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Para onde vão nossos gadgets quando eles morrem?

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Falamos muito sobre gadgets. Principalmente os lançamentos. Sobre os gadgets que morrem, pouco falamos. Saiba que, em todo o planeta, são gerados 48,9 milhões de toneladas de lixo tecnológico por ano, e apenas uma pequena parte é reciclada

Televisores, impressoras, computadores e celulares/smartphones estão cheios de materiais nocivos, como arsênico, plomo, bromo, cádmio, fósforo ou mercúrio. Tais substâncias podem passar para a cadeia trófica, envenenar a água e afetar aos seres vivos do planeta. O fósforo de um televisor pode contaminar até 80 mil litros de água, enquanto que uma geladeira sem tratamento de reciclagem gera uma quantidade de gás equivalente ao que gera um carro que percorre 15 mil quilômetros.

Não só são perigosos para a saúde e para o meio ambiente. Ainda que em alguns casos seja menos rentável para uma indústria muito escalonada, recuperar dispositivos exige menos energia (10% a menos no caso do cobre) e gera menos lixo (98% a menos).

 

O que acontece com nossos dispositivos quando eles morrem, efetivamente?

Essa foi a pergunta feita pela Basel Action Network, organização de Seattle encarregada em monitorar a Convenção da Basileia de 1989, que regula os movimentos de dejetos perigosos. Esta é uma pratica relativamente comum: os países ricos mandam o seu lixo para os países pobres.

Durante a década de 1980, e conforme as regulações do meio ambiente aumentavam os custos da eliminação desse lixo, alguns barcos navegavam de porto a porto descarregando o material, onde poderiam chamar a atenção do público. A Convenção de Basileia tenta ‘racionalizar’ os acordos, criando uma regulação útil para impedir os abusos.

A BAN (Basel Action Network) entra em contato com o MIT para inserir 200 dispositivos localizadores de GPS e monitoriza o processo desde o ponto de recolhida do material até o lugar onde realmente ele é deixado. Muitos dos produtos (principalmente os mais antigos) viajaram bem longe, terminando no sudeste asiático, onde eram desmontados por trabalhadores sem proteção contra os materiais pesados e tóxicos químicos. Uma violação total da legislação internacional.

Curiosamente, os Estados Unidos, que envia 50 mil caminhões cheios de equipamentos eletrônicos para a reciclagem a cada ano, assinou a Convenção de Basileia, mas não declarou como ilegal tais práticas.

A ideia é ter uma legislação efetiva, que facilite a reciclagem de qualquer dispositivo, onde os produtos menores (com até 25 cm) podem ser aceitos em qualquer loja de eletrônicos de graça (ou seja, sem a necessidade de comprar outro em troca) os produtos usados. Também se incorpora o uso da internet no processo de entrega para o seu tratamento e reciclagem.

Uma vez que os resíduos chegam nas fábricas de reciclagem, são retirados os elementos contaminantes, e os demais componentes (plástico, alumínio, cobre, vidro, etc) são processados para a fabricação de novos produtos. É um processo relativamente simples em comparação com o de outras indústrias (a maior parte dos componentes podem ser separados por meios mecânicos, onde 70% de cada dispositivo pode se transformar em matéria prima para um novo produto), porém, o manejo desse material é algo delicado.

Ainda resta muito a fazer, principalmente nos países em desenvolvimento que estão consumindo massivamente equipamentos eletrônicos. Mas é preciso garantir que nossos gadgets sejam enviados para um lugar onde serão tratados como eles merecem.

Os 50 gadgets mais influentes da história

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Recentemente, informamos aqui no blog que a revista Time compilou os 50 gadgets mais influentes da história, elegendo o iPhone como o mais importante de todos. Mas seria legal ver a lista completa, certo?

Mesmo que profundamente injustas e necessariamente subjetivas, as listas são necessárias e bem vindas. Certamente você não vai concordar com todos os itens dessa lista, mas ao menos ela serve para levantar a discussão sobre as escolhas, e ilustrar em como essa tecnologia efetivamente mudou nossas vidas.

Lista completa a seguir.

 

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50.- Google Glass

Mesmo sem chegar ao mercado de grande consumo, o Google Glass assentou as bases do que será o futuro da realidade aumentada.

49.- Makerbot Replicator

Não foi a primeira nem a melhor impressora 3D, mas foi a primeira mais ou menos acessível ao consumidor. Presente em muitas escolas universitárias dos EUA, faz parte da história da impressão em 3D.

48.- Segway

Mais que um meio de transporte, uma revolução que não fez o sucesso esperado. Steve Jobs declarou que, algum dia, as cidades seriam construídas pensando em dispositivos como o Segway.

47.- Yamaha Clavinova Digital Piano

Este piano faz parte da vida de milhões de estudantes de música: compacto, econômico e de baixa manutenção.

46.- DJI Phantom

Drones com uma excelente relação custo-benefício, com milhões de unidades vendidas. Para muitos, o primeiro passo no mundo dos dispositivos aéreos não tripulados.

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45.- Raspberry Pi

Um computador que custa menos de US$ 35? Isso é possível. Com mias de 8 milhões de unidades vendidas, é um objeto de culto para os fãs de tecnologia, ajudando milhões de estudantes de todo o planeta a aprender as bases da informática.

44.- Nest Thermostat

Desenvolvido por Tony Fadell (o ‘pai’ do iPod), este termostato dá um salto fundamental no mundo da domótica. A incorporação de inteligência artifical na hora de aprender nossas rotinas e atuar em função disso fez com que a Google adquirisse a Nest em 2014, como base para sua ideia de futuro lar conectado.

43.- Osborne 1

Um notebook à frente do seu tempo, que influenciou modelos posteriores, mas sem grande sucesso comercial.

42.- Fitbit

Custando US$ 99 e com um design muito bem cuidado, a Fitbit conseguiu transformar um podômetro digital em um campeão de vendas. Várias versões melhoraram um conceito que é um feito na revolução wearable.

41.- Roku

A caixinha de streaming mais famosa dos EUA não é a melhor nos termos técnicos, mas fez com que milhões de pessoas abandonassem a TV por assinatura, com parcerias com serviços como Netflix, Amazon Hulu e HBO GO.

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40.-Sony Discman D-50

O primeiro reprodutor de CD compacto pode parecer algo pré-histórico hoje, mas foi uma conquista tecnológica incrível. Aos poucos, o CD se impôs ao cassete como formato musical, até a chegada dos primeiros reprodutores de MP3.

39.- Oculus Rift

De projeto do Kickstarter até a menina dos olhos do Facebook, a história do Oculus Rift é o presente e o futuro da realidade virtual.

38.- Apple iBook

Digno representante do que significou a volta de Steve Jobs para a Apple, o colorido iBook era muito mais do que um design inovador: especialmente preparado para se conectar à internet de forma simples, foi um dos primeiros produtos do mercado a mostrar as vantagens da conexão WiFi.

37.- Motorola DynaTAC 8000X

Considerado o primeiro telefone realmente portátil, foi lançado em 1984. Um dos engenheiros do projeto, Marty Cooper, demonstrou o seu funcionamento ao mundo realizando sua primeira chamada para a AT&T, sua grande rival de mercado na época.

36.- Palm Pilot

Ainda que não tenha sido o primeiro dispositivo de sua cateogoria, foi o primeiro que conseguiu popularizar o conceito PDA. Sem ele, os smartphones que conhecemos hoje seriam muito diferentes.

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35.- HP Deskjet

Em um mundo cheio de ruidosas impressoras matriciais, a HP Deskjet representou um salto técnico notável. Não foi a primeira impressora de tinta, mas a primeira abaixo dos US$ 1.000, popularizando uma tecnologia que segue dominando o mercado de impressão doméstica.

34.- Nokia 3210

A Nokia revolucionou o setor móvel com o primeiro celular com antena integrada, construção robusta e excelente autonomia de bateria. Com mais de 160 milhões de unidades vendidas, foi um dos modelos mais influentes do mercado, marcando o desenvolvimento de praticamente todos os modelos posteriores.

33.- Jerrold Cable Box

Pouco conhecida por aqui, a empresa Jerrold Electronics é fornecedora de equipamentos de TV por assinatura desde o meio da década de 1950. Seu decodificador era uma caixa de madeira que permitia a troca de canal sem precisar sair do sofá.

32.- Wii

A Nintendo revolucionou o ócio doméstico, nos convidando a levantar do sofá para jogar e realizando coisas jamais imaginadas em um console de videogames. Incluindo dançar ao som da música.

31.- Sony PlayStation

Fruto de um desacordo com a Nintendo, o primeiro console da Sony promoveu um alcance técnico ao ponto de oferecer videogames em 3D para milhões de casas. Além do seu excelente hardware, vale a pena destacar um catálogo de jogos quase infinito, e para todos os gostos.

