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Siri abre a porta para um vizinho sem a permissão do dono da casa

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siri

Para muitos, o Siri e bem útil no dia a dia. Para outros tantos, o assistente pessoal da Apple tem papel secundário. Fato é que a domótica e a integração com as principais plataformas móveis deu uma sobrevida a esse tipo de software, já que podemos controlar diferentes elementos da casa mediante comandos de voz.

É um novo mundo cheio de possibilidades e comodidade, mas que também representa riscos importantes. Um usuário do Reddit explicou que tinha em casa um sistema de abertura de portas inteligente, baseado em um August Smart Lock e no Siri, apoiado por um HomeKit em um iPadPro para gerenciar o conjunto.

Até aqui, tudo normal.

 

Porém…

O problema é que um vizinho foi na sua casa para pedir farinha, e conseguiu fazer com que a Siri abrisse a porta da casa para ele ao gritar a frase: “Hey, Siri, abra a porta da frente”, coisa que fez com suficiente intensidade para ativar o iPad Pro que estava na sala.

A notícia é um claro exemplo de que, ainda que a domótica seja algo muito interessante e pode ser muito útil, também apresenta riscos claros, e que ainda é cedo para confiar cegamente nela, ao menos em coisas tão importantes como a abertura de portas.

Via Forbes

Android e iOS seguem se beneficiando da queda de cota do Windows nos smartphones

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smartphones android ios windows

A Kantar Worldpanel revelou os números do mercado mobile para o mês de julho de 2016, e os dados mostram como o duopólio Android/iOS segue crescendo.

A escassa aposta por novos dispositivos com Windows está fazendo com que as vendas de dispositivos com os sistemas operacionais da Google e da Apple alcancem uma cota conjunta acima dos 99%.

 

Quer tentar? Não se anime muito…

Se alguém pensa em apostar no desenvolvimento de um no sistema operacional móvel, os dados não são animadores. No trimestre encerrado em julho, o Android e o iOS aumentaram suas respectivas cotas em praticamente todos os mercados analisados.

O Android só retrocedeu levemente nos Estados Unidos, e o iOS fez o mesmo no Japão, com uma queda mais forte na China.

Os ganhos foram basicamente por causa do retrocesso do Windows. O cenário mais preocupante para a Microsoft está na China, Japão e Espanha, onde o sistema não alcança os 1% de cota, mas também perdeu mais da metade de seu mercado do ano passado nos países onde o sistema registrava os seus melhores números: França e Japão.

Nos próximos meses, podemos ter grandes mudanças. O iPhone 7 pode impulsionar a cota do iOS, por conta do novo dispositivo e da redução de preço dos modelos anteriores. Por outro lado, os fabricantes com Android também vão apresentar novidades.

Será uma briga interessante.

Atualize o seu dispositivo iOS para corrigir mais uma falha de segurança

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Você é um daqueles que não tem pressa para atualizar o seu iOS device (iPhone ou iPad)? Eu não faria isso se fosse você.

A Apple lançou ontem (25) uma inesperada atualização para o iOS (9.3.5) que soluciona um grave problema de segurança, de modo que é altamente recomendado que você não perca muito tempo para instalar esse novo pacote de software.

 

O Pegasus tem o poder (de sequestrar seu dispositivo com iOS)

A vulnerabilidade permite que qualquer hacker controle o dispositivo à distância. O procedimento para acessar o smartphone é bem simples: basta receber uma mensagem de texto com algum tipo de informação que convide o usuário a clicar no link malicioso.

E pronto.

O dispositivo acaba como refém do malware Pegasus, que assume o controle completo do smartphone (via jailbreak que o software realiza em questão de segundos).

A ameaça foi desenvolvida por um grupo israelense e analisado pelas empresas de segurança Lookout e Citizen Lab, que avisaram a Apple sobre o problema.

Para atualizar o seu iOS Device, vá e Ajustes > Geral > Atualizações do sistema.

Acredito que, depois de ler tudo isso, você não vai esperar com tanta tranquilidade para fazer a atualização.

Via ApplesferaAppleinsider

Estudo garante que iOS é menos confiável que o Android

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A empresa especializada em diagnósticos de dispositivos móveis Blancco Technology Group publicou um estudo que coloca à prova a confiabilidade de dispositivos baseados nas plataformas móveis da Apple e Google. O estudo conclui que o iOS  é menos confiável que o Android.

