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TargetHD Podcast | 211 | Apple vs Samsung, Nokia no preju, Atari e BASIC

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Nesta edição:

Game Boy completou 25 anos de vida
OnePlus One é oficial
– Marco Civil da Internet agora é lei
Samsung, ninguém suporta os seus bloatwares
Fim da dominância do iPad?
Nasce a Microsoft Mobile
– Fim da Nokia
Nokia “Superman”?
Nokia perde 326 milhões de euros antes de sua fusão com a Microsoft
Strategy Analytics: Samsung perde cota de mercado de smartphones pela primeira vez em quatro anos
União Europeia quer acabar com a “guerra de patentes” na telefonia móvel
Rumor: Google pode abandonar a marca Nexus, e lançar a Silver, nova linha de smartphones premium
Stephen Elop vai embolsar US$ 33 milhões com a venda da Nokia para a Microsoft
Os cartuchos da Atari encontrados no Novo México
Vulnerabilidade do Internet Explorer (já resolvida pela Microsoft)
O amor dos norte-americanos pelo iPhone já não é tão intenso como antes…
10 PRINT “Feliz aniversário de 50 anos, BASIC”; 20 GOTO 10
IDC: Samsung reduz vantagem da Apple em um mercado de tablets que cresce mais devagar
Estudo indica que custo dos materiais do Google Glass é de apenas US$ 80
Apple e Samsung consideradas violadoras de patentes

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TargetHD Podcast | 210 | Fim do Windows XP, Moto X+1 e Facebook forçando o Messenger

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Nesta edição:

Apple, abril de 2013: “Os consumidores querem o que nós não temos”
Microsoft estaria planejando a emulação do Xbox 360 no Xbox One
Microsoft já estaria produzindo seis séries de TV exclusivas para o Xbox One
Motorola Moto X+1 vem aí…
Apple informa que 87% dos seus usuários móveis já contam com o iOS 7
HTC One (M8) é removido dos testes do 3DMark Benchmarks
Os grandes estúdios de Hollywood estão processando o Megaupload e Kim Dotcom, dois anos depois do fim do serviço
Fim do Windows XP: para quem ainda tem, quais são as alternativas disponíveis?
Fim das mensagens privadas do Facebook via app. Agora, é obrigado a ter o Messenger instalado
Apple quer que Samsung pague US$ 2.2 bilhões pela violação de cinco de suas patentes
Redes sociais não perdoam: canção oficial da Copa do Mundo 2014 está reprovada
– A vulnerabilidade do Heartbleed, e o que você pode fazer sobre o assunto

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TargetHD Podcast | 208 | Android Wear, Morpheus, Smartwatches e estratégias da Apple

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Nesta edição:

– Estratégias da Apple (iPad 2 descontinuado, iPhone 4 descontinuado, iPhone 5c de 8 GB)
Sony Project Morpheus
Android Wear
LG G Watch
Motorola Moto 360
Briga entre Microsoft e Google contra os smartphones dual-boot
Moto G e Moto X lideram ranking dos smartphones mais populares do Brasil no momento
Prenderam um ex-funcionário da Microsoft por vazar informações da empresa, por pura vingança

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TargetHD Podcast | 207 | Resumo da Mobile World Congress 2014

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Nesta edição:

Alcatel

Alcatel OneTouch Idol 2 e Idol 2 Mini
Alcatel anuncia uma série de produtos com Firefox OS, incluindo um tablet
Alcatel lança linha de smartphones Pop S, de baixo custo com LTE
Alcatel mostra o seu protótipo de SmartBook, onde o seu “cérebro” do portátil é o smartphone

BlackBerry

BlackBerry Z3, primeiro smartphone fruto da parceria com a Foxconn

Lenovo

Tablet Lenovo Yoga 10 HD+

HP

Novos tablets HP ProPad 600 e HP ElitePad 1000
HP Pavilion x360, mais um notebook conversível
Novos Slate 6 e Slate 7 VoiceTab

Microsoft

Novidades do Windows 8.1 Update 1: melhoras na experiência “não touch”, 1GB de RAM e mais
As novidades do Windows Phone 8.1: novos parceiros, hardware mais modesto e suporte ao dual SIM

Huawei

Huawei MediaPad X1
Huawei MediaPad M1
Huawei Ascend G6
Smartwatch Huawei TalkBand B1

Motorola

Motorola confirma que está preparando o seu smartwatch
Moto G é o lançamento mais bem sucedido da história da Motorola

HTC

HTC Desire 816
HTC Desire 610

Sony

Sony Xperia Z2
Sony Xperia Tablet Z2
Sony SmartBand
Sony Xperia M2
Sony Xperia T2 Ultra Dual

Nokia

Nokia X, Nokia X+ e Nokia XL são anunciados. Todos rodam apps Android
Nokia Asha 230 e Asha 230 Dual SIM
Nokia 220 e Nokia 220 Dual SIM

Samsung

Samsung Galaxy S5
Gear 2 e Gear 2 Neo: os novos smartwatches da Samsung
Gear Fit, novo relógio inteligente para os esportistas

Outros

YotaPhone 2, um smartphone com duas telas e 50 horas de autonomia de bateria
BlackPhone, o smartphone Android que promete privacidade total

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TargetHD Podcast | 206 | Facebook compra o WhatsApp. E agora?

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Nesta edição:

Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões
Não entendeu por que o Facebook gastou US$ 16 bilhões no WhatsApp? Esse gráfico “desenha” para você!
Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões pelo WhatsApp
Por que o Google gastaria US$ 1 bilhão na compra do WhatsApp?
O WhatsApp diz: “não estamos à venda”

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TargetHD Podcast | 205 | Lenovo, Microsoft, Sony… e suas mudanças

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Nesta edição:

Google vende Motorola para a Lenovo
Satya Nadella é o novo CEO da Microsoft
Sony vende divisão VAIO, e abandona o mercado de PCs

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Review | Motorola Moto G

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Um dos modelos mais procurados pelos leitores do TargetHD nesse final de 2013, e uma das melhores relações custo/benefício do mercado brasileiro. Essas são as credenciais do Motorola Moto G, o último lançamento da Motorola no seu portfólio de smartphones. Um modelo de linha média, com características de produto top de linha. E é o smartphone que vamos analisar nesse post.

A assessoria de imprensa da Motorola Brasil enviou para nós uma unidade da versão de 8 GB dual SIM do Moto G para testes e reviews. Exceto pela diferença de capacidade de armazenamento, entendo que o comportamento geral e as características desse modelo são similares em todas as suas versões. Logo, se você pretende comprar o modelo com 16 GB de armazenamento (Colors Edition ou Music Edition), você terá a mesma experiência de uso e características da versão que será analisada nesse post.

Mas, antes desse review começar, lançarei a pergunta: será que o Moto G é mesmo o melhor smartphone de linha média que o seu dinheiro pode comprar? Guardem essa pergunta. Você mesmo vai respondê-la depois de ler na íntegra esse review.

Características Físicas

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Vendo de longe, você não é capaz de dizer se esse smartphone é o Moto G ou o Moto X. Esteticamente, os dois são realmente muito parecidos, o que é um ponto muito positivo para o produto. Afinal de contas, o design do Moto X é muito elogiado pelos seus usuários, por ser simples, elegante e de agarre agradável. Logo, o Moto G herda todas esses aspectos naturalmente. Da mesma forma, a maioria dos elementos físicos do dispositivo são os mesmos do Moto X.

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A disposição dos botões físicos na lateral direita (botão de liga/desliga e bloqueio de tela, e botões de controle de volume), deixando a lateral esquerda livre. Assim como o conector para fones de ouvido na parte superior…

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…e a porta microUSB, na parte inferior.

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As diferenças físicas entre os dois smartphones começam a ficar visíveis quando olhamos para a parte traseira do smartphone. O Moto G possui uma carcaça traseira de plástico removível, que dependendo da cor escolhida, pode sim deixar algumas marcas de dedos decorrentes do uso. Obviamente, não testei as capas da versão Colors Edition (já que não foi a versão que recebi para testes), mas já li relatos na internet que tal característica fica mais clara na capa na cor preta.

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Além disso, você vai precisar de uma boa dose de paciência para retirar a capa traseira do Moto G. É um processo realmente complicado e até doloroso. Se as suas unhas estão bem cortadas, vai ser bem difícil retirar essa tampa traseira. Sem falar que o esforço dispensado para tal tarefa pode resultar em eventuais quebras nas linguetas internas da tampa, o que pode causar problemas futuros na hora de manter o encaixe dessa tampa no dispositivo.

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Mas aqui, temos duas boas notícias: 1) você sempre pode comprar uma nova tampa traseira para o telefone; 2) você não vai ficar colocando e retirando essa tampa traseira constantemente.

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Outra diferença visual do Moto G para o Moto X é que o primeiro possui o alto-falante traseiro posicionado do lado esquerdo do usuário, enquanto que o segundo possui o alto-falante à direta da câmera. Além disso, o Moto G possui o LED de notificação (já que sua tela não é inteligente) e a câmera frontal à esquerda do usuário, enquanto que o Moto X posiciona a câmera do lado direito do dispositivo.

De um modo geral, o dispositivo é muito bem construído, com uma aparência de solidez para o usuário. Foi um belo trabalho da Motorola nesse aspecto. É um produto que não é tão pesado para se levar no bolso (130 gramas), e possui um agarre muito bom para os diferentes tipos de uso.

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Tela

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O Motorola Moto G possui uma tela de 4.5 polegadas, com resolução HD (1280 x 720 pixels, 329 pixels por polegada). Segundo a Motorola, é uma tela “com resolução melhor que a do iPhone”. De fato, tecnicamente, é: é uma tela maior, com maior resolução, e maior densidade de pixels. E o resultado na prática é muito positivo.

A tela do Moto G é realmente muito boa. Os gráficos são exibidos de forma plena, sem deformações de ícones ou serrilhados. Para quem deseja utilizar o smartphone para o entretenimento (vídeos, jogos, etc), vai ficar bem satisfeito com a capacidade de exibição das imagens. Tudo bem que é mais uma tela que atrai rapidamente as marcas de dedo com um uso constante, mas nesse caso, é seu dever você instalar uma película protetora, não mesmo pela proteção contra riscos (é preciso, mesmo com a presença da película Corining Gorilla Glass), mas também para evitar que a tela do seu dispositivo fique engordurada.

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Aparentemente, a tela do Moto G apresenta cores menos saturadas que o Moto X, e isso se dá por conta do material adotado na tela do modelo de linha média da Motorola. Enquanto a tela do Moto X usa o AMOLED como material, o Moto G possui uma tela LCD, o que resulta nessa menor saturação e, por tabela, cores menos fiéis, mais frias e com menor contraste.

Por outro lado, tais diferenças só serão percebidas se você colocar os dois dispositivos lado a lado.Para quem nunca se deparou com um Moto X na vida, ou não considera esses detalhes relevantes o suficiente na escolha, essas características da tela LCD passam completamente desapercebidas, e não são fatores determinantes para descartar o Moto G. A tela do smartphone continua sendo excelente.