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30.- Toshiba SD-3000

A Toshiba foi a primeira a vender um DVD player doméstico, com qualidade de imagem muito a frente de tudo o que havia até o momento. Ainda que a popularização só tenha vindo depois do lançamento do PlayStation 2, é justo reconhecer o seu labor de percussor dessa tecnologia para o lar.

29.- TiVo

Anunciado como um ‘Personal Video Recorder’, os proprietários de um TiVo podiam gravar, pausar ou rebobinar os seus programas de TV favoritos ao vivo. Pela primeira vez na história, poderiam decidir quando e como queriam ver seus programas favoritos.

28.- Amazon Kindle

O lançamento do Kindle em 2010 comprovou algo que iria mudar o mundo editorial: a criação do hardware ideal para a leitura de livros eletrônicos, com uma excelente relação custo-benefício.

27.- Polaroid OneStep

Não faz muito tempo que a gente registrava uma foto e via o resultado final na hora. A Polaroid nos oferecia a possibilidade de ter as fotos impressas em segundos, sendo um sucesso de vendas. Seu estilo retrô permanece no mundo digital, através de filtros para aplicativos de fotos.

26.- Commodore 64

Se você tem mais de 30 anos provavelmente se lembra desse velho conhecido. Um dos equipamentos mais vendidos da história, e o primeiro computador para milhões de usuários em todo o mundo.

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25.- Apple iPad

Se tinha algo que Steve Jobs sabia fazer muito bem era fabricar aquilo que o consumidor precisava, mas ainda não sabia disso. Qualificado por muitos como “um iPod com tela grande”, o iPad ressuscitou o conceito de tablet, se transformando em um sucesso de vendas, dominando o mercado até o presente momento.

24.- BlackBerry 6210

Um dos modelos mais poplares dos canadenses, trazendo o conceito do PDA para um uso muito mais eficiente. Design sólido, sistema operacional rápido e robusto e elevada autonomia de bateria. O favorito de milhões de executivos no meio da década passada.

23.- PhoneMate 400

A primeira secretária eletrônica para uso doméstico foi lançada em 1971. Ninguém se importava que a mesma pesasse 5 quilos, ou se podiam guardar até 20 mensagens. Todos queriam o produto. Fato.

22.- GPS TomTom

Depois da decisão de Bill Clinton de abrir o GPS para todo o mundo, empresas como a TomTom lançaram seus primeiros produtos para carros, obtendo assim um grande sucesso comercial.

21.- IBM Think Pad 700C

O que dizer de um produto que está na coleção do MoMa de Nova York? Um notebook icônico, que desafiou o domínio da Apple e da Compaq durante a década de 1990, se transformando na companhia perfeita para milhões de profissionais em todo o mundo.

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20.- Motorola Droid

Já existiam outros smartphones Android no mercado, mas com este modelo a Motorola foi a que mais consegui se aproximar do iPhone, com 800 mil unidades vendidas no mês de seu lançamento.

19.- JVC VideoMovil

É a câmera que Marty McFly usou em De Volta Para o Futuro. Não foi o primeiro modelo a chegar ao mercado, mas um dos mais populares. Desde 1985 e durante mais de uma década, as filmadoras foram um produto de consumo em massa.

18.- Motorola Bravo Pager

Antes da popularização dos celulares, os beepers ou pagers eram o companheiro dos profissionais que precisavam estar sempre conectados. Permitiam o envio de códigos e mensagens curtas, onde o receptor respondia com uma chamada telefônica.

17.- IBM Selectric 361

Quem assistiu a série Mad Men provavelmente viu uma dessas em alguma mesa. As máquinas de escrever elétricas marcaram o início da auto-edição, oferecendo páginas com escrita uniforme e mudança do tipo de letra. Mais tarde incluíram o controle do espaço ou corretor com fita incorporada.

16.- Nintendo Game Boy

Tecnicamente inferior a vários de seus concorrentes, o console portátil da Nintendo era robusto, fácil de usar e oferecia horas de diversão com apenas quatro pilhas AA. Sem falar na inclusão do Tetris, um dos jogos mais viciantes de todos os tempos.

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15.- NES (Nintendo Entertaiment System)

Em 1983, a indústria dos videogames estava em uma profunda crise, muito em parte provocada por ela mesma. O NES criou um padrão para o ócio doméstico, que voltou a ganhar a confiança dos usuários, graças a um bem cuidado sistema de licenças que garantiam jogos de qualidade a um preço competitivo.

14.- US Robotics Sportster 56K

Com certeza os mais veteranos se lembram como era navegar na internet com um modem (especialmente por causa dos ruídos de conexão), utilizando a linha telefônica em sua casa. Este econômico modelo da US Robotics faliclitou os primeiros passos na internet para milhões de usuários.

13.- Atari 2600

Um mito da indústria dos videogames, que levou para algumas casas alguns dos jogos que reinavam nos fliperamas, como Space Invaders ou Pac-Man. Em setembro de 1977, foi vendido nos EUA por US$ 199, que equivalem a US$ 800 atuais.

12.-Philips N1500 VCR

Muito antes da feroz guerra de formatos entre Beta e VHS, a Philips já tinha no mercado um dispositivo que permita gravar programas de TV para serem vistos quando quisermos, combinando um sintonizador com um temporizador eletrônico.

11.- Canon Poketronic

Uma calculador realmente portátil, que mudou a vida de milhões de profissionais. O modelo na época custava US$ 345 (US$ 2.165 hoje) e foi o início para toda uma indústria de miniaturização eletrônica no Japão: em apenas cinco anos, eles conseguiram lançar modelos que custavam apenas US$ 20.

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10.- Magic Wand

Presente no mercado desde o final da década de 1960, um episódio de Sex and the City exibido em 2002 disparou a curiosidade sobre este modelo fabricado pela Hitachi. O produto segue no mercado, mas conhecido apenas como Magic Hand.

9.- Apple iPod

Já haviam outros reprodutores de MP3 no mercado, mas o iPod representa uma mudança brutal para a indústria, erradicando o CD em tempo recorde.

8.- Kodak Bownie

Apresentado em fevereiro de 1900, a primeira câmera fotográfica de consumo em massa custava apenas US$ 1 e introduziu o conceito de ‘apontar e disparar’, ou ‘point and shoot’. Os modelos de câmeras baratas visava o lucro nos filmes e nas revelações, algo que foi exportado para outros modelos de negócio.

7.-Regency TR-1 Radio

Com um preço abaixo dos US$ 50 e tamanho compacto, esse transistor funcionava com pilhas e através de uma tecnologia desenvolvida pela Bell Labs. Um dos primeiros produtos de tecnologia realmente pessoais.

6.- Toca-discos Vitrola

Um fonógrafo compacto e elegante, que incluía o todo o necessário para você ouvir música na sala de sua casa. Com o tempo, a Victor Talking Machine Company seria comprada pela RCA, transformando-se em uma gigante da rádio e da televisão.

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5.- IBM 5150

O progenitor da plataforma de hardware compatível IBM PC, e uma das chaves para entender a história da informática. Além de democratizar o acesso da tecnologia, estabeleceu um padrão de hardware e software, que alcançou (e, em alguns casos, forçou) o acordo entre milhões de provedores para apostar pela interoperabilidade.

4.- Sony Walkman

Não foi o primeiro reprodutor portátil, mas foi o grande vencedor a nível comercial, ao ponto de equiparar a palavra ‘walkman’ a qualquer reprodutor, mesmo que fosse de outra marca. Relativamente barato, robusto e com notável qualidade de som, dominou as lojas por anos, até a popularização do CD.

3.- Apple Macintosh

O Mac foi um produto revolucionário a partir de qualquer ponto de vista: o primeiro computador realmente pessoal e fácil de usar, com uma interface de ícones e controle com o mouse.

2.- Sony Trinitron

A exclusiva tecnologia do Trintron baseada em máscara de sombra permitiu que a Sony oferecesse uma TV que mostrava imagens brilhantes, melhor contraste e uma fidelidade de cores nunca vista até então. Lançada em 1968, a empresa japonesa seguiu melhorando a série nos 25 anos seguintes, fabricando as melhores TVs CRT do mercado.

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1.- Apple iPhone

Quando Steve Jobs apresentou o primeiro iPhone em 2007, poucos poderiam imaginar que estavam diante de uma das maiores mudanças da indústria da tecnologia. Gigantes como Nokia ou Microsoft depreciaram o produto, mas em tempo recorde, a Apple conseguiu mudar para sempre o mercado da telefonia móvel, e a forma das pessoas se comunicarem.

Via TIME

Ako Dice e Boogie Dice: dados que saem do lugar comum

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É raro falar sobre dados em um blog de tecnologia. Até porque são produtos que pouco mudam no seu design: é basicamente um cubo com as faces decoradas com pontos. Mas sabemos que os deisgners continuam criando coisas, e temos nesse post duas soluções muito interessantes: o Ako Dice e o Boogie Dice.

