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Moto Z: sete detalhes que revelam o seu melhor (e o seu pior)

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Cada vez menos Motorola e mais Lenovo. Essa é uma sensação contínua quando vemos o Moto Z e os Moto Mods.

A premissa não é necessariamente ruim. A ideia do smartphone modular deixa o novo Moto Z um modelo muito completo. Nesse post, você pode ter uma ideia do melhor e do pior do produto, em aspectos pontuais.

 

 

Uma espessura que parece ser de mentira

 

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Aqui, o toque da Lenovo é evidente. Basta tocar e olhar para o Moto Z para ver o ótimo acabamento e como os detalhes de design interessantes estão muito mais presentes no dispositivo.

Os pouco mais de 5 milímetros de espessura do Moto Z contrastam com a robustez das gerações anteriores criadas pela Motorola. E o seu agarre é muito bom.  É quase como não ter nada na mão, o que é ótimo em um dispositivo com tela de 5.5 polegadas. Um belo trabalho, mesmo não oferecendo uma resistência à água, mas ao menos conta com proteção para segurá-lo com as mãos molhadas.

 

 

Os Mods

 

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Sem a ideia de smartpone modular, o Moto Z já tem argumentos sólidos para ser um top de linha de respeito. Mas os Moto Mods são um plus que agrega e muito, pese ao fato dos seus elevados preços.

A simplicidade de inserção dos módulos, dispensando a necessidade de reiniciar o smartphone, resulta em uma identificação natural, trazendo um ótimo conceito de smartphone modular, adicionando funções de forma direta.

Em menos de dois segundos é possível adicionar um módulo e (por exemplo) transformar o smartphone em um projetor portátil com uma diagonal de 70 polegadas.

Se esses mods e o sistema de pinos for hereditário nos seus próximos equipamentos, há um futuro promissor para o conceito.

 

 

Um Android limpo na sua tela

 

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O Moto Z possui uma tela de 5 polegadas AMOLED (1440p, 500 nits). Em geral, é uma tela espetacular no tamanho, brilho e densidade de pixels, e o Android limpo é exibido de forma gernial.

As poucas adições não tem nada a ver com funções chamativas. São simples, funcionam, e você vai usar esses recursos.

 

Câmera rápida com algum ponto “negro”

 

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A câmera do Moto Z é rápida, apresentando boa interface com controles manuais, que em cenários com luz controlada pode oferecer imagens muito equilibradas, tanto nas cores como na exposição.

O argumento técnico é importante e de nível: 13 MP (f/1.8), com estabilização ótica, o que oferece um bom nível de detalhes em várias situações.

Outro detalhe é quando a luminosidade é menor. Na prática, os resultados podem decepcionar um pouco.

A câmera frontal também foi bem cuidada, não tanto na resolução, mas sim em uma angular com flash próprio.

 

 

A bateria e a porta para fones de ouvido

 

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A bateria de 2.600 mAh não é tão crítica quanto parece. O Moto Z sobrevive a um dia de uso não muito exigente. Felizmente, uma hora de carga de bateria deixa ele pronto para um uso intenso.

Mas vale a pena contar com um bom arsenal de cabos USB-C para diferentes momentos e necessidades.

Isso tem outra consequência: se você quer utilizar seus fones clássicos, é necessário carregar o adaptador consigo (incluso no kit de venda). Porém, não há fones de ouvido USB-C de série. É preciso comprar o seu fone ou usar um com conectividade Bluetooth.

Motorola (Lenovo) pede para que você não compre smartphones com o número 7

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A Motorola (Lenovo) começou uma campanha publicitária chamada #SkipTheSevens (Pule Os Setes), que te como alvo claro convencer o consumidor que não vale a pena comprar os novos smartphones top de linha dos dois maiores vendedores do mercado: Samsung e Apple.

Com isso, a empresa propõe a distância de dispositivos que recebam o número 7 no nome.

Exemplos? Pois não: Galaxy S7, Galaxy S7 Edge, Galaxy Note 7, iPhone 7 e iPhone 7 Plus.

O vídeo (supostamente gravado em 12 de setembro) mostra uma reunião de funcionários das duas empresas com usuários leais à Apple para conversar sobre os recém apresentados iPhone 7 e iPhone 7 Plus.

O grupo de consumidores não viu nada de realmente novo nos novos smartphones da Apple, salvo a câmera dupla do iPhone 7 Plus. Depois disso, a condutora da reunião mostrou um suposto protótipo de um novo iPhone com acessórios modulares que poderiam ser conectados ao dispositivo.

Esse detalhe impressionou os clientes presentes na reunião, que voltaram a ver a Apple como uma empresa inovadora, comentando sobre a utilidade dessa característica.

Apesar da Motorola (Lenovo) apresentar o dispositivo como um protótipo do iPhone, na realidade era o Moto Z com alguns Moto Mods, acessórios modulares que se conectam de forma magnética ao smartphone.

É uma tática original para chamar a atenção, além de ser um ataque comercial contra a Apple e a suposta falta de inovação no iPhone 7.

Vídeo a seguir.

 

 

Via PhoneArena

Moto Z e Moto Z Play chegam ao Brasil

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A Lenovo anunciou hoje (14) a chegada dos novos smartphones Moto Z e Moto Z Play no mercado brasileiro. Os dois modelos modulares desembarcam no Brasil três meses depois do anúncio oficial da versão mais completa.

 

Moto Z: principais características

 

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O Moto Z que chega ao Brasil conta bom bateria de 2.600 mAh, mas o kit de venda do produto contará com um módulo de bateria de 2.200 mAh, que estende a autonomia em até 22 horas.

