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Qualcomm seria a culpada pelo lançamento limitado do Android Nougat

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android nougat

O lançamento do Android Nougat tão limitado da forma que foi teria a Qualcomm como culpada.

A fonte da informação é bem confiável (desenvolvedor de ROMs), e explica que a Qualcomm não teria liberado novos drivers para as GPUs utilizadas para os seus processadores Snapdragon 800 e Snapdraon 801.

Isso faz sentido e é uma explicação crível, já que nenhum dos modelos baseados nos dois chips vão receber o Android Nougat, mesmo aqueles que não contam com mais de dois anos de atualizações que oferecem a maioria dos fabricantes.

 

Muitos smartphones ficarão sem o Android Nougat

A lista de smartphones que contam com esses dois processadores é muito grande, abraçando do Galaxy S5 até o LG G3, Nexus 5 e Xperia Z3, entre outros.

Se a informação se confirmar, é preciso ter claro que não é um assunto tão grave assim, já que a maioria dos smartphones não teriam o “direito” ao suporte oficial por passarem dos dois anos de suporte.

Mesmo assim, é preocupante. Coloca em evidência o peso de uma simples decisão unilateral da Qulacomm, e como ela afeta milhões de usuários.

A Qualcomm não comenta o assunto por enquanto. Logo, tomemos com cautela as informações até um novo aviso.

Outras fontes falam sobre uma possível incompatibilidade com o Vulkan, mas nada confirmado.

Via Fudzilla

ASUS ZenFone 3 Deluxe vence a corrida em ser o primeiro smartphone com Snapdragon 821

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ASUS ZenFone 3 Deluxe

O ASUS ZenFone 3 Deluxe começou a ser vendido na Índia. Dessa forma, ele se torna o primeiro smartphone com o processador Qualcomm Snapdragon 821 a chegar ao mercado.

Por meses ouvimos vários rumores envolvendo esse processador. Que o mesmo chegaria com o Galaxy Note 7 (que adotou o Exynos 8890), ou no futuro Nexus da HTC ou com o LG V20, que será lançado no começo de setembro.

Por fim, a corrida teve o novo smartphone top de linha da ASUS como vencedor.

 

Uma versão do ASUS ZenFone 3 Deluxe

Qualcomm Snapdragon 821

 

A nova linha ZenFone foi apresentada em maio, e era composta por quatro modelos: o normal, o Ultra com Snapdragon 625, o ZenFone 3 Laser e o modelo Deluxe, com Snapdragon 820.

A ASUS não quis perder a oportunidade e lançou uma pequena atualização, através do novo ASUS ZenFone 3 Deluxe, com o Snapdragon 821, que entrega uma leve melhoria em relação ao Snapdragon 820, mas sem novidades resenháveis.

O processador é 10% mais potente que o seu predecessor, aumentando seu clock de 2.2 para 2.4 GHz, com menor exigência, indo de 1.6 GHz para 2 GHz. Seus gráficos subiram de 624 para 650 MHz.

Assim, essa nova versão do ASUS ZenFone 3 Deluxe chega na Índia com tela Super AMOLED de 5.7 polegadas (Full HD), 6 GB de RAM, 256 GB de armazenamento, câmeras de 23 MP e 8 MP, e bateria de 3.000 mAh.

O preço para as versões com Snapdragon 820 e Snapdragon 821 são de 600 euros e 840 euros, respectivamente.

Via Android Authority

QuadRooter, a vulnerabilidade de ‘900 milhões de smartphones Android’: ameaça real ou marketing do medo?

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android robo teaser

900 milhões de dispositivos Android sob ameaça. Essa é a estimativa do Check Point sobre o nível de ameaça do QuadRooter, um bug que afeta todos os dispositivos que contam com um chip Qualcomm. Mas… em que consiste essa falha de segurança? E ela é tão perigosa assim?

 

O que é o QuadRooter?

A Check Point é uma empresa de segurança informática, e apresentou nesse final de semana na conferência Def Con 24 os resultados de uma recente investigação relativa aos chips LTE da Qualcomm, presente em 65% dos smartphones e tablets Android do mercado.

Nesse estudo, eles explicam que o QuadRooter é composto de quatro vulnerabilidades encontradas nos drives dos chips da Qualcomm pré-instalados em cada dispositivo com esses chips. Os módulos afetados são o IPC Router (comunicação entre componentes Qualcomm), Ashmen (sistema de assinatura de memória), kgsl e kgsl_sync (dos drivers gráficos).

