos. Esta é uma pratica relativamente comum: os países ricos mandam o seu lixo para os países pobres.

Durante a década de 1980, e conforme as regulações do meio ambiente aumentavam os custos da eliminação desse lixo, alguns barcos navegavam de porto a porto descarregando o material, onde poderiam chamar a atenção do público. A Convenção de Basileia tenta ‘racionalizar’ os acordos, criando uma regulação útil para impedir os abusos.

A BAN (Basel Action Network) entra em contato com o MIT para inserir 200 dispositivos localizadores de GPS e monitoriza o processo desde o ponto de recolhida do material até o lugar onde realmente ele é deixado. Muitos dos produtos (principalmente os mais antigos) viajaram bem longe, terminando no sudeste asiático, onde eram desmontados por trabalhadores sem proteção contra os materiais pesados e tóxicos químicos. Uma violação total da legislação internacional.

Curiosamente, os Estados Unidos, que envia 50 mil caminhões cheios de equipamentos eletrônicos para a reciclagem a cada ano, assinou a Convenção de Basileia, mas não declarou como ilegal tais práticas.

A ideia é ter uma legislação efetiva, que facilite a reciclagem de qualquer dispositivo, onde os produtos menores (com até 25 cm) podem ser aceitos em qualquer loja de eletrônicos de graça (ou seja, sem a necessidade de comprar outro em troca) os produtos usados. Também se incorpora o uso da internet no processo de entrega para o seu tratamento e reciclagem.

Uma vez que os resíduos chegam nas fábricas de reciclagem, são retirados os elementos contaminantes, e os demais componentes (plástico, alumínio, cobre, vidro, etc) são processados para a fabricação de novos produtos. É um processo relativamente simples em comparação com o de outras indústrias (a maior parte dos componentes podem ser separados por meios mecânicos, onde 70% de cada dispositivo pode se transformar em matéria prima para um novo produto), porém, o manejo desse material é algo delicado.

Ainda resta muito a fazer, principalmente nos países em desenvolvimento que estão consumindo massivamente equipamentos eletrônicos. Mas é preciso garantir que nossos gadgets sejam enviados para um lugar onde serão tratados como eles merecem.

Apple recupera US$ 40 milhões em ouro reciclado

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A Apple aposta com força na reciclagem, uma medida que, ao que parece, deu certo. A empresa não só conseguiu reduzir em grande média a emissão de carbono, mas recuperou grandes quantidades de metais valiosos, incluindo o ouro.

De acordo com o último informe anual sobre o meio ambiente apresentado pela Apple, por conta da reciclagem, eles conseguiram recuperar mais de US$ 27 milhões de quilogramas de aço, alumínio, cristais e outros materiais reutilizáveis. Desse total, uma tonelada foi de ouro, quantidade que tem um valor aproximado de US$ 40 milhões, e como você já pode imaginar, é o mais valioso de todo conjunto recuperado pela reciclagem.

Isso fica claro quando vemos que o valor total desses 27 milhões de quilos de material contam com um valor aproximado de US$ 50 milhões (incluindo o ouro). Na imagem abaixo, podemos ver uma relação de materiais recuperados.

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De acordo com os números revelados, a Apple garante ter recolhido um total de 40 milhões de quilos de destroços eletrônios, onde eles encontraram materiais de grande valor, que pode ser reutilizado. Ao mesmo tempo, toma uma medida importante para cuidar do meio ambiente, um negócio que se transforma em algo muito rentável nas mãos certas.

Via MacRumors

Intel lança campanha que paga até R$ 180 para quem quer trocar o seu computador usado

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A Intel, junto com a distribuidora ALDO, lança a campanha Inova Intel, que premiará os clientes que destinarem seu lixo eletrônico corretamente por meio da logística reversa.

Os compradores da ALDO poderão solicitar a coleta do material em domicílio, sem custo, e ao doar o desktop usado, receberão um voucher de desconto no valor de R$ 80,00 para a compra de um Ultratop NUC Intel. No caso do descarte de servidores antigos, os clientes receberão um voucher de R$ 180,00 que vale para aquisição de um servidor Centrium.

Além de incentivar as revendas e clientes finais a trocarem seus equipamentos por máquinas novas, que ocupam menos espaço, consomem menos energia e, consequentemente, resultam em menor custo operacional, a ação tem um caráter educacional.