O Moto Z brasileiro terá suporte dual SIM (com segundo slot também atuando como microSD), com 64 GB de armazenamento, processador Snapdragon 820 de 1.8 GHz e corpo de alumínio com 5,2 mm de espessura. Nas câmeras, o Moto Z recebe um sensor traseiro de 13 MP com estabilizador ótico e foco a laser. O sensor frontal possui 5 MP de resolução, com lente grande angular e flash LED. A Lenovo garante que a bateria desse smartphone aguenta um dia completo de uso sem recarga, que pode ser feita pelo modo TurboPower, obtendo assim sete horas de autonomia com apenas 15 minutos de recarga.

O modelo recebe o sistema operacional Android 6.0.1 Marshmallow, praticamente sem customizações, além do suporte aos módulos Moto Snaps, que agregarão um valor maior ao smartphone.

O Moto Z tem preço sugerido no Brasil de R$ 3.199, com um módulo de bateria adicional e bumper transparente. Em outras versões de acabamento, há capas nas cores preta e branca.

Estes são os preços dos módulos vendidos separadamente:

  • Projetor InstaShare: R$ 1.499;
  • Câmera Hasselblad True Zoom: R$ 1.499;
  • Traseira Style Shell: R$ 99;
  • Alto-falante JBL SoundBoost: R$ 699;
  • Bateria OFFGrid Power Pack: R$ 399.

Em outras edições desse modelo com outros módulos, o valor combinado (smartphone + módulo) é um pouco mais barato do que se adquirimos o módulo em separado.

 

Moto Z Play: principais características

 

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O Moto Z Play conta com um processador Snapdragon 625 octa-core, 3 GB de RAM, 32 GB de armazenamento (expansíveis via microSD) e suporte dual-sim. Sua tela conta com 5.5 polegadas (1920 x 1080 pixels), com uma bateria de 3.510 mAh, com autonomia prometida de até 45 horas de uso.

O modelo possui uma espessura de 7 mm, recebeu um conector para fones de ouvido de 3.5 mm, câmera de 16 MP (f/2.0) e o mesmo conector de módulos.

O preço sugerido do Moto Z Play no Brasil é de R$ 2.199, com Style Shell de nylon balístico.

Moto Z Play é anunciado oficialmente

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A Lenovo/Motorola apresentou oficialmente na IFA 2016 o Moto Z Play, o modelo mais acessível (ou menos) caro da nova família de produtos Moto Z, custando lá fora US$ 449.

 

Moto Z Play: principais características

 

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Por esse preço você leva para casa um smartphone com processador Qualcomm Snapdragon 625 octa-core de 2 GHz, 3 GB de RAM, 32 GB de armazenamento (expansíveis via microSD), câmeras de 16 MP (traseira, com sistema fotográfico de duplo foco) e 5 MP, tela de 5.5 polegadas (1080p) e sistema operacional Android 6.0.1 Marshmallow.

O principal destaque do Moto Z Play é sua bateria. Com 3.510 mAh, a Motorola/Lenovo promete uma autonomia de uso de até 45 horas de uso, com a ajuda do modo Doze do Android Marshmallow.

São pelo menos dois dias de uso moderado, ou quase quatro dias se a demanda de uso for bem baixa. É difícil de acreditar que uma bateria com capacidade menor do que alguns de seus concorrentes possa alcançar essa marca.

O Moto Z Play traz a porta de 3.5 mm que foi eliminada nos modelos Moto Z e Moto Z Force. A Motorola explica a decisão para aproveitar o design do aparelho, que tem espaço suficiente para incluir o conector.

Porém, é o tipo de explicação que não convence por completo. Será que a Lenovo repensou sua decisão de se despedir da porta tradicional de áudio?

 

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O Moto Z Play não tem preço, nem data de lançamento para o Brasil. Mas ao menos sabemos que o Moto Z (o principal) já está homologado pela Anatel.

Via Motorola

Moto G4 Plus Edição Especial Bambu é lançado no Brasil

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A Lenovo (dona da Motorola) anunciou o lançamento no Brasil do Moto G4 Plus Edição Especial Bambu.

A ideia não é apenas oferecer mais uma versão do novo smartphone de linha média premium da empresa, mas também oferecer um modelo com um acabamento mais resistente (palavras da Lenovo).

Um Moto G4 Plus Bambu que segue a tradição

 

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A empresa já está acostumada a oferecer smartphones com essa versão Bambu, que na prática acaba oferecendo um resultado mais estético do que prático.

De qualquer forma, o Moto G4 Plus Edição Especial Bambu se destaca por esse acabamento, que possui traços que não se repetem. Com isso, cada unidade é exclusiva para aquele usuário.

Fora isso, é o mesmo Moto G4 Plus que você conhece, com a câmera de 16 MP com estabilizador a laser, sensor de impressão digital na parte frontal e 32 GB de armazenamento (expansíveis via microSD).

Essa edição especial mantém o mesmo preço da versão clássica: R$ 1.499.

Também é possível adquirir uma capa extra de bambu via Moto Maker. Além disso, as cores de alguns detalhes do aparelho podem ser customizadas, além de poder inserir uma gravação na capa traseira, ou uma saudação personalizada ao ligar o smartphone.

A customização via Moto Maker está disponível para os modelos Moto G4 e Moto G4 Plus.