Quem explorar essas quatro falhas de segurança obtém o acesso root, controlando completamente o dispositivo. POde ver os dados armazenados ou realizar uma “escuta ativa”, monitorizando tudo o que é escrito no aparelho ou a posição do mesmo via GPS.

E estes são apenas dois exemplos.

 

Como acontece a infecção? Você deve se preocupar com o QuadRooter?

Um atacante pode explorar a vulnerabilidade com um app malicioso, que não requer permissões especiais para aproveitar a brecha, o que reduz a suspeita na hora da instalação. Mas na realidade, as coisas não são tão simples.

Para o QuadRooter assumir o controle de um dispositivo, é preciso que tudo isso aconteça ao mesmo tempo:

1. O dispositivo deve contar com os drivers vulneráveis.
2. O usuário tem que baixar um app malicioso por sua conta e risco.
3. Para baixar o app, é preciso ativar o modo de download a partir de fontes desconhecidas.
4. Precisa ter desativada a função de Verificação de Aplicativos.

Nem a Google confirma que tanto a Google Play como o seu Verificar Aplicativos vigiam de perto se algum aplicativo aproveita dessa vulnerabilidade (mas o mais lógico é que eles foram avisados há meses do problema), mas de qualquer forma, apenas os usuários muito imprudentes serão afetados pelo problema. Sem falar que, pelo menos por enquanto, nenhum app infectado foi detectado.

 

Como saber se um dispositivo é vulnerável?

A Check Point lançou um aplicativo que permite um escaneamento rápido do smartphone ou tablet para comprovar se efetivamente o mesmo utiliza os drivers afetados. O app não resolve o problema, e só serve para que o usuário saiba se o seu dispositivo é vulnerável ou não.

Os modelos afetados pertencem à marcas como Samsung, HTC, Motorola e LG. Entre eles, modelos como os Nexus (5X, 6 e 6P), LG G5, HTC 10, os da OnePlus (One, 2 e 4), BlackBerry Priv e Samsung Galaxy S7, entre outros.

 

Como solucionar o problema?

Por enquanto, não tem como. Só a Google e os fabricantes podem lançar correções para solucionar os quatro bugs. A Qualcomm garante que resolveu o problema e distribuiu a solução. Três das falhas já foram corrigidas na atualização mensal de segurança da Google, e a quarta chegará com a atualização de setembro aos dispositivos Nexus.

As correções dos fabricantes par outros modelos? É uma outra história, e é algo criticado pela Check Point em seu relatório.

Mas procure evitar baixar aplicativos de fontes desconhecidas e com poucos downloads na Google Play.

 

É para temer tanto?

O QuadRooter existe, e pode ser bem prejudicial. Isso é fato. A Check Point entende que essas são falhas muito graves, mas acredita que a Qualcomm vai se empenhar pela melhor solução.

Porém, outros analistas acreditam que tudo isso é apenas um grande trabalho de marketing da Check Point, que recebe visibilidade antes do problema ser resolvido de forma efetiva, apesar de sua solução estar a caminho. Na prática, é preciso muita coisa para ser afetado pelo QuadRooter. Muita coisa mesmo.

Vale lembrar que, em teoria, 900 milhões de dispositivos são vulneráveis. Mas isso, “em teoria”. Se você é um usuário prudente, nada tem a temer.

 

O verdadeiro problema? As atualizações de segurança no Android

O que o QuadRooter realmente evidencia é todo o trabalho que a Google e os fabricantes precisam percorrer no que tange às atualizações de segurança do Android. A Qualcomm foi notificada sobre o problema em abril de 2016, que confirmou as falhas e distribuiu a correção aos fabricantes, mas estamos em agosto, e o problema persiste.

A solucão parcial para os modelos Nexus já chegou, e se completará em setembro. Mas… e os demais dispositivos? Pode levar meses para serem solucionados. E isso é bem mais grave que o QuadRooter em si.

ASUS Zenfone 3 em junho, já com processador Qualcomm

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ZenFone 3

Jerry Chen, CEO da ASUS, garantiu que a próxima geração de smartphones da linha ZenFone chegará ao mercado em junho. O evento da empresa na Computex 2016 acontece em 30 de maio. Faça as contas.