Bem melhor do que qualquer um de seus concorrentes de preço.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O Motorola Moto G conta com o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, e já tem a atualização para a versão 4.4 KitKat prometida para janeiro de 2014. A interface de usuário do smartphone é aquela que chamamos de “Android (quase) puro”, com poucas adições e modificações da Motorola.

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Nesse sentido, a experiência que o usuário vai receber no aparelho é muito similar ao que encontramos no Moto X, com a diferença que no Moto G você não vai encontrar os recursos inteligentes do Moto X (tela inteligente, comandos de voz, comandos por movimento, etc).

Logo, posso dizer que o usuário vai encontrar um smartphone com uma usabilidade plena, com transições suaves, sem engasgos ou lags. O conjunto hardware + software do Moto G está muito bem ajustado para o uso diário, com uma performance praticamente impecável, o que é um ponto muito positivo para o dispositivo.

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Uma das principais diferenças na interface de uso do Moto G está no menu para os dois slots para SIM cards. Ele fica acessível ao usuário no atalho de abas de notificações, e possui uma área única para gerenciamento das suas configurações. Através dessa tela, você pode ajustar não só o funcionamento das linhas, mas também o controle de chamadas e mensagens por cada chip, além do controle de dados e do tipo de conexão de cada linha.

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Fora isso, não há maiores destaques a serem assinalados nesse quesito. Para os usuários que desejam obter uma experiência Android próxima daquela que o Google entende como ser a ideal (muito próxima do Android puro, nesse caso), o Moto G é a sua escolha.

Qualidade de Áudio e Chamadas

A qualidade de reprodução de áudio do alto-falante traseiro do Motorola Moto G é mediana. Não é tão alto no seu volume quando alguns desejam, mas é em um volume audível, dependendo do toque adotado pelo usuário para chamadas e alarmes. Entendo que o volume é (e não surpreende esse aspecto) tão audível quanto o do Moto X, o que deve ser considerado algo satisfatório para a maioria dos usuários.

O mesmo acontece com o alto-falantes para chamadas. O volume é considerado o ideal para a maioria dos usuários compreenderem a pessoa que está do outro lado da linha, até mesmo em ambientes com relativo volume de ruído. O microfone integrado no smartphone aparentemente é competente o suficiente para que a pessoa do outro lado ouça a sua voz sem maiores problemas.

O modelo enviado para testes foi o dual SIM de 8 GB de armazenamento. Pelo menos no modelo enviado para testes, as duas linhas funcionaram sem maiores problemas, com boa qualidade de sinal e conectividade.

Internet

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O Moto G se vale das conectividades WiFi e 3G para acesso à web, algo mais do que esperado para um dispositivo desse porte. Com alguma sorte (e dependendo do plano de internet que você utiliza), é possível obter alguma conectividade em HSPA+ (ou 3G Plus, dependendo da operadora), que já dá uma bela ajuda na exibição de páginas e acesso às redes sociais.

De um modo geral, não foram registrados problemas de navegação, queda de sinal de rede ou dificuldades no acesso aos recursos conectados. Nesse aspecto, tudo aconteceu dentro do esperado, levando em consideração as características do produto.

GPS

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Mais uma vez, a Motorola repetiu o bom trabalho do Moto X com o GPS do Moto G. Por contar com os sistemas GLONASS e A-GPS, o posicionamento do GPS é mais rápido e preciso, produzindo ótimos resultados.

De forma nativa, o Moto G não traz o aplicativo de navegação pré-instalado, mas isso não impede que o usuário instale aquele aplicativo que melhor atenda as suas necessidades. De qualquer forma, durante os testes com recursos como Foursquare e Google Mapas, o sistema de localização funcionou de forma perfeita. Para quem precisa transformar o smartphone em um GPS em algumas ocasiões, não deve ficar decepcionado com o Moto G nesse aspecto.

Câmera

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O Moto G possui uma câmera traseira de 5 megapixels, que é considerada “OK”. Se pensarmos que nenhum smartphone na sua faixa de preço possui uma câmera que vai além do mediano, podemos dizer que a câmera do novo smartphone da Motorola está na média. É claro que poderíamos esperar um pouco mais (uma vez que todo mundo está tirando fotos a qualquer momento, em qualquer lugar), mas ainda não chegamos nesse ponto.

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A interface de software é a mesma do Moto X, com algumas pequenas modificações. A transição do modo câmera para o álbum de fotos está mais rápida, e o recurso de foco com o deslizar de um dedo está presente. Essas são duas características que colocamos na conta do Android 4.3 Jelly Bean, e que também estão presentes no Android 4.4 KitKat, que oferecem uma experiência de fotos mais prazerosa e eficiente.

De novo, tenho que ressaltar que as fotos produzidas pelo seu sensor são medianas. Para quem não coloca a câmera como prioridade, isso não será um grande problema. Logo, leve em consideração que é uma típica câmera de um smartphone de linha média.

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O mesmo se aplica à câmera frontal de 1.3 MP. Ela se faz mais eficiente para eventuais videochamadas, e até alguns “selfies” (essa palavra está na moda) sem compromisso. Mas não espere uma qualidade de imagem elevada. Talvez ela ainda seja um pouco melhor do que as câmeras frontais de alguns de seus concorrentes, que possuem uma resolução menor e uma qualidade de imagem pior do que essa demonstrada pelo produto da Motorola.

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Games

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De forma quase surpreendente (ou não, se levarmos em conta as suas características de hardware), o Motorola Moto G foi muito bem nos jogos. Para começar, a sua tela de 4.5 polegadas em HD (1280 x 720 pixels) garante uma reprodução dos gráficos com alta qualidade. Sua GPU Adreno 305 não é a mais potente do mercado, mas também não faz feio, e oferece um desempenho muito bom mesmo em jogos com gráficos complexos. E a presença de um processador quad-core Qualcomm Snapdragon 400 é decisivo em um desempenho que considero excelente para um produto do seu porte.

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Nos testes realizados, o Moto G conseguiu reproduzir jogos com gráficos pesados sem maiores dificuldades. Tudo bem que em alguns títulos, os gráficos foram automaticamente simplificados (como no caso de Real Racing 3, onde o próprio jogo detecta as especificações do dispositivo, e ajusta a exibição gráfica de acordo com os recursos de hardware disponíveis, para garantir o melhor desempenho possível). Mesmo assim, a experiência de jogo é plena.

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Sem lags, sem engasgos, sem comprometer o desempenho do jogador durante as partidas. Para um smartphone com preço inicial sugerido de R$ 649 (ou até menos, dependendo da promoção dos e-commerces nacionais), é uma excelente notícia. E, sem medo de errar: para quem quer jogar no smartphone, o Moto G é aquele que vai entregar a melhor experiência nos games, dentro da sua faixa de preço.

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Multimídia

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O Moto G oferece os mesmos aplicativos padrão do Android para vídeos e músicas (Google Play Filmes e Google Play Música), obrigando o usuário a buscar soluções em outros softwares para atender essas necessidades em específico. Ou seja, não há muito o que dizer nesse aspecto.

O desempenho do smartphone para essas tarefas fica dentro do esperado. De novo, ter um hardware robusto e uma tela em HD ajuda e muito na hora da reprodução de vídeos em alta definição. Nesse aspecto, o smartphone oferece bons resultados, sem problemas de travamentos ou engasgos.

Talvez o único ponto negativo desse aspecto está no fone de ouvido que acompanha o pacote de venda do smartphone. São fones padrão, com baixa qualidade de áudio, e que obriga automaticamente um investimento na aquisição de fones de melhor qualidade. Por outro lado, temos sempre que lembrar que estamos diante de um smartphone de baixo custo, logo, não é surpresa encontrar um fone com essa característica. Mesmo assim…

Também entendo que outro fator que prejudica e muito os fãs de vídeos e músicas nos smartphones está no restrito espaço para armazenamento. Mesmo no modelo com 16 GB, o Moto G não possui slot para cartões microSD, limitando o armazenamento do dispositivo. Ou seja, ou você escolhe muito bem o que será armazenado no smartphone, ou começa a pensar seriamente em consumir músicas e vídeos em serviços de streaming.

Bateria

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Aqui está mais um trunfo do Moto G. A sua autonomia de bateria é realmente muito boa, com uma administração de consumo e recursos muito competente. Um dos motivos para isso é a presença do Android 4.3 Jelly Bean, que consegue gerenciar melhor as funcionalidades do Android, corrigindo alguns problemas presentes na versão 4.2.2.

O resultado é que a bateria de 2.070 mAh consegue sobreviver tranquilamente ao dia completo de uso intenso, com WiFi ativo o tempo todo, 3G em momentos ocasionais, tela ativa com redes sociais e e-mails, músicas e alguns vídeos. Em standby, o Moto G é um monstro, o que reforça a tese de sua autonomia de bateria ser excelente.

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É claro que o consumo da bateria é acentuado quando atividades que exigem mais do processador, GPU e RAM são executadas, como vídeos em HD armazenados no smartphone e games. E, mesmo assim, essa autonomia ainda pode ser satisfatória para quem vive jogando no dispositivo.

De um modo geral, a bateria do Moto G vai atender as necessidades da maioria dos usuários. Ou pelo menos uma das mais importantes: não ficar sem bateria no smartphone antes que o dia acabe.

Desempenho

Usar o Motorola Moto G por duas semanas foi uma experiência excelente. A Motorola acertou de novo em oferecer um produto com preço competitivo, com especificações técnicas interessantes, e um desempenho final muito bom. Levando em consideração a sua faixa de preço, o Moto G é, hoje, a melhor relação custo/benefício no mercado de smartphones de linha média. Nenhum modelo disponível entre os concorrentes em sua faixa de preço consegue oferecer um conjunto tão equilibrado, com performance e experiência de uso otimizada.

Alguns podem alegar “o Nexus 4 é bem melhor que o Moto G, e custa quase a mesma coisa”. Ok. Porém, essas mesmas pessoas se esquecem de analisar questões pontuais. Para começar, são produtos diferentes, com públicos diferentes e características diferentes.

Vale lembrar que o Moto G possui algumas vantagens em relação ao Nexus 4, que são importantes para alguns consumidores, como os recursos personalizados da Motorola (Migração Motorola, Assist, Moto Care, etc), é um aparelho com dois slots para SIM cards (muita gente quer e precisa disso), uma autonomia de bateria melhor que a do Nexus 4, alto-falantes com melhor qualidade, tela com maior densidade de pixels, entre outros fatores.

E tudo isso se converte em uma excelente experiência de uso para quem busca alguns itens específicos em um smartphone. Aliás, faz muito tempo que especificações de hardware não são os fatores mais decisivos para dizer se esse ou aquele produto é melhor que o outro. O que realmente importa é se o dispositivo em questão é competente o suficiente para oferecer uma experiência de uso competente e prazerosa. Nesse sentido, reforço a minha afirmação: entre os modelos de linha média, o Moto G é o melhor produto disponível no mercado nesse momento.