Como a Lenovo está acabando com a essência da Motorola

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O caminho da Motorola no mundo da tecnologia móvel não foi um mar de rosas. A empresa teve nas mãos a patente do celular, viveu uma era de ouro com os feature phones, caiu no esquecimento por não saber se adaptar aos smartphones, e foi absorvida pela Lenovo depois de passar pelas mãos da Google.

Apesar de tudo isso, a Motorola virou referência quando lançou o primeiro Moto G, um smartphone que redefiniu a linha média depois de um modelo igualmente promissor, o Moto X, que deixava claro qual era o caminho que a Google queria percorrer, mas que agora, parece já quase perdido, com esse suposto Moto M aparecendo no horizonte.

Mais um Moto, e vão…

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Se havia algo que a Google tinha bem claro quando estava com a Motorola nas mãos era ter na empresa uma segunda marca para o seu conceito Nexus. Logo, as séries Moto X, Moto G e Moto E recebiam rápidas atualizações, uma customização quase nula e um desempenho acima da média.

A linha Moto não contava com um hardware top de linha, mas entregava uma performance excelente com equipamentos teoricamente obsoletos, algo que mudou esse ano. Não apenas na aposta por melhores características na linha Moto Z, mas porque seus modelos parecem se multiplicar.

O Moto Z, que muitos acreditavam que seria o Moto X, chegou em par com o Moto Z Force. A variante Force do Moto X existiu com a Google, mas os rumores falavam em um Moto Z Play e um Moto Z Style no caminho, com o primeiro até com especificações vazadas.

Então… quantas variantes do Moto Z teremos?

O Moto G também se diversificou nesse exercício. A Lenovo lançou o Moto G4, o Moto G4 Plus e o Moto G4 Play. E quando parecia que este último substituiria a linha E, chegou o Moto E3 para seguir aumentando a lista de dispositivos.

Com isso, a linha Moto pode ter nove modelos em 2016. Ou mais. Já que o novo Moto M aparece no horizonte.

Se a Sony muda tanto, por que não a Lenovo/Motorola?

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Isso é o que parece ter acontecido com esse Moto M que ate agora conhecíamos como Moto X. Na época da apresentação do Moto Z, a Lenovo deixou claro que a linha X seguiria viva. Porém, o que se fala nos bastidores é de uma mudança de nome, repetindo o movimento que a Sony fez, quando trocou a série Xperia Z pela Xperia X.

A Lenovo ocuparia a letra M, também abandonada pela Sony, e com isso levaria ao catálogo Moto a nova linha ao mesmo tempo que trabalha com os smartphones de sua marca própria.

Temos hoje smartphones Lenovo com diferentes numerações e nomes, difíceis de serem lembrados, e agora querem povoar o mercado com modelos das linahs Vibe e Moto.

É uma pena que a Motorola acabe sendo usada apenas para saturar o mercado de smartphones, perdendo a sua essência. A Lenovo deu a enteder que comprou a empresa norte-americana para poder entrar no mercado dos Estados Unidos. Agora, vendo os últimos movimentos, parece que a linha Moto passou a ser mais uma apenas, com um portfólio quase descontrolado.

De novo, uma pena. A linha Moto não é mais a mesma que conhecíamos quando estava nas mãos da extinta Motorola.

Via Pocketnow

Lenovo/Motorola não vai lançar atualizações mensais de segurança nos seus smartphones Android

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Motorola Lenovo Moto G4

Uma péssima notícia para os proprietários de vários dispositivos da Lenovo/Motorola (e um sinal de alerta para aqueles que pretendem adquirir um modelo deles nos próximos meses). A empresa informou que não vai adotar o sistema de atualizações mensais de segurança para os seus dispositivos Andorid.

 

“É difícil atualizar todo mês porque temos que testar muito…”

Alguns fabricantes decidiram adotar uma política de atualizações mensais de segurança para os seus smartphones Android, com o objetivo de reforçar e melhorar a proteção dos usuários. A Samsung é uma das maiores expoentes dessa iniciativa, liberando periodicamente os updates, sem esperar por novas versões oficiais do sistema operacional.

Outras gigantes do setor seguiram o mesmo caminho, como BlackBerry e LG. Já alguns fabricantes como a HTC entendem que a ideia não é vial, e agora a Lenovo/Motorola se posiciona oficialmente como parte do segundo grupo.

O comunicado oficial da empresa afirma que:

“A Motorola entende que manter os smartphones atualizados com as correções de segurança para o Android é algo importante para nossos clientes. Nos esforçamos para enviar as correções de segurança no menor tempo possível.

Porém, por conta da quantidade de testes e aprovações que são necessárias para liberar os updates, é difícil fazer isso mensalmente em todos os nossos dispositivos. O mais eficiente para nós é agrupar as atualizações de segurança em uma atualização de manutenção programada, ou na atualização do sistema operacional como um todo.

Conforme afirmamos anteriormente, o Moto Z vai receber os boletins de segurança do Android, assim como os modelos da série Moto G4.”

 

Mais um tiro no pé

É, sem dúvida, uma má notícia. É fundamental que as atualizações de segurança cheguem a tempo, e não quando a vulnerabilidade fica vigente por muito tempo, que é o que normalmente acontece com os modelos que não contam com um programa de atualização mensal.

Esperamos que a Lenovo/Motoroala reconsidere sua decisão, mudando sua postura a curto prazo.

Via NextPowerUP!

Moto Z é apresentado no Brasil

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Em evento realizado nos seus escritórios em São Paulo, a Lenovo apresentou oficialmente o smartphone Moto Z para o Brasil, assim como os módulos Moto Snaps.