Depois do ZenFone 3 ser ‘apresentado’ pelo Red Dot, não é surpresa essa informação. É algo que todos esperam desde então, especialmente sabendo da proximidade da Computex, evento onde a ASUS reina de forma indiscutível. Os planos da marca podem ser um pouco diferentes, mas não devem fugir muito disso. Logo, das duas, uma: ou Shen calculou muito bem as datas, ou o novo modelo será o grande ausente da feira de Taipei.

O tema pendente está no fato que o evento da ASUS na Computex estaria respaldado pela Intel, que dessa vez não deve assinar os processadores do novo smartphone. Com o fim do desenvolvimento dos novos chips da linha Atom, o fabricante taiwanês deve apostar nos processadores da Qualcomm ou MediaTek, e isso pode fazer com que o ZenFone 3 não se faça presente na feira.

A nova geração do ZenFone chegará ao mercado de seis países em agosto, com três modelos: ZenFone 3 Max, ZenFone 3 Deluxe e Zenfone 3. Em 17 dias ou mais, vamos descobrir toda a verdade.

Via Android AuthorityDigiTimes

ASUS, sem a Intel, adota a Qualcomm no ZenFone

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ASUS ZenFone Go TV-11

A ASUS decidiu apostar na Qualcomm como responsável pela produção dos processadores de sua linha de smartphones ZenFone, uma vez que a Intel decidiu cancelar futuros projetos de sua linha Atom. Quem confirma é o próprio CEO da ASUS.

A Intel bem que tentou migrar parte do seu prestígio no mercado de chips para computadores para o competitivo mercado mobile, mas a tentativa não funcionou como esperado. A ideia da ASUS é apostar tanto na Qualcomm como na MediaTek para seguir com a fabricação de um ASUS ZenFone 3, automaticamente confirmado com essas declarações, com a maior parte da produção ficando a cargo dos norte-americanos (uma proporção de 9 para 1, ou de 90%).

Por enquanto, não são citados modelos concretos de chips, mas tanto o Qualcomm Snapdragon 652 como o MediaTek Helio X20 são fortes candidatos a estarem presentes nos novos dispositivos. Sobre a nova linha de produtos ZenFone 3, o executivo o posiciona como um dispositivo de linha média, com preços na faixa entre US$ 250 e US$ 300, o que se encaixaria mais nos modelos com o Snapdragon 650.

Vale lembrar que o Snapdragon 652 está presente até agora em dispositivos de linha média-alta ou super linha-média, com uma faixa de preço superior. É esperado que um ZenFone 3 Max dê as caras em um futuro próximo, o que pode ser bem interessante para as aspirações da ASUS.

Compreendemos a decisão da ASUS para o ZenFone. A Intel jogou a toalha para o mercado mobile, e a Qualcomm é o fabricante dos processadores mais potentes da atualidade, acima de um Samsung Exynos, que é menos prolífico por conta de serem exclusivos dos dispositivos dos coreanos.

Via HDBlog

Surface Phone pode receber 8 GB de RAM e Snapdragon 830

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O especulado Microsoft Surface Phone pode atender os anseios dos fãs do Windows 10 Mobile, sendo capaz de ser potente para todo e qualquer tipo de uso, incluindo nos segmentos de produção de conteúdo. Os rumores mais recentes sobre o dispositivo apontam para a incorporação de um processador Qualcomm Snapdragon 830 e 8 GB de RAM.

Tais características são mais que suficiente para realizar muito mias do que aquilo que um smartphone pede, podendo ser o dispositivo pensado para quem quer trabalhar de forma mais séria, com tarefas mais complexas. O rumor chega depois que o Windows 10 incluiu o chipset MSM8998 na lista dos chipsets compatíveis, disparando as especulações sobre um dispositivo com Windows 10 com o próximo processador da Qualcomm.

Além de ser algo desejado por usuários e fãs da Microsoft, o Surface Phone seria um passo lógico dentro do foco multi-dispositivo que a Microsoft quer dar para o Windows 10. Para conseguir isso, há um outro elemento muito importante: o Universal Windows Platform, que pretende impulsionar aplicativos que sejam capazes de serem executados em qualquer dispositivo. Sem falar no Continuum, que permite a convergência dos smartphones Windows com os desktops.

Por enquanto, são rumores. Só o tempo poderá dizer se tudo o que é ventilado nos últimos meses é algo real, ou fruto de mentes que imaginam o sonho de muita gente. De qualquer forma, como todos os indícios apontam para isso, não será surpresa ver a Microsoft apostar de forma pesada em um único dispositivo, potente e capaz de seguir a filosofia de convergência adotada para o Windows 10.