 

iOS teria dobrado a sua porcentagem de erros em um ano

Aproximadamente 58% dos dispositivos baseados no iOS testados apresentaram falhas, um aumento considerável em comparação aos dados do ano passado, já que no segundo trimestre de 2015 essa porcentagem era de 25%.

De todos os dispositivos testados, o iPhone 6 apresento a maior taxa de erros, com 29%, seguido pelo iPhone 6s (23%) e iPhone 6 Plus (14%).

Além disso, foram publicados alguns dados muito interessantes:

– Entre os problemas mais comuns nos iPhones, temos: fala nos aplicativos (65%), erros no WiFi (11%) e falhas nos fones de ouvido (4%).
– Os aplicativos que mais falharam no iOS foram o Snapchat (17%), o Instagram (14%) e o Facebook (9%).
– Os dispositivos Android tiveram uma taxa total de falhas de 35%, uma melhora importante diante dos 44% do trimestre anterior.
– Os smartphones econômicos de fabricantes como LeTV foram os que apresentaram os piores resultados, com o Le 1S encabeçando a taxa de falhas, com 10%.
– Os problemas mais comuns apresentados pelos dispositivos Android são: câmera (10%), carga de bateria (10%) e tela touch (7%).

Via Fudzilla

Assim será o FIFA Mobile para iOS e Android

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A EA Sports confirmou o lançamento de FIFA Mobile para as plataformas iOS e Android.

O novo jogo promete entregar uma experiência de jogo completamente nova, desenvolvida especialmente para os dispositivos móveis. Os usuários poderão se valer do novo modo de jogo combinado com o seu aspecto mais social, competindo com outros jogadores de todo o planeta nas ligas online.

 

Novos modos de jogo, pensados na experiência móvel

O novo Attack Mode é uma das novidades de maior destaque do FIFA Mobile. Esse modo de jogo permite jogar partidas por turnos.

Além disso, um novo segmento com notícias sobre eventos globais e minijogos para obter fichas que podem ser trocados por novos jogadores e packs de melhorias.

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As ligas online serão outro eixo central do jogo, e permitirão que os jogadores de todo mundo se enfrentem ou cooperem em diferentes campeonatos para evoluir no ranking mundial.

O método para criar o time também foi melhorado, e segundo a EA Sports está mais simples melhorar os jogadores.

Com um total de 30 ligas, 650 equipes e mais de 17 mil jogadores, o novo FIFA Mobile tem tudo para ser o jogo de referência para os amantes do futebol. Por enquanto não tem data concreta de lançamento, mas segundo a EA Sports deve chegar durante o outono (do hemisfério norte) nas principais plataformas.

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Via EA Sports

Android é o único a ganhar mercado no segundo trimestre de 2016

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A Gartner revelou os dados do mercado mobile no segundo trimestre de 2016, e mostra um cenário onde apenas o Android registrou crescimento no período.

Entre os fabricantes, a Samsung segue no topo, a Apple com queda confirmada, assim como a Xiaomi. Mas o que mais chama a atenção e a perda generalizada de cota de mercado de todos os sistemas operacionais móveis… exceto pelo software da Google.

 

Samsung segue no topo e crescendo

A Samsung mostra claros sinais de recuperação, com a ajuda das vendas do Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge. Sua fatia de mercado cresceu de 21,8% do mesmo período em 2015 para 22,6% de agora.

A Huawei também cresceu, passando de 8% para 8,9%, e a OPPO disparou, indo de 2,4% de 2015 para 5,4% do momento.

Os números de maior destaque estão na queda da cota da Apple, de 14,6% para 12,9%, além do próprio aumento da Huawei, que não está tão longe assim do seu objetivo de ser líder do mercado até 2020.

Além dos fabricantes, o foco do estudo da Gartner é ilustrar a queda de todos os sistemas operacionais móveis, que cederam para o Android, que hoje conta da mesma dominância que a Microsoft tinha na década de 1990 com o Windows.

Não é de se estranhar essa queda geral da concorrência. A Apple caiu, sendo os únicos a oferecer dispositivos com o iOS, e a Microsoft vive sua via crucis com o Windows Phone.