O Moto Z só chegará ao mercado brasileiro e setembro e seu preço não foi revelado, mas a Lenovo ofereceu um preview do smartphone, que se propõe a ser ultrafino e disposto a atender diversos nichos de mercado com vários módulos.

O Moto Z brasileiro terá suporte dual SIM (com segundo slot também atuando como microSD), com 64 GB de armazenamento, processador Snapdragon 820 de 1.8 GHz e corpo de alumínio com 5,2 mm de espessura. Nas câmeras, o Moto Z recebe um sensor traseiro de 13 MP com estabilizador ótico e foco a laser. O sensor frontal possui 5 MP de resolução, com lente grande angular e flash LED. A Lenovo garante que a bateria desse smartphone aguenta um dia completo de uso sem recarga, que pode ser feita pelo modo TurboPower, obtendo assim sete horas de autonomia com apenas 15 minutos de recarga.

O modelo recebe o sistema operacional Android 6.0.1 Marshmallow, praticamente sem customizações, além do suporte aos módulos Moto Snaps, que agregarão um valor maior ao smartphone.

Repetindo: o modelo chega ao mercado brasileiro apenas em setembro, e seu preço não foi anunciado.

Por fim, o Moto X 2016 pode mesmo existir, e suposto benchmark o mostra como promissor

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Moto X 2015

Um vazamento de benchmark revelou a existência de um smartphone da Lenovo, com nome de código Motorola XT1650, que pode muito bem ser o Moto X 2016.

O modelo chegaria depois da Lenovo apresentar os novos Moto Z e Moto Z Force, e rapidamente desmentir que esses modelos “matariam” a série Moto X.

 

Assim seria o futuro Moto X 2016

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As especificações flagradas pelo Geekbench não podem ser comparadas com os poucos rumores sobre o Moto X 2016, o que deixa difícil garantir o que é real ou ficcional nos dados. Porém, são características promissoras.

O suposto Moto X 2016 by Lenovo contaria com uma tela de 5.5 polegadas (QHD, 2560 x 1440 pixels), processador Qualcomm Snapdrtagon 820 quad-core (Kyro), 4 GB de RAM, 32 GB de armazenamento (não sabemos se será em versão única) expansíveis via microSD, câmeras traseira de 21 MP e 12 MP, câmera frontal de 5 MP e, na sua fase de testes, com sistema operacional Android 6.0.1 Marshmallow. Não sabemos se chegará ao mercado com o Android 7.0 Nougat.

A proximidade da IFA 2016 de Berlim nos faz pensar que o futuro Moto X 2016 by Lenovo pode ser apresentado nesse evento. Porém, a empresa tende a realizar eventos exclusivos para apresentar os seus produtos.

Esperamos que nas próximas semanas novos dados sobre esse smartphone sejam divulgados, como se teremos dois modelos, datas de apresentação e de chegada ao mercado. Não seria descabido ver o Moto X 2016 em agosto, já que a Samsung antecipou o lançamento do Note 7.

Via HDBlog

Moto E3 (2016) é apresentado oficialmente no Reino Unido

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Moto E3

A Lenovo apresentou oficialmente o Moto E3, terceira geração do Moto E da Motorola. O modelo mantém o espírito dos seus predecessores, apostando em um perfil técnico completo por um preço mais acessível.

 

A democratização das cinco polegadas

Tal e como fizeram com a linha Moto G, o Moto E3 aumentou de tamanho, passando para as 5 polegadas (HD, 294 pixels por polegada), mais que suficientes para uma boa nitidez e experiência de uso.

Seu design se alinha com o que vimos no Moto G4, com uma carcaça em plástico mate e bordas com efeito metalizado, com formas arredondadas muito fluídas. Obviamente, não temos um sensor de digitais nesse caso na parte frontal. Em compensação, há uma lâmina de cristal resistente cobrindo a tela, garantindo uma maior proteção em caso de chuvas.

 

Moto E3: especificações técnicas

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O Moto E3 conta com um processador quad-core, conectividade 4G, câmeras de 8 MP e 5 MP e bateria de 2.800 mAh, garantindo uma ótima autonomia de uso. Além disso, já chega ao mercado com o Android 6.0.1 Marshmallow de série, com atualização garantida para o Android 7.0 Nougat.

O modelo foi anunciado quase de surpresa, mas a Lenovo não revela o seu preço para o mercado internacional. No Reino Unido, o Moto E3 vai custar 99 libras, ou 118 euros, o que o deixa posicionado como um potencial campeão de vendas, com tudo para seguir os passos dos primeiros modelos, conquistando quem busca uma experiência Android completa mas sem gastar muito por isso.

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Moto Z Play está a caminho

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Moto Z 2016

O Moto Z Play, um novo smartphone da Motorola, está a caminho. O modelo apareceu no site Zauba, dedicado à importação de produtos na Índia, e confirma vazamentos anteriores do Geekbench.

No mês passado, a Lenovo apresentou durante a Lenovo Tech World uma nova geração de smartphones, incluindo os dois primeiros smartphones dentro do Project Tango, na linha PHAB2, e os novos modelos modulares Moto Z, série top de linha com tela de 5.5 polegadas AMOLED (2K), processador Snapdragon 820 quad-core, GPU Adreno 530 e 4 GB de RAM.

 

Sobre o Moto Z Play

O Moto Z Play (número de modelo XT1635) será a versão econômica do smartphone que já conhecemos, seguindo assim a estratégia do Moto G4 Play. Manteria a tela de 5.5 polegadas, mas reduziria a resolução para Full HD, com processador Qualcomm Snapdragon 625, bateria de 3.500 mAh e configurações de 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento ou 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento.