Via Pocket-lint

Snapdragon 823 e até 8 GB de RAM nos futuros smartphones top de linha

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Ainda que os recém lançados Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge ofereçam o que há de mais potente dentro do catálogo da Samsung, é de se esperar que a linha Note dê um passo adiante quando chegar ao mundo. Por enquanto, não há informações oficiais sobre o modelo, mas como sempre os primeiros rumores já aparecem para dar luz ao tema. E, dessa vez, tem como protagonista principal o seu processador.

Parece que os fabricantes contarão com opções muito interessantes, já que tudo indica que os próximos smartphones top de linha de fabricantes como Samsung, Sony e LG contarão com o último processador da Qualcomm, o Snapdragon 823, que pode vir acompanhado de até 8 GB de RAM.

São números impressionantes, já que estamos alcançando níveis presentes em vários desktops e notebooks disponíveis no mercado. Nesse momento já temos vários PCs com menos RAM do que um smartphone. De qualquer forma, esta seria a quantidade máxima de memória que este processador poderia suportar, o que não significa que todo modelo que receber o chip vai carregar 8 GB de RAM.

Nas suas especificações, o Snapdragon 823 contaria com quatro núcleos a 3 GHz, uma GPU Adreno 530 de 720 MHz e a citada RAM LPDDR4. O vazamento, que foi feito pelo portal chinês Weibo, fala de um modelo Sony Xperia e de um LG G Flex 3, algo que nos custa a acreditar se levarmos em conta que a família de smartphones curvados dos coreanos não alcançou boas vendas, e que a própria LG decidiu centrar os seus esforços na tecnologia de tela dupla, presente no LG V10.

Aguardemos pelos próximos acontecimentos. Mas, ao que tudo indica, a próxima geração deve deixar a maioria dos computadores atuais comendo poeira em termos de desempenho.

Via Pocket NowWeibo

 

Samsung entra para o top 5 entre os fabricantes de processadores móveis

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Samsung-Exynos

A Samsung fez um ótimo trabalho com o processador Exynos 7420, a ponto do chip ser o protagonista do mercado até o anúncio dos chips Snapdragon 820 e Exynos 8890. Isso fez dos coreanos o quarto maior fabricante de SoCs.

O papel da empresa é muito importante pela inclusão de chips entre os modelos top de linha, como o Meizu Pro 5, além de ajudar no desempenho de outras variantes orientadas para as linhas média e baixa. Ao longo de 2015, o toal de chips Exynos subiu para 50 milhões de unidades, ou 15% do total de smartphones fabricados pela Samsung no mesmo período.

A Qualcomm lidera o ranking, e sua linha Snapdragon é responsável por 42% do mercado, com uma boa vantagem para os seus adversários. A Apple ficou em segundo, com 21%, impulsionado pelos iPhones e iPads. Na terceira posição, a sempre interessante MediaTek com 19% de mercado, com os chips Helio P10 e Helio P20 ajudando no seu crescimento. E a quinta posição é da Spreadtrum, uma desconhecida para muitos, mas que tem o seu espaço no mercado de mobilidade.

Não podemos negar que esse avanço da Samsung é merecido, já que os coreanos fizeram um bom trabalho com os seus chips Exynos. Tudo leva a crer que isso pode voltar a se repetir esse ano, mas ainda falta muito para eles superarem a MediaTek.

Via GSMArena

Snapdragon 830 seria fabricado a 10 nanômetros e suporte a 8 GB de RAM

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Snapdragon-830

O Snapdragon 830, processador da Qualcomm que vai substituir o Snapdragon 820, só deve chegar ao mercado em 2017, mas os primeiros rumores indicam que este será um chip fabricado em processo de 10 nanômetros, um salto importante diante dos 14 nanômetros do modelo atual.

Porém, as mudanças na arquitetura do processador não serão grandes, já que manteria a atual Kyro utilizada no Snapdragon 820, de forma que é possível que ele receba um simples aumento de núcleos e/o frequências de relógio com o novo processo de fabricação. Além disso, deve receber também um suporte para até 8 GB de RAM, um avanço importante que poderia facilitar o lançamento de smartphones com mais memória do que boa parte dos computadores disponíveis hoje no mercado.