Sem mencionar a BlackBerry, que deixou de lado o BlackBerry OS… para apostar em smartphones Android!

Via Gartner

iOS recupera terreno graças às boas vendas do iPhone 6s iPhone SE

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iPhone 6s teaser iOS

O relatório da Kantar Worldpanel sobre as vendas de smartphones no segundo trimestre de 2016 traz uma surpresa: o iOS recuperou terreno em um período do ano não muito favorável habitualmente.

O aumento foi discreto na Alemanha e Estados Unidos, mas foi com força na Inglaterra (3,1%) e França (3,4%), mas em poucos casos o aumento aconteceu às custas do Android, que segue muito forte. A tendência era a queda de vendas do iPhone, algo habitual nos meses que antecedem a apresentação de um novo modelo da Apple.

Crescimento do iOS graças aos novos iPhones

Mesmo com o segundo trimestre sendo um período de transição com a espera de um novo iPhone 7 (ou 6SE), as vendas de smartphones da Apple cresceram. No conjunto dos países europeus analisados e Estados Unidos, o aumento também se produziu.

O responsável por essa recuperação foram os novos iPhones. Nos Estados Unidos, o iPhone 6s/6s Plus foram mais vendidos que o Samsung Galaxy S7/S7 Edge (15,1%, contra 14,1%), e o iPhone SE é o terceiro smartphone mais vendido (5,1%). Algo parecido aconteceu na Grã-Bretanha, onde o mais vendido foi o iPhone SE, seguido do iPhone 6s.

De um modo geral, o Android segue muito forte, perdendo cota de forma discreta apenas nos Estados Unidos. Nos demais países, o crescimento do iOS não afetou o líder, já que o perdedor em todos os casos foi o Windows. O exemplo mais evidente está na Itália, onde o Android ganhou 10,6%, ao mesmo tempo que o Windows perdeu 8,6%.

Via Kantar

Microsoft Pix, um novo aplicativo fotográfico para o iPhone

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Microsoft Pix

A Microsoft segue colocando suas soluções de software nas plataformas concorrentes, e apresenta o Microsoft Pix, um novo aplicativo fotográfico para o iPhone.

Aqui vemos a filosofia de ecossistema de serviços adotada por Satya Nadella se manifestar com muita força. A ideia é oferecer um aplicativo de fotos mais completo que a solução nativa do iPhone, com recursos e ajustes mais elaborados.

 

Assim é o Microsoft Pix

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O problema aqui é que o Microsoft Pix tem uma interface ainda mais simples do que a proposta no aplicativo nativo do iPhone, já que sua funções destacadas são automáticas, medindo sozinho os parâmetros do cenário a ser capturado para adotar os parâmetros corretos. Também detecta se há rostos na cena, e prioriza essa área para que as fotos sejam mais claras e nítidas.

O Microsoft Pix também tem um modo inteligente que escolhe a melhor imagem que registramos em uma série com o mesmo cenário, usando as demais fotos para melhorar essa imagem escolhida. Caso você registre algum movimento interessante, o aplicativo converte a sequência de fotos em um pequeno vídeo, no estilo Live Photos. Uma vez que a imagem está finalizada, é possível adicioná-la aos favoritos, compartilhar, apagar, recortar ou aplicar filtros.

O Microsoft Pix é um aplicativo gratuito, e já está disponível na App Store.

Apple responde: “Spotify busca tratamento preferencial”

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Spotify vs Apple Teaser

Publicamos recentemente aqui no blog que o Spotify acusava publicamente a Apple de concorrência desleal ao barrar uma atualização do Spotify por conta do formato de cobrança do aplicativo. Pois bem, a gigante de Cupertino decidiu rebater as acusações.

A Apple não costuma tornar públicas as suas decisões ou comentar suas diferenças com desenvolvedores ou outras empresas, mas John Paczkowski comentou a carta que a dona do iPhone enviou ao Spotify como resposta à primeira carta enviada pelo serviço de streaming no dia 26 de junho.

 

“A Apple trata todos os desenvolvedores da mesma forma”

Obviamente, a Apple rechaçou as acusações do Spotify. Bruce Sewell, assessor geral da empresa, enviou uma carta para Horacio Gutierrez, assessor geral do Spotify, esclarecendo vários pontos das acusações, e mostrando a postura da gigante de Cupertino sobre o tema.