O modelo contaria com o sistema operacional Android 6.0 Marshmallow, e deve ser (na teoria) bem mais barato que o modelo top de linha, para se posicionar melhor no complicado mercado mobile. As vendas seguem crescendo, mas nada comparado com os dois dígitos dos anos anteriores, principalmente no segmento de modelos premium.

A prova que esse setor está complicado é ver a Apple anunciar que espera a sua primeira queda anual nas vendas do iPhone desde 2007.

Via Zauba

Moto E3 a caminho, e já recebeu certificação WiFi

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Moto E

O Moto E3 recebeu no mês passado a certificação Bluetooth, e agora conseguiu o seu equivalente para WiFi. Esse detalhe pode indicar um lançamento iminente do smartphone.

A imagem da certificação mostra o nome Moto E3 Power, detalhe que pode sugerir a existência de uma versão padrão e mais acessível, com componentes mais modestos.

 

Moto E3, e suas possíveis especificações técnicas

Os últimos vazamentos também identificam suas principais especificações:

– Tela de 5 polegadas (HD)
– Processador MediaTek MT6735P quad-core 64 bits a 1 GHz
– GPU Mali T720
– 2 GB de RAM
– 16 GB de armazenamento (expansível)
– Câmeras de 8 MP e 5 MP
– Bateria de 2.750 mAh
– Sistema operacional Android 6.0.1 Marshmallow

Se confirmados esses dados, o Moto E3 Power seria um modelo bem capaz, e dependendo do preço, pode ser uma boa opção para quem busca um smartphone acessível e com especificações mais que aceitáveis.

Motorola

O Moto E3 é esperado com certa expectativa. Uma das promessas da Lenovo foi manter esse modelo como dispositivo de entrada e acessível. Resta saber como eles vão cumprir essa promessa.

Não há mais informações sobre o dispositivo, nem sobre o seu preço ou possível data de lançamento. Mas é possível imaginar um produto na casa dos US$ 100. Seu anúncio oficial deve acontecer nas próximas semanas.

Via GSMArena

Cinco celulares e smartphones que marcaram o ano 2008

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celulares de 2008

Em 2008, temos como destaque a chegada do primeiro smartphone com o sistema operacional Android, um novo sistema que viria pelas mãos de uma gigante, que assumiria o trono de um mercado de celulares que era dominado por Nokia, BlackBerry ou Motorola. Aliás, as três empresas já contavam com dificuldades por conta da chegada e crescimento da concorrência. Sem falar que foi em 2008 que nasceu o TargetHD.net.

 

T-Mobile G1

T-Mobile G1

Se em 2007 o ano era da chegada da Apple no mercado mobile, em 2008 foi o ano da Google, que dava os primeiros passos para o domínio globla que vemos hoje. Em 2008, chegou ao mercado o T-Mobile G1, fabricado pela HTC (por isso também conhecido como HTC Dream).

O T-Mobile G1 vinha com um sistema operacional recém nascido, que representava a alternativa a um futuro de interfaces touch, aplicativos e internet no bolso, indo além dos celulares disponíveis na época. Nesse caso, traria widgets além dos tais aplicativos, além do fato de ser um sistema aberto e acessível. Era mais barato que alguns dos seus principais rivais (US$ 179), mas também com memória limitada (1 GB de armazenamento, expansíveis até 8 GB) com um conector para fones de ouvido não-padrão.

 

iPhone 3G

iPhone 3G

Depois da apresentação do primeiro iPhone no ano anterior, a Apple repetiu o feito com o iPhone 3G. A nova interação adicionava conectividade 3G e era mais fino, mais potente e mais fluído por conta das melhorias de hardware, apesar da câmera não receber melhora significativa em relação ao modelo anterior.

Um segundo iPhone com um preço de lançamento menor que anterior (US$ 200 ou US$ 300, para os modelos de 8 GB ou 16 GB), assentando a não necessidade de uma stylus ou ter um slot para cartões de memória. Era um iPhone de plástico negro ou branco, que teve mais de 180 mil unidades vendidas no dia do seu lançamento nos Estados Unidos. Nesse ponto, o mercado de celulares tradicionais já se encontrava com dificuldades para encontrar argumentos que seduzissem o consumidor.

 

Nokia 5800 Xpress Music

Nokia 5800 Xpress Music

Quando outros já estavam trabalhando com telas touch a algum tempo, a Nokia ainda tinha algo pendente com o seu sistema operacional. No seu ritmo e com seus métodos, a empresa finalmente apresentou o Nokia 5800 Xpress Music, que captou a atenção de quem ainda não havia se convencido pelos novos players do mercado mobile.

Assim, a Nokia continuou a linha Xpress Music que estreou no ano anterior, com o modelo 5800, o primeiro celular/smartphone que contava com o Symbian S60. Destacava no seu momento a sua tela de 3.2 polegadas (640 x 360 pixels), além de conectividade WiFi e uma pequena stylus.

 

BlackBerry Bold 9000

BlackBerry Bold 9000

Outra empresa que decidiu apostar no seu sistema operacional e no teclado físico na era dos dispositivos com tela touch foi a BlackBerry. O BlackBerry Bold 9000 contava com uma tela de 2.6 polegadas (480 x 320 pixels) e um design que seria um dos mais representativos da empresa (com o botão central em forma de semi-esfera protuberante).