 

Começamos pelo Ako Dice produzido pela Kacha, que tem um resultado bem curioso, fabricado em alumínio revestido em diferentes cores, e no lugar dos pontos temos linhas para identificar os números. O produto é oferecido em uma elegante caixa, e apresenta um resultado final peculiar e futurista.

É um projeto da Kickstarter que facilmente conseguiu ser financiado. Mais imagens a seguir.

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Já o segundo produto consegue ir um passo além. O Boogie Dice é um dado motorizado, onde basta um simples toque para que o mesmo dê saltos durante alguns segundos, escolhendo a numeração de forma totalmente aleatória.

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Além disso, o Boogie Dice pode ser programado via aplicativo no smartphone para mudar as suas funcionalidades, além de modificar a cor das luzes LED do seu interior. Mas, atenção: ele não programa o número que vai cair.

Não satisfeitos com o que eles já adicionaram no produto, os desenvolvedores já estão criando um jogo de “batalhas” dedicado exclusivamente a esse tipo de dado: o “Bots Battleground” é mais um projeto da Kickstarter, mas diferente do Ako Dice, ainda não alcançou os seus objetivos de financiamento.

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Com as últimas medidas econômicas, é possível economizar nas compras de tecnologia?

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O ano de 2015 começou, e já podemos dizer que será um dos anos mais difíceis da história do nosso país. Independente da escolha política que você tomou em outubro de 2014, a verdade é uma só: vamos entrar em um período onde todos vamos ter que ‘apertar os cintos’, refazer contas, estabelecer prioridades e ajustar nosso orçamento financeiro de acordo com o novo cenário estabelecido pela equipe econômica da presidente Dilma Rousseff.

Janeiro de 2015 não acabou, e já temos como fatos concretizados: aumento de IOF, aumento de imposto de importação de produtos adquiridos fora do país, aumento da taxa SELIC (taxa básica de juros da economia), aumento na conta de luz, aumento no combustível… e esses são apenas os impactos econômicos que eu me lembro no momento.

Sem falar nos outros fatores que invariavelmente vão complicar ainda mais a vida das empresas e do consumidor, como a crise hidroelétrica, que se tornou oficial nessa semana. Ou seja, é um cenário dos mais complicados, onde todos terão que ter uma grande habilidade para manter a sua economia doméstica em dia.

Mas sempre tem aquele grupo de consumidores que não querem perder o hábito de atualizar os seus produtos de tecnologia. Talvez não tanto pelo modismo ou luxo, mas sim pela necessidade. Não podemos por exemplo julgar os profissionais de áreas específicas (música, produção de conteúdo, desenvolvimento de sistemas, games, etc), que precisam de tempos em temos (ou quase todos os anos) atualizar os seus produtos para um melhor desempenho na hora de ganhar dinheiro.

E até mesmo o consumidor final, o usuário doméstico, o considerado ‘casual’ tem aquele desejo de adquirir novos itens para sua satisfação pessoal. Aliás, o desejo e o direito. Todo mundo deveria ter o sagrado direito de comprar um gadget novo de tempos em tempos.

Os geeks convictos certamente vão apoiar o que eu escrevi no parágrafo anterior. Os viciados em tecnologia são aqueles que mais procuram alternativas para comprar os seus dispositivos preferidos, e em tempos onde o cinto precisa ser apertado, esse é o grupo que mais sofre.

De qualquer forma, vale a pena compartilhar algumas dicas, quase em forma de conselhos. O primeiro, e o principal deles: pesquise. E muito. Nesse momento, é fundamental não ter preguiça em buscar o menor valor possível para aquele produto que você deseja. E, mesmo assim, essa condição vale para aqueles que estão com muita pressa em comprar um determinado produto. Pois se você puder esperar… espere pacientemente.

As promoções que ocasionalmente acontecem nos e-commerces nacionais se tornaram mais valiosas depois das novas medidas econômicas. É claro que existe um temor para a possibilidade delas se tornarem mais raras. Com uma indústria que não está muito contente com o falso ‘protecionismo da indústria nacional’ (com impostos absurdos para a produção de produtos no Brasil E para a importação de produtos), a queda ocasional de preços pode não ser tão farta ao longo de 2015.

Mas recomendo que, se você não está com essa pressa toda, espere mais um pouco. Algumas empresas não poderão ficar com estoque parado, e certamente vão querer ‘desovar’ estoques para não morrer com um prejuízo ainda maior nas mãos.

Também é importante lembrar que os cupons de desconto se tornaram cada vez mais populares no e-commerce brasileiro. Alguns sites conseguem fechar acordos com fabricantes e lojas online para oferecer descontos mais agressivos, e nesse caso a oportunidade de compra deve ser muito considerada. Pode ser uma das poucas chances de ver aquele produto que você deseja por um preço que você pode pagar.

Por último, mas não menos importante: fique de olho nas ‘falsas promoções’, no estilo ‘tudo pela metade do dobro’. Infelizmente, alguns e-commerces continuam a adotar a estratégia de ‘inflacionar’ o valor original de alguns produtos, para depois aplicar um ‘desconto generoso’, onde os mesmos voltam aos seus valores originais anunciados antes da ‘promoção’.

O TargetHD.net tenta ajudar você na hora de comprar produtos de tecnologia, e não é de hoje. O segmento Dicas de Compras apresenta uma série de recomendações de produtos que estão com um preço reduzido, ou um valor mais competitivo do que aquele sugerido pelo fabricante. De tempos em tempos, recomendamos a visita nessa seção do blog. Quem sabe você encontra algo que te interesse, por um preço que caiba no seu orçamento?

Enfim, o ano de 2015 será um ano complicado para a nossa economia. Assim como seremos obrigados a desenvolver habilidades matemáticas para manter nossas contas em dia, será fundamental usar essas mesmas habilidades na hora de comprar os nossos dispositivos de tecnologia.

Keycharge, uma bateria de bolso com 32 GB de memória extra para o seu smartphone

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A Keycharge é uma bateria auxiliar externa que pode ser transportada sempre no bolso, já que é apenas um pouco maior do que um pendrive (70 x 30 x 10 mm), pesando 28 gramas. No seu interior, ele pode armazenar até 1.000 mAh de energia, que se não carrega completamente o smartphone pode pelo menos dar uma sobrevida ao dispositivo.

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O dispositivo possui um conector do tipo USB e outro Lightning, além de contar com um modo de armazenamento, que pode salvar 16 ou 32 GB de dados, de acordo com a versão adquirida.

O Keycharge é um projeto que está em fase de financiamento no Indiegogo, e deve chegar ao mercado em março de 2015, com um custo inicial sugerido de US$ 25 para o modelo mais básico (com 16 GB de armazenamento).

Via SlashGearKeycharge Indiegogo

Vigie os seus gadgets com o painel de dispositivos e atividades do Google

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O Google segue perfilando a segurança dos seus serviços, e a última incorporação é um painel que permite obter um melhor controle de todos aqueles dispositivos que acessam a qualquer um dos seus serviços com sua conta do Gmail. A partir dessa ferramenta, podemos saber com precisão quais dispositivos acessaram a qualquer um dos aplicativos do Google nos últimos 28 dias, podendo revogar o acesso com um simples clique.

É uma função realmente útil, pois em caso de perda ou roubo do dispositivo, temos a ferramenta necessária para eliminar rapidamente o acesso à nossa conta a partir de qualquer um dos dispositivos afetados, além de saber a posição exata dos dispositivos.

Se isso parece pouco para você, o Google incluiu também um assistente de configuração para melhorar a segurança de sua conta, onde é possível configurar informações pessoais para recuperação de conta em caso de bloqueio ou atividade anormal.

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Por que computadores e videogames velhos ficam amarelados?

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Todo mundo que ainda tem um computador ou videogame usado certamente já passou por isso. Nas décadas anteriores, a cor preta não era tão adotada para os produtos de tecnologia, e o branco imperava nas carcaças de computadores, consoles e outros dispositivos. O tempo passou, e o plástico que antes era branco deixou de ser tão branco, passando a exibir um estranho e feio tom amarelado, muito desagradável para os colecionadores, ou para quem só queria expor os seus gadgets.

O efeito era notabilizado para alguns gadgets pontuais, como no caso dos velhos consoles da Nintendo (NES, Famicom). De algo parecido sofreu os velhos computadores da Apple. Acessórios como teclados e mouses, independente da marca, também ficaram amarelados.

A essa altura do campeonato, é fácil perceber que esse não é um problema isolado, mas sim um efeito generalizado da indústria de tecnologia nas décadas de 1980, 1990 e do novo milênio. E sim… existe uma explicação muito boa para esse desagradável efeito amarelado em nossos velhos dispositivos.