Para a Apple, é preocupante ver o Spotify solicitar exceções às regras que se aplicam a todos os desenvolvedores, além de recorrerem publicamente a rumores e meias verdades sobre os seus serviços. Não há violação das leis de concorrência (no entender da dona do iOS), e a empresa até se prontifica a reavaliar e aprovar o aplicativo tão logo o Spotify apresente algo compatível com as normas da App Store.

Sobre a cobrança de 30% das receitas anuais por utilizar a opção in-app da App Store, de acordo com o Spotify, eles receberam várias notificações da Apple pedindo para não promoverem serviços de assinatura fora dos aplicativos, com links externos. O serviço de streaming decidiu então eliminar a opção de compra in-app na App Store, e a empresa de Cupertino recusou a atualização.

Na última WWDC, a Apple anunciou uma redução da comissão aplicada aos desenvolvedores por utilizar o método de faturamento da App Store, indo de 30% para 15% nas vendas de assinaturas. Isso não deve ter agradado o suficiente ao Spotify, que queria a isenção da comissão, ou o direito de utilizar outro método de pagamento, indo contra as regras da Apple.

Com isso, a Apple entende que o Spotify quer um tratamento especial, algo que não deve acontecer, já que eles visam “respeitar o princípio de tratar todos os desenvolvedores de forma justa e equitativa”.

Via BuzzFeed News

Spotify acusa Apple de jogo sujo ao bloquear sua atualização

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Spotify

O Spotify acusa a Apple de utilizar sua posição privilegiada no setor móvel para limitar a concorrência de serviços musicais de terceiros.

A Apple bloqueou uma atualização do cliente do Spotify para iOS, citando uma “regra do modelo de negócio” que obriga o Spotify a oferecer as assinaturas dentro do aplicativo, com uma taxa de 30% cobrada pela empresa de Cupertino.

A Apple controla tudo. Até como o Spotify cobra pelo seu serviço

O Spotify garante que a Apple utiliza o processo de aprovação de software na App Store “como uma arma contra a concorrência”. Essa acusação vem de anos, e agora o serviço de streaming líder do mercado enviou um comunicado ao jurídico da Apple e ao congresso dos Estados Unidos, formalizando a denúncia.

O bloqueio da atualização gera graves prejuízos para a empresa: “a Apple utilizou por muito tempo o controle do iOS para prejudicar a concorrência”.

A Apple não permite a utilização de um sistema de pagamento alternativo dentro do aplicativo, como faz a Google no Android, e não quer que os desenvolvedores de apps utilizem os seus aplicativos para promover opções de assinatura alternativas, o que impede obviamente uma distribuição de um aplicativo para iPhone fora da loja da Apple.

A Apple impõe um tipo de normas que, segundo o Spotify, é difícil de não pensar que o objetivo é impulsionar a Apple Music em relação aos demais competidores. Isso pode ser uma faca de dois gumes: se a Apple “elimina” os grandes serviços para favorecer os seus, eles podem vender menos iPhones, já que o Android oferece as opções que as pessoas procuram.

Via Mashable

Android segue ganhando terreno às custas do Windows Phone e iOS

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De acordo com o último estudo da Kantar Worldpanel, o Android mantém a mesma tendência de crescimento no mercado em detrimento da concorrência, incluindo o iOS, que continua a ser o único sistema operacional capaz de evitar o monopólio da Google nesse segmento.

Para o estudo, foram registrados os dados dos últimos três meses, até o final de abril de 2016 (fevereiro, março e abril). Os analistas observam que o Android obteve uma cota de 76% de vendas globais, um aumento de 5,8% quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

O Android ganhou mercado nas costas do Windows Phone, que passa a ter uma porcentagem residual. O estudo indica que 10% dos novos usuários do Android utilizavam antes o Windows Phone.

A queda do Windows Phone é preocupante. No ano passado, o sistema tinha quase 10% das vendas nos cinco principais mercados europeus (Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Espanha, mas hoje as suas vendas ficam abaixo dos 5%.