O Inova Intel é um braço do ALDO Crazy Recicla, programa que está alinhado com as necessidades dos fabricantes que a ALDO possui distribuição no Brasil e também com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Nasceu no dia 05 de junho de 2012, dia Mundial do Meio Ambiente, com a proposta de tornar a ALDO um ponto de recepção deste material a ser descartado para que, na sequência, todo este lixo eletrônico pudesse ser ter destinação correta.

Por meio de uma parceria com a Recicla Eletrônicos de Curitiba, a ALDO tem condições de recolher apropriadamente e a Recicla Eletrônicos faz a segregação dos resíduos e a devolução para as indústrias de base, bem como a destinação correta do que realmente pode ser descartado.

A campanha ocorre até o final de 2015 e os clientes interessados devem procurar os revendedores cadastrados pela ALDO.

Mais informações: www.ALDO.com.br/?endereco=/Asp.NET/portais/ALDO-recicla

Uma reciclagem recebe um Apple I, que vale milhares de dólares

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Uma central de reciclagem em Silicon Valley está procurando uma misteriosa mulher que entregou um Apple I, sem saber que se trata de um equipamento mítico, que já foi vendido em leilões com valores entre US$ 200 mil e US$ 900 mil.

Ao que parece, a mulher estava limpando a garagem do seu falecido marido quando viu o equipamento eletrônico que entregou na central de reciclagem, sem pedir qualquer recibo ou entregar dados. De acordo com as normas da cetral, a mulher teria direito a metade do seu valor.

O Apple I foi ‘apenas’ o primeiro computador criado por Steve Jobs e Steve Wozniak em 1976. Foram fabricadas 200 unidades a mão, na garagem dos pais de Jobs, onde os seus compradores deveriam agregar uma carcaça, um teclado ASC II, um transformador para a fonte de alimentação, um monitor e um interruptor para ligar/desligar o sistema.

 

O Apple I conta com uma CPU 6502 de 8 bits a 1 MHz, 4 KB de RAM (expansíveis para 8 KB, ou até 48 KB, através de placas de expansão de terceiros), 256 bytes de ROM e gráficos de 40 x 24 caracteres, com scrolling implementado no hardware.

Seu preço de lançamento foi de US$ 666,66 (sugestivo, não? #numberofthebeast), e alguns afirmam que só existem no mundo seis unidades funcionais. O museu Henry Ford chegou a pagar US$ 905 mil por uma unidade.

Via Digital Trends

A máquina recreativa que funciona com garrafas vazias (em vídeo)

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Algumas vezes, as pessoas precisam de um incentivo para reciclar resíduos. A Coca-Cola encontrou uma engenhosa maneira de dar esse impulso. Nada menos que uma estação de reciclagem que incorpora uma máquina recreativa. O truque aqui está no fato dessa máquina não funciona com moedas, mas sim com garrafas vazias do próprio refrigerante.

A iniciativa aconteceu em seis locais diferentes da cidade de Dhaka (Bangladesh), e foi acolhida com entusiasmo pelos jovens locais. O jogo escolhido para a máquina é uma versão customizada do mítico Pong. Talvez se fosse um jogo um pouco mais atual, provavelmente o volume de garrafas recicladas seria maior.

Ainda que não deixe de ser uma iniciativa publicitária, ela poderia ser copiada por outros fabricantes, adotando latas e garrafas de outros formatos, que poderiam até mudar os jogos de tempos em tempos. De qualquer forma, a ideia deve ter uma legião de entusiastas, que vão esvaziar garrafas aos montes, para reciclar como loucos (e jogar também).


Via Coca-Cola

Levis vai lançar calças jeans feifas com plástico reciclado de garrafas pet

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Seu próximo par de calças jeans pode incluir um novo elemento que pode tornar o produto mais barato e ecologicamente correto: garrafas pet. A nova coleção WasteLess usa uma fibra de poliéster que é feita através de plástico reciclado de garrafas pet que são coletadas de programas de reciclagem em todo o território norte-americano.

Calças e jaquetas estarão disponíveis nessa combinação, e para aqueles que estão preocupados com o quesito conforto, saiba que a quantidade de plástico presente no tecido é de 20%. Pode parecer pouco, mas é o suficiente para que o produto fique mais barato, e agrida menos o ambiente quando ele for descartado (se bem que espero que esse tipo de produto seja descartado no ambiente da maneira correta). A fibra reciclada é misturada com a fibra de algodão, de modo que o resultado final será semelhante ao que encontramos em uma calça jeans normal.

A coleção WasteLess vai usar mais de 3.5 milhões de garrafas recicladas. Cada calça vai usar, em média, o plástico de oito garrafas, que serão integradas ao produto. A nova coleção ecologicamente correta da Levis chega ao mercado em janeiro de 2013.

