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O NES Mini cumpre o que promete, mas tem dois pequenos defeitos

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O NES Mini caiu nas mãos de alguns felizardos, que já testaram o console, afirmando que a experiência geral é muito boa, principalmente em dois detalhes muito importantes.

O primeiro e o mais importante é a qualidade de emulação, que é entregue em um bom nível, algo fundamental para um videogame retrô. A boa emulação é complementada por três modos de representação na tela a escolher: TV antiga (CRT), aspecto original (4:3) e resolução original (pixel perfect).

O console também oferece a possibilidade de ler os manuais dos jogos em formato digital escaneando códigos QR, que guarda até quatro partidas em cada jogo, e é compatível com os controles clássicos Pro do Wii.

Sua qualidade de construção deve ser boa, já que não foram feitos comentários que indiquem o contrario. Apesar de não ser perfeito.

O NES Mini ainda tem dois pontos a melhorar: um é a longitude dos cabos dos controles, que são muito curtos, e outro é a necessidade de utilizar o botão de reset na hora de trocar os jogos ou carregar partidas salvas.

Via USGamer, Kotaku

Mini Famicom, disponível no Japão, para os mais saudosistas

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A Nintendo surpreendeu com o lançamento do Mini NES, versão HDMI do seu mítico console, com dimensões reduzidas e 30 jogos clássicos. Agora, temos a possibilidade de ver o Mini Famicom, ou Nintendo Family Computer chegando ao mundo.

 

A porta para mais consoles “mini” está aberta

 

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O Nintendo Famicom foi exclusivo para o Japão, e chegou ao mundo em 1983, dois anos antes do lançamento do NES. Com o sucesso do Mini NES, decidiram lançar por lá o Mini Famicom, centrado para o mercado asiático.

Estão mantidas as conexões via HDMI e USB para energia elétrica (sem adaptador de corrente incluído), os três modos de visualização e os pontos de armazenamento na memória interna, assim como os 30 jogos pré-carregados, mas com jogos que não estão na versão ocidental:

Donkey Kong
Pac-Man
Excitebike
Balloon Fight
Ice Climber
Galaga
Yie Ar Kung-Fu
Super Mario Bros
The Legend of Zelda
Atlantis no Nazo
Gradius
Makai Village
Solomon’s Key
Metroid
Castlevania
Adventure of Link
Bumping Sumo
Super Mario Bros. 3
Ninja Gaiden
Mega Man 2
River City Ransom
Double Dragon Ⅱ The Revenge
Super Tamashito Luo
Final Fantasy Ⅲ
Dr. Mario
Downtown Nekketsu March Soreyuke
Mario Open Golf
Super Mario USA
Kirby’s Adventure

Obviamente, o design em vermelho, branco e dourado do console original está presente, com a diferença que o Mini Famicom chegará com dois controles, e que seu design é pensado para que o console guarde os controles enquanto eles não estão em uso.

O Mini Famicom chega ao mercado em 10 de novembro, um dia antes do Mini NES, com preço de US$ 59 (+ US$ 10 para o adaptador de corrente).

 

 

Via IGN

Rode os jogos do Nintendo 64 no Xbox One

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Graças aos esforços da Microsoft em impulsionar o UWP (Universal Windows Platform), é possível rodar um emulador do Nintendo 64 no Xbox One.

O Win64e10 e um emulador que funciona tanto no Windows 10 como no Windows 10 Mobile. Seu funcionamento é muito bom, porém, não é um emulador gratuito (custa US$ 9,99).

Também não é um emulador oficial, ou seja, não é bem visto pela Nintendo e pode ser retirado do ar a qualquer momento. Bem sabemos como a Big N cuida de sua propriedade intelectual no sentido mais amplo.

 

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Via TweakTown

Nintendo NX custaria US$ 350, e teria três partes

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Um funcionário da Foxconn revelou mais detalhes sobre como poderá ser o Nintendo NX, um “híbrido” entre console portátil e de mesa, que pode trazer elementos surpreendentes.

 

Um console dividido em três partes

O Nintendo NX se dividiria em três partes: um console portátil que na verdade seria o controle (similar ao controle tablet do Wii U), um console base chamado “dock”, onde fica o disco rígido e vários conectores, e o módulo de alto desempenho, com CPU e GPU potentes.