São informações interessantes e com muito sentido, mas que ainda são rumores. De qualquer forma, é uma evolução crível que nos permite imaginar um enorme potencial que teriam os smartphones que veremos daqui a um ano no mercado.

Via WCCFTech

Samsung encarregada na fabricação do Snapdragon 820 da Qualcomm

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exynos

A Samsung transformou em um potente fabricante de processadores, e o seu trabalho com os seus Exynos dá resultados mais do que interessantes. Esse bom trabalho fez com que a empresa comece a realizar também o trabalho dos sues concorrentes diretos, chegando ao ponto deles serem agora os responsáveis pelos novos processadores Snapdragon 820 da Qualcomm, utilizando o mesmo processo de fabricação de 14 nanômetros do Exynos.

As estruturas FinFET 3D da Samsung aumenta o desempenho, mas reduzindo o consumo de energia, algo que o torna muito atraente para o mercado de smartphones, de modo que é justo que eles o tenham integrado nessa segunda geração de chips, alcançando um desempenho 15% superior e reduzindo o consumo.

Antes, já vimos modelos da linha Galaxy com processadores Exynos e Snapdragon, mas dessa vez será a primeira vez que veremos a Samsung fabricando os processadores do seu rival. Veremos quais as vantagens ou inconvenientes que essa aliança pode trazer, já que estamos certos de que algumas consequências virão com esse acordo.

Via Samsung, Samsung

Le Max Pro: (este sim) é o primeiro smartphone com o Qualcomm Snapdragon 820

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Le Max Pro

A chinesa LeTV consegue fazer barulho na CES 2016 ao anunciar o Le Max Pro, que é o primeiro smartphone do mercado a contar com o processador Qualcomm Snapdragon 820, com a tecnologia Sense ID.

O Le Max Pro possui tela de 6.33 polegadas (WQHD, 2560 x 1440 pixels) quase sem bordas, carcaça com acabamento metálico, leitor de digitais na parte traseira, câmera traseira de 21 MP, 32, 64 ou 128 GB de armazenamento, sistema operacional Android 6.0 Marshmallow (com interface personalizada) e bateria de 3.400 mAh. Porém, o principal destaque é mesmo o chipset Snapdragon 820 da Qualcomm, trabalhando em conjunto com uma GPU Adreon 530 e 4 GB de RAM.

Mesmo sendo muito impressionante, fato é que na prática é difícil adivinhar o que essas especificações podem oferecer na prática. Os smartphones chegaram em um nível técnico tão elevado, que é complicado diferenciar um modelo do outro em termos de desempenho. O Le Max Pro aparenta ser muito ágil e fluído, mas não podemos garantir que será muito mais do que qualquer outro top de linha do mercado atual.

Não há datas sobre sua comercialização, mas a ideia da LeTE é entrar no mercado norte-americano primeiro, para depois desembarcar em outros países. Certamente a empresa (e esse modelo) será recebida de braços abertos.

Via Engadget

Google quer desenvolver processadores próprios para o Android

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A Google quer seguir os passos da Apple, e começar a desenvolver processadores para dispositivos Android. Segundo Amir Efrati, a gigante de Mountain Veiw está em conversações com diversos fabricantes de microprocessadores, com o objetivo de adotar o mesmo sistema que a gigante de Redmond aplica há anos, co-desenvolvendo processadores para os seus dispositivos.

Entre os nomes se destaca o da Qualcomm, que seria encarregado da fabricação, enquanto que a Google cuidaria do design. A ideia é usar esses chips nos dispositivos Nexus, criando uma otimização entre hardware e software, que resulte em um melhor desempenho, mas acima de tudo mantendo um maior controle sobre a plataforma, competindo diretamente com os demais concorrentes do ecossistema Android e com a própria Apple.

Outra informação importante é que, ao que parece, a decisão foi tomada em setembro, quando a Google estava prestes a lançar um novo dispositivo portátil focado na produtividade empresarial, o Pixel C, o primeiro fabricado pela Google. Ali teria surgido a ideia de co-desenvolver seus próprios microprocessadores para os futuros smartphones Nexus.

Obviamente, nada foi confirmado pela Google, o que torna tudo apenas rumores. Mas seria um movimento bem interessante, já que não sabemos o quão rentável é usar chips com design especial, tanto para a Google como para o fabricante, pois estamos falando de uma quantidade limitada de processadores, bem abaixo de uma encomenda do A9 da Apple.