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Fujitsu fabricará laptops com o plástico de seus CDs velhos

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Para você, eles só servem para nivelar as mesas. Para a Fujistu, eles serão matéria prima para fabricar os seus novos portáteis. Os quase esquecidos CDs e DVDs encontraram um novo propósito nas fábricas da gigante japonesa, uma vez que eles iniciaram o seu programa de reciclagem de discos óticos, graças ao qual vai recuperar o seu plástico para fabricar notebooks, começando pelo novo Lifebook P722/E.

Segundo a Fujitsu, a escolha desse material vai permitir a redução do consumo do plástico em até 10 toneladas por ano, e cortar a emissão do CO2 em 15%. Tais números podem fazer com que até o preço final do produto caia um pouco. Viu como valeu a pena guardar aquele monte de CDs que estão entulhados na sua casa?

Via Engadget

HP amplia programa de coleta de cartuchos para reciclagem

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A HP Brasil promoveu no dia 27 de junho o Fórum “Pró-sustentabilidade, antipirataria” para apresentar as novas ações da marca e debater sobre o mercado de sustentabilidade ambiental e pirataria.

O grande lançamento do fórum foi a ampliação do Programa de Reciclagem HP Planet Partners para cartuchos HP por meio de parcerias no varejo no Brasil. A partir de hoje, os clientes poderão descartar seus cartuchos HP vazios nos Ecobins instalados em diversas lojas HP Store, Kalunga e Livraria Saraiva e, em breve, as lojas do Carrefour também serão uma opção.

Além disso, para enfrentar a pirataria foi apresentada a Autenticação móvel da HP, ferramenta móvel de verificação da autenticidade de cartuchos HP por leitura de QR code. O evento contou com os porta-vozes Claudio Raupp, Vice-Presidente de Impressão e Sistemas Pessoais da HP Brasil, Gerardo Costes, Gerente de comunicação de mercado para o grupo de Imagem e Impressão para a América Latina, Kami Saidi, Diretor de Operações e de Sustentabilidade Ambiental da HP Brasil e o Fórum Nacional Contra a Pirataria, e participação da Gerente do Programa de Sustentabilidade Ambiental de Amércias, Jean Gringas.

Via Assessoria de Imprensa

we:recycle, programa de reciclagem da Nokia no Brasil, se expande, com novas urnas de coleta

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A Nokia, uma das patrocinadoras do Fórum Mundial de Sustentabilidade, revela alguns de seus planos para ampliação de seu programa global de reciclagem, o “we:recycle”. A partir de hoje, duas redes regionais passam a integrar a lista de parceiros do projeto com a disponibilidade de urnas de “take back” para reciclagem de aparelhos, baterias e acessórios de qualquer marca. O Grupo Pão de Açúcar, que já fazia parte da iniciativa com o “Alô Recicle”, recebe novos pontos de coleta ao longo do ano. Além disso, o INdT (braço de Pesquisa e Desenvolvimento da Nokia no Brasil) lança sete novos aplicativos que favorecem o estilo de vida sustentável.

Com as parcerias, novas urnas passam a ser instaladas em lojas dos grupos Ramsons (Manaus) e Y.Yamada (Belém), duas das maiores redes varejistas da Região Norte. A iniciativa já oferece no Brasil pontos de coleta em 41 supermercados da rede Pão de Açúcar e em todas as assistências técnicas e escritórios Nokia desde 2008.

“Entendemos que, para criar uma cultura sustentável para o nosso planeta, todos precisam mudar a forma de viver e trabalhar. Nosso projeto tem como objetivo impactar a sociedade como um todo. Acreditamos que um bilhão de pequenas mudanças pode ter um grande resultado”, declara Luiz Xavier, diretor de Sustentabilidade da Nokia do Brasil.

 

O programa em números

– 35 pontos de coletas em assistências técnicas, escritórios e fábrica da Nokia no Brasil

– 41 urnas nas lojas Pão de Açúcar em São Paulo, Salvador e Fortaleza. Previsão de 300 até o final do ano

– 04 urnas nas redes Ramsons em Manaus

– 01 urna no Sesi Manaus

– 08 urnas nas lojas Y.Yamada em Belém

– 5 mil pontos de coleta em 85 países

– Apenas 3% dos usuários de celular reciclam seus aparelhos. No Brasil, o número era ainda menor: apenas 2% (Pesquisa Global Nokia – 2008)

– Mais de 4,6 milhões de aparelhos foram coletados mundialmente em 2009

 