Conclusão

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O Motorola Moto G está APROVADO, com louvor. É um modelo que surpreende pelo ótimo desempenho, por manter a proposta estabelecida pelo Moto X, oferecendo um design e experiência de uso similares, e entregando ao usuário um resultado final melhor do que os seus principais concorrentes de preço. Os itens negativos do dispositivo são compensados com uma qualidade superior na construção do aparelho, e principalmente, na performance do conjunto hardware + software.

Com o Moto G, a Motorola estabelece o padrão a ser seguido pelos demais fabricantes no segmento de linha média. É o aparelho que recomendo dentro da sua faixa de preço. E cria uma perspectiva muito interessante do que está por vir em 2014.

Review em Vídeo

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Review | LG G2

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Um dos smartphones de maior destaque no segundo semestre de 2013 é o LG G2. E o dispositivo reúne atributos de sobra para receber tantos holofotes. O modelo combina as melhores soluções de software apresentadas pela LG até agora, com um hardware que o torna competente para qualquer tipo de atividade, indo das tarefas mais simples para as mais complexas sem apresentar dificuldades na transição.

Nesse review, vou mostrar as principais características do produto, com o objetivo de descobrir se ele pode mesmo ser aquele dispositivo que poderá bater de frente com os concorrentes de sua categoria, não apenas na performance, mas com uma experiência de uso elevada. O que posso adiantar é que essa foi uma das minhas melhores experiências de uso de um produto de tecnologia em 2013.

Mas… que ele entra na briga dos modelos top de linha? Ou é apenas mais um modelo superestimado, que custa R$ 2 mil e nada mais? É o que vamos descobrir juntos nesse review.

Características Físicas

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O LG G2 traz como primeiro (e talvez principal) ponto de destaque o seu conjunto de características físicas. Afinal de contas, o modelo possui uma assinatura registrada: os botões de volume e liga/desliga do aparelho na parte traseira do dispositivo, uma solução até então inédita entre os dispositivos móveis. Mas não é só isso. Essa decisão permitiu que outras soluções de design fossem tomadas, e falaremos delas nesse segmento.

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Para começar, o G2 é um modelo de linhas sóbrias e minimalistas. Desligado, lembra um produto moderno, agradável de se ver. Também lembra um smartphone da linha Nexus (alguns toques do Nexus 4, outros do Nexus 5), o que não chega a incomodar. Só nos faz lembrar que foi a LG que fez o dispositivo.

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Por contar com os botões de comando na parte traseira do produto, as suas laterais são completamente lisas, Apenas com um friso prateado na lateral, reforçando o seu ar futurista, e ajudando  no objetivo de demonstrar a baixa espessura do aparelho. Com dimensões de 138.5 x 70.9 x 9.1 mm, é um dos modelos mais manejáveis que já testei em 2013.

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O modelo possui o slot para cartões micro SIM na lateral superior esquerda, que é removida com uma chave que acompanha o kit de venda. E mais nada. Essa é a única parte removível da carcaça do aparelho. Todo o restante fica integrado ao corpo do produto e inacessível ao usuário. Lembrando: o LG G2 não possui slot para cartões microSD.

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Na parte inferior do produto, temos o alto-falantes bem posicionados, onde a LG aproveita de forma inteligente a espessura final do dispositivo. Também estão presentes o conector para o cabo micro USB e para o fone de ouvido.

Mas o principal destaque são os botões na parte traseira do produto.

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Confesso que achei estranho utilizar essa proposta durante a demonstração do produto no seu evento de lançamento em São Paulo. Mas isso aconteceu porque eu realmente tive pouco tempo com o produto. Depois de uma semana de uso, essa proposta faz todo o sentido, não apenas na usabilidade, mas também na segurança do dispositivo durante o seu uso.

Naturalmente, o LG G2 ganha um ponto de apoio quando segurado pelo usuário, que nada mais é do que o dedo indicador na parte traseira do aparelho. Não é incomum que o usuário posicione o indicador na parte traseira de qualquer telefone, de forma quase intuitiva. Com os botões nessa região, o acesso aos comandos para controle de volume podem ser feitos de forma funcional e natural, passando a ser uma questão de treino e boa vontade do próprio usuário.

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Além disso, o botão central também passa a ser de fácil acesso com poucos dias de treino. Tudo bem que você utiliza mais esse botão para bloqueio e desbloqueio de tela (além de contar com um LED de notificação alternativo no próprio botão), e mesmo assim, se você achar que as coisas ficaram complicadas na hora de desbloquear a tela do produto, um simples toque duplo na tela faz com que a mesma seja acionada para ser desbloqueada.

Como podem ver, não é uma simples proposta de design, mas sim mudanças que te tem como principal objetivo tornar a vida do usuário com o smartphone algo mais descomplicado e intuitivo.

Tela

Outro ponto de grande destaque do LG G2. A tela desse smartphone é algo simplesmente espetacular. A LG mostra que soube fazer um bom trabalho nesse aspecto, ao combinar uma tela de grandes dimensões em um produto não muito largo, aproveitando ao máximo o espaço disponível para essa tela (com bordas mínimas) e com uma qualidade de imagem final excelente.

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A tela do LG G2 possui 5.2 polegadas, e é no padrão IPS, com resolução de 1920 x 1080 pixels e densidade de 423 pixels por polegada. Em um mundo onde os dispositivos móveis são cada vez mais utilizados para o consumo de conteúdo de vídeos e jogos com gráficos avançados, posso entender que esse será o padrão a ser adotado pelos fabricantes de dispositivos móveis. Acredito que qualquer coisa abaixo de uma resolução Full HD ou é destinada para uma linha intermediária de produtos, ou não pode ser classificado como um produto top de linha.

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Durante o evento de lançamento do smartphone em São Paulo, a LG afirmou que adaptou algumas de suas tecnologias empregadas na fabricação das telas de TV no G2. E a prática comprova isso. A exibição de vídeos em alta definição é perfeita, a reprodução de cores são vivas, com uma qualidade de imagem que salta os olhos, e a reprodução de jogos é algo prazeroso.

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Sem me alongar muito, é uma das melhores telas que você pode encontrar em um smartphone, sem medo de errar. Tanto na teoria, quanto na prática. Pouquíssimos concorrentes de preço apresentam números tão elevados e resultados práticos tão completos.

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Sistema Operacional e Interface de Usuário

O LG G2 carrega o sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean. Estranhamente, a LG não adotou uma versão mais atualizada do Android para o dispositivo, que possui especificações de hardware mais que suficientes para receber uma versão mais avançada do produto. A única explicação que encontro é que o modelo deve, em um futuro que espero que não seja algo muito distante, “saltar” a versão Android 4.3 para ir direto para a versão 4.4 KitKat.

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Como já vimos em outros modelos da LG, o G2 carrega todas as customizações de interface para deixar o Android com a sua cara. Tal como já afirmei em outros reviews, tantas modificações podem confundir e incomodar os usuários novatos. É claro que esse problema pode ser solucionado de forma simples, com a instalação de outras interfaces (sem precisar trocar a ROM do aparelho), mas o ideal era que o usuário comum recebesse o telefone e não tivesse um choque visual ao se deparar com um verdadeiro arsenal de recursos espalhados na tela.

Por outro lado, os usuários mais veteranos vão agradecer essa mesma gama de recursos. As funcionalidades exclusivas da LG são bem vindas, e pode não parecer, mas mesmo que fiquemos com a impressão que nunca vamos usar tais recursos, é bom saber que, eventualmente (e quando necessário), eles estão lá. Além disso, é parte da assinatura da LG oferecer tais elementos de interação para o usuário.

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Com isso, recursos como Quick Memo, QSlide, Quick Remote, Miracast e outros estão presentes no LG G2, oferecendo uma maior produtividade ao usuário que souber aproveitar desses recursos. Sem falar nos aplicativos pré-instalados como o LG SmartWorld, LG Backup, Editor de Vídeos, Remote Call Service e outros, que já são conhecidos dos usuários da LG.

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A principal novidade oferecida pelo LG G2 na sua interface é o recurso “deslizar para a lateral”. Com esse recurso, você pode armazenar até três aplicativos em execução na memória temporária do smartphone, para que com um movimento rápido com três dedos na tela, o usuário possa acessar os aplicativos salvos nessa memória em abas, podendo executá-los a qualquer momento.

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Com tudo isso, o sistema roda de forma fluída no smartphone. A interface é customizada sim, mas não prejudica em nada no desempenho do dispositivo. A experiência de uso oferecida pelo LG G2 é uma das mais agradáveis possíveis em um smartphone Android.

Qualidade de Áudio e Chamadas

Por conta de sua disposição dos alto-falantes na parte inferior do dispositivo, a sua reprodução de áudio é algo mais limpo e audível para as chamadas em viva-voz. Para a reprodução de músicas e atividades multimídia (vídeos e jogos), o volume da reprodução ficou um pouco abaixo do esperado.

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O mesmo pode ser dito quando o produto é utilizado com o fone de ouvido que acompanha o kit enviado pela assessoria da LG do Brasil. São fones com um formato diferente do que aqueles que apresentamos nos modelos Optimus G e Optimus G Pro, mas oferecendo a mesma qualidade de áudio, com ótimo isolamento do ruído externo, e com um design mais anatômico, mais confortável para um uso mais prolongado.

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A comunicação através do alto-falante para as chamadas é clara e audível mesmo em locais com muita interferência de barulho externo. Além disso, a qualidade de sinal se manteve plena na maior parte do tempo, sem apresentar variações ou quedas (lembrando que os resultados podem variar, de acordo com a região do Brasil que você vive, e da qualidade da sua operadora de telefonia móvel).

Internet

O LG G2 possui conectividade 4G, que mais uma vez não pode ser testada pelo fato da minha região não contar com o 4G. Porém, os testes com o 3G+ e/ou 3G foram muito satisfatórios. Não percebi variações, quedas ou lentidão na conexão (e, de novo, os resultados podem variar, dependendo da região onde você se encontra, e da operadora que você usa).

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Por contar com uma conexão WiFi 802.11 a/b/g/n/ac, o usuário também não terá problemas nesse aspecto, com uma qualidade maior de conexão sem fio, um maior potencial de conectividade e um resultado final mais satisfatório. Downloads de grande porte (como no caso dos itens complementares do Real Racing 3) são feitos de forma mais consistente, com velocidade maior.

Também vale o registro que todos os aplicativos mais comuns de uso com a internet (Facebook, Twitter, Instagram, Chrome, etc) funcionam sem maiores problemas. Ou seja, sem grandes novidades nesse aspecto.

GPS

Esse é mais um ponto que a LG melhorou em relação ao modelo anterior (Optimus G Pro). O GPS do LG G2 está muito bem ajustado, com um ótimo tempo de resposta, identificando rapidamente a posição do dispositivo no mapa. A presença dos recursos A-GPS e GLONASS ajudam nesse bom desempenho de localização.