Além disso, não sabemos se algum outro fabricante estaria interessado em adotar esse SoC para os seus produtos. Sem falar que não sabemos se um fabricante como a Qualcomm estaria disposta a sacrificar o nome Snapdragon por um processador desenvolvido pela Google.

O tempo vai dizer o que vai acontecer.

Via The Information

Qualcomm desmente os problemas de calor no Snapdragon 820

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Comentamos recentemente no blog que o chip Snapdragon 820 estaria tendo problemas de excesso de temperatura, ao ponto da Samsung ter que reduzira a temperatura de trabalho chip, manipulando o programa de controle do mesmo. A Qualcomm não gostou nada desses rumores, ainda mais depois de todos os problemas que eles tiveram com o Snapdragon 810, com o mesmo tema de superaquecimento, que afetou inúmeros fabricantes.

Isso fez com que outros fabricantes optassem pelo Snapdragon 808, mas a essa altura, o estrago para a Qualcomm já estava feito. A empresa sempre negou os problemas no Snapdragon 810, mas acabou perdendo credibilidade.

Com esse histórico, a Qualcomm vem de novo a publico dizer que o Snapdragon 820 não apresenta problemas de superaquecimento, e que os rumores são falsos, com o novo chip até superando as expectativas da empresa, sendo fabricado em processo de 14 nanômetros.

Esperamos que seja assim. Um segundo fiasco poderia fazer muito estrago para a Qualcomm, apesar de que não é possível opinar sem testes independentes.

Via PhoneArena

Snapdragon 820 também tem problemas de temperatura

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Segundo Business Korea, o processador Qualcomm Snapdragon 820 está apresentando problemas de excesso de temperatura, tal como aconteceu com o Snapdragon 810.

Ao que parece, a Samsung estaria modificando o programa de controle do processador para poder lidar com as altas temperaturas, mas com resultados insatisfatórios, o que obrigaria o uso de um sistema de dissipação específico.

Segundo a fonte, a Samsung utilizaria os Snapdragon 820 de qualquer maneira no seu futuro Galaxy S7 porque eles chegaram a um acordo com a Qualcomm para produzir esses chips, e não colocar os seus chips Exynos no próximo top de linha.

Esperamos que, para o bem dos consumidores da própria Samsung, que eles consigam resolver os problemas de excesso de temperatura de uma forma ou de outra, seja através de ajustes internos no próprio chip, ou mediante a adoção de um sistema de refrigeração específico. Essa última opção foi adotada pela Microsoft no Lumia 950.

Caso contrário, podemos estar diante de um novo desastre similar ao que vimos com alguns fabricantes com o Snapdragon 810, principalmente nos modelos HTC One M9, LG G Flex 2 e Sony Xperia Z3 Plus.

Via Fudzilla

Qualcomm Quick Charge 3.0 pode recarregar 80% da bateria em 35 minutos

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A Qualcomm apresentou a Quick Charge 3.0, terceira geração da sua tecnologia de recarga rápida de bateria, que melhora o desempenho da versão anterior graças (em parte) à nova tecnologia INOV, que nada mais é do que um algoritmo que permite ao dispositivo determinar a quantidade de energia necessária para obter uma transferência de energia otimizada, ao mesmo tempo que maximiza a sua eficiência.

Tudo isso se traduz em uma carga de 0% até 80% em apenas 35 minutos, ou 27% mais rápida que a Quick Charge 2.0. Com o uso da INOV e de outras tecnologias, a Quick Charge 3.0 é 38% mais eficiente que a versão anterior, ajudando de forma notável a proteger a vida útil da bateria.

Além disso, a Quick Charge 3.0 reduz a dissipação em 45% e carrega duas vezes mais rápido se comparado com a Quick Charge 1.0. Sobre as voltagens, o novo sistema é bem versátil, oferecendo aumentos de 200 mV, começando nos 3.6 V e alcançando os 20 V.

Esta nova versão de recarga rápida estará disponível de forma opcional nos processadores Snapdragon 820, 620, 618, 617 e 430 da Qualcomm, e começa a chegar ao mercado a partir de 2016, sendo compatível com as versões anteriores do Quick Charge e suas conexões, incluindo a porta USB Type-C.