O que se conecta na TV é o “dock”, e nele conectamos o console portátil e o módulo de alto desempenho. Nesta configuração, o console atua de forma muito parecida ao PS4 e ao Xbox One.

Não temos todos os detalhes de configurações, mas a mesma fonte da Foxconn confirma que ele poderá usar um processador Tegra ou um design personalizado da AMD com gráficos Radeon.

 

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Por outro lado, o console também contaria com uma tela de 6 polegadas (720p), mas com a garantia que, na melhor das hipóteses, o Nintendo NX seria menos potente que o PS4, e que a Nintendo tentará vendê-lo promovendo todas as suas possibilidades de jogo.

O preço especulado do novo console seira de aproximadamente US$ 350, algo muito próximo do PS4 Pro, apesar de não poder competir (na teoria) com esse console em termos de potência.

Via TweakTown

Nintendo 3DS XL Edição Especial Pokémon Sol e Lua

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A Nintendo anunciou uma futura edição especial e limitada do Nintendo 3DS XL inspirada em Pokémon, mais especificamente nos jogos Sol e Lua.

O dispositivo se apresenta em imponente cor preta, com ilustrações muito minimalistas dos lendários Solgaleo e Lunala.

O preço da essa edição limitada terá um custo de US$ 200, mas os jogos não acompanham o produto. Essa versão chega ao mercado no dia 28 de outubro enquanto que o Dual Pack (com os dois jogos e dois pacotes com 100 pokebolas) chegará em 18 de novembro.

 

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Super Mario Run também estará disponível no Android

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Super Mario Run foi anunciado para o iOS, mas não será exclusivo para a plataforma da Apple. Apenas vai chegar primeiro. O jogo também estará disponível para o Android.

Executivos da Nintendo esclareceram esse detalhe logo após o evento de apresentação do iPhone 7 e 7 Plus (onde Super Mario Run foi apresentado). Até porque a empresa não ia renunciar 80% do mercado de smartphones.

Não há datas de lançamento. Para o iOS estará disponível no Natal, e não deve demorar muito o seu lançamento para Android. Também não sabemos o seu preço, pois o jogo será pago e não free to play como é Pokémon Go.

 

Uma mudança esperada

O movimento da Nintendo para as plataformas móveis atende os pedidos dos acionistas, e era algo previsível. Algo bem diferente está nas suas decisões para plataformas móveis, que perdem vendas ao deslocarem suas franquias, ainda mais em um momento onde o Nintendo 3DS perde para os smartphones.

A mudança para a Nintendo era algo inevitável e mais que justificado. A simples apresentação de Super Mario Run fez com que suas ações subissem em quase 30%.

Enfim, aguardamos a Nintendo disponibilizar um jogo que era muito esperado por todos a algum tempo. Independente da plataforma escolhida.

Wearable Pokémon Go Plus chega ao mercado em 16 de setembro

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Depois de um atraso de quase dois meses, o wearable Pokémon Go Plus chegará ao mercado no dia 16 de setembro, na maioria dos países onde o jogo está disponível.

O anúncio chega depois do lançamento do jogo para o Apple Watch, e após o game principal alcançar a marca de mais de 500 milhões de downloads.

Com o dispositivo, é possível jogar Pokémon Go sem olhar para a tela do smartphone, já que os dois dispositivos se conectam via Bluetooth LE, permitindo a coleta de objetos das pokéstops ou caçar pokémons com um único gesto do dedo.

Quando você passar por uma pokéstop, o Pokémon Go Plus vai vibrar e se iluminar para avisar e reconhecer os objetos presentes no local. É possível então a captura do pokémon com um simples pressionar do botão (é preciso olhar para o smartphone para ver qual bicho é).

Ainda que o wearable fosse anunciado há quase um ano, o dispositivo foi adiado para ser aperfeiçoado e ser um complemento melhor. A dúvida agora é se o dispositivo vai mudar a dinâmica atual de Pokémon Go, deixando de agradar a milhões de jogadores.

Depois do seu lançamento inicial, o número de jogadores ativos diminuiu, algo que talvez não aconteça com esse novo dispositivo. O tempo vai dizer.

Via Nintendo

Super Mario Run chega de surpresa no iOS

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A primeira grande surpresa do evento da Apple de hoje (7) foi o anúncio de Super Mario Run para iOS, em parceria com a Nintendo.