Aplicativos INdT para estilo de vida sustentável

O INdT, Instituto Nokia de Tecnologia, também trabalha com temas sustentáveis de outra forma: pela educação do consumidor. Para isso, os seus pesquisadores, em cooperação técnica com a UFAM (Universidade Federal do Amazonas), desenvolveram uma série de aplicativos que têm como tema central a sustentabilidade. O objetivo é levar soluções e serviços que possam estimular mudanças de comportamento no consumidor de forma sutil e divertida. Entre os temas dos novos aplicativos estão o consumo consciente de combustíveis; medidor de índice de massa corporal e jogos temáticos, com foco na preservação ambiental. Todos são gratuitos e poderão ser baixados na Ovi Loja a partir do início de abril.

“A educação é o primeiro passo para promover uma  mudança cultural em direção a um estilo de vida sustentável. Como os celulares estão ao alcance da maioria da população, acreditamos que os aplicativos desenvolvidos pelo INdT podem orientar os consumidores com dicas lúdicas e aplicações práticas no dia a dia”, afirma Luciana Souza, gerente de programas de sustentabilidade do INdT.

 

Outras iniciativas sustentáveis Nokia

Além do programa de reciclagem, a Nokia desenvolve produtos e embalagens considerando o seu ciclo de vida para reduzir os impactos ambientais e incentiva práticas sustentáveis a seus colaboradores. Algumas das iniciativas são: a remoção do PVC e compostos como bromo e chumbo dos aparelhos; aparelhos até 80% recicláveis; produção de caixas menores que reduzem em 60% a quantidade de plásticos utilizados e cartões de papelão mais finos e feitos de materiais reciclados; incentivo a videoconferências e economia de energia em suas instalações, entre outras.

via assessoria de imprensa

Vivo fará coleta de celulares na Campus Party Brasil 2011 #cpbr4

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Para você que está com celulares velhos em casa, que estão sem uso ou estragados, atenção.

A Vivo vai disponibilizar quatro pontos de entrega voluntária de lixo tecnológico, mais especificamente na parte de celulares e smartphones. Eles vão aceitar aparelhos, baterias, carregadores, fones de ouvido, capinhas, dispositivos Bluetooth e demais acessórios para celular que estejam sem uso ou danificados.

Essa iniciativa faz parte do projeto Vivo Recicle Seu Celular, que existe desde 2006. O projeto nada mais é do que um programa de reciclagem que está presente em lojas, autorizadas e revendas da Vivo, e já recolheu mais de 873 mil aparelhos celulares e mais de 2 milhões de acessórios. 90% dos celulares são reciclados, onde 650g de metal e 200g de plástico conseguem ser reutilizados em novos aparelhos, representando quase 80% dos materiais dos aparelho.

A iniciativa foi realizada em 2010, e neste ano, a Vivo repete o projeto. Logo, se você quiser descartar aquele celular velho que não funciona mais, esta é a chance de fazê-lo de forma sustentável.

via Info Abril

[notícias] Novidades com consciência ecológica e social, vindas da Nokia

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Trazemos aqui algumas novidades da Nokia que, apesar de aparentemente não estarem ligadas ao mundo da tecnologia, são bem interessantes de serem divulgadas.

A primeira delas tem um cunho ecológico. A Nokia do Brasil está fazendo a coleta de aparelhos e acessórios usados, na sua unidade da Nokia Store, em São Paulo (Rua Oscar Freire, 849, Jardins). Esse tipo de iniciativa ajuda a diminuir o impacto que estes produtos trazem ao meio ambiente. Até o final do mês de março, todo cliente que deixar seu lixo tecnológico na Nokia Store, receberá uma sacola ecológica e, se fizer R$ 1 mil em compras na loja, ganha um acessório para seu aparelho (a escolher entre fone de ouvido bluetooth, fone de ouvido estéreo ou carregador).

A segunda notícia tem um lado humanitário. A Nokia Music Store e a Comes With Music já estão disponibilizando para compra a música Everybody Hurts, originalmente gravada pelo R.E.M., em 1992, mas com re-leitura de Jon Bon Jovi, Kylie Minogue, Rod Stewart. Susan Boyle, entre outros. O objetivo é arrecadar fundos para ajudar as vítimas do terremoto no Haiti em janeiro. Toda a renda com as vendas da faixa será convertida para o Comitê de Emergências e Desastres e para a campanha Helping Haiti, criada pelo jornal inglês The Sun. Para quem puder colaborar, é uma boa.