 

Por que tudo fica amarelado?

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Como vocês bem sabem (ou devem saber), a maioria dos plásticos utilizados na indústria no passado são derivados do petróleo. Isso faz com que, até certo ponto, por conta da estrutura química desses componentes, esses plásticos sejam muito inflamáveis. O grande problema é que esses plásticos eram destinados a abrigar no seu interior circuitos que poderiam esquentar muito em alguns casos, e o fato de serem inflamáveis os tornavam potencialmente perigosos.

A solução nesse caso não foi buscar um novo material, mas sim utilizar o que já existia e combinando com substâncias químicas que o tornava menos inflamável. Parecia a equação perfeita, e dessa forma, milhares de produtos lançados seguiram essa estratégia.

A primeira que teve que se deparar com esse problema foi a Nintendo. A combinação de plástico e substâncias anti inflamáveis escolhida por eles se converteu no fato que o tom amarelado aparecia tão logo o plástico começava a se aquecer. Para piorar a situação, o NES se esquentava mais do que aquilo que a própria Nintendo esperava, e os primeiros compradores do console descobriram essa inesperada característica, com algumas horas de jogo.

A Nintendo tentou solucionar o problema com novas combinações que resistiam melhor ao calor, mas a essa altura do campeonato, o estrago já estava feito. De qualquer forma, não apenas o calor demonstrou ser catalizador do amarelado, mas também a exposição constante e prolongada à luz UV tinha o mesmo efeito. Para a sorte dos fabricantes, o efeito da luz UV demorava muito mais para ser notado, ou tempo suficiente para que os gadgets perdessem relevância, e basicamente por conta disso é que com o tempo os usuários aprenderam a conviver com o leve tom amarelado dos seus velhos e esquecidos gadgets.

 

É possível resolver o problema?

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Se você é um colecionador e deseja colocar a sua relíquia em um estado mais apresentável, certamente vai querer saber como resolver o problema. A boa notícia é que a solução é possível, e não é algo tão complicado assim:

* Meios físicos: o método mais simples que você pode utilizar, e que é especialmente útil para os gadgets com superfícies totalmente planas, é utilizar a folha de lixa mais fina que você puder encontrar, e lixar a superfície até eliminar a capa superficial que está amarelada. Infelizmente, em alguns casos, o amarelado é muito profundo, e se você não usa a lixa adequada, a situação pode até piorar.

* Meios químicos: um método mais confiável é preparar um limpador especial que removerá de forma eficiente o amarelado. O site RetroBright explica como preparar esse líquido com água oxigenada, detergentes do tipo Vanish, goma de xantano e glicerina. É um método muito confiável, mas um pouco mais complexo pela necessidade de reunir os componentes e preparar adequadamente a mistura (é altamente recomendável seguir ao pé da letra as instruções do site).

No final das contas, provavelmente o melhor a fazer é realizar o teste dos dois métodos em produtos velhos e menos valiosos, antes de pensar na possibilidade de arruinar (ou não) as suas melhores memórias do passado. De qualquer forma, na dúvida, o ideal é sempre pagar para um profissional realizar o trabalho sujo por você.

Sphero Ollie: é só por pra correr!

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O Sphero Ollie é um brinquedo que pode se adaptar à diferentes terrenos, controlado pelo nosso smartphone. Basicamente serve para competir com nossos amigos na velocidade e destreza, medindo a capacidade de reflexo real do competidor.

O produto é uma evolução da bola Sphero, e pode alcançar uma velocidade de 15 km/h. Seu uso ainda é centrado com a ação mais básica de solo, mas seus desenvolvedores prometem uma maior interação com outros dispositivos, jogos e aplicativos, ampliando suas possibilidades. O dispositivo possui conectividade Bluetooth 4.0, e sua bateria pode ser recarregada via porta USB.

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O Sphero Ollie chega ao mercado em 15 de setembro, com um preço sugerido de 100 euros.

 

Via Sphero

IFA 2014 | Os melhores gadgets para o lar

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Nem só de smartphones, wearables e televisores viveu a IFA 2014. Ok, eles foram os protagonistas do evento, mas os dispositivos para o lar estiveram presentes, com vários fabricantes apresentando soluções bem interessantes. O que mais foi visto na feira de Berlim (Alemanha) foram os robôs aspiradores, que estão ficando cada vez mais populares, especialmente no continente asiático. Por outro lado, produtos inteligentes que podem tornar a nossa vida em casa algo mais confortável e inteligente foram apresentados.

 

Samsung Powerbot VR9000

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A Samsung apresentou durante a IFA uma atualização de sua linha Powerboot, no modelo VR9000. Esse novo robô aspirador não possui tantos sensores quanto outros modelos, mas nem por isso deixa de ser um produto interessante. Ele se destaca principalmente por contar com um poder de aspiração 60 vezes maior do que os seus concorrentes, e pelo sistema especial de centrifugação, que separa por tamanho os itens aspirados em diferentes cavidades, permitindo que os dejetos fiquem minimamente organizados.

 

Dyson 360 Eye

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A Dyson apresentou o seu novo robô, o Dyson 360 Eye, que possui uma câmera que visualiza os obstáculos pelo caminho. Além disso, o fabricante também garante que o seu robô também possui um poder de sucção maior do que todos os outros disponíveis no mercado japonês. Mas só será possível comprovar isso na prática.

 

Taurus MyCook Touch

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O Taurus MyCook Touch é um robô de cozinha, cujo principal ponto a favor é a sua conectividade WiFi, que lhe oferece o acesso à internet para fazer o download e o compartilhamento de receitas.

 

Miele W1 Prestige

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A Miele chamou a atenção na IFA com a sua máquina de lavar inteligente, a W1 Prestige. O produto tenta competir com os demais produtos top de linha do seu segmento, e além de integrar as funções de lavadora e secadora em uma única máquina, possui um aplicativo para smartphone (Android ou iOS), que pode controlar os ciclos de lavagem e secagem das roupas.

 

Philips Hue Beyond

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Apesar de já haver um bom número de lâmpadas LED no mercado, a Philips quis ir um pouco além, oferecendo um sistema completo de iluminação, que pode ser controlado pelo smartphone. O problema é o seu preço elevado de 529 libras.

 

Essa é a lista dos gadgets para o lar de maior destaque na IFA 2014. Sempre é bom saber que, aos poucos, os dispositivos para o lar estão se tornando mais funcionais, e esperamos que com o passar do tempo os preços também se tornem mais amigáveis.

Carregador portátil Sony CP-V3 de 2.800 mAh à venda no Brasil

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Carregadores portáteis, temos muitos disponíveis no mercado. Porém, muitos deles podem ser um tanto quando incômodos de serem utilizados enquanto estamos em um deslocamento, apesar de serem considerados portáteis. Por exemplo, ter uma bateria externa que é quase do tamanho de um HD externo nem sempre é algo tão cômodo para se utilizar quando precisamos caminhar um longo trecho enquanto carregamos o nosso smartphone. Logo, precisamos de algo mais compacto para essa ocasião.

Pois bem, a Sony já oferece no Brasil uma solução bem interessante para esse cenário. O carregador portátil CP-V3 tem a mesma função das baterias externas tradicionais, mas com uma dimensão bem mais compacta para um transporte mais eficiente. Com dimensões de 39 x 99 x 19 mm e peso de 84 gramas, o produto abriga uma bateria de 2.800 mAh, o que permite até a recarga completa da bateria do seu smartphone (dependendo do modelo utilizado).

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Entendo que alguns dos principais smartphones do mercado possuem baterias com capacidade maior do que a oferecida pela bateria externa da Sony. Em compensação, se ela te oferecer mais algumas horas de vida útil para suas chamadas, acesso nas redes sociais e navegação na internet, o acessório já cumpriu com o seu papel. Além disso, a Sony informa que essa bateria é capaz de armazenar até 90% de sua capacidade total de autonomia, mesmo após 1.000 ciclos de recarga.

O produto pode ser encontrado no Brasil com preço sugerido de R$ 109. Uma dica para os leitores: ao utilizar o cupom de desconto do Walmart no site CupoNation, o preço final do produto será ainda menor. Afinal, todo desconto está valendo, não é mesmo?

 

Facebook vai pagar para usuários que encontrarem falhas no Oculus Rift

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O Facebook tem um programa de recompensas que paga aos usuários que encontram falhas na sua rede social. Agora, eles estão dispostos a pagar aos usuários que encontrarem erros no Oculus Rift.

As quantias que se pode conseguir na atividade são as mesmas oferecidas nos demais produtos, onde o valor mínimo é de US$ 500, podendo alcançar valores muito maiores de acordo com a complexidade da falha encontrada.