Porém, essa era uma época em que a (então) Reserach in Motion era mais prolífica nos seus lançamentos, e nesse mesmo ano veríamos outros modelos, como o Curve 8900 e o Storm 9350, este último com tela touch de 3.35 polegadas. Já o Bold contava com 1 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 8 GB e uma câmera traseira de 2 MP com flash LED.

 

Motorola AURA

Motorola AURA

Pese ao fato do formato das telas touch ocupando grande parte da frontal do dispositivo começava a ficar em evidência, alguns fabricantes ainda apostavam em celulares com design chamativos e peculiares. Depois de alguns projetos considerados impossíveis pelas mãos da Nokia (como o 7600), a Motorola lançou o AURA, um smartphone com tampa mas não no formato clamshell, mas girando de um lado a outro em um plano horizontal.

Com uma tela redonda de 1.55 polegadas e fabricado em aço, se tratava de uma aposta muito focada no usuário que não buscava muito mais do que telefonar. Contava com 2 GB de armazenamento interno e um preço de lançamento de exorbitantes US$ 2 mil, mais uma prova de que ele não era pensado para ser um celular para o grande público.

Cinco celulares e smartphones que marcaram o ano 2007

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Celulares e smartphones de 2007

Chegamos ao ano de 2007, onde a Apple mudou tudo com o iPhone, que conviveu durante um tempo com celulares de todos os formatos e tamanhos, pois a equiparação de configurações não chegou até alguns anos depois. Logo, o resumo de dispositivos que marcaram aquele ano combina celulares e smartphones que fizeram parte da história e modelos que ficaram no coração de muitos usuários.

 

iPhone

iPhone

Muitos se lembrarão que o iPhone que hoje, em 2016, conta com três tamanhos de tela, iniciou sua jornada com uma tela de 3.5 polegadas e densidade de 165 pixels por polegada. A resolução retina só chegaria muito depois que o modelo original, que contava com um processador mononúcleo de 412 MHz e com três opções de armazenamento: 4, 8 e 16 GB.

Com o primeiro iPhone, chegou o iOS, que alcançou nesse modelo a versão 3.1.3 do sistema operacional móvel da Apple, que hoje se prepara para a décima versão. Contava com uma câmera traseira de 2 MP e não tinha câmera frontal, além de receber um conector de 30 pinos com compatibilidade USB 2.0. A porta proprietária já se fazia presente.

 

Nokia N95

Nokia N95

Em 2007, a Nokia produziu um dos seus melhores smartphones, o Nokia N95. O modelo contava com tela de 2.8 polegadas, Symbian S60, processador ARM 11 mononúcleo a 332 MGz, 128 MB de RAM e 8 GB de armazenamento interno. De quebra, contava com uma ótima câmera traseira de 5 MP com lentes Carl Zeiss e câmera frontal QVGA.

O Nokia N95 foi um dos últimos grandes smartphones da Nokia antes da chegada da Microsoft. Contava com a resistência dos seus antecessores, além de uma bateria que durava dias de autonomia. Bons tempos…

 

Blackberry Curve 8310

Blackberry Curve 8310

Em 2007, a BlackBerry ainda estava apresentando variantes da sua melhor versão no mercado de telefonia móvel, e uma das apostas foi uma das mais bem sucedidas: o BlackBerry Cruve 8310 estava presente em praticamente todas as universidades, potenciado por um BIS que era mais que atraente.

Seu teclado QWERTY físico era acompanhado de uma tela de 2.5 polegadas (VGA), processador Intel de 32 bits a 312 MHz, 64 MB internos (expansíveis via microSD) e câmera traseira de 2 MP. Também contava com porta miniUSB 2.0 para transferir dados.

 

Nokia N81

Nokia N81

Um dos celulares mais vendidos da Nokia nos últimos anos, o Nokia N81 contava com teclado deslizável, que era elemento presente em praticamente todos os fabricantes do mercado. Sua tela de 2.4 polegadas contava com uma Navi-Wheel, para navegação na interface gráfica e de áudio.

O Nokia N81 contava com processador ARM11 de 369 MHz, 96 MB de RAM, 12 MB de memória interna (expansíveis via microSD de até 8 GB), câmera traseira de 2 MP e autonomia para vários dias de uso, apesar de já ser inferior aos modelos anteriores.

 

Motorola RAZR2 V9

Motorola RAZR2 V9

Por fim, um celular da Motorola em formato clamshell. A linha RAZR, uma das mais conhecidas da era pré-Android, se ampliava com o Motorola RAZR2 V9, que recebia uma tela VGA de 2.2 polegadas, e foi um dos últimos dumb-phones da empresa.

O dispositivo recebia 45 MB de memória interna (expansíveis via microSD), câmera de 2 MP na parte traseira e autonomia para vários dias de uso. Curiosidade: esse celular já contava com sistema de recarga rápida de bateria.

Cinco celulares que marcaram o ano 2006

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celulares-de-2006

2006 foi o ano que os celulares seguiam o seu caminho que nos levaria ao que conhecemos hoje como smartphones. Mesmo assim, ainda não temos notícias nem do iPhone, nem do Android.

Porém, Nokia, Sony Ericsson e BlackBerry já ofereciam o acesso à internet a partir do smartphone, registra fotos aceitáveis ou ouvir música no celular. A seguir, os cinco celulares (mais um bônus) que com certeza muitos vão se lembrar.