 

Sony Xperia Z5 Premium conta com duplo dissipador de refrigeração

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Xperia Z5 Premium

Os problemas de superaquecimento dos processadores Snapdragon 810 devem fazer parte do passado. A Qualcomm apresentou a nova geração desse chip (v2.1), que já está presente em alguns smartphones recém lançados. Entre eles, o Sony Xperia Z5 Premium, apresentado na IFA 2015.

Mesmo assim, é melhor prevenir do que remediar. Alguns usuários que tiveram acesso ao novo smartphone da Sony já o desmontou, e encontrou uma surpresa em seu interior: os modelos Xperia Z5 e Xperia Z5 Premium utilizam um sistema de duplo dissipador direto no SoC, diferente dos modelos Z4/Z3+, que contam com o Snapdragon 810, mas que só integram um único módulo metálico para descentralizar o calor.

Xperia Z5 Premium-dissipador

Supostamente, estamos diante do mesmo processador Snapdragon 810 v2.1 presente nos modelos Xperia Z3+/Z4/Z5/Z5 Compact/Z5 Premium, mas só temos o dissipador duplo nos modelos Z5 e Z5 Premium. Falta confirmar a sua presença no Z5 Compact, cujas imagens ainda não foram publicadas na internet. Salvo surpresas, esse modelo também deve oferecer o mesmo dissipador, ainda que em menor tamanho, por conta do espaço mais limitado.

Os maiores problemas de excesso de calor do SoC se apresentariam no Sony Xperia Z5 Premium, já que sua tela 4K é muito exigente para o hardware. Mesmo assim, a Qualcomm prometeu que o problema já estaria solucionado em definitivo. Mas para confirmar, teremos que esperar análises mais profundas dos dispositivos. Vamos esperar mais algumas semanas.

Via SlashGear

Qualcomm de volta aos smartphones top de linha da Samsung

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A estratégia da Samsung em apostar nos seus chips Exynos para os modelos top de linha de 2015 (Galaxy S6, Note 5) foi acertada. Seu bom desempenho, combinado com os problemas de temperatura dos chips Snapdragon 810 pesaram na balança.

Porém, parece que as coisas vão mudar em breve. A Qualcomm já prepara os SoCs Snapdragon 820, e as expectativas nele são muito altas. A ponto da Samsung pensar a voltar a usar chips Qualcomm para os futuros Galaxy S7. Assim afirmam os últimos vazamentos vindos da China.

Já sabemos que o Snapdragon 820 será muito melhor que o 810 em vários aspectos: desempenho, velocidade e capacidade, sem problemas de temperatura, entre outros. Será melhor que o Exynos 7420, e aqui temos uma dúvida a ser respondida: se a Samsung será capaz de lançar um novo Exynos melhor que o Snapdragon 820.

Hoje, não temos detalhes sobre a nova geração de SoCs Exynos. De fato, a Samsung é meio lenta na evolução dos seus chips, se comparado com a Qualcomm que atualiza todos os anos, abraçando todas as linhas. Ainda falta meio ano para a Samsung tomar uma decisão.

Exynos ou Snapdragon? Seja qual for a escolha, é certo que estará entre os melhores.

Via SamMobile

Snapdragon 820 promete dobrar o desempenho e a duração da bateria

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A Qualcomm anunciou que o Snapdragon 820 vai dobrar em desempenho e em duração da bateria em relação ao seu antecessor, graças aos novos núcleos Kyro, construídos sob medida.

Os núcleos Kyro vão substituir os núcleos Cortex utilizados pela Qualcomm até agora. São a primeira tecnologia quad-core a 64 bits desenvolvida pela própria Qualcomm, com fabricação em 14 nanômetros e capazes de alcançar velocidades de 2.2 GHz. O Kyro está diretamente integrado com a GPU Adreno 530 e o DSP Hexagon 680.

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Porém, o Kyro não é a única novidade. A Qualcomm também mostrou o Symphony System Manager, desenvolvido para garantir a máxima eficiência e o mínimo consumo de energia. Tal característica vai tentar reduzir o consumo de bateria através de diferentes comunicações, que são aplicados de forma automática, de acordo com a demanda de recursos.

É esperado que os primeiros dispositivos com o Qualcomm Snapdragon 820 apareçam durante a primeira metade de 2016.

Processador Qualcomm Snapdragon 820 terá sistema anti-malware Smart Protect

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A Qualcomm anunciou em sua página na internet o lançamento do Snapdragon Smart Protect, um sistema focado a solucionar problemas contra malwares.