O jogo pode ser jogado com uma mão, pensando nos usuários dos iPhones e iPads, com o popular personagem da Nintendo, com vários modos de jogo, tanto sozinho (Rally) como com outros usuários conectados (Battle Mode).

Shigeru Miyamoto foi o encarregado de co-apresentar o jogo, anunciando a chegada de Mario ao iOS. É um jogo simples, com controles simples, e com alguns cenários típicos do jogo.

Super Mario Run: antes tarde do que nunca, Mario chega aos smartphones

 

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Preços não foram revelados, e não está claro se o game é free to play. A sua disponibilidade na Apple Store está prevista para antes do fim de 2016, mas sem especificar datas.

Além disso, a Nintendo anunciou uma segunda parceria, que prevê a chegada de Pokémon Go para o Apple Watch.

Catalyst, um case pensado no Pokémon Go

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Apesar da febre do Pokémon Go dar sinais de perder o fôlego, as empresas seguem oferecendo novidades interessantes para melhorar o desempenho dos jogadores no game. Uma dessas novidades é o case da Catalyst, que não só protege o smartphone como ajuda o usuário na nobre arte de caça dos pokémons.

Pare de gastar pokébolas a troco de nada

Se você se cansou de gastar pokébolas, ou se o seu smartphone sofreu um acidente enquanto jogava Pokémon Go, a Catalyst oferece um conjunto de cases com proteção IP68 para iPhones com um case adicional que facilita o lançamento das bolas.

A Catalyst está negociando com a Niantic e a Nintendo para licenciar o produto, e isso em qualquer condição climática, ao mesmo tempo que eleva o desempenho do gamer.

O case está disponível apenas para os modelos iPhone 6, iPhone 6s e iPhone 6s Plus, com preço sugerido de US$ 9,99 (envio de despes de envio não incluídas).

 

 

Via Catalyst

Nintendo confessa quais foram os seus erros com o Wii U

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A verdade é libertadora.

Reggie Fils-Aime, diretor da Nintendo America, confessou em recente entrevista quais foram os erros de sua empresa com o Wii U.

Com o Nintendo NX prestes a ser lançado, a Nintendo sabe que tudo tem que dar certo dessa vez. A pressão é enorme, não apenas por causa da Sony e da Microsoft, mas a marca tem a obrigação de fazer melhor do que aquilo que apresentou com o Wii U.

 

Não souberam vender o Wii U, basicamente

Para Reggie, o grande problema foi o planejamento de comercialização equivocado.

O executivo afirma que a Nintendo aprendeu a lição dos erros cometidos no lançamento do Wii U, e do seu marketing que não mostrou efetivamente por que o produto existia.

Também indica que melhoraram a proposta de apresentação do console, e como é sua experiência de jogo.

Sem falar na ideia de um melhor trabalho no plano de software do Nintendo NX, com lançamentos de grandes jogos de forma mais contínua, mantendo a dinâmica da plataforma.

A Nintendo quer que as pessoas entendam o conceito, além de garantir um grande catálogo de jogos para o novo console.

A aposta por conteúdo estará refletida nos planos para o Nintendo NX, cujo lançamento será sincronizado com a chegada de The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Esperamos que uma nova biblioteca de conteúdos e uma melhor compreensão da plataforma por parte do público ajudem no sucesso do Nintendo NX.

O tempo vai dizer se a Nintendo realmente aprendeu ou não com os erros do Wii U.

Via EurogamerAList

Hype do Pokémon GO perde força: game perdeu 15 milhões de usuários

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O hype está passando. Pokémon GO perdeu 15 milhões de usuários desde o seu pico máximo.

O game foi o grande boom do verão, chegando a dobrar o valor das ações da Nintendo, e acumulando milhões de usuários em um curto espaço de tempo.

O jogo é reflexo de uma das maiores franquias da Nintendo, e foi desenvolvido em parceria com Game Freak e a Niantic, esta última responsável pela realidade aumentada, o verdadeiro chamariz do jogo.

Pokémon GO teve uma recepção fabulosa. Mas começa a perder força.

 

Tudo o que sobe, desce

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A velha lei de Newton: se a ascensão foi espetacular, a queda será na mesma proporção.

A própria Nintendo já reduziu suas expectativas, afirmando que o jogo na verdade é da Niantic, que por sua vez tem como acionistas a Nintendo e a The Pokémon Company além de ter os direitos cedidos pelos donos da marca para desenvolver o jogo.