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Nos testes feitos com o Google Mapas e no recurso de navegação via GPS, os dois softwares conseguiram desempenhar muito bem as suas funções. Ambos identificaram a localização do dispositivo sem demoras ou atrasos, e em testes breves de rota, o resultado foi dentro do esperado, ou seja, com uma resposta precisa e rápida.

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Acredito que o GPS não vai apresentar problemas ao trabalhar em conjunto com o seu sistema preferido de navegação. Ou seja, mais um dos pontos que a LG acerta com o LG G2.

Câmera

A câmera é um dos pontos que temos que observar com certa dose de reservas no LG G2. Para começar, devo reconhecer que a LG melhorou a qualidade da câmera presente no G2 em relação aos modelos anteriores (Optimus G e Optimus G Pro). O sensor de 13 megapixels não é o único responsável por essa melhora. Um conjunto muito interessante de recursos e funcionalidades que a câmera traseira do dispositivo oferece ajudam e muito na qualidade das imagens registradas.

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O sensor do LG G2 traz a tecnologia OIS, de estabilização de imagens, além do recurso de foco automático em multipontos (até 9 pontos de foco) e lentes com cristal de safira. Também devemos levar em consideração os diversos modos de captura de imagem e ajustes avançados de captura de imagem, com regulagem de brilho, foco, ISO, balanço de branco, efeitos de cor, entre outros.

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O sensor também possui um zoom digital de até 8x, algo que não oferece tantas vantagens assim na hora de capturar imagens. A não ser que você queira produzir fotos conceituais, ou quando registradas com finalidades específicas. Mas nada que exija muito do sensor, pensando em uma qualidade final mais apurada.

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O LG G2 também possui diversos modos de cena, para situações específicas, que oferecem uma certa versatilidade na hora do registro de fotos para determinadas situações.

O resultado? Fotos de alta qualidade, em diferentes condições de luz. É evidente que temos que levar em consideração o resultado final das imagens captadas na tela do nosso computador (até porque a tela do LG G2 é boa o suficiente para “esconder” certas imperfeições das imagens), e que o resultado para muitos pode variar, dependendo do nível de exigência do usuário. Porém, não podemos negar que o produto oferece uma qualidade de captação de fotos superior em relação aos modelos anteriores.

Os usuários mais casuais (ou menos exigentes) vão ver na câmera do G2 algo mais que suficiente para suas aspirações e objetivos fotográficos em um smartphone. Também é importante lembrar que essa câmera é capaz de registrar vídeos em Full HD, a 60 FPS.

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Sua câmera frontal possui 2.1 megapixels de resolução, e é bem competente para registros de auto-retratos casuais e vídeos informais, apesar de apresentar um pouco de saturação na hora de captar a luz pelo seu sensor. Mas em compensação, oferece resultados mais naturais do que, por exemplo, o sensor frontal do Motorola Moto X, que mesmo após a sua atualização, apresenta um excesso de utilização de filtros.

A seguir, fotos registradas durante os testes.

Durante o dia

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Com luz artificial

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Sem luz, com flash

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Games

Com um hardware do seu quilate, era difícil de se imaginar que o LG G2 iria tropeçar logo nesse item, certo? E ele não me decepcionou nesse aspecto. O smartphone oferece uma excelente experiência para os gamers de plantão, desempenhando muito bem em jogos com diferentes níveis de exigências de hardware.

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Não há muito o que dizer aqui. O LG G2 é um smartphone altamente recomendado para os usuários que pensam nos games, tanto pela parte do desempenho quanto na exibição dos gráficos dos jogos. Sua tela de 5.2 polegadas em Full HD e 423 ppp faz toda a diferença na hora de exibir gráficos bem elaborados, sem engasgos, lags ou travamentos. E, de novo, seria de se estranhar se aparecesse anormalidades nesse aspecto.

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Vale a ressalva que a temperatura da parte traseira do dispositivo aumenta um pouco durante a reprodução de jogos mais complexos (que exigem mais do seu processador e GPU). Posso considerar isso normal, levando em conta a baixa espessura do dispositivo. Logo, não estranhem se isso acontecer.

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Para resumir: quer se divertir com jogos de diferentes características, sem se preocupar se o seu jogo será prejudicado com travamentos eventuais, o LG G2 é um modelo a ser considerado.

Multimídia

O LG G2 oferece as mesmas soluções de multimídia já apresentadas nos modelos da empresa. Ou seja, um player musical personalizado, um player de vídeo dedicado, além das presenças dos players da Google (Google Play Música e Google Play Filmes). Todos os itens otimizados para um melhor desempenho, trabalhando em conjunto com o hardware avançado da LG para o seu novo smartphone.

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As soluções de multimídia da LG seguem a proposta da interface de uso, ou seja, é bem personalizada, oferecendo uma grande gama de recursos e opções de execução, localização e personalização das listas de reprodução. Entendo que a maioria dos usuários ficará satisfeita com as opções presentes, tanto para áudio como para vídeo.

Complementa essa boa qualidade (e aqui reforço o que já foi dito antes) a qualidade de reprodução de áudio do produto, tanto nos alto-falantes integrados no dispositivo, quanto no fone de ouvido que acompanha o kit de venda. Ah, e antes que você me pergunte: sim… o LG G2 carrega consigo o rádio FM, algo que é desejado por uma boa parcela dos usuários que estudam a aquisição de um novo smartphone.

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O player de vídeo da LG permite a identificação de arquivos de legendas nas pastas de vídeo, o que facilita muito a vida de quem gosta de ver filmes e séries no smartphone. Por outro lado (e infelizmente), o espaço de armazenamento do dispositivo é limitado, o que torna essa experiência (por tabela) algo limitado para o usuário.

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Por conta de sua tela de elevada qualidade (e do seu conjunto de hardware em geral), a experiência de reprodução de vídeos é algo excelente, inclusive nos arquivos em Full HD (e não poderia ser diferente). Vale lembrar que não são todos os formatos de arquivos de vídeo que o LG G2 identifica (algo normal em qualquer smartphone), ou seja, é recomendado a instalação de codecs complementares, para a identificação de múltiplos formatos.

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Também não posso deixar de citar o Quick Remote, aplicativo da LG que transforma o aparelho em um controle remoto de acesso rápido para a sua TV, receptor de TV por assinatura, DVD, Blu-ray e outros equipamentos compatíveis. Além disso, o Editor de Vídeos está presente, para permitir ao usuário a criação de vídeos com os conteúdos armazenados no smartphone, oferecendo uma ferramenta simples de criação, com o objetivo de envio posterior desse vídeo para o YouTube, a partir do próprio dispositivo.

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Bateria

Outro ponto bastante positivo do LG G2 é a sua bateria. Por contar com um processador Qualcomm Snapdragon 800 quad-core de 2.26 GHz, e com uma generosa bateria de 3000 mAh, o smartphone não só possui uma ótima autonomia de bateria, como também consegue administrar melhor o seu consumo, de acordo com as suas necessidades.

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Em um uso regular (verificação de e-mails, redes sociais, música, fotos, etc), o G2 aguenta um dia de uso sem maiores problemas. Obviamente o consumo de bateria é maior quando o produto precisa desempenhar tarefas com maior exigência de performance (jogos e vídeos principalmente), mas o consumo de bateria não é algo considerado gritante quando são executados, tal como acontecia no LG Optimus G Pro. É algo mais racional e aceitável.

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E se levarmos em consideração o tamanho da sua tela (de novo, 5.2 polegadas) e suas especificações de hardware, a bateria do LG G2 não só é eficiente mas competente para poder administrar tudo isso de modo que o usuário termine o dia de trabalho com bateria suficiente para poder chegar em casa. Ou seja, esse é mais um ponto que precisa ser considerado na hora de tirar o cartão de crédito da carteira para comprar o produto: o seu equilíbrio para administração de consumo de energia entre os seus diferentes recursos.

Desempenho

O LG G2 possui um desempenho excelente. É um smartphone rápido na resposta de seus comandos, com uma ótima velocidade de execução de aplicativos de diferentes portes e categorias, uma excelente resposta do sistema operacional, uma grande gama de recursos exclusivos (que complementam a interface personalizada do sistema operacional), e todas as características físicas que já foram citadas nesse review.

Poderia dizer que não esperava menos do LG G2 em termos de desempenho, mas posso afirmar que ele me surpreendeu positivamente pelo equilíbrio das especificações, e por uma experiência de uso completa. É um smartphone que se apresenta como modelo premium pelo seu desempenho e alta performance.

É simplesmente um dos melhores smartphones com o sistema Android que testei em 2013, e talvez um dos melhores gadgets do ano.

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Conclusão

O LG G2 é um dos melhores smartphones que o seu dinheiro pode comprar. É um modelo top de linha, com um desempenho e design que justificam isso. É claro que alguns usuários vão preferir um produto com uma aparência física mais resistente, ou um dispositivo que ofereça o Android em estado puro. Compreendo todas esses argumentos. Porém, na minha opinião, a experiência que o dispositivo oferece diante das minhas necessidades de usuário é mais do que excelente para colocá-lo na lista dos melhores.

Com um preço sugerido de R$ 1.999, o LG G2 se apresenta como um modelo premium, para disputar com outros modelos de sua faixa de preço. Talvez os seus botões na parte traseira, a sua proposta de design refinado e a sua carcaça externa possam ser fatores que não o tornem tão atraentes para usuários mais estabanados. Aí, sou obrigado a dizer: “tenha mais cuidado com o seu dispositivo”. Não é porque ele custa R$ 2 mil que ele tem que ser resistente à um atrapalhado, que lida com o smartphone tal como um item qualquer de sua casa.

O LG G2 é uma das melhores combinações hardware + software + design do mercado atual, e custa um pouco mais barato que os seus adversários diretos. Para quem não suporta a TouchWiz, quer uma tela com qualidade maior que a do Xperia ZQ, e não quer ver um iPhone na sua frente, o G2 pode ser uma opção mais do que interessante. Pode ser uma das melhores escolhas a serem feitas hoje.

Review em Vídeo

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Review | LG Optimus G Pro

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Recebemos da assessoria de imprensa da LG do Brasil o modelo Optimus G Pro, que é uma versão atualizada do Optimus G (atualizada, mas que não substitui – o seu sucessor é o recém-lançado LG G2). O modelo oferece modificações importantes na estrutura externa e nas especificações técnicas, mas promete a mesma experiência de uso competente da primeira versão. Vamos conferir nesse review se a LG alcançou esse objetivo.