Infelizmente, um engenheiro de segurança de produto garante que a maioria dos problemas que poderiam afetar o Oculus Rift não se encontram nos próprios óculos, de modo que terá que se limitar à página do produto ou ao sistema de mensagens que usam os desenvolvedores para se atualizarem sobre o assunto.

Ou esperar que um desses óculos apareçam na porta da sua casa.

Via The Verge

Newdrive lança os novos X5 e X6, carregadores portáteis para dispositivos móveis

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A Newdrive anuncia o lançamento de um novo carregador portátil para dispositivos móveis. Com dois modelos – X5 (5200 mAh) e X6 (10400 mAh) – o Power Bank promete carga extra de bateria para smartphones, tablets ou qualquer outro dispositivo compatível com portas USB.

O acessório vem com uma bateria de lítio com células originais Samsung, e oferece recursos adicionais como uma lanterna LED e leitor para cartões Micro SD. O Backup Portátil possui itens de proteção contra sobrecarga / descarga, curto-circuito, sobretensão e sobrecorrente, prometendo uma maior segurança em diferentes situações de uso.

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Os modelos possuem tamanhos reduzidos e formato prático no transporte. Uma indicador LED mostra o nível de carga da bateria, e um cabo USB acompanha o produto.

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Preços sugeridos:
X5: R$ 155,00
X6: R$ 185,00

Via assessoria de imprensa (Newdrive)

Review | Smart Bracelet Vidonn (pulseira quantificadora)

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Nos últimos 12 meses, o TargetHD decidiu acompanhar uma das tendências de mercado, e passou a publicar notícias sobre os dispositivos wearables, ou gadgets vestíveis. Entendendo que esse segmento é um daqueles que podem se tornar um dos mais populares entre os usuários (mesmo que nesse momento ainda esteja tudo muito “verde” para qualquer tipo de prognóstico aprofundado), por vontade própria – e pelo desejo de começar a utilizar tais produtos -, aumentei a produção de postagens do blog com esse conteúdo.

Um belo dia, um representante do Deal Extreme (sim, aquele famoso site asiático que vende diversos gadgets a preços realmente baixos e com frete grátis para o Brasil) entrou em contato comigo, oferecendo uma parceria de divulgação de conteúdo, onde eles enviam alguns produtos para cá, e eu escrevo sobre esses produtos. Eu aceitei, pois entendi que seria interessante para os leitores conhecerem essas alternativas.

30 dias depois do acordo firmado, o primeiro produto chegou. Entre tantos dispositivos vestíveis, aqueles que visam cuidar de nossa saúde são os mais procurados. Por isso, recebemos a Smart Bracelet Vidonn, que tem como objetivo contar os passos dados, as calorias gastas e a distância percorrida pelo usuário em um determinado período. E esse review tem como objetivo não só apresentar o produto para vocês, mas descobrir se o produto realmente funciona como promete.

 

Características físicas

O produto chegou até aqui em um case de acrílico, que lembra a embalagem de um iPod Touch (bons tempos…), mas sem nenhum item adicional. Apenas o bracelete, e nada mais. Até porque você não precisa mais do que isso para utilizar o produto. Bem, o relógio e um smartphone que sincronize os dados coletados pela pulseira. Mas falarei sobre isso mais adiante.

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O design da pulseira agradou. Apesar de não oferecer linhas uniformes, ela é elegante, passando uma elegância necessária nesse tipo de produto. Além disso, é um produto muito leve e confortável no uso, uma vez que a parte mais “pesada” do dispositivo é o quantificador em si. A pulseira é feita de silicone, ou seja, na maior parte do tempo você nem percebe que está utilizando o dispositivo. E é ótimo que seja assim.

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O bracelete da Vidonn tem como parte mais importante o seu quantificador, que é destacado da pulseira pela parte inferior, preso em dois pinos, como se fossem parte das presilhas da própria pulseira. Aliás, além de manter o dispositivo no seu pulso, a pulseira de silicone também tem como função proteger o conector USB do quantificador.

Esse conector USB tem como objetivo conectar o dispositivo ao seu computador ou porta USB livre, apenas para carregar a bateria interna do quantificador. O dispositivo não possui funções de softwares com os sistemas operacionais para desktops, apesar do dispositivo ser compatível com o Windows. Todo o gerenciamento é feito através do aplicativo que você vai instalar em seu smartphone (iOS ou Android), e não apenas para sincronismo dos dados, mas também para as configurações gerais do quantificador.

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As informações básicas podem ser acessadas por uma pequena tela integrada e monocromática. Nela, o usuário pode acessar o relógio, o número de passos dados e calorias queimadas. Em modo de treinamento cronometrado, é possível verificar o tempo gasto em um percurso, e os metros percorridos durante a atividade. Todos esses itens podem ser acessados através do único botão de comando, que para evitar um acionamento acidental, ele é um pouco mais duro de ser ativado do que o ideal.

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Vale lembrar que, de acordo com os dados fornecidos pelo fabricante, essa pulseira possui especificações de resistência no padrão IP67, ou seja, ela é resistente à poeira e água (atenção: resistente, mas não à prova d’água), e que o seu Bluetooth está no padrão 4.0+edr.

 

Configuração

Como já foi mencionado nesse review, a configuração dessa pulseira inteligente da Vidonn é feita com a ajuda do smartphone, através do aplicativo específico do fabricante. O manual de instruções que acompanha o produto não faz nenhuma referência sobre o nome do mesmo, e a única indicação para busca na Google Play é o nome do fabricante. O próprio quantificador não traz consigo o APK do aplicativo armazenado em sua memória, o que poderia facilitar o processo para os usuários menos experientes.

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Para essa primeira configuração, é necessário fazer com que o aplicativo identifique a sua pulseira em específico. Para isso, você deve não só deixar a sua conexão de internet ativa no smartphone (via WiFi, preferencialmente), mas também a conectividade Bluetooth, pois é ela que vai efetivamente transmitir os dados da pulseira para o seu telefone, e vice-versa. Essa configuração é relativamente simples, apesar de só serem concretizadas depois de você sair completamente do aplicativo no smartphone pela primeira vez.

O dispositivo também permite a configuração de alarmes individuais para diferentes atividades, par aqueles que contam com rotinas alternadas de atividades e horários de despertar diferentes para os dias da semana.

 

O produto, na prática

A Smart Bracelet Vidonn tem como objetivo principal monitorar o ritmo de vida do usuário, verificando se o mesmo é uma pessoa ativa ou muito sedentária, e se possível, mostrando de forma simples onde ele deve se empenhar mais para se tornar mais ativo. Para começar, o aplicativo estabelece um objetivo principal, como por exemplo quantos passos você precisa dar por dia para queimar aproximadamente 900 calorias. Não que você vai mesmo queimar essas calorias, mas na teoria, são necessários 10 mil passos por dia para alcançar essa meta.

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O aplicativo do smartphone mostra gráficos sobre o seu desempenho de passos por dia, por semana e por mês. Ele também é capaz de analisar o seu período de sono, identificando a inatividade do seu corpo enquanto você estiver dormindo, e até verificar se você está com um ciclo de sono adequado para o seu biotipo. Itens como idade, peso e sexo são levados em consideração para que essa análise seja algo eficiente.

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Tudo funciona de forma relativamente simples após as primeiras utilizações. A maioria dos usuários não terá muitas dificuldades na configuração dos itens e identificação dos dados. Talvez a parte mais “complicada” está na primeira sincronização, onde você precisa ter o Bluetooth do smartphone acionado, e a tela da pulseira ligada, para que tudo seja identificado corretamente.

Mas a pergunta mais importante desse post é: essa pulseira quantificadora realmente funciona do jeito que deveria?

A resposta é… bom… mais ou menos.

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A pulseira quantificadora, de forma efetiva, funciona. Ela possui sensores que identificam quando você está parado, andando, correndo e dormindo (que é diferente de estar parado, e eu explico sobre isso daqui a pouco). Nos diferentes testes feitos, a contagem de passos foi alternada (ou não), conforme o corpo se movimenta (ou não). Porém…

Se essa é uma pulseira quantificadora, a melhor forma de você utilizá-la para monitorar todas as suas atividades é usando o produto o tempo todo com você, 24 horas por dia. Nem considero um grande problema o fato de sua bateria contar com uma autonomia de apenas dois dias de uso (levando em conta que estamos falando de um produto “básico”, e não de um grande fabricante), até porque a sua recarga de bateria é bem rápida (duas horas em uma porta USB 2.0).

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O grande problema é que a Smart Bracelet Vidonn não só consegue monitorar os seus passos, mas também qualquer movimento mais brusco que você faz com o braço, e contabiliza esse movimento aleatório… como um passo! Durante os testes, em movimentos cotidianos como o de digitar no computador ou levar o garfo até a boca para comer, se esse movimento for mais amplo ou mais rápido, o sensor “entende” que você deu um passo. E no meu entendimento, não era isso que o dispositivo deveria fazer.