Apesar da maioria da cota obtida pelo Android pertencer ao Windows Phone, em quase todos os grandes mercados foram detectadas uma leve queda do iOS, do qual também se beneficiou o sistema da Google. Enquanto os grandes mercados europeus testemunham a queda de apenas 1% do iOS (18.3% de mercado no Velho Continente), nos Estados Unidos essa queda foi de 2.5% (de 33,2% para 30,7%), e de 4% na China (de 24,5% para 20,1%). Nos dois países, nenhum outro sistema ganha cota de mercado, exceto o Android.

Resta esperar para ver se o iOS 10 é capaz de oferecer um novo impulso aos smartphones da Apple, que está diante de um Android que não para de ganhar usuários nos últimos meses.

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Via PhoneArena

Evite que o seu smartphone guarde o registro dos locais que você visita

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Na era pós-Snowden, o debate sobre a privacidade nos smartphones é mais atual que nunca, e um dos pontos mais sensíveis é o dos serviços de localização. O seu smartphone conta com um GPS que ajudam a encontrar um local ou geo-etiquetar uma foto, mas também registra todos os lugares que você visita.

Tanto o Android como o iOS guardam um registro de todas as localizações que tivemos, mas essa opção pode ser desativada. Mostraremos como fazer isso nesse post.

 

Desativar a localização no iPhone

No menu de Localização no iOS, esse é um dos itens mais complexos a serem localizados em Ajustes, motivo pelo qual muitos usuários deixam as configurações padrão. Mas essa configuração inclui um item que não agrada a muita gente: as localizações frequentes.

Como padrão, o sistema salva um registro dos locais que você visita, e usa os dados para oferecer informações em aplicativos populares de coisas que estão acontecendo naquela região. E, convenhamos: você pode viver bem sem isso.

Para desativar as localizações frequentes, entre em Ajustes > Privacidade, e role até até a opção Serviços do sistema. Dentro desse item, há várias opções que podem ser desativadas em sua maioria (é recomendável deixar ligado o Find my iPhone, a Calibração de deslocamento e o Fuso horário).

O que nos interessa aqui são as localizações frequentes. Desligando essa opção, o iPhone deixará de marcar os locais que estamos com maior frequência.

 

Desativar o histórico de localizações no Android

A Google também conta com a sua versão de localizações frequentes, mas nesse caso a opção se chama Histórico de Localizações. O funcionamento é muito similar: o sistema detecta os locais que visitamos com o smartphone, e salva tudo no mapa.

Para desativar isso, entre em Ajustes > Localização e acesse o item Histórico de Localizações do Google.

Se você tem vários smartphones, os dispositivos aparecerão na lista do histórico de localizações. Nesse caso, você pode decidir se vai desativar o recurso em apenas um dispositivo ou em todos. Ao fazer isso, a Google nos adverte que algumas funções do Google Maps e do Google Now ficarão limitadas. Se, mesmo assim, você decidir desativar o histórico, também pode escolher eliminar todos os dados recompilados anteriormente.

Com esse truque, você pode limitar o que a Google e a Apple sabe sobre você. Mas, lembre-se: a privacidade absoluta não existe. Já vimos isso em uma infinidade de filmes: enquanto o smartphone tiver uma bateria, ele é localizável. Se a NSA quiser ir atrás de você, mais cedo ou mais tarde eles vão te encontrar.

Logo, é melhor você começar a se comportar.

Por que Eric Schmidt prefere o Galaxy S7 ao iPhone?

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O presidente executivo do Alphabet e ex-CEO da Google Eric Schmidt participou recentemente de um evento realizado em modo de entrevista cruzada, e não teve problemas ao reconhecer que prefere o Galaxy S7 ao iPhone, considerando o primeiro melhor.

O motivo para essa escolha é bem simples, e não envolve comparações técnicas de hardware ou acabamento externo. Schmidt entende que o Galaxy S7 é melhor por conta da maior autonomia de bateria, oferecendo assim mais horas de funcionamento com uma única carga.

É interessante ver como Eric Schmidt valoriza exatamente um dos elementos mais descuidados dentro das últimas gerações de smartphones. Tão interessante quanto é saber que ele tem também um iPhone 6s, e isso não deve surpreender. Até porque existe uma explicação perfeitamente razoável: a melhor forma de competir com seus rivais é compreendendo e conhecendo a fundo suas virtudes, sabendo o que eles podem fazer e o que os torna grandes.