 

Nokia N73

Nokia N73

A Nokia ofereceu opções para todos os gostos em 2006, mas os passos já eram pensados nos smartphones com conexão à internet e diferentes aplicativos. O mais lembrado deles é o Nokia N73, que já contava com o Symbian S60 V3, e mesmo sem contar com WiFi, recebeu vários aplicativos e jogos. Também foi o smartphone com a melhor câmera na época, com 3.2 MP e lentes Carl Zeiss, com uma tampa que protegia a câmera.

 

 

Sony Ericsson W810

Sony Ericsson W810

Enquanto a Nokia apostava na câmera, a Sony Ericsson buscava espaço entre os fãs de música. Para isso, lançou a linha Walkman, com um MP3 player integrado e funções musicais avançadas. O seu melhor representante em 2006 foi o Sony Ericsson W810.

O modelo não contava com grande memória interna, mas podia receber cartões Memory Stick Pro Duo de até 2 GB. Também contava com um modo onde o smartphone se transformava em MP3, desabilitando as funções de celular. E para a sua época contava com uma câmera de 2 MP muito boa.

Sony Ericsson Z610

Ainda que este tenha sido um dos modelos mais avançados da Sony Ericsson em 2006, também é preciso mencionar o Z610, que foi muito popular, por conta da tela com tampa externa.

 

BlackBerry Pearl 8100

BlackBerry Pearl 8100

Enquanto os celulares de várias marcas começavam a aumentar o tamanho de suas telas, a BlackBerry foi para a direção contrária, lançando a linha Pearl, que não contava com um teclado QWERTY físico completo. Com esse modelo, a empresa quis deixar de lado a imagem de ter produtos apenas para profissionais, e de certo modo conseguiu, mas com o Curve 8520, com teclado completo. Já o Pearl 8100 não tinha grandes funções, não contava com WiFi e tinha uma câmera com apenas 1.3 MP.

 

Motorola KRZR K1

Motorola KRZR K1

O RAZR V3 lançado em 2004 fez com que a Motorola tivesse notoriedade com um grande público. E quis repetir o sucesso com o KRZR K1, lançado em 2006, mais estreito, com tela menor de 1.9 polegadas, mantendo a tela externa e integrando câmera de 2 MP, conectividade EDGE e expansão de memória via microSD.

 

Samsung D900

Samsung D900

Por fim, a Samsung oferece um celular com tampa deslizante com o Samsung D900, um modelo que teve importante sucesso. E esse sucesso foi baseado principalmente no design, por ser o mais fino de sua categoria e por essa tampa também servir para receber ou encerrar chamadas, bloquear ou desbloquear o teclado. Por outro lado, o seu software apresentava vários inconvenientes para o uso da conexão com a internet ou registro de fotos.

Tem o primeiro Moto 360? Esqueça de receber o Android Wear 2.0

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Moto 360 Dynamic Gray

Más notícias para aqueles que se aventuraram a investir o seu dinheiro na primeira versão do Moto 360. A Motorola (by Lenovo) confirmou que essa versão do smartwatch não vai receber o Android Wear 2.0, pacote do sistema operacional para wearables que deverá estar disponível ao longo do outono do hemisfério norte (se tudo der certo).

Não sabemos se outros dispositivos como o Samsung Gear Live ou o ASUS ZenWatch seguirão o mesmo caminho, mas é importante observar que o LG G Watch também ficou de fora da lista de atualizações. Na realidade, a notícia não chega a ser uma surpresa. De um modo geral, a Google encerra o seu ciclo de grandes atualizações do seu sistema operacional para dispositivos Nexus dois anos depois do seu lançamento, ou seja, o mesmo período que as primeiras versões dos relógios inteligentes com Android Wear contam no mercado. Justamente o caso do Moto 360.

Isso nos faz pensar que o ritmo dos grandes fabricantes nos obriga a mudar de smartwatch a cada dois anos (ou pelo menos eles pretendem que seja isso o que façamos), caso queremos estar em dia com as últimas especificações e novidades. E assim é a vida dos dispositivos de tecnologia.

Via 9to5googleMotorola Support

Moto Z não substitui o Moto X, segundo a Lenovo

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Moto Z

Ontem (9), a Lenovo apresentou os seus novos smartphones top de linha, nos modelos Moto Z e Moto Z Force, além dos Moto Mods, módulos complementares para esses modelos. Muitos entenderam que eles seriam os sucessores da série Moto X, mas parece que não é isso o que vai acontecer.

Em uma coletiva de imprensa após o evento, os jornalistas questionaram os executivos se este era o fim da era Moto X. David Ruddock, executivo da Motorola, esclareceu por e-mail em um momento posterior que não era o ‘fim’ da série Moto X, que está viva desde 2013, e nem mesmo um período de transição. A nova série Moto Z era sim uma nova integrante da família Moto.

As dúvidas apareceram pelo fato do lançamento de ontem ser duplo, e que os protagonistas aspiravam ser uma opção para a linha mais alta da empresa (como era o papel da série X em relação aos modelos inferiores na era pré-compra da Lenovo), com nomenclaturas que se encaixariam muito bem para essas interações: o Moto Z seria o novo Moto X, e o Moto Z Force o novo Moto X Force. Mas, não: de fato, o Moto X Force foi lançado recentemente em mercados selecionados.

O que dá a entender é que houve uma mudança de protagonismo, mas a Lenovo não fala disso claramente. Ou seja, os novos Moto Z são a opção para os usuários mais exigentes, papel que era da série Moto X, que fica como linha intermediária entre as séries Z e G.