A plataforma vai oferecer uma detecção precisa e efetiva de ameaças de malwares, melhorando a proteção da informação pessoal e a segurança do dispositivo. Mediante a monitorização do comportamento dos apps do dispositivo em tempo real, o Snapdragon Smart Protect vai detectar e classificar de forma (quase) instantânea qualquer atividade considerada anormal ou suspeita. Os apps se classificam por nível de ameaça (spyware, adware, malware destrutivo, etc).

É o primeiro recurso que utilizará a tecnologia Qualcomm Zeroth, que oferece um aprendizado inteligente, que permite que esta função não afete de forma perceptível para o usuário a autonomia de bateria ou o desempenho. O segredo do Snapdragon Smart Protect é atuar de forma mais profunda e precisa do que a maioria dos anti-vírus existentes, que apenas se limitam a revisar os apps diante da base de dados de malwares registrados e, em muitos casos, com informação não atualizada.

Além disso, o sistema trabalha a partir do dispositivo e não sobre uma plataforma na nuvem, de modo que não é necessário que o smartphone esteja conectado na internet para que as análises sejam feitas.

 

Vantagens para o usuário e para os desenvolvedores de software

A Qualcomm explica que mais e mais dados são armazenados em smartphones, e que os malwares estão no auge. Por isso eles acreditam que a monitorização profunda que o Snapdragon Smart Protect realiza no dispositivo (baseando-se nas capas mais profundas do software e no hardware dedicado à segurança) será mais precisa que a atual.

Desse modo, a Qualcomm coloca à disposição dos fabricantes de sistemas operacionais e apps anti-malware a API do Snapdragon Smart Protect, para que eles possam realizar essas análises. O sistema ainda oferece notificações instantâneas no caso de detecção de violações de privacidade ou atividades maliciosas.

A empresa trabalhou em parceria com nomes como Avast, AVG e Lookout para o desenvolvimento do sistema. Veremos o Qualcomm Snapdragon Smart Protect a partir de 2016, nos dispositivos que incorporarem o processador Snapdragon 820.

 

Via Qualcomm

Os primeiros detalhes do Qualcomm Snapdragon 820, que só chega em 2016

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A Qualcomm revelou detalhes sobre o seu processador Snapdragon 820, além de confirmar que o chip só vai chegar ao mercado em 2016. Ou seja, nada de smartphones com o citado SoC na IFA 2015.

A ideia da Qualcomm era antecipar o lançamento do Snapdragon 820 para o final de 2015, principalmente depois dos problemas de superaquecimento dos chips Snapdragon 810. A empresa informa que as primeiras mostras do chip começam a ser enviadas para os fabricantes nos próximos meses, para que os primeiros produtos finais cheguem ao mercado no primeiro trimestre do ano que vem.

Mas… se o Snapdragon 820 não chega em 2015, o que acontece com o Huawei Nexus, Xiaomi Mi5, LG G4 Pro. Xperia Z5 e outros modelos que supostamente utilizariam esse chip?

Significa que tudo muda para eles. Por exemplo, o Huawei Nexus, que deve ser lançado em setembro ou outubro, ou deve utilizar outro SoC (Snapdragon 810 v2 ou de outro fabricante), ou será adiado até 2016. Assim como acontecerá em outros modelos.

O Snapdragon 820 foi fabricado em processo FinFET de 14 nanômetros, um grande salto em relação aos modelos em 20 nanômetros. Inclui uma CPU ‘Hydra’, baseada na arquitetura ARM v8 de 64 bits, e uma GPU Adreno 530, que promete uma melhoria no desempenho de até 40%, e um consumo de bateria menor que a Adreno 430 presente no Snapdragon 810.

Todas as GPUs da série 500 apoiarão as mesmas APIs, incluindo a OpenGL ES 3.1, com a extensão para o Android introduzida na versão Lollipop e a API Vulkan. Inclui também um novo motor gráfico, com suporte para resoluções 4K a 60 FPS sobre HDMI 2.0.

Com esse adiamento (e espero que seja o último), os primeiros meses de 2016 prometem ser muito quentes nos lançamentos de smartphones. CES (6 a 9 de janeiro de 2016) e MWC (22 a 25 de fevereiro de 2016) podem ter como grande protagonista o Snapdragon 820. Um chip que chega com uma grande dose de desempenho e potência que devem agradar e muito os usuários mais exigentes.