O uso diário do dispositivo da Apple permite ao executivo visualizar permanentemente como é a plataforma móvel da Apple, vivê-la na perspectiva de primeira pessoa, e encontrar a inspiração para novas ideias e melhorias do Android. Sobre a sua opinião, é evidente que a diferença de bateria existe, mas os dois smarpthones são tops de linha, capazes de oferecer um desempenho enorme, com design fantástico, muito bem cuidado e elegante. Logo, pequenos detalhes como a bateria podem inclinar a balança a favor de um ou de outro.

Mesmo assim, é preciso levar em consideração que os dois smartphones contam com ecossistemas muito diferentes e valores diferentes, de modo que a escolha de cada usuário no final das contas não precisa se limitar ao hardware.

Via WCCFTech

Smartphones Android falharam mais que iPhones no primeiro trimestre de 2016

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Um estudo realizado pela Blancco Technology Group revela que os smartphones Android falharam mais do que os iPhones no primeiro trimestre de 2016.

Entre os dados mais importantes sobre o estudo, destacamos os seguintes:

– A média de falhas em dispositivos Android foi de 44%, e no iOS foi de 25%
– Dos 44% dos terminais Android, os que mais falharam foram os Samsung Galaxy S6, Samsung Galaxy S5 e o Lenovo K3 Note
– Já entre os modelos baseados em iOS com maior taxa de falhas, os líderes foram os iPhone 6 e iPhone 5s
– Em matéria de falhas em aplicativos, temos uma taxa de 74% no Android
– São 44% de aplicativos abertos e/ou em cache em dispositivos com o sistema operacional da Google
– As taxas de erros foram mais altas na Ásia do que na América e Europa

No primeiro gráfico abaixo, podemos ver as porcentagens de falhas por fabricantes. De forma individualizada, não são números especialmente alarmantes, e devemos observar que, com uma maior variedade de dispositivos Android, é compreensível que a porcentagem seja maior que a dos iPhones.

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O segundo gráfico mostra as falhas mais comuns em diferentes países. Em todo o planeta, as câmeras encabeçam a lista, seguida da interface touch, a recarga da bateria, o microfone e a SIM dual.

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O estudo completo está nesse link, onde é preciso fazer um cadastro prévio antes de realizar o download.

Via PhoneArena

Google lança teclado para iOS com busca integrada

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A Google aproveita que agora o iOS permite a instalação de teclados de terceiros e lançou um novo teclado para o sistema operacional móvel da Apple, que conta com a possibilidade de realizar buscas diretas através do mesmo, por conta de um buscador integrado.

Não é um item imprescindível, mas é bem útil em muitos casos, principalmente quando utilizamos diversos aplicativos, como os de mensagens instantâneas, onde necessitamos realizar uma busca ou compartilhar algo específico, mas não queremos sair do aplicativo aberto apenas para realizar essa busca. Por exemplo, estamos conversando com um amigo no WhatsApp, planejando um almoço em um restaurante que não conhecemos. Com o buscador integrado, é possível realizar uma pesquisa direta e compartilhar os resultados com a outra pessoa.

O mesmo vale para outros aplicativos, como e-mails e editores de texto. Logo, a ideia é boa, e o que é melhor: de graça. Sem falar que a busca também vale para emojis e na digitação com o deslizar do dedo.

Por fim, não é difícil de imaginar que esse teclado tem um importante papel dentro da estratégia da Google, pois pode ser um aplicativo que consegue captar a atenção daqueles que usam o iOS para o seu buscador, o que nos permite pensar que ele é quase um “pequeno cavalo de Troia” contra a Apple.

Vídeo demonstrativo a seguir.

 

Via Liliputing

iPhone perde força, e Android domina absoluto nos smartphones

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Um reflexo claro dos últimos acontecimentos no mercado de smartphones: o Android é o rei absoluto do setor.

Os últimos números que informam sobre a cota de mercado do segmento publicados pela Kantar Worldpanel ComTech para o primeiro trimestre de 2016 revelam o desempenho das vendas dos cinco principais mercados europeus, além dos Estados Unidos e da China. E em todos eles o sistema operacional da Google é o líder, com larga vantagem em relação aos seus principais concorrentes.