Essa informação provocou uma forte queda nas ações da Nintendo, e confirma que é preciso fazer muito mais do que apenas colocar o nome em um jogo para recuperar o terreno perdido.

Quanto ao jogo em si, estava clara que essa queda iria acontecer quando o barulho inicial passasse. E a Niantic parece não ser capaz de aperfeiçoar o game e seguir adicionando novas características.

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Segundo a Bloomberg, Pokémon GO entrou em uma profunda tendência de baixa: no meio do mês de julho, o game alcançou 45 milhões de usuários diários, e desde então perdeu 15 milhões de usuários.

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Pokémon GO é um ótimo exemplo sobre as possibilidades da tecnologia da realidade aumentada e por seu potencial de plataforma social de geolocalização. Mas muito além disso, é complicado manter o crescimento exponencial apresentado na época do seu lançamento.

O jogo não é a reinvenção da Nintendo mas é um bom ponto de partida, principalmente na mídia, podendo abrir caminho para mais franquias nas plataformas móveis.

Porém, a Nintendo precisa de outro tipo de reinvenção, que pode chegar com o Nintendo NX.

Via Bloomberg

Mario Bros dá as caras no Rio, convidando a todos para Tóquio 2020

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Mario Bros será o embaixador cultural dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020.

O anúncio foi feito pelo primeiro ministro japonês Shinzo Abe, durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016, realizada ontem (21).

A influência de Mario Bros na cultura japonesa

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A aparição do político japonês aconteceu de forma muito bem humorada: literalmente incorporando o personagem mais popular do mundo dos games.

Mario Bros atravessou vários canais e um imenso sistema de tubulação antes de aparecer como embaixador dos próximos jogos.

De acordo com a organização dos Jogos Olímpicos Tóqui0 2020, o personagem da Nintendo encarna os valores olímpicos, como o respeito e a amizade.

A apresentação japonesa no Brasil incluiu a passagem da bandeira olímpica da prefeitura do Rio de Janeiro para a prefeitura de Tóquio, além de diversos personagens do mundo dos videogames, animes e mangás.

Isso mostra como a cultura japonesa é influenciada por personagens como Mario Bros, Pac Man, Doraemon, Hello Kitty ou Oliver Atom.

A apresentação foi encerrada com a exibição do logotipo oficial dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, e uma representação da cidade japonesa, com o monte Fuji ao fundo, e a mensagem “nos vemos em Tóquio”.

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Ou seja, podemos imaginar que os videogames, a tecnologia, os animes e os mangás se farão muito presentes no maior evento esportivo do planeta daqui a quatro anos.

 

Pokémon GO gera receita de US$ 200 milhões no primeiro mês de vida

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Que Pokémon GO é um sucesso sem precedentes, ninguém tem dúvidas disso. Agora, que um jogo gratuito conseguiu arrecadar mais de US$ 200 milhões no seu primeiro mês de vida é algo que só ilustra esse sucesso.

A curva do êxito

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Os dados da Sensor Tower revelam que Pokémon GO já gera mais receita que os principais jogos das lojas de aplicativos. No seu primeiro mês de vida, o jogo da Niantic e Nintendo superou pesos pesados como Candy Crush e Clash Royale. E de longe.

Nos seus primeiros 18 dias de vida, as receitas de Pokémon GO foram mais ou menos as mesmas de Clash Royale, mas a curva subiu consideravelmente com o lançamento do jogo no Japão. Hoje, o jogo da Niantic tem o dobro de receita mensal que Clash Royale, e sete vezes mais do que Candy Crush.

 

Pokémon GO é imune a queixas (por enquanto)

Apesar das críticas à Niantic pelas últimas atualizações do jogo, principalmente depois da remoção do sistema de digitais, afetando ferramentas úteis como o Pokévision, o jogo segue como um sucesso. Parece que deixar os jogadores sem ajuda para encontrar os bichinhos virtuais deixou o jogo mais frustrante e, ao mesmo tempo, mais viciante.

O modo de economia de bateria no iOS também apresentou problemas, mas no lugar de solucionar isso, a Niantic decidiu eliminar esse modo com uma atualização, algo que também foi criticado pelos usuários. Mas isso está longe de afetar o sucesso de Pokémon GO. Tudo indica que as receitas seguirão aumentando conforme o jogo vai chegando a mais regiões.