Características Físicas

Visualmente, o LG Optimus G Pro é consideravelmente diferente em relação ao Optimus G. É um modelo com linhas mais arredondadas, com um design que se aproxima dos produtos de outra fabricante sul-coreana, que não vou citar o nome aqui (mas vocês sabem qual é). Também é um telefone com uma construção melhor acabada, passando uma impressão de produto “Pro”, e não apenas com a proposta para profissionais, mas que conseguiu dar um passo além no seu conceito. DSC00955 Outro detalhe que chama a atenção é o material do produto. O plástico é de alta qualidade, com um acabamento que lembra (eu disse lembra, sem ser igual) ao encontrado no Nexus 4. Suas laterais são bem marcadas e acabadas, com detalhes em tons metálicos, que reforçam a proposta de solidez e alta qualidade empregada na proposta de design. DSC01022 A tampa traseira é removível, e mesmo sendo feita de plástico, aparenta ser mais resistente do que as tampas de modelos concorrentes. É flexível sim, mas não passa a impressão de ser apenas um fino pedaço de plástico que vai proteger a bateria e os componentes internos. DSC01030 Também vale a pena destacar a bateria de nada menos que 3.040 mAh. Não podemos pedir menos que isso para um phablet. Afinal de contas, essa bateria não só precisa gerenciar os diferentes recursos de hardware do aparelho, mas principalmente a sua generosa tela de 5.5 polegadas (que, por sinal, e excepcional, mas falo disso mais para frente). DSC00981 DSC00983 Os conectores e botões físicos estão posicionados da mesma forma como estavam presentes no Optimus G, mas com uma disposição melhor do que no modelo anterior. Até porque esse é um modelo com tamanho consideravelmente maior, o que permitiu ao departamento de design da LG obter melhores resultados nesse aspecto. DSC00917 Chama muito a atenção o posicionamento do alto-falante frontal do aparelho, que está praticamente integrado à borda superior. Em outros smartphones, esse intervalo do alto-falante para a borda é bem maior. No caso do Optimus G Pro, é praticamente inexistente. DSC00922 Não posso me esquecer do botão central na parte inferior (entre os comandos de Menu e Voltar, que são botões virtuais), que possui um LED de notificação integrado e multicolorido. Pode parecer um detalhe efêmero, mas que chama a atenção de muitos usuários, principalmente pelo fato de modelos concorrentes diretos do Optimus G Pro possuem recursos semelhantes (exemplo: Sony Xperia ZQ). Em resumo: a LG fez um belo trabalho na estrutura externa do aparelho, oferecendo um resultado final melhorado. É o que esperava de um produto que se apresenta como top de linha. Nesse sentido, o Optimus G Pro é top de verdade. DSC00991 DSC00997 DSC00973 DSC00915 DSC01015 DSC00904 DSC01025

Acessórios

O kit enviado pela assessoria de imprensa da LG do Brasil conta com o básico: a caixa do produto (muito bonita, por sinal), o smarphone (dããã), o adaptador para rede elétrica, o cabo de dados USB, e o fone de ouvido. Ou seja, os itens considerados básicos para qualquer smartphone. Talvez o kit de venda do produto venha alguma papelada a mais, mas o essencial está aqui. DSC01050 Desses itens, mais uma vez destaco o fone de ouvido que a LG oferece nesse produto. É o mesmo fone que está presente no kit de venda do Optimus G, logo, com a mesma qualidade acima da média destacada naquela ocasião. Para quem gosta de ouvir música no smarphone, e considera esse detalhe essencial para a decisão da compra, pode ter a certeza que ficará muito satisfeito com a qualidade final de reprodução de áudio desse acessório. DSC01052 DSC01054

Tela

A tela é um dos pontos mais fortes do LG Optimus G Pro. E, para resumir: é uma tela simplesmente espetacular. São 5.5 polegadas de tela IPS LCD, com resolução de 1080 x 1920 pixels, com 401 ppp e película Gorilla Glass 2. Ou seja, é um dos melhores conjuntos técnicos do mercado, e para quem procura aproveitar ao máximo os recursos de jogos, imagem e multimídia em um smartphone, talvez esse possa ser um fator decisivo na hora da compra. DSC00953 O resultado das imagens apresentadas é de encher os olhos. As cores são vivas e vibrantes, com uma qualidade de brilho impecável. Até é redundância falar muito sobre isso nesse post, pois estamos falando de uma tela de 5.5 polegadas em Full HD. Mesmo assim, vale a pena destacar (e reforçar) que a experiência visual é a melhor possível. DSC00962 A resposta da tela ao toque é muito boa, mesmo com elementos de tela de dimensões reduzidas (como é o caso do seu teclado virtual), o que acaba favorecendo e muito a sua interação com a interface Android proposta pela LG. Logo, o conjunto geral desse aspecto promete a melhor experiência de uso possível. DSC00926 DSC00930 DSC00968

Sistema Operacional e Interface de Usuário

O produto enviado pela LG para testes está com a versão 4.1.2 Jelly Bean do Android, e durante o período de testes, nenhuma atualização foi enviada. Entendo que o Optimus G Pro possui hardware de sobra para receber as versões mais recentes do Android. Só espero que isso não demore a acontecer. Seria quase um pecado um produto desse porte simplesmente ficar estacionado em uma versão Android considerada defasada, e dispositivos com especificações semelhantes (e, em alguns casos, inferiores) ao do G Pro. Screenshot_2013-10-28-19-19-27 Mais uma vez, a LG escolheu a sua interface de usuário customizada para entregar a sua proposta de experiência de uso. Mais uma vez, tenho que destacar os pontos positivos e negativos disso. O ponto positivo é que, mesmo com tantas intervenções do fabricante, a interface oferece uma experiência fluída, sem engasgos. É claro que também se leva em consideração o seu elevado hardware, mas já vimos em produtos de outros fabricantes as interfaces altamente customizadas, que “matam” essa experiência de uso.

Screenshot_2013-10-28-19-09-57Screenshot_2013-10-28-19-10-12

Muitos elementos presentes no Android da LG são interativos, e podem ser úteis no uso diário. O Quick Memo é um dos mais destacados (até possui um botão dedicado ao recurso), permitindo que o usuário faça anotações rápidas em qualquer ponto da tela. Funcionalidades como o backup, editor de vídeos e Smart Share podem fazer a diferença na hora de entregar uma experiência de uso completa para aqueles que souberem aproveitar desses benefícios.

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Por outro lado, essa mesma interface segue visualmente carregada. Tem elementos demais na tela, cores demais, e uma disposição de elementos que podem deixar o uso confuso para os iniciantes. Para quem tem experiência com o mundo dos dispositivos móveis, tudo bem. Mas para aqueles que são usuários de primeira viagem, podem efetivamente se complicar com tantos recursos apresentados de uma vez.

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Também estão disponíveis outras funcionalidades interessantes, como o Remote Call Service, que inicia um suporte remoto ao usuário com um especialista da LG, que vai diagnosticar os problemas que o dispositivo pode ter, e ajudar o mesmo na resolução do problema…

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…o Quick Translator, que permite a tradução rápida de palavras e frases…

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…o Safety Care, que permite que seus amigos e familiares sejam alertados, caso você esteja em uma situação de emergência ou perigo…

Screenshot_2013-10-28-20-15-47 …o SmartWorld, que reúne aplicativos escolhidos pela LG para o seu dispositivo…

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…e o SmartShare, que compartilha os seus conteúdos de mídia com outros dispositivos, como TVs e monitores compatíveis, de modo sem fio. Screenshot_2013-10-28-19-16-59 Não podemos nos esquecer do já tradicional Quick Memo, que também está presente em outros modelos da LG, e que é mais um destaque de interação do usuário com o dispositivo, mas em uma proposta diferenciada e intuitiva.

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Por fim, outro detalhe que parece ter melhorado de forma considerável em relação ao Optimus G é o seu teclado virtual. Tanto na orientação horizontal quanto na vertical, o teclado do Optimus G Pro parece estar mais preciso e funcional. Além disso, a impressão que tive é que o dicionário do teclado virtual melhorou de forma considerável, com maior capacidade de previsibilidade.

Qualidade de Áudio

O LG Optimus G Pro tem como um dos seus principais apelos a qualidade de sua reprodução de conteúdos de multimídia e entretenimento. Para complementar essa experiência, eles adicionaram bons alto-falantes externos, que reproduzem o som com uma potência satisfatória, oferecendo assim um conjunto completo para um entretenimento de boa qualidade. DSC01018 Além disso, destaco novamente o seu fone de ouvido que acompanha o produto. Muitas vezes o fabricante coloca no kit de venda de um smatphone um fone de ouvido “genérico”, ou um produto que basicamente funcione. Mas isso não quer dizer que esses fones funcionem bem. E muitos fabricantes simplesmente não entendem que muita gente usa o smartphone também como player musical principal.

No caso do LG Optimus G Pro, isso não acontece. Temos aqui um fone com qualidade acima da média em relação aos demais, tanto em relação ao áudio, quanto em relação ao material empregado na construção do produto. É o mesmo fone já encontrado no kit de venda do LG Optimus G, e por mais que alguns digam que os fones são razoáveis (eu discordo), ao menos é um item a menos para você se preocupar em comprar logo após a compra do smartphone.

Internet

Esse é mais um modelo que conta com a conectividade 4G LTE. E esse é mais um review que vou pedir desculpas para vocês, por morar em uma cidade que não possui uma rede 4G habilitada (lamento mesmo, mas assim é a vida). Logo, não posso passar as minhas impressões sobre essa característica. Screenshot_2013-10-28-19-18-43 Nos demais modos (3G e Wi-Fi), o LG Optimus G Pro se apresenta bem competente, oferecendo uma rápida transmissão de dados para a navegação em geral. A presença do Wi-Fi a/b/g/n ajuda na navegação doméstica e/ou em redes privadas, e por contar com um modem naturalmente mais potente, pode se beneficiar das conexões HSPA+ para uma transmissão de dados mais eficiente em 3G (ou 3G+, que lá fora é chamado de 4G).

Não registrei problemas de incompatibilidade de aplicativos que dependem dos recursos de internet, que não ofereceram inconsistências ou travamentos. Também não percebi perdas de sinal ou quedas em um uso considerado normal (apenas em locais onde naturalmente o sinal de rede se torna mais fraco). Nesse ponto, o LG Optimus G Pro se comporta como o esperado.

GPS

Este não é um dos pontos fortes do LG Optimus G Pro. Pelo menos o modelo enviado para testes apresentou muita demora para fixar o GPS nos aplicativos de mapas e navegação. A localização do Google funcionou bem (como sempre), porém, o GPS em si demorou demais (bem mais de um minuto) para determinar a localização do aparelho. Isso é, quando ele conseguiu detectar essa posição. O principal problema está principalmente no aplicativo de navegação (por sinal, o aplicativo de navegação padrão do Google não está presente de forma nativa no Optimus G Pro).

Se o GPS demora demais para determinar a sua posição no mapa, o aplicativo de navegação fica seriamente prejudicado, não funcionando da forma mais adequada. Em resumo: se você pensa em utilizar o LG Optimus G Pro como GPS alternativo, reconsidere a sua escolha, pois as chances do modelo não atender as suas expectativas são enormes.