O problema fica mais acentuado quando você utiliza a pulseira no braço que você tem maior atividade diária (para destros ou canhotos). Mesmo assim, quando a pulseira é instalada no seu braço “cego”, a contagem dos movimentos aleatórios como passos persiste, o que torna o cálculo dos passos dados algo impreciso. Não sei se em produtos similares de outros fabricantes essa tendência existe, mas acredito que um produto com suas finalidades deveria ter um comportamento diferente.

Ou todo mundo deveria utilizar essa pulseira no tornozelo, para resultados mais precisos. E, mesmo assim, eles não seriam tão precisos assim.

 

Conclusão

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A Smart Bracelet Vidonn pode até ser um produto interessante para quem quer ter uma pulseira quantificadora e não quer gastar muito. Porém, por conta de sua imprecisão nos resultados de monitoramento, não é um produto para aqueles que precisam levar a sério os resultados, como atletas profissionais e os profissionais de saúde e condicionamento físico.

O produto é válido para atletas amadores, esportistas ocasionais e pessoas que fazem caminhadas todos os dias. Mesmo com resultados que podem não refletir a realidade de suas atividades, é um produto que pode sim incentivar as pessoas a se manterem mais ativas, não apenas pelos objetivos propostos de passos dados por dia (que podem eventualmente virar uma competição com seus amigos nas redes sociais), mas também por ilustrar melhor para o usuário como ele é ativo ou não, e dando uma ideia de como ele pode mudar o seu ritmo de vida.

Na concepção geral do produto, ele está aprovado. No meu entender, ele precisa melhorar em pontos cruciais para ser ainda mais útil. Mas podemos dizer que se você quer um produto que “te dá uma mãozinha” para viver mais e melhor, essa pulseira pode ser uma forma interessante (e até divertida) de começar. De forma descompromissada, é claro.

 

Review em Vídeo

Mais fotos do produto

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Seu vício por gadgets não é bem visto nesse parque nacional

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O parque nacional de New Forest, em Hampshire (Reino Unido) criou a Tech Creche, um serviço que faz com que todos aqueles que visitam o parque deixem os seus gadgets em consignação, de modo que efetivamente entrem e aproveitem as belezas que o local tem a oferecer.

A desconexão chega a tal ponto, que eles até pedem as chaves do carro ao entrar no parque, sugerindo ao visitante que use os ônibus disponíveis para passeio, ou que faça uma caminhada pelo local, ajudando assim a reduzir o impacto ambiental. O objetivo é oferecer a chance de aproveitar a natureza, sem qualquer tipo de distração.

A iniciativa levanta a questão: sabemos realmente nos desconectar da tecnologia? E principalmente: estamos dispostos a fazer isso?

 

Via The Verge

Especial | 19 gadgets que esperamos o lançamento até o final de 2014

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Metade de 2014 já passou, e foi bem interessante no segmento de tecnologia e gadgets. Os smartphones foram de novo os mais destacados no período, mas o segmento de quantificação e wearables também receberam notoriedade.

E nos próximos meses? O que veremos?

Esse post faz uma análise do que podemos esperar. Mais uma vez muitos smartphones, mas também novidades em vários outros segmentos. Muito se espera de uma Apple que pode inovar com um iWatch, mas outros fabricantes (Samsung, LG, HTC, etc) podem reservar surpresas para o natal.

Que comece o exercício de futurologia.

 

iPhone 6

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Dado como (praticamente) certo. O iPhone 6 – ou seja lá como ele se chamar – promete uma mudança fundamental: o aumento do tamanho de tela, com possíveis modelos de 4.7 e 5.5 polegadas. Mas essa não deve ser a única novidade, uma vez que a Apple flerta com as telas de safira (ou baseadas em safira), e melhorias de hardware diversas.

 

Novos iPads

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Também dado como quase certo. O volume das vendas dos iPads nos últimos meses registram clara desaceleração, e a Apple deve apresentar novidades para reaquecer essas vendas. Rumores sobre novos iPads são ainda escassos, mas se fala de novos processadores, assim como câmeras traseiras melhores, e a presença dos sensores TouchID.

Muitos esperam novidades específicas no iOS que afetem o iPad, principalmente o modo de tela dividida, que não aparece nas betas públicas, mas que muitos apontam que pode ser o grande diferencial dos novos modelos. Também saberemos o quão ameaçados estão os modelos iPad Mini pelos phablets Android e até pelo suposto iPhone com tela de 5.5 polegadas.

 

iWatch

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Outro muito esperado. O iWatch parece ser um produto confirmado, e para muitos, poderia ser um campo onde a Apple poderia reinventar o mercado, tal como fez com os iPods no mundo da música. Vários rumores sobre o produto foram ditos nos últimos meses, principalmente no seu destaque para o campo da saúde. O HealthKit do iOS 8 reforça essa aspiração.

 

Apple TV

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A aposta na domótica pode significar a renovação do Apple TV, que provavelmente mudará de formato e especificações em relação ao modelo atual. O futuro produto pode rodar jogos do iOS ou um controle parecido com o do Amazon Fire TV, além de reconhecimento de voz do Siri. Com isso, as chances de uma TV com iOS integrada aparecer no mercado são cada vez menores. Porém, um set-top box inteligente pode abrir as portas para o controle domótico via HomeKit.

 

Samsung Galaxy Note 4

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Praticamente certo. Há quem diga que veremos um Galaxy Note 4 com processador Snapdragon 805 de 64 bits, tela QHD de 5.7 polegadas e sensor de digitais. Quem sabe na IFA 2014 teremos a confirmação de tudo isso.

 

Samsung Galaxy Alpha

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A Samsung pode apresentar um novo top de linha ao seu catálogo de smartphones, indo além do proposto na linha Galaxy. O especulado Galaxy Alpha seria a resposta dos coreanos ao suposto iPhone 6 da Apple. O novo modelo deve contar com o processador Snapdragon 805 de 64 bits, tela QHD e carcaça totalmente metálica, dando o ar premium que o Galaxy S5 merecia (e não tem).

 

(Xiaomi) Mi 4

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Esse é um recém apresentado, mas entra na lista porque queremos ver esse dispositivo ir além das fronteiras asiáticas. A expansão da Mi acontece de forma lenta e gradual.

 

Nexus 6

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Os rumores indicam que a Google pode usar a Motorola para apresentar um phablet com tela de 5.9 polegadas. Esse enorme Nexus pode atrair o interesse de muitos, e pode ser a confirmação definitiva que essa tendência de smartphones com telas grandes veio para ficar (e pode matar de vez os tablets).

 

Nexus 8 (ou 9)

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Por outro lado, um Nexus 8 (ou 9) pode aparecer como renovação dos tablets da Google. De acordo com os últimos rumores, ele viria pelas mãos da HTC, e pode contar com uma tela de 8.9 polegadas. Pouco se sabe sobre esse hipotético dispositivo, mas sabemos que o Android L pode ser uma das bases para esse modelo brigar de frente com o iPad Air.

 

Motorola Moto 360

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Se há um smartwatch que gera expectativas entre os usuários, esse é o Motorola Moto 360. O modelo acertou no design e na adaptação total da plataforma Android Wear. O produto foi visto em ação na Google I/O 2014, mas o seu lançamento oficial e disponibilidade ainda é um segredo de estado (há quem diga que aconteça em setembro). Seu preço já é conhecido: em torno de US$ 249.

 

Motorola Moto X+1

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Também dado como praticamente certo. O Moto X+1 deve atender o segmento top de linha, sendo uma suposta versão vitaminada do Moto X, lançado no ano passado. Podemos ter melhorias em vários aspectos (tela, processador, câmera, etc), e seu lançamento poderia ser iminente. Quem sabe acompanhado do Moto 360.

 

Sony Xperia Z3 (ou Z2 Compact)

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Uma autalização do Xperia Z2 parece ser pouco provável, uma vez que o modelo tem poucos meses de mercado. Mas há quem acredita que os japoneses podem apresentar o sucessor desse smartphone antes do final de 2014. O mais provável é o lançamento do sucessor do Xperia Z1 Compact. O que pode impedir isso é justamente o sucesso de smartphones com telas de grandes dimensões.

 

Oculus Rift

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O Oculus Rift pode finalmente deixar de ser um privilégio para os desenvolvedores, e alcançar o grande público em versão final. Não há dados sobre um lançamento iminente, e talvez o produto precise esperar um pouco mais. Veremos se com a tutela do Facebook o seu desenvolvimento se acelera. Ou se acontece exatamente o contrário: pesquisar mais para oferecer um produto ainda melhor. Mas não em 2014.