Via Digital Trends

Pokémon GO em números absurdos, através de um infográfico

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O site britânico BargainFox montou um impressionante infográfico que mostra a dimensão que o game Pokémon GO possui hoje. Desde o número de jogadores até os downloads, passando pela receita e até os efeitos do jogo na bateria do smartphone.

 

Pokémon GO, em números (impressionantes)

Entre os dados compilados, nos deparamos com os grandes números, como US$ 4.5 milhões que o aplicativo gerou para a Niantic e seus sócios no primeiro dia de vida. Em apenas três semanas, e levando em conta uma ativação gradual nos países, Pokémon GO registrou 75 milhões de downloads, com um pico de 55 downloads por segundo no iOS e 26 downloads por segundo no Android.

Mas o grande impacto causado por Pokémon GO foi na onda expansiva que o game alcançou em outros setores. Por exemplo, na música, onde o tema principal da série teve um aumento de execuções no Spotify de 382% na primeira semana de disponibilidade do jogo.

O consumo de bateria e dados de Pokémon GO também merece destaque: 30 minutos do jogo podem acabar com 20% de autonomia do smartphone em média. Nesse tempo, o jogo consome 5 MB de dados. Além disso, operadoras norte-americanas aproveitam para oferecer promocionalmente os dados consumidos no game isentos de desconto na franquia contratada.

O infográfico pode ser encontrado nesse link. E a verdade é uma só: esse é um dos games para smartphones mais bem sucedidos da história, se não for o mais bem sucedido. Quando a febre passar, poderemos avaliar isso. Mas fica bem claro que, independente de qualquer coisa, Pokémon GO já está na história.

Via BargainFox

Pokémon GO é lançado no Brasil (e sua vida acaba a partir de agora)

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Depois de algumas semanas de espera, a Niantic lançou hoje (3) no Brasil o game Pokémon GO.

Antes mesmo de chegar ao país (e mesmo sem funcionar em nosso território), Pokémon GO já estava instalado em 2% dos smartphones Android dos brasileiros. O jogo, que é resultado de uma parceria da Niantic Labs e da Pokémon Company (esta última uma empresa da Nintendo) é um fenômeno global. O jogo é mais usado que o Twitter, Instagram e Tinder, e consegue ter mais engajamento que o Facebook nos Estados Unidos.

 

Instabilidades, grana, frenesi… fim da sua vida!

O lançamento no Brasil foi marcado por problemas nos servidores e até um protesto por hackers pelo atraso no lançamento. Além do Brasil, outros 30 países (a maioria na Europa) receberam o jogo. O mesmo atraso aconteceu no lançamento do jogo no Japão, e pelo mesmo motivo: os servidores não iam aguentar a demanda.

Pokémon GO faz uso da realidade aumentada para que os jogadores saiam de casa para caçar pokémons. É possível obter também conquistas e realizar desafios. O jogo não aceita o uso de um VPN ou de apps que forjam a localização do usuário, e quem tentar fazer isso pode ser banido do jogo. Ah, e vale lembrar que o game consome uma enorme quantidade de bateria do smartphone. Também é importante reforçar que, apesar de já funcionar no Brasil, o aplicativo do jogo  não esta disponível nas lojas do Android e iOS, mas é possível baixar o seu APK nesse link.

13 anos de revistas Nintendo Power de graça na internet

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Os gamers mais nostálgicos certamente vão aproveitar essa oportunidade. O Internet Archive recentemente liberou um grande conteúdo relacionado à Nintendo, inclusive um acervo de 13 anos da revista Nintendo Power. Totalmente de graça.

A Nintendo Power é importante, pois foi uma editoria que durou nada menos que 24 anos. Nas páginas da revista, encontraremos uma grande quantidade de informação interessante sobre o passado do universo Nintendo, incluindo tanto jogos como consoles, e poderemos relembrar a época quando as revistas de videogames impressas eram a única forma de se manter informado sobre as novidades da indústria.

Era uma experiência única, que hoje dá aquela nostalgia gostosa. Ir até a banca de jornais com os nossos trocados para comprar a última edição de sua revista favorita, começar a ler e passar um bom tempo vendo as análises, novidades, e até mesmo interagindo com outros leitores, seja pessoalmente (amigos e outros gamers) ou à distância (por cartas).