Câmera

O LG Optimus G Pro possui uma boa câmera de 13 megapixels para os interesses gerais, mas apresenta algumas deficiências que podem ficar mais evidentes para os mais exigentes. DSC01062 As fotos registradas durante o dia resultam em imagens com uma boa qualidade, mas é possível perceber que alguns tons mais quentes ficam muito carregados. Não temos imagens tão naturais quanto desejado ao registrar as imagens em condições perfeitas de iluminação. O que não quer dizer que você não possa capturar imagens de boa qualidade. DSC01063 A parte positiva do software da câmera do LG Optimus G Pro é a quantidade de ajustes que podem ser feitos pelos usuários mais experientes para corrigir um pouco essas imperfeições. Além disso, os recursos adicionais (HDR, disparo automático, ISO, efeitos de cor, etc) podem ajudar a otimizar os resultados. Porém, os modos automáticos da câmera apresentam esses problemas. Em fotos registradas com baixa luminosidade, essa câmera se apresenta apenas como uma câmera regular, onde uma considerável quantidade de ruídos pode ser detectada nas imagens.

De novo, pode não incomodar os usuários que tiveram celulares com câmeras inferiores (aliás, para as principais atividades – de compartilhamento nas redes sociais e envio de imagens no Instagram – segue sendo o suficiente) ou nunca aspiraram ter um telefone desse porte, não será esse o detalhe que desabone a compra. Por outro lado, se a qualidade de imagem captada é a sua prioridade, é melhor considerar outras opções. DSC01065 Para a captação de vídeos, tanto a câmera frontal quanto a traseira apresentaram bons resultados. O nível do áudio é satisfatório, e chamou a atenção a boa qualidade de captação de áudio dos microfones. A qualidade de imagem é boa o suficiente para que a maioria dos usuários possam publicar os seus vídeos no YouTube sem maiores problemas.

A câmera frontal de 2.1 megapixels é apenas razoável para fotos, apresentando algumas distorções e excessos de filtros para melhorias da imagem captada. Por outro lado, é uma câmera mais adequada para videochamadas. Logo, também não devemos considerar esse detalhe um grande problema. A seguir, algumas fotos registradas durante o período de testes.

Durante o dia, em ambiente externo

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Fotos noturnas, com baixa luminosidade

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Da câmera frontal

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Games

Com um hardware do seu porte, o LG Optimus G Pro oferece uma excelente experiência para os jogos. A combinação de um potente processador (Qualcomm Snapdragon 600 quad-core de 1.7 GHz), trabalhando com 2 GB de RAM, uma GPU avançada (Adreno 320) e uma ampla tela de 5.5 polegadas (1080p, IPS e 401 ppp) é uma das mais completas para que você possa rodar qualquer tipo de jogo, principalmente aqueles que possuem gráficos mais elaborados.

Jogos que naturalmente exigem uma demanda maior dos recursos do smartphone para uma melhor performance (como é o caso de Real Racing 3) são executados sem maiores problemas. Não se percebem engasgos, lags ou travamentos, e a jogabilidade está absolutamente garantida. Por consequência, a qualidade de reprodução dos gráficos é simplesmente impecável. Afinal de contas, é uma tela de 5.5 polegadas em Full HD. Logo, não poderia se esperar menos que isso. Screenshot_2013-10-26-13-24-07 A principal novidade desse review em relação aos anteriores é que utilizei pela primeira vez o game Dead Trigger 2, uma novidade que ficou disponível no mesmo período em que o aparelho estava disponível para testes. E os resultados do jogo com esse smartphone são simplesmente excepcionais. Screenshot_2013-10-26-13-25-06 Screenshot_2013-10-26-13-46-26 No vídeo review (no final desse post), você poderá conferir as demonstrações dos jogos testados com o LG Optimus G Pro, inclusive o Dead Trigger 2. Screenshot_2013-10-26-13-26-23 Screenshot_2013-10-26-13-46-06

Multimídia

Contando com os mesmos recursos já presentes no Optimus G, o LG Optimus G Pro vai bem nesse quesito. Combinado com o fato de contar com alto-falantes potentes, ótimos fones de ouvido e uma tela com alta resolução (com 5.5 polegadas, é sempre bom lembrar), o smartphone pode ser um excelente aliado daqueles que gostam de ouvir música e consumir vídeos na tela do smartphone. Screenshot_2013-10-28-19-12-16 Nesse sentido, a LG apresenta aplicativos próprios de música e vídeo, com recursos específicos e diferenciados dos players padrão da Google. No app de música, por exemplo, o usuário pode controlar o recurso de Dolby Surround (quando os fones de ouvido estão conectados), SmartShare (para compartilhamento do conteúdo reproduzido em outros equipamentos conectados) e músicas favoritas. Screenshot_2013-10-28-19-55-27 O player de vídeo também conta com SmartShare, além de diferentes modos de ajuste de tamanhos de reprodução de tela. Também está presente um interessante modo de bloqueio de tela, para evitar acidentais acionamentos da mesma em um contato ocasional dos dedos do usuário ou em outras situações eventuais. Screenshot_2013-10-28-19-56-30 O usuário também conta com recursos interessantes de produção e edição de conteúdo, como por exemplo o gravador de voz (que deveria ser algo comum em todos os smartphones, mas alguns fabricantes insistem em o deixá-lo de fora)… Screenshot_2013-10-28-19-24-48 …e um simples editor de vídeos, que permite ao usuário em criar suas obras visuais de forma rápida, no próprio smartphone, sem precisar depender do computador para uma edição mais simples. Screenshot_2013-10-28-19-23-40

Bateria

A bateria de lítio do LG Optimus G Pro possui 3.040 mAh. Essa bateria se comporta de acordo com o nível de exigência do usuário. O problema é que o usuário de um modelo como esses tende a ser mais exigente, e explorar todo o potencial que o produto oferece. E aí, essa bateria pode ser insuficiente. Screenshot_2013-10-28-19-20-58 Para os usuários que pretendem ter um uso considerado “normal” (acesso às redes sociais, música nos fones de ouvido, e-mails o tempo todo, ler notícias ocasionalmente, acesso à internet, fotos no Instagram/Facebook, etc), a autonomia de bateria pode aguentar até um dia de uso sem maiores problemas.

Até porque essas atividades combinadas não exigem um uso prolongado da tela e dos recursos de hardware (processador, RAM e GPU). Porém, se você precisa rodar um vídeo ou um jogo, o consumo de bateria aumenta de forma considerável, acima daquilo que eu considero aceitável para um produto desse porte. Para aqueles que pretendem utilizar o smartphone com essas atividades (o que é mais do que aceitável, se analisarmos as características do produto), a bateria é um ponto que pode deixar a desejar.

Desempenho

O LG Optimus G Pro possui um processador Qualcomm Snapdragon 600 quad-core de 1.7 GHz, trabalhando com uma GP Adreno 320, com 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (expansível via slot para cartões microSD de até 64 GB). São especificações poderosas, que posicionam o modelo como um autêntico top de linha, e a sua experiência geral comprova isso.

É um smartphone poderoso para qualquer tipo de atividade. Tudo o que foi executado no modelo rodou de forma plena e limpa, sem engasgos ou travamentos. Jogos e gráficos mais pesados, vídeos e aplicativos de diferentes categorias foram executados perfeitamente.

A interface de usuário, apesar de um grande nível de customização, é leve e fluída, permitindo uma utilização prazerosa o tempo todo. O desempenho geral do Optimus G Pro foi excelente. Um dos melhores que já testamos em 2013 no TargetHD. DSC00954

Conclusão

O LG Optimus G Pro está aprovado. Pesando as qualidades e desvantagens detectadas durante os testes, concluo que esse smartphone da LG consegue sim oferecer uma experiência de uso “Pro” que deve agradar aos usuários iniciantes e os avançados. Para quem quer ter um tabletphone no bolso, ou um modelo com tela em Full HD (e, principalmente, se o dinheiro não é um grande problema para você), o Optimus G Pro se apresenta como uma das melhores opções de 2013.

Review em Vídeo

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TargetHD Podcast | 204 | Google Nexus 5 e Android 4.4 KitKat

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Google Nexus 5 é anunciado oficialmente
Android 4.4 KitKat é anunciado oficialmente
Galaxy Nexus não vai receber a atualização para o Android 4.4 KitKat
Android KitKat: mais detalhes sobre os primeiros updates; Motorola pretende atualizar “por etapas”
[TargetHD Responde] Vale a pena mudar para o Nexus 5, uma vez que tenho o Nexus 4?

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TargetHD Podcast | 203 | Brasil Game Show 2013

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– Os principais destaques da Brasil Game Show 2013, realizada no último final de semana em São Paulo (SP).

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TargetHD Podcast | 202 | Apple Cover 2013

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Apple Cover 2013 | Apple e os seus números: 170 milhões de iPads vendidos, 64% de iDevices com iOS 7
Apple Cover 2013 | Mac OS X Mavericks é lançado oficialmente. E é de graça!
Apple Cover 2013 | Mac Pro: nos EUA, a partir de US$ 2.999. No Brasil, a partir de R$ 12.999
Apple Cover 2013 | Novas versões do MacBook Pro com processadores Haswell e tela Retina são anunciados
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TargetHD Podcast | 201 | Nokia World 2013

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Nokia World 2013 | modelos Asha 500, Asha 502 e Asha 503 são anunciados oficialmente
Nokia World 2013 | Nokia Lumia 1520, com tela de 6 polegadas a 1080p, é anunciado oficialmente
Nokia World 2013 | Nokia Lumia 1320 é anunciado oficialmente
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Nokia World 2013 | Nokia Black será a próxima atualização do Windows Phone da Nokia
Nokia World 2013 | Parece que agora vai! Instagram no Windows Phone “nas próximas semanas”

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TargetHD Podcast | 200 | Bem mais barato que o PlayStation 4 no Brasil

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Nokia Lumia 1020 chega ao Brasil, com preço sugerido de R$ 2.399
Nokia Lumia 925 é anunciado oficialmente no Brasil, com preço sugerido de R$ 1.799
OFICIAL: Apple confirma evento de lançamento dos novos iPads para o dia 22 de outubro
Apple corta pela metade a produção do iPhone 5c
[Rumor] Nestlé insinua que o Android 4.4 KitKat pode ser lançado no dia 28 de outubro
Nexus 5 aparece em uma página da Google Play, com preço sugerido de US$ 349
LG G2 começa a ser vendido no Brasil, com preço sugerido de R$ 1.999
Sony revela que PlayStation 4 vai custar no Brasil “apenas” R$ 3.999
Não é pelos R$ 4 mil? Já tem manifesto marcado pelo Facebook contra a Sony na BGS 2013…

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Review | Sony Xperia ZQ

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Depois de um longo e tenebroso inverno, finalmente recebemos para testes o Sony Xperia ZQ. O produto já está disponível no mercado a algum tempo, mas por ser considerado um modelo top de linha entre os smartphones disponíveis no mercado nacional, a análise desse produto se torna válida, mesmo que tardia.