 

Microsoft Surface Mini

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O Microsoft Surface Pro 3 surpreendeu pelas especificações, mas o Surface Mini tão especulados não foram apresentados. A Microsoft já confessou que o produto estava quase pronto, mas duvidaram do diferencial do mesmo. Isso não quer dizer que eles desistiram do projeto, e muitos esperam por uma versão final e reduzida do Surface Pro 3, mais em formato tablet do que no modo de computador portátil, mas oferecendo a produtividade que a Microsoft oferece nesses dispositivos.

 

Polaroid Socialmatic

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A Polaroid anunciou no começo do ano seus planos de voltar do passado através de uma câmera com aspirações nas redes sociais atuais. A Polaroid Socialmatic é baseada no Android, e permtiria a impressão de fotos (as fotos que queremos) pela impressora ZINK integrada. Seu sensor de 14 MP quer se adaptar aos novos tempos, onde essas fotos podem ser compartilhadas nas redes sociais e no Instagram. Seu lançamento é esperado para novembro de 2014.

Nokia McLaren (ou o sucessor do Lumia 1020)

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O Nokia McLaren contaria com um sistema de câmeras que permitiria o controle do smartphone por gestos, se diferenciando assim da função ‘Perspective View’ do Amazon Fire Phone. Outros rumores apontam que o dispositivo seria o modelo de referência na convergência entre smartphone e a câmera fotográfica. Seria um excelente sucessor para o Lumia 1020.

 

LG G Flex 2

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Mesmo com o ceticismo em relação às telas curvas, a LG segue apostando nessa característica como diferencial, e deve apresentar o sucessor do LG G Flex. O G Flex 2 foi confirmado oficialmente, e é provável que conte como principal novidade uma resolução de tela muito mais de acordo com a orientação do dispositivo, deixando para trás os 720p da primeira versão.

 

Produtos Android TV

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A versão do Android orientada para as TVs parece estar pronta para conquistar a sala de casa de muita gente, mas precisa de dispositivos. Isso pode mudar nesse segundo semestre: Razer e Asus já confirmaram os seus set-top-boxes com Android TV, enquanto que Sharp e Sony seriam as primeiras a colocar os sistema em suas TVs.

 

Notebooks e Ultrabooks ‘fanless’

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Os novos processadores Intel Broadwell oferecem notável eficiência energética e desempenho. Com ele, teremos em breve ultrabooks com excelentes especificações e autonomia de bateria, com o primeiro conceito apresentado recentemente na Computex, com espessuras de 7.2 mm e um design que dispensa a refrigeração ativa. O primeiro com tais características que pode chegar ao mercado é o ASUS Transformer Book T300 Chi.

 

Muito além de 2014

Algumas dessas (e outras) novidades só devem chegar ao mercado em 2015, principalmente no caso do Oculus Rift. Outro que só deve pintar no ano que vem é o Project Morpheus da Sony, além da massificação das TVs e monitores UHD (não falo do 4K). O ritmo de produção e a redução dos componentes devem fazer com que tais modelos cheguem mais facilmente nas nossas casas.

Provavelmente veremos também novidades nos dispositivos wearables e na Internet das Coisas, mas esperamos também que a Valve cumpra com sua promessa, e as Steam Machines possam ser uma realidade entre as alternativas de games. Que seus problemas no projeto sejam resolvidos para que alguma alternativa real chegue ao mercado em 2015.

O Sony Walkman voltou, como um player multimídia de ponta

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No começo de julho, a Sony comemorou os 35 anos de lançamento do Walkman, um produto icônico que mudou o mundo da música para sempre. O Walkman foi substituído por diferentes alternativas, como o MP3, o iPod e os smartphones, mas a marca Walkman sempre foi uma forte referência do mercado de eletrônicos de consumo.

A Sony sabe disso, e quer recuperar esse nome com o Sony Walkman NWZ-ZX1, um player multimídia que pode ser considerado a antítese do iPod touch. Tudo no dispositivo é orientado para ser um produto Premium, que tem um preço igualmente Premium: US$ 550.

Para começar, o modelo possui um corpo de alumínio (139 gramas totais), que ajuda a reduzir o ruído durante a reprodução. Sua capacidade de armazenamento é de 128 GB, garantindo assim o armazenamento de áudio de elevada qualidade e sem compressão (até 60 álbuns completos “de alta resolução”). Porém, esse armazenamento não pode ser expandido.

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A parte inferior do dispositivo abriga um curioso mecanismo que recebe um cordão para o pescoço, além da porta de recarga de bateria e transferência de dados e um conector de 3.5 mm com uma aparência bem profissional, encapsulado em um cilindro de grande tamanho, que promete reduzir a resistência ao contato. Na lateral do player temos os botões físicos de reprodução, mas o dispositivo pode ser controlado pela tela touch.

Aliás, a tela do novo Sony Walkman possui 4 polegadas de tamanho (854 x 480), e esse é o único ponto em que o lançamento perde para o iPod touch (1136 x 640 pixels).

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O Sony Walkman ZX1 conta com o sistema operacional Android 4.1 Jelly Bean, e não possui tantas personalizações. É possível acessar todas as opções da plataforma (incluindo os serviços da Google), além das próprias melhorias da Sony na parte de reprodução musical, com visualizações e um controle dos equalizadores. O produto é compatível com os principais formatos digitais (ou pelo menos os mais populares).

Não há previsão de lançamento para outros mercados. E com esse preço, entendo que vai ser difícil dele chegar por aqui.

Via WSJ

Especial | Gadgets que apareceram em desenhos animados que se tornaram realidade

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Os criadores de desenhos animados previram o futuro em algumas oportunidades, talvez de forma involuntária em algumas vezes. Fato é que muitos desses desenhos foram o estalo inicial que inventores e gênios trouxessem ao mundo real aqueles gadgets que eram apenas parte de sua imaginação.

Indo de The Simpsons até Dragon Ball Z, veja aqui alguns exemplos de como as séries de animação “anteciparam” o futuro tech.

 

Os Simpsons

Em diversos episódios, Os Simpsons viajaram para o futuro. Porém, o episódio 19 da sexta temporada (Lisa’s Wedding) se destaca dos demais: Lisa procura uma vidente para saber sobre o seu futuro, e vê o desastre que será sua vida.

O episódio foi exibido em 19 de março de 1995, e mostrou como seria o futuro em 2010. Ok, estamos em 2014. Já podemos ver o que Matt Groening vislumbrou.

 

Seria um Toyota Prius o carro que Joe Diamante está dirigindo?

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No episódio, Joe Diamante é um motorista de taxi, e não podemos negar que esse carro é muito parecido como Toyota Prius.

 

Um pedido de casamento via smartwatch

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John Parkfield, noivo de Lisa no episódio, a pede em casamento com a ajuda de um dispositivo que, se não é um smartwatch, é algo muito próximo. Afinal, tem que ser mais que um simples relógio para permitir a comunicação entre duas pessoas e a compreensão de comandos por voz.

 

Este é um Oculus Rift?

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Bart está no bar do Moe jogando um game com outro alguém, e os dois usam óculos de realidade virtual. Podemos considerar essa uma previsão do Oculus Rift ou até dos sensores de movimento (como o Kinect) como elementos novos para a interação com os videogames.

 

Inspetor Bugiganga (Inspector Gadget)

É claro que essa animação tem que estar na lista. Exibida entre 1983 e 1986, a série também antecipou alguns dos gadgets que hoje fazem parte do nosso dia a dia.

 

O smartwatch de Penny (ou Sophie)

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Para quem viu o desenho, sabe que a sobrinha do Inspetor Bugiganga e seu cachorro Sultão eram verdadeiros Geeks. Penny sempre levava consigo um relógio inteligente, que fazia videoconferências com o seu cachorro, entre outras coisas.

 

Siri, Google Now e Cortana

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O computador do Inspetor Bugiganga era capaz de responder todo e qualquer tipo de dúvida. E um gadget com essa tecnologia já existe, através dos assistentes pessoais inteligentes dos smartphones (Siri, Cortana e Google Now).

 

O GPS

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O Inspetor Bugiganga recebia instruções para navegar por rotas, de forma muito parecida como a que o GPS faz hoje. Sophie (no filme) também contava com o mesmo recurso em um livro que ela levava para todos os lados (e, como bônus, podemos dizer que foi uma das primeiras aparições em desenho animado de algo que se aproxime hoje dos tablets ou notebooks híbridos).

 

Os Jetsons

Essa animação da Hanna-Barbera estreou em 1962, e pela primeira vez, apresentava o futuro em um desenho animado. Mais especificamente, o ano 2062. É impossível não extrair preciosas referências dos gadgets que a família Jetson utilizava no seu dia a dia.

 

As telas curvas

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Naquela época, a dupla Hanna-Barbera já pensava nas telas curvas, que hoje são uma realidade (apesar de não serem tão acessíveis hoje; quem sabe em 2062…).