Bons tempos…

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Sem mais delongas, deixamos para vocês o link para a área de busca das edições disponíveis para consulta. Desse modo, você poderá conhecer ou relembrar um dos períodos mais importantes já vividos pela Nintendo. A primeira revista foi publicada em 1988. Todos os exemplares estão nesse link, mas você também pode baixar cada uma das revistas disponíveis na área de opções à direita, dentro do Internet Archive.

Pokémon GO é o fim da civilização como conhecemos? Não é bem assim…

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Pokémon GO

Pokémon GO é o assunto do momento. Nem eu aguento mais escrever sobre isso. Fato é que o jogo é um sucesso sem precedentes, nos aspectos técnico, cultural e econômico. Porém, a empolgação da maioria parece ter ocultado os aspectos negativos desse fenômeno.

Nos videogames normais, a violência que vemos está localizada na tela. Porém, com Pokémon GO, as pessoas jogam no mundo real. E isso faz com que um grupo de “especialistas” voltem à carga, implantando o terror sobre a influência dos videogames no perfil psicológico de jovens e adolescentes. O que pode vir depois disso é perigoso: se não tomarmos cuidado, a mudança cultural à força pode ser irreversível. E para pior.

 

Tá todo mundo louco. Oba!

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Não é o primeiro caso de fenômeno coletivo centrado no mundo dos videogames, e não será o último. Além disso, há quem diga que “a idiotice não tem idade”, dando a entender que muitos jogadores de Pokémon GO contam com um QI um pouco abaixo da média.

Mas isso não é uma exclusividade dos videogames. A TV, a internet e outros veículos de mídia e comunicação também produzem esse efeito de distorção. Mas no caso de Pokémon GO, como é um jogo muito imersivo, ele aumenta as possibilidades de vícios e, por consequência, os acidentes com o mundo externo.

Até Oliver Stone falou sobre o assunto na Comic-Con 2016 de San Diego, afirmando que Pokémon GO é “um novo nível de invasão na vida das pessoas, e um claro exemplo do capitalismo de vigilância”.

Não é de hoje

A curiosidade é um traço da personalidade humana, e toda inovação tecnológica foi acompanhada de uma reação anti-tecnológica. Por exemplo, o trem, um dos meios de transporte mais seguros do mundo, foi considerado em 1835 uma ameaça às vias respiratórias e mentais, por conta dos movimentos de trepidação e rápida sucessão de imagens em movimento. Sem falar na ansiedade perpétua diagnosticada na época e riscos de aborto prematuro.

Mas, de novo. Era um conceito bem antigo, que hoje não se aplica.

Podemos buscar vários exemplos históricos, mas a ideia é a mesma: o novo é recebido com paixão e entusiasmo por uns, e com medo e alarmismo por outros.

 

Por que reagimos assim?

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Um dos discursos recentes mais fortes é que estamos perdendo a capacidade de apreciar as coisas importantes, onde a juventude se perde na experiência, e os antigos sempre tentam pontuar em algum momento que “isso no passado era melhor”.

Não é bem assim. Não é porque deixamos de aproveitar as coisas importantes. É que as coisas que nos importam estão mudando. Os interesses e valores do passado são radicalmente diferentes do que temos no presente. Por consequência, nossa sociedade e suas diferenças culturais também são muito diferentes.

A tecnofobia é apenas uma das formas que o medo e a incredulidade se instala. Nossa estabilidade psicológica e social se baseia no fato que “precisamos fazer o que precisa ser feito”, nas temos apenas ideias superficiais e prejudiciais sobre o que supostamente precisa ser feito.

Não é tão difícil entender isso. É a filosofia Jack Bauer, basicamente. Com a diferença que a maioria da sociedade pensa como Charles Logan.

Compreensível, mas não justificável

Para muitos, o fato de milhares de pessoas fazerem coisas que eles consideram estranhas é um motivo para estresse e ansiedade. E isso é normal, e (quase) sempre foi assim. As mudanças sociais são traumáticas, mais ainda quando temos como elemento básico a ignorância e a falta de pesquisa sobre o assunto. Ainda não encontramos um equilíbrio entre a tecnofobia e o tecnoentusiasmo.