Nesse review, vamos mostrar o produto em detalhes, e observar como o dispositivo se comporta em diferentes situações. A experiência de uso da Sony já é conhecida dos leitores do blog (pelo review já feito do Sony Xperia SP). Então… qual é o grande benefício da aquisição do Xperia ZQ? Vale o preços a ser pago por esse smartphone? O que o torna mais especial que os demais modelos dos japoneses? É o que vamos tentar descobrir no review a seguir.

Características Físicas

O Sony Xperia ZQ é mais um dos smartphones com o já conhecido “design industrial” da Sony. Linhas retas, com um ar sóbrio, passando um ar de solidez. Um genuíno produto de tecnologia, que remete um ar moderno e de qualidade. É um gadget bem construído, que mostra que a Sony teve um cuidado muito grande na concepção do produto, com o objetivo de alinhar a proposta “premium” do produto com uma qualidade final de construção compatível com essa proposta.

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A disposição de botões e conectores é basicamente a mesma do Xperia SP já analisado por nós. O botão de liga/desliga e bloqueio de tela na parte centra da lateral do dispositivo, os botões de controle de volume, o conector para cabo de dados, conector para fone de ouvido e o botão para acionamento da câmera. A diferença está no comportamento desses botões: no Xperia ZQ, os botões de volume estão mais distanciados, facilitando o seu acesso de forma mais adequada.

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Além disso, o botão de câmera funciona de forma mais precisa e condizente. Você precisa deixar pressionado por mais tempo o botão para o acionamento do aplicativo de câmera, o que pode representar uma perca de tempo na hora de registrar aquela foto de forma mais rápida. Em compensação, o disparo é mais preciso do que em outros dispositivos, sem falar que o tempo de resposta da câmera é relativamente rápido. Falarei mais sobre isso mais adiante nesse review.

Também vale a pena destacar os cuidados de acabamento adotados pela Sony no Xperia ZQ. As laterais do produto contam com um material espelhado, que além de proteger o produto em si, não exibe os já polêmicos parafusos que tanto incomodam alguns usuários. É um cuidado de acabamento que combina com o restante da proposta do produto, adotando uma solução simples e elegante.

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A parte traseira do smartphone é revestida por um plástico aparentemente bem resistente, com um relevo que ajuda na pegada do dispositivo. Detalhe: o Xperia ZQ não possui uma tampa removível, ou seja, sem acesso à bateria do dispositivo. Esse detalhe é importante para alguns usuários que se preocupam com uma eventual manutenção futura do produto.

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Talvez o diferencial mais relevante do Xperia ZQ é essa área de acesso aos slots para cartões microSD e micro SIM. No lugar de adotar slots laterais, eles decidiram posicioná-los na parte inferior traseira do dispositivo, oferecendo um acesso direto aos dois recursos. Como resultado, você tem um smartphone com uma espessura ainda mais baixa, o que é algo muito bem vindo para quem quer uma maior comodidade ao transportar o dispositivo no bolso da calça, ou para quem quer ter uma pegada melhor com o produto.

Por fim, o Xperia ZQ passa a impressão de ser um produto muito bem construído, com detalhes típicos de um modelo top de linha. Não poderia esperar menos que isso, ainda mais pensando na sua proposta de preço.

Acessórios

O Sony Xperia ZQ vem com os itens já conhecidos da maioria dos dispositivos disponíveis no mercado. Ou seja: adaptador para a rede elétrica, cabo USB, manuais e documentação de assistência técnica e fone de ouvido. Tudo isso vem mundo bem acondicionado em uma embalagem com repartições, para que tudo fique muito bem organizado.

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O principal destaque desse kit de acessórios é o fone de ouvido, que é do tipo in-ear e de alta qualidade de reprodução. Cheguei a utilizar um fone de características similares no iPhone (um modelo específico para o smartphone da Apple), e os resultados foram realmente muito bons. E nesse caso, não foi diferente.

Esse fone consegue oferecer uma qualidade de som satisfatória, assim como a maioria dos acessórios da Sony, com um bom isolamento acústico (o que é bem vindo por muitos usuários que não querem o ruído externo atrapalhando a experiência musical), mas sem ser agressivo no seu nível de volume. No final das contas, aqueles que gostam de música ficarão satisfeitos com esse fone. Talvez os mais exigentes esperassem um volume mais elevado, mas não acho que isso possa ser considerado um problema no acessório.

Tela

O Sony Xperia ZQ possui uma generosa tela capacitiva TFT LCD de 5 polegadas, com resolução de 1080 x 1920 pixels (sim, desse jeito como está escrito), com densidade de 441 ppp e 16 milhões de cores. Essa tela possui a tecnologia optiContrast, que é uma tela capaz de exibir os elementos gráficos com elevada riqueza de detalhes e nitidez, com uma imagem mais clara quando está ligada, e um escuro mais profundo quando desligada. Na prática, temos aqui uma ótima tela para a reprodução de gráficos de jogos, vídeos em alta definição (ou melhor, nesse caso, Full HD) e fotos.

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Uma tendência já vista no Xperia SP e que se repete no Xperia ZQ é a impressão da tela ser um pouco mais “esfumaçada”, apesar da alta fidelidade na reprodução das cores. Você tem a clara impressão de que há uma película que deixa todos os elementos exibidos mais pálidos, com uma certa ausência de profundidade. Em compensação, as cores são reproduzidas de forma mais natural, sem um brilho exagerado como encontramos em outros modelos.

Além disso, é uma tela que tende a atrair mais marcas de dedo, o que pode incomodar os mais puristas (ou preocupados com um smartphone com uma tela com melhor aparência).

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Para a maioria dos usuários, esses detalhes não chegam a ser um problema. E, de fato, são características menos desconfortantes, que não são pontos para desabonar os modelos. Podem ser sim consideradas características dos telefones da Sony, que podem ou não cair no agrado de alguns usuários.

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Porém, particularmente, ignoro esses detalhes pelo benefício entregue por uma tela Full HD. Para quem pensa nos jogos e vídeos no smartphone como itens prioritários, entendo que a opção é uma das melhores nesse aspecto. Os resultados apresentados são muito interessantes. Na verdade, muito melhores que a maioria dos smartphones disponíveis no mercado.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

A Sony mantém no Xperia ZQ o Android 4.2.2 Jelly Bean (pelo menos no modelo que recebemos para testes – pode ser que no futuro o modelo já tenha recebido a versão 4.3 Jelly Bean do sistema da Google), com a mesma interface de usuário customizada por eles, já vista em outros modelos testados em 2013. A boa notícia é que não há surpresas para aqueles que já são usuários de outros smartphones da Sony, facilitando a vida desses usuários na hora da compra de um outro dispositivo da empresa.

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A interface não apresenta mudanças em relação aos modelos mais simples. Os mesmos detalhes de customização já vistos no Xperia SP estão presentes no Xperia ZQ, assim como os principais aplicativos adotados pela Sony para oferecer a sua experiência no Android no dispositivo. Logo, a experiência de uso já é conhecida: apesar de todas as customizações adotadas (que poderiam prejudicar consideravelmente o desempenho do dispositivo), temos um dispositivo que desempenha de forma fluída as transições de tela e execução de aplicativos diversos.

Apesar de alguns usuários entenderem que a interface da Sony é visualmente carregada, ela ao menos é competente para as tarefas mais básicas e essenciais no dispositivo, sem apresentar arrastos nas transições de tela ou travamentos durante a execução de ações específicas.

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Além disso, recursos exclusivos da Sony estão presentes no Xperia ZQ: Sony Select (que oferece um conjunto de sugestões de aplicativos para o seu smartphone), Soicalife (que agrega as redes sociais para compartilhamento de conteúdos pessoais com os seus contatos de forma prática), Notas (para anotações), Music & Video Unlimited (agregador de conteúdos de música e vídeos da Sony), TrackID (para localização de informações de faixas musicais), PlayNow (outro aplicativo que seleciona conteúdos para o seu smartphone, como jogos, aplicativos e sons), Xperia Link (para conectar o seu Xperia ZQ com outros dispositivos compatíveis), Reader by Sony (livros digitais), entre outros.

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No geral, apesar de parecer uma interface carregada e confusa para muitos usuários, ela é relativamente simples. Facilita o fato do usuário ter à sua disposição uma única tela para encontrar todos os seus aplicativos, e ter a chance de ordenar esses aplicativos da maneira que melhor desejar. Os widgets criados pela Sony (como o de acesso rápido aos recursos de rede e previsão do tempo, por exemplo) são leves e de acesso simples e direto, com animações que não interferem no desempenho do sistema.

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Não foram observados lags e travamentos durante a utilização dos recursos mais comuns já presentes no sistema operacional. Mais uma vez, o Sony Xperia ZQ se comportou dentro do esperado para um dispositivo do seu porte. No final das contas, a Sony oferece uma proposta de interface Android que não compromete, devolvendo uma experiência de uso que deve satisfazer a maioria dos usuários.

Qualidade de Áudio e Chamadas

A Sony sabe como fazer dispositivos com alta qualidade sonora, uma vez que usa a tecnologia Walkman em seus produtos. No caso do Sony Xperia ZQ, isso se aplica em partes.

Quando utilizei o produto com o fone de ouvido que acompanha o kit de venda, tudo funcionou conforme o esperado. Como já afirmei antes no review, os fones de ouvido (por serem in-ear) garantem um isolamento de ruído externo eficiente, mas sem oferecer um áudio de volume muito agressivo. Isso é bom, pois ninguém quer ficar surdo ouvindo música, certo?

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Para toques e chamadas, a mesma coisa: o volume do alto-falante externo é elevado, tornando os toques bem audíveis. Dependendo do toque adotado, o volume é até mais alto do que se realmente deseja. Mas, dependendo da situação que você se encontra (principalmente em locais com muito barulho), é até desejado um toque de telefone um pouco mais elevado.

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Porém, para a parte de chamadas, o áudio emitido pelo alto-falante traseiro e principalmente pelo alto-falante frontal de chamadas deixa um pouco a desejar. Ele é audível, mas depende do posicionamento do alto-falante frontal no seu canal auditivo. Em algumas situações, precisei pressionar um pouco mais o telefone no ouvido para poder ouvir de forma mais clara, o que não é o ideal. Além disso, o viva-voz do aparelho tem um volume de áudio relativamente baixo, e dependendo da potência do microfone da pessoa do outro lado da linha, ele se torna inútil.

Na parte de qualidade de chamadas (recepção e qualidade de sinal, não percebi anormalidades durante as conversações. A qualidade do sinal foi boa na maior parte do tempo, e as chamadas foram recebidas e feitas sem maiores problemas. Mais uma vez, registro que os resultados podem variar, de acordo com a operadora escolhida e com o local onde você vai utilizar o smartphone.

Internet

Mais uma vez (e infelizmente), pelo simples fato de morar no interior do estado de São Paulo (Araçatuba, a 535 km da capital paulista), foi inviável testar a conectividade 4G/LTE do Sony Xperia ZQ. Esse é um dos recursos mais desejados dos usuários por estar presente em um dispositivo top de linha. E bem sei que minha análise fica comprometida nesse aspecto. Fico mais uma vez devendo essa para vocês. Espero que um dia isso mude.