A cota de mercado nos cinco principais mercados europeus (Reino Unido, Alemanha, França, Itália e Espanha) registrou uma média de liderança do Android de 75.6%m enquanto que nos Estados Unidos a fatia de mercado ficou em 66.5%, e na China na casa de 77%. O Kantar Worldpanel deixa claro que “este é o maior crescimento do Android nos cinco países europeus em mais de dois anos”. Levando em conta os diversos fatores envolvidos (mudança do cenário econômico, variações cambiais, etc), é um resultado a ser considerado e muito.

A cota de mercado do iOS caiu de 20.2% para 18.9% nos três primeiros meses de 2016 no conjunto desses países europeus, enquanto que a cota do Windows Phone/Windows 10 caiu para 4.9%, explicando assim o crescimento do Android no período (6.6% dos novos usuários vieram do Windows, e 3.3% chegaram do iOS).

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O Kantar afirma que, para os usuários do Windows, “o Android ofereceu uma melhor experiência de uso, com uma variedade de marcas e modelos com preços distintos”. A migração do usuário a partir do Windows Phone foi especialmente notável na França e na Itália, onde 10% desses usuários migraram para o Android.

Em outros mercados, como é o caso dos Estados Unidos, o crescimento chegou por conta do aumento das vendas de fabricantes como Samsung, Motorola ou LG. O Samsung Galaxy S7 parece ter obtido um sucesso notável, mesmo com pouco tempo de mercado, mas também cobra-se protagonismo do Galaxy S6, que teve o seu preço reduzido com a chegada do seu sucessor.

Na China, outro mercado essencial em um passado recente da Apple, a cota de mercado também caiu: o iOS passou de 26.1% do primeiro trimestre de 2015 para 21.1%, um ano depois. Aqui, é mencionado o sucesso de fabricantes como Huawei com modelos como o Mate 8 ou o Honor 5X, mas também a Oppo, que aumentou suas vendas em 6.5%.

Via Kantar Worldpanel

Word Flow, teclado virtual do Windows Mobile, chega ao iOS

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Mais uma proposta de teclado chegou ao iOS, e não é um teclado qualquer. Se trata do Word Flow, o teclado da Microsoft que, depois de um preview de lançamento no começo do ano, finalmente desembarca em versão final na App Store. E o faz com algumas qualidades extras.

Se a versão do teclado para Windows Phone é bem vista, a Microsoft quis adicionar recursos adicionais na versão do Word Flow para o iOS, como são a aposta por um formato mais cômodo (curvado) para escrever com uma mão no seu “arc mode”, e a possibilidade de poder escolher a foto que quiser como fundo de tela. Outras qualidades incluem a previsibilidade e sugestões que melhoram com o uso, a integração dos contatos e a opção de poder usar o modo “swipe”, deslizando o dedo para escrever (a Microsoft lembra que comprou o Swiftkey há quase dois meses).

A abertura da Apple para a utilização de outros teclados no iOS foi um grande ganho para os usuários do sistema operacional. A versatilidade desse aspecto fez com que se ganhasse uma grande variedade de alternativas, que visam se adaptar ao gosto do usuário.

Os planos da Microsoft passam também por oferecer algo similar no Android, ainda que por enquanto só podemos falar sobre a disponibilidade do aplicativo no iOS… de forma limitada. Por enquanto, só está disponível na App Store dos Estados Unidos. É preciso ter um pouco de paciência e esperar pelo lançamento do software em outros mercados.

Via The VergeWord Flow Keyboard

Sandisk iXpand, pendrives feitos para o iPhone ou iPad

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O Sandisk iXpand tem um público-alvo bem definido: os usuários do iPhone ou iPad da Apple que querem expandir a capacidade de armazenamento dos seus dispositivos.

Com esse pendrive, é possível realizar cópias de segurança de fotos e contatos. O conteúdo da unidade pode ser protegido por senha, mantendo dados provados longe de bisbilhoteiros. Para armazenamento de mídia, é possível salvar o que quiser, desde que seja em um formato compatível com o iOS e sem proteção de DRM.

A nova iXpand da Sandisk foi redesenhada para ser compatível com os produtos da Apple mesmo quando eles estiverem usando um case. Para isso, conta com um conector Lightning flexível. Para conectar com o computador, uma conexão USB 3.0 se faz presente, agilizando a transferência de dados.