Mas isso não quer dizer que esse medo todo do Pokémon GO está justificado. A solução não passa por bombardear as novas gerações com mensagens moralistas, mas sim dar ferramentas analíticas e técnicas para que eles decidam quais coisas são importantes para eles.

Se a preocupação de alguns é o mundo em que vivemos, vale lembrar que, goste a gente ou não, esta é a realidade. O futuro dos próximos 50 anos tem mais a ver com aqueles que jogam hoje o Pokémon GO no Central Park do que com aqueles que dão risada deles nos debates televisivos.

O anúncio do novo NES Mini vai te levar para a década de 1980

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A Nintendo está on fire. Depois do lançamento de Pokémon GO e do NES Mini, os fãs da marca mais velhos vivem uma segunda adolescência. A empresa quer aproveitar ao máximo o bom momento, e lançou um trailer no estilo dos anos 80 para promover o novo e diminuto console.

A dúvida que ainda existia era como seriam exibidos os jogos. Quem jogava no Console Virtual do Wii e Wii U sabem que a emulação era um pouco suja e sem brilho, e muitos temiam que esse efeito de vídeo estivesse presente no console Mini. Porém, isso não deve acontecer, com uma perfeita visualização em HD. No vídeo, é possível ver jogos como Metroid, Donkey Kong e Zelda, com bons resultados.

O NES Mini tem previsão de lançamento para o dia 11 de novembro.

Chegou a hora da Nintendo lançar um smartphone?

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Veremos o lançamento de um smartphone da Nintendo diante da grande acolhida ao Pokémon GO?

Os dados mostram um elevado volume de dados do jogo na plataforma Android, e isso resultou em um aumento das ações da Nintendo de 25%. Logo, a pergunta não é tão descabida. Estamos falando de uma empresa muito especial, mas que tradicionalmente leva muito tempo para perceber que o mercado mudou, com a maior influência do mercado mobile.

Porém, o sucesso de Pokémon GO pode dar para a Nintendo um caminho inesperado para um novo hardware, levando em conta as franquias próprias que eles podem aproveitar.

Os smartphones para games não são uma novidade, e no passado, tentativas foram feitas sem muito sucesso. O Nokia N-Gage foi um dos primeiros híbridos entre console e celular, com uma plataforma de jogos integrada. Não vingou em uma época de domínio do Game Boy Advance e outros dispositivos portáteis dedicados.

Anos depois, a Sony Ericsson tentou algo similar com o Xperia Play, smartphone com Android com base deslizável que incluía um set de botões no estilo PSP e focado aos jogos. Também não vingou.

 

Um smartphone Nintendo teria outra sorte?

Com certeza o produto contaria com milhões de fãs no ato do seu lançamento, mas talvez seria um nicho muito limitado em meio a uma tendência de quedas nas vendas dos smartphones. Por outro lado, um smartphone Nintendo poderia terminar de arrematar as vendas de consoles portáteis (onde a Nintendo é líder absoluta), sem falar que os jogos móveis podem ser mais que suficientes para recuperar mercado e compensar as perdas de receita das vendas de consoles.

Só o tempo vai dizer se realmente teremos um smartphone da Nintendo. Mas, de novo: não é algo tão absurdo assim.

Valor de mercado da Nintendo dobrou graças ao Pokémon GO

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O game Pokémon GO foi capaz de dobrar o valor de mercado da Nintendo. Algo que demonstra claramente a força dessa franquia, indo além de viver das glórias do passado.

O último fechamento de ações da Nintendo contava com um valor de 31.700 ienes, ou US$ 300, um crescimento de 14%, o que ajudou a fechar um valor acumulado dobrado. Hoje, o valor de mercado da empresa é de US$ 42.5 bilhões, acima dos US$ 40 bilhões da Sony, que é a atual líder do mercado de videogames, graças ao PS4.

Diante do enorme sucesso, muito provavelmente a Nintendo via seguir explorando as possibilidades oferecidas pela realidade aumentada associada às suas franquias mais populares, mas é cedo para adiantar qualquer coisa nesse sentido.

Outras ideias interessantes podem surgir, como por exemplo um Metroid que explore e investigue espécies alienígenas escondidas em determinadas áreas, ou a volta do Doctor Mario, que pode buscar plantas ou recursos para combater diferentes vírus.

São pequenas ideias simples, que podem muito bem funcionar.

Via NextPowerUP!