 

As mídias digitais

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George Jetson já lia o seu jornal em algo que eles chamavam de “telejornal”. Hoje, podemos dizer que esse é qualquer meio digital que pode ser acessado através de telas. Não é um gadget, mas sim um conceito que hoje é uma realidade.

 

A teleconferência

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Os Jetsons utilizavam a teleconferência como principal meio de comunicação. Ao longo da série, vemos os diferentes usos do conceito, que é muito similar com aquele que utilizamos hoje em casa ou no escritório.

 

Robôs domésticos

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Rosie! A adorável robô que era responsável pelas tarefas domésticas (e outros aspectos da família). Hoje, ainda não temos um robô desse porte para cuidar das nossas casas, mas temos bons avanços, como o robô Asimo, da Honda, que é capaz de controlar a iluminação da casa, abrir portas e carregar objetos.

 

Por fim… o Google Glass é uma tecnologia Saiyajin?

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O rastreador utilizado por Vegeta em Dragon Ball Z mostrava o poder de luta dos oponentes, fazia a localização de uma pessoa pelo seu Ki e cumpria a função de um comunicador. Não dá pra saber se Sergey Brin se inspirou no desenho para criar o Google Glass. Mas a semelhança do conceito e formato são pontos a se considerar a possibilidade.

 

Especial | Os gadgets mais geniais dos últimos 10 anos

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Ainda que às vezes exista a impressão de que tudo já foi inventado, e que pouco as coisas vão evoluir daqui para frente, a verdade é que hoje em dia podemos encontrar um monte de coisas que há 10 anos elas sequer eram sonhadas. Alguns gadgets são mais do que o fruto da evolução de grandes gadgets de gerações anteriores, mas que mudaram de forma assustados. Desde lâmpadas inteligentes até relógios que nos mostram a previsão do tempo, nos últimos anos, nossa vida se encheu de gadgets fantásticos, e estes são alguns que mais marcaram as nossas vidas.

 

Smartwatches

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Os smartwatches ainda não se consolidaram, mas a verdade é que eles estão levantando muitas expectativas, se posicionando como o gadget estrela dos próximos anos. Hoje, apenas o Pebble tem a honra de poder dizer que deram certo nesse segmento, enquanto que a Google e o Android Wear se preparam para chegar nos próximos meses.

Ainda que Apple e Microsoft não tenham mostrado nada ainda, todos nós sabemos que em seus laboratórios já são testados seus produtos, que não devem demorar muito mais para serem anunciados.

 

Tablets

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O protótipo de tablet moderno é o iPad, apresentado em 2010. Na época, recebeu uma montanha de críticas de parte dos seus usuários e imprensa especializada, por mais parecer um iPod com tela gigante do que um computador simplificado. Mas a realidade é que o tempo terminou dando razão para a visão de Steve Jobs para o produto.

Hoje, os fabricantes apostam muito mais nos tablets do que nos computadores tradicionais, e deixam isso claro com estratégias muito arriscadas, como a que oferece a Intel ao oferecer os seus processadores a preços ridículos, apenas para aumentar a sua cota de mercado.

 

Centrais multimídia

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Muitas coisas mudaram no modo em que consumimos conteúdos. A linha que separava o que vemos e o que escutamos foi eliminada, e na maioria dos casos já nem precisamos adquirir meios físicos para escutar as nossas músicas favoritas, ou ver o filme que todos estão comentando.

Isso é possível graças às centrais multimídia atuais, muitos dos quais funcionam de modo que nos permite visualizar quase que instantaneamente o que queremos. Existem centrais de todos os tipos e orientadas para todos os gostos, desde aquelas pensadas no armazenamento em disco rígidos, até aqueles que são criados pela própria comunidade, como Raspberry Pi + XBMC.

No final das contas, o que mais importa não é o modelo específico, mas sim a diversidade de equipamentos que podemos encontrar, e que praticamente podem atender as necessidades de todos.

 

Lâmpadas inteligentes

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Ainda que o seu uso não está muito difundido hoje, as lâmpadas LED inteligentes são gadgets dos mais úteis. E que esses produtos não só permitem iluminar ou não o ambiente a partir de um smartphone, mas também podem ajudar na redução do consumo energético, ajustando a quantidade de luz emitida para cada cômodo.

Mesmo que com custos elevados no momento, essas lâmpadas LED tendem a durar muito mais que as convencionais, o que as transforma em um investimento que se paga. Além disso, se você gosta de uma diversão, muitas lâmpadas inteligentes contam com opções de sincronização com a música do seu smartphone, podendo ambientar as suas pequenas festas.

 

TVs inteligentes

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Ficou no passado o tempo que nossas TVs exibiam meia dúzia de canais (ou um pouco a mais, quando temos um serviço de TV paga). Agora, podemos acessar praticamente qualquer canal de qualquer parte do planeta, ou ver vídeos em alta definição de nossos televisores inteligentes, e se nada disso te convencer, você ainda pode acessar serviços como Netflix ou YouTube, e escolher entre um catálogo com infinitas opções.

Como se tudo isso fosse pouco, os últimos sistemas de TV inteligente incluem funções avançadas, que permitem utilizar a TV da sala como console de videogames, ou navegador de internet. Hoje, as TVs evoluíram tanto, que se converteram em computadores complexos que, entre outras coisas, nos permite ver a programação da TV.

 

Smartphones

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É o centro de nossas complicadas vidas modernas. O smartphone é tudo o que a tecnologia do futuro sempre prometeu que seria. Desde informar a previsão do tempo, até permitir a comunicação em tempo real com qualquer outra pessoa com um smartphone em praticamente qualquer lugar do planeta. E isso, por um preço muito baixo.

O smartphone moderno conseguiu reunir em um pequeno dispositivo que cabe em nosso bolso funções avançadas, que antes eram complicadas para diversos equipamentos, como TVs, computadores, celulares, rádio, players de MP3 e outros. E isso porque eu só citei alguns deles.

Pelty, alto-falantes sem fio que se alimentam do calor de uma vela

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Alto-falantes sem fio existem aos montes, mas poucos se diferenciam tanto nos fatores inovação e sistema de alimentação. O Pelty quer ser a exceção, e se apresenta com a possibilidade de funcionar com o calor de uma vela acesa.

Usando um fenômeno termoelétrico conhecido como Peltier-Seebeck, o alto-falantes obtém voltagem a partir da diferença de temperatura dos elementos. Com uma vela, é capaz de dar vida a um dispositivo amplificador de som.

O segredo do Pelty está na engenharia de seus componentes

Temos aqui um design minimalista e funcional, criado à mão com cristal e cerâmica italiana. Sem falar no uso da energia limpa, que dispensa recargas ou uma tomada elétrica para o seu uso. O Pelty se comunica com outros dispositivos via conectividade Bluetooth, e outros detalhes técnicos serão revelados mais adiante. Estará disponível em oito cores diferentes.

O Pelty ainda não é um produto final, e está em estágio de crowdfunding. Por enquanto, só conseguiu US$ 9 mil dos US$ 100 mil necessários. Seu preço final será de US$ 300, mas para aqueles que apoiarem a iniciativa agora, ele custará US$ 199.

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Via Pelty (Indiegogo)

Google Cardboard: uma caixa de realidade virtual de papelão para o seu smartphone, que custa apenas US$ 20

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Na Google I/O 2014 de ontem (25), a Google apresentou o Cardboard, que é uma caixa especialmente desenvolvida para, segundo a própria Google, “oferecer a realidade virtual ao seu smartphone”. Como eles consideram o hardware desse tipo de tecnolgoia algo caro demais, eles oferecem uma solução bem mais caseira, e que aproveita o potencial dos smartphones Android.

No caso do Cardboard “oficial”, basta o usuário seguir as instruções de montagem e terá uma espécie de “óculos” onde a tela será o seu smartphone. E se você não tiver a versão “oficial”, sempre é possível construir a sua, com os materiais indicados.

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O produto ainda inclui duas lentes de 40 mm de distância focal e dois ímãs nas laterais, que permite o click, com a ajuda do magnetrômetro do smartphone, detectando assim as mudanças no campo magnético, sabendo assim quando acontece uma interação do usuário com o smartphone.

Completam os materiais necessários alguns itens mais tradicionais, como o velcro para sustentar a tampa frontal, e um elástico para evitar que o conjunto caia. Se você quiser, ainda é possível adicionar uma etiqueta NFC.

Além da maquete em si, a Google criou um VR Toolkit experimental, onde os desenvolvedores podem criar as suas próprias experiências imersivas. Eles até publicaram um aplicativo (para Android) onde é possível ver os primeiros exemplos de interação do Cardboard com o smartphone, como por exemplo o funcionamento com o Google Earth ou o YouTube.

Por fim, temos um capacete de realidade virtual bem básico. Se funciona bem ou não, isso é uma outra história. Procure sua caixa de papelão por aí e faça o teste você mesmo. E boa sorte.

Via Google Cardboard