É preciso ver como são as cartas que a Lenovo pretende jogar daqui para frente. Vendo as características do Moto Z e os Moto Mods, é de se imaginar que serão uma série que vai durar muito no mercado, e os modelos Moto X ficam para os usuários menos exigentes (que não veem os módulos como atrativos), olhando mais para o preço do dispositivo. Até o final de 2016 veremos como tudo vai se posicionar.

 

Via Android Police

Moto Z é o primeiro smartphone sem conector para fones de ouvido

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Moto Z sem conector de fones de ouvido

O Moto Z, apresentado hoje (9) pela Lenovo/Motorola, é o primeiro smartphone a não mais contar com um conector específico para fones de ouvido de 3.5 mm.

Muito se especulou sobre o fim dos conectores de 3.5 mm. A marca que mais se prometeu que isso poderia acontecer foi a Apple, com o rumor que o seu próximo iPhone eliminaria tal conector para usar os fones conectados via Lightning.

Mas enquanto esperamos por mais novidades nesse sentido, nenhuma das grandes marcas se atreveu a eliminar um conector universal, que permite que qualquer fone encaixe em qualquer smartphone.  E depois de marcas menos conhecidas como a LeEco, que apresentou os primeiros smartphones sem conectores para fones de ouvido, a Motorola deu o passo com o seus novos modelos Moto Z, mas isso não foi mencionado durante a sua apresentação oficial.

Um smartphone sem conector para fones de ouvido. Muitos estavam imaginando que a Motorola venderá fones com conector USB Type C para fazer dinheiro com isso, mas não é tão simples. O que a Lenovo fez foi incluir na caixa do mesmo smartphone um adaptador USB–C ao conector de 3.5 milímetros para conectar qualquer fone de ouvido.

Tanto o Moto Z como o Moto Z Force não contarão com o conector, usando o mesmo tanto para carga como para áudio. Por não terem comentado isso na apresentação, não contamos com os motivos pelos quais o conector foi eliminado, ainda que por conta da baixa espessura do smartphone, podemos pensar que esse era um inconveniente que precisava ser eliminado.

Moto Z e Moto Z Force, novos smartphones top de linha da Lenovo

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moto-z-force

A Lenovo anunciou oficialmente os seus novos smartphones top de linha (ou os novos tops de linha da Motorola), na linha Moto Z, abandonando oficialmente o termo Moto X, que era utilizado até agora para batizar os seus smartphones mais completos. Os novos Moto Z  e Moto Z Force não mudam apenas no nome. Recebem um perfil técnico vitaminado e um design ultrafino que não passa desapercebido.

Os vazamentos, mais uma vez, foram precisos, e todos os dados técnicos já eram conhecidos. Os smartphones chegam acompanhados de uma boa gama de acessórios, os MotoMods, que são módulos traseiros que ampliam suas funções.

Se algo chama a atenção no Moto Z é o seu design. O novo top de linha da Motorola possui um chassi ultrafino de apenas 5.2 milímetros de espessura. Resta saber como isso afeta sua autonomia de bateria. De qualquer forma, o modelo é também resistente à gotas de água (nada de mergulhos com ele).

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O Moto Z possui uma tela de AMOLED de 5.5 polegadas (Quad HD, 543 ppp). É um modelo 0,2 polegadas menor em relação ao Moto X Style, que contava com a mesma resolução de tela. O sensor de digitais, uma carência da geração anterior, está de volta.

Os vazamentos confirmaram também a presença do processador Qualcomm Snapdragon 820 com GPU Adreno 530. O chip trabalha em conjunto com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, expansíveis via microSD de até 2 TB. Nas câmeras, o Moto Z recebe um sensor traseiro de 13 MP com estabilizador ótico e foco a laser. O sensor frontal possui 5 MP de resolução, com lente grande angular e flash LED. A Lenovo garante que a bateria desse smartphone aguenta um dia completo de uso sem recarga, que pode ser feita pelo modo TurboPower, obtendo assim sete horas de autonomia com apenas 15 minutos de recarga.

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O Moto Z chega acompanhado de uma coleção de acessórios, o MotoMods. Eles ampliam as possibilidades de uso do dispositivo e lembra os Friends do LG G5, com a diferença que os Mods se acoplam à carcaça traseira, como se fossem intercambiáveis.

Mas os MotoMods vão além de oferecerem um diferencial no seu design. Eles se conectam à porta traseira do Moto Z e oferecem funções adicionais como integrar um alto-falante JBL SoundBoost, ou o micro-projetor Insta-Share, que se transforma em uma tela de até 70 polegadas.

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A baixa espessura tem um preço, e um dos MotoMods está destinado a ampliar a duração da bateria. Com o Power Pack (disponível em vários designs), a Lenovo garante até 20 horas de uso intensivo.

A Motorola leva os MotoMods a sério, e garante que eles serão compatíveis com futuras gerações da linha Moto Z. Além disso, a empresa abriu o Programa de Desenvolvedores para que a comunidade possa aproveitar o sistema e criar suas próprias ideias. Para fomentar a acolhida da proposta, o Lenovo Capital and Incubator Group vai oferecer US$ 1 milhão para a empresa ou desenvolvedor que inventar o melhor Moto Mod.

Além dos MotoMods, a Motorola também oferece as Style Shells, cases protetores que contam com finalidade totalmente estética. Teremos cases com materiais como madeira, couro e tela estampada.

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O Moto Z chega ao mercado durante o verão norte-americano, em oferta exclusiva da operadora Verizon (como Moto Z Droid Edition), mas sem os MotoMods. Para o Moto Z normal e os novos acessórios, o lançamento só acontece em setembro. Preços dos smartphones e dos módulos não foram revelados.

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