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De qualquer forma, testei as conectividades em 3G e Wi-Fi. Nos dois casos, sem maiores problemas. Por contar com um modem mais competente, o Xperia ZQ tem uma performance boa para a conectividade móvel, mesmo pelas redes 3G. Se você optar por uma rede 3G+ (HSPA+), você não deve ter muitos problemas para ler seus e-mails, acessar as redes sociais, navegar pela web e outras tarefas mais básicas.

Não posso garantir que dá para assistir aquele vídeo preferido do YouTube pois tudo vai depender mais das características do seu plano de dados e da operadora escolhida. Mas imagino que quem está disposto a pagar o valor sugerido do Xperia ZQ tem condições financeiras de pagar um bom pacote de dados (pelo menos, na teoria).

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O Wi-Fi também se comportou bem, sem apresentar limitações com os obstáculos existentes aqui no escritório. Além disso, todos os programas considerados essenciais para os usuários conectados (Twitter, Facebook, Instagram, WhatsApp, etc) funcionaram sem maiores problemas ou dificuldades, nas duas conectividades testadas.

GPS

O Sony Xperia ZQ volta a adotar uma solução própria para geolocalização, como o Wisepilot for Xperia , mas também conta com o recurso de navegação, fornecido pela Google. Além disso, o Modo para Carro (aplicativo que otimiza o funcionamento do dispositivo para quando o usuário está dirigindo) também conta com um mapa para posicionamento.

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Em termos de posicionamento, o GPS presente no Xperia ZQ funciona bem. Consegue fixar o posicionamento em um curto espaço de tempo, uma vez que conta com os recursos A-GPS e GLONASS, o que agiliza muito o processo de localização. E como os softwares e comportaram com a mesma eficiência já apresentada no Xperia SP, o recurso funcionou da melhor forma possível nos testes.

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Mais uma vez, a Sony fez um bom trabalho na disposição de recursos para a localização do usuário, mas principalmente no recurso de GPS em si para estabelecer o posicionamento. Bem sabemos pelo histórico de testes o quanto que esse recurso pode se apresentar como algo problemático ou sem a eficiência desejada.

Câmera

O Sony Xperia ZQ possui uma competente câmera traseira de 13 megapixels, que possui alguns dos recursos mais básicos esperados em uma câmera de um produto considerado top de linha. Sua interface é relativamente simples, com os itens com fácil acesso, em um menu contextual na parte superior da tela, e os ajustes finos em uma janela secundária. Não tem muitos recursos especiais ou filtros, o que facilita a vida dos menos experientes, mas pode incomodar aqueles usuários mais exigentes.

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A presença do sensor Exmor R facilita as coisas na hora de registrar fotos em condições perfeitas de iluminação, ou em plena luz do dia. As imagens captadas possuem cores interessantes, e não ficam distorcidas nessas condições. De fato, a câmera traseira do Sony Xperia ZQ é muito boa para registro de imagens durante o dia.

Já nas fotos registradas à noite, em locais com iluminação artificial ou com iluminação de baixa qualidade, é possível perceber algumas anormalidades, como ruídos na imagem captada e algumas dificuldades do flash em lançar a luz para a imagem a ser fotografada de forma correta. Não que isso chegue a ser um problema, mas deixa um pouco a desejar para os mais exigentes.

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De qualquer forma, a câmera traseira do Xperia ZQ é mais do que suficiente para o registro de imagens para as redes sociais e até mesmo postagens eventuais em blogs. A maioria dos usuários ficará satisfeita com o resultado final das imagens captadas. Podemos dizer que o resultado final foi dentro do esperado para uma câmera de um smartphone.

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A câmera frontal possui uma resolução de 2 megapixels, e é capaz de gerar boas imagens em fotos e vídeos. Deve atender bem as necessidades daqueles que desejam registrar auto-retratos em baladas, fazer videologs e, principalmente, obter a máxima de qualidade possível nos aplicativos de comunicação por vídeo.

A seguir, algumas demonstrações de imagens captadas pela câmera do Xperia ZQ.

Fotos durante o dia

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Fotos com baixa luminosidade e/ou luz artificial (com flash) 

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Fotos com zoom

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Fotos com a câmera frontal

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Games

Esse é um ponto no Xperia ZQ que levanta discussões. Li alguns relatos de usuários que perceberam pequenos travamentos e lags em jogos específicos. Pois bem, eles não estão errados por completo.

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Nos jogos mais básicos (Jetpack Joyride, Subway Surfers), não registrei nenhum tipo de problema ou anormalidade, tanto na parte gráfica quanto no desempenho dos jogos. Mesmo em Dead Trigger, que possui elementos gráficos mais apurados, tudo foi exibido de forma plena e perfeita, oferecendo uma ótima experiência de uso.

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Já em jogos um pouco mais complexos e exigentes em termos de recursos (como Real Racing 3 e Iron Man 3), observei que a execução não é algo tão fluído como em outros dispositivos, até com pequenos engasgos. Não é algo que seja gritante, ou que acabe com a jogabilidade dos games executados, mas para alguns gamers mais exigentes, podem ser problemas perceptíveis. No vídeo review (no final desse post), eu mostro o gameplay de alguns títulos, e vocês mesmos podem tirar as suas próprias conclusões.

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Ao meu ver, o Xperia ZQ vai bem nos jogos, de um modo geral. Mas os resultados podem variar de pessoa para pessoa. Outro detalhe: observei que os jogos ficavam com um melhor desempenho quando todos os aplicativos abertos em segundo plano são fechados. Recomendo que façam isso quando forem rodar jogos no dispositivo, para resultados mais satisfatórios.

Multimídia

Os mesmos recursos para consumo de multimídia já vistos em outros modelos da Sony são encontrados no Xperia ZQ. Os japoneses já contam com um histórico de qualidade comprovada nesse segmento, logo, o resultado da experiência sonora oferecida pelo smartphone top de linha da Sony é o melhor possível.

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Já destacamos no review do Xperia SP o player de música, que oferece recursos visuais para tornar a experiência de uso ainda mais atraente, com proteções de tela animados e recursos otimizados para uma melhor qualidade de áudio durante as reproduções musicais. Com poucos botões, oferece uma usabilidade simples e direta, mantendo o recurso ClearAudio+, que oferece um som mais cristalino,  mesmo com músicas com diferentes taxas de bitrate.

O TrackID volta a se fazer presente, permitindo a busca de informações das músicas armazenadas no dispositivo do usuário ou reproduzidas em um ambiente externo, permitindo inclusive o download da música para a biblioteca musical do aparelho. Mais uma vez, o recurso funciona como uma ótima ferramenta para conhecer novas músicas, artistas e bandas, não só pelas informações exibidas nos resultados das buscas, mas também nas listas dos mais procurados pelos usuários dos dispositivos da Sony.

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Na parte de vídeos, o Sony Xperia ZQ toma vantagem da tela Full HD (1080 x 1920 pixels) para uma ótima experiência de reprodução de vídeos, tanto aqueles armazenados no dispositivo, quanto os vídeos exibidos por streaming. Tudo foi reproduzido sem maiores problemas ou engasgos. Por outro lado, as mesmas limitações de identificação de formatos de arquivos e legendas integradas na pasta do dispositivo detectadas no Xperia SP permanecem no Xperia ZQ, obrigando o usuário a instalar um aplicativo de terceiros para poder identificar os diferentes formatos e os arquivos de legenda nas pastas de vídeos.

Um diferencial interessante presente no modelo top de linha da Sony é o Estúdio de Filmes, que permite ao usuário realizar edições básicas de vídeos no dispositivo. É um recurso bacana para edições casuais, sem grandes aspirações. Porém, com um pouco de imaginação, você pode produzir resultados interessantes.

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Além disso, os recursos Music Unlimited e Video Unlimited oferecem um catálogo de músicas e vídeos para consumo direto no Xperia ZQ, permitindo ao usuário ampliar o seu catálogo de conteúdos multimídia, através de uma fonte oficial (nesse caso, a Sony), e com aquivos com a mesma qualidade técnica, e todos ajustados para uma melhor experiência de uso com o smartphone.

Recursos como o Smart Connect e o Controle Remoto também estão presentes, assim como o Rádio FM, muito desejado por uma grande parcela de usuários. Sem falar no Xperia Lounge, uma área de conteúdos exclusivos da Sony com vídeos e outros conteúdos voltados para shows, grandes eventos, festas, baladas e notícias de cultura pop. Ou seja, o Xperia ZQ é bem completo nesse aspecto.

Bateria

Mais uma vez a Sony faz um grande trabalho com a bateria do Xperia ZQ. Sem precisar acionar todos os recursos de economia de bateria já disponíveis pela sua interface, o aparelho consegue aguentar tranquilamente um dia de uso considerado normal (acesso às redes sociais, recebimento de e-mails o tempo todo, música, alguns vídeos, algum tempo em jogos, e eventual acesso via redes 3G/4G e GPS). Logo, a maioria dos usuários não terá problemas com a autonomia de uso do dispositivo.

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Para usuários mais exigentes, que vão utilizar o smartphone com vídeos e jogos em um considerável tempo ao longo do dia, pode ficar na mão com a bateria. Naturalmente, o Xperia ZQ pede um consumo maior de seus recursos para realizar tarefas mais complexas. Por isso, vale aqui uma certa dose de moderação para não ficar sem bateria no final do dia. Mas nada fora do esperado para um dispositivo desse porte.

Aliás, devemos levar em consideração que, para um produto com suas especificações de hardware, e com uma tela desse tamanho, saber que ele pode aguentar um dia inteiro de uso regular é uma excelente notícia.

Desempenho

O Sony Xperia ZQ é um bom smartphone no seu desempenho geral. Não percebi travamentos ou engasgos brutos no dispositivo. Talvez o telefone tenha deixado a desejar um pouco no quesito fluidez (nas transições de tela principal para a tela de todos os aplicativos, e principalmente em alguns jogos mais pesados, como o Real Racing 3 e o Iron Man 3), mas nada que chegue a irritar ou desabonar o dispositivo. Coloco isso mais na conta da interface de usuário adotada pela Sony.

Mesmo assim, é um modelo que vai agradar a maioria dos usuários. É potente, permite a execução das principais tarefas que as pessoas realizam nos smartphones, e é um produto que agrada em pontos específicos (velocidade no acionamento da câmera, pegada, tela de alta definição, etc). Pode ser a alternativa daqueles que querem um dispositivo com todos os recursos multimídia oferecidos pela Sony.

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Conclusão

O Sony Xperia ZQ está aprovado. Ele oferece uma experiência de uso plena, e é isso o que se espera de um produto do seu porte. Talvez ele apresente poucas diferenças em relação ao modelo intermediário (Xperia SP) em seus recursos, mas esses poucos diferenciais podem justificar a escolha por um produto top de linha (para que está disposto a pagar a diferença de preço, é claro).

Review em vídeo

 

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