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Também foi reformulado o aplicativo para iOS que gerencia o material multimídia ou outros arquivos armazenados entre os dois dispositivos. O aplicativo é inicializado quando conectamos o pendrive ao iPhone ou iPad, e inclui até uma interface de câmera para fazer fotos, armazenando as imagens diretamente no pendrive e não na memória do dispositivo.

O novo pendrive Sandisk iXpand já está disponível no Brasil, com preços de R$ 330, R$ 375 e R$ 539, nas versões com 16 GB, 32 GB e 64 GB, respectivamente.

China exigiu o código fonte do iOS e Apple disse NÃO

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A Apple negou a entrega do código fonte do iOS ao governo chinês, depois de receber petições nesse sentido nos últimos dois anos. Quem informa é Bruce Sewell, advogado geral da empresa, em uma audiência da Comissão de energia do congresso norte-americano, enquanto tratava de responder as acusações vindas a raiz do caso do iPhone de San Bernardino.

De fato, ainda existem 70 iPhones de outros casos que esperam ser hackeados. Nesse contexto, o advogado da Apple nega as acusações de entrega do código fonte do iOS para as autoridades chinesas. Essas acusações surgiram dos rumores comentados em alguns veículos de imprensa utilizados pelas autoridades, dando a entender uma “falta de patriotismo” da gigante de Cupertino, sob o argumento de entrega do código aos chineses e não ao seu país para combater o terrorismo.

Apesar do advogado reconhecer as petições nesse sentido nos últimos dois anos (as mesmas que envolvem a Microsoft e o Windows), não é possível que a Apple entregue o código fonte do iOS em tempo algum. E não é pela cibersegurança nacional, mas sim para evitar o aparecimento em massa de clones perfeitos do iPhone. A China é o segundo maior mercado da Apple, e representou no úlitmo trimestre US$ 18.4 bilhões das receitas da empresa.

 

Via The Register

Quem fez mais para acabar com a BlackBerry: Android ou iOS?

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Qual sistema operacional foi grande responsável pelo desaparecimento do BlackBerry OS do mercado? John Chen, CEO da empresa canadense, confirmou recentemente em entrevista que a BlackBerry não tem planos de relançar o seu sistema operacional próprio, depois que o mesmo foi varrido do mercado.

Chen compartilhou os planos da empresa para 2016. Depois de lançar o BlackBerry Priv, onde eles apostaram na mudança para o Android em uma tentativa de reiniciar no mercado de smartphones top de linha, a empresa planeja agora lançar dois smartphones de linha média, um com tela 100% touch e outro com teclado. A BlackBerry sabe que não pode abandonar uma de suas características que deram personalidade aos seus smartphones no passado.

O CEO da BlackBerry reconheceu que sua empresa está praticamente centrada nas soluções corporativas, sem qualquer presença no mercado de massa, cujo consumidor perdeu o interesse por seus dispositivos. Afirma que tanto o Android como o iOS foram responsáveis por roubar o mercado dentro do próprio setor corporativo.

Vale lembrar que a própria BlackBerry tomou a decisão de tornar o BlackBerry OS compatível com os aplicativos Android. Com essa decisão, muitos podem achar que foi o sistema da Google que deu o golpe mais duro nos canadenses, porém, os próprios usuários indicam ter mais afinidade com o iOS a alguns anos.

 

A conversão para o Android foi um fracasso?

O mercado hoje está muito saturado, e as vendas do Priv são bem discretas. Com a Apple dominando o mercado top de linha e as marcas chinesas dominando cada vez mais o mercado Android nos dispositivos de entrada e linha média, os canadenses tem a sua tarefa de buscar espaço no mercado mobile como algo cada vez mais complicado.

Enquanto muitos afirmam que a BlackBerry estava condenada a desaparecer do mercado de massas, outras vozes afirmam que ela poderia ter se salvado se tivesse apostado antes no Android. O problema nessa decisão e ter que se transformar em “uma fabricante a mais” no meio de tantas outras que oferecem produtos muito similares. O teclado poderia dar certa personalidade aos smartphones da BlackBerry, mas ter esse detalhe físico em um smartphone hoje é considerado algo antiquado.

Via The National