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Esta é a realidade aumentada que não queremos

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O vídeo ‘Hyper-Reality’ é curto e objetivo: mostra um futuro não muito distante, onde a realidade aumentada faz parte do nosso dia a dia. Porém, no lugar de facilitar a nossa vida, ela faz exatamente o contrário.

Desde o bombardeio constante de conteúdos e publicidade até os ciberataques à nossa conta bancária para roubar nossos dados, todo o vídeo recria com riqueza de detalhes algo que já nos anteciparam séries de TV como Futurama (Fox/Comedy Central), e ainda que pareça exagero, ao mesmo tempo tem um toque de realidade que mostra como isso pode mesmo acontecer dentro de alguns anos.

É evidente que a realidade virtual está na moda, com vários investimentos e iniciativas dos principais fabricantes de tecnologia. Mas a realidade aumentada é algo que também se coloca em evidência, principalmente nos setores da publicidade de produtos e serviços.

De fato, com o desejo desenfreado de se promover um produto ou serviço, combinado com o consumismo do usuário (que não deve diminuir também por conta das tecnologias que estão chegando), podemos ter um futuro onde será simplesmente insuportável sair de casa, mediante tanta informação que será jogada na nossa cara.

Não é um futuro que anima. Sinceramente.

Vídeo a seguir.

A Samsung quer a independência da Qualcomm

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A Samsung quer ir muito além da produção de dispositivos, explorando a sua capacidade de criar novos componentes no lugar de comprar de terceiros. É que eles planejam para as telas AMOLED e também no segmento de chipsets e processadores.

Até agora, a Samsung é dependente da Qualcomm nos chipsets, principalmente nos smartphones top de linha, ou quando precisa lidar com a conectividade LTE. E tal como acontece nas telas, a Samsung considera a possibilidade de desenvolver esses componentes, que podem ajudar a diferenciá-los da concorrência, ser mais rentável e aumentando os lucros vendendo esses chips para outros fabricantes.

Uma coisa é alcançar um desempenho semelhante aos chips Snapdrago. Outra, bem diferente, é produzir em larga escala soluções de hardware, principalmente quando suas fábricas estarão muito ocupadas nos próximos meses, caso se confirme a produção dos próximos chips da Apple.

A mudança de estratégia poderia vir com o Samsung Galaxy S6, que pode vir com o novo chipset Exynos 7420, no lugar do Snapdragon 810, que é amplamente adotado pela concorrência. Ao que tudo indica, o produto da Qualcomm deixou os problemas de produção e superaquecimento para trás, o que pode indicar que a Samsung deva mesmo preferir o seu próprio chip.

Para ter uma ideia do poder de fogo da Qualcomm, 60 smartphones importantes que chegarão ao mercado em 2015 contarão com o Snapdragon 810.

É possível que nos deparemos com mais sinais da natureza rebelde da Samsung, como a incorporação do software da Microsoft nos novos dispositivos Android, ou o desenvolvimento do Tizen para se tornar menos dependente de outras plataformas, principalmente nos modelos de entrada e/ou para mercados emergentes.

Via BusinessKorea

LG G4: a grande incógnita (até agora) é a sua tela

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Com o Samsung Galaxy S6 e o HTC One M9 com presença praticamente confirmada na Mobile World Congress 2015, e a Sony se decidindo se apresenta ou não o Xperia Z4 em Barcelona, a LG é uma das forças que ainda podem animar um bocado o mercado de tops de linha nas próximas semanas, com o já muito esperado LG G4.

O LG G3 já tem nove meses de vida, e foi o primeiro dispositivo de renome a contar com uma tela com resolução 2K, o que teve como dura consequência a penalização da bateria do dispositivo. Em 2015, o LG G4 deve seguir o mesmo caminho de apostar quase todo o seu sucesso na qualidade da tela.

Dificilmente esqueceremos do surpreendente LG G2. Para relembrar esse sucesso no LG G4, é preciso primeiro realizar a otimização das dimensões físicas do aparelho. A LG aumentou a diagonal, mas sem ter que sacrificar as dimensões do dispositivo. Com o LG G3, eles repetiram a estratégia, algo que os primeiros rumores indicavam que não acontecerá no futuro LG G4. Das 5.5 polegadas atuais, o LG G4 pode contar com uma tela de 5.3 polegadas.

Se isso realmente acontecer dessa forma, estaremos mais uma vez diante de um smartphone que pode não ter concorrência na maior resolução de tela nas mesmas ou menores dimensões dos seus rivais. Mas o último rumor é que a tela do LG G4 mudaria muito o seu paradigma, já que a LG estaria disposta a arriscar tudo para obter a tela mais espetacular do mercado, olhando apenas para as especificações técnicas.

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O LG G4 manteria as 5.5 polegadas, com uma resolução de 2880 x 1620 pixels, o que resulta em uma densidade de tela de mais de 600 ppp. Se com o modelo anterior a bateria foi um pequeno pesadelo para a bateria, veremos como esse novo modelo vai se desempenhar nesse aspecto. Fato é que a LG pode ambicionar a liderança do mercado de telas para smartphones, pelo menos nas especificações técnicas.

Essa quantidade imensa de pixels seriam gerenciadas pelo processador Snapdragon 810, o que pode dar pistas sobre um possível adiamento no anúncio do LG G4. A Qualcomm não mudou seus planos, mas as dúvidas sobre o chip ainda pairam. Até 4 GB de RAM, 32 GB de memória interna como base e uma bateria de 3.500 mAh acompanhariam a tela do LG G4. Sobre a sua câmera, seriam 16 megapixels com estabilização ótica no sensor traseiro.

Sobre o seu design, o LG G4 pode contar com um acabamento metálico, deixando para trás as simulações e falsos toques metálicos.

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Em menos de 5 anos, o usuário médio vai precisar de 6 GB de dados móveis

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A Cisco publicou a versão atualizado do seu estudo Visual Networking Index, onde eles analisam a situação das redes móveis, oferecendo dados atualizados e previsões interessantes sobre as tendências dos próximos cinco anos (período 2014-2019).

De acordo com suas estimativas, de 4.3 bilhões de usuários móveis atuais passaremos para 5.2 bilhões em 2019, com 11.5 bilhões de dispositivos conectados, contra ‘apenas’ 4 bilhões em 2014. Todos esses usuários vão aumentar substancialmente o tráfego das redes móveis.

A Cisco estima que dos 30 exabytes consumidos em 2014 passaremos para 292 exabytes em 2019. A maior parte desse aumento provém dos países em desenvolvimento da América do Sul, China e Europa do Leste, muito por conta dos vídeos em streaming.

Felizmente, as velocidades medias de conexão móvel devem subir. Passaremos de 1.7 Mbps da média global atual para 4 Mbps em 2019, número que pode não parecer muito, mas que está lastrada pelo uso massivo do 3G nos novos países, e pelo uso do WiFi como sistema de download das redes das operadoras.

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Importante também será o crescimento do número de dispositivos ‘wearables’ conectados, que passaram dos dois milhões atuais para mais de 42 milhões em cinco anos. As previsões indicam que o número de usuários vai aumentar, assim como o consumo de dados e velocidades, ainda que será necessário um descenso do preço das tarifas móveis, que não estão a altura das necessidades da maioria dos consumidores.

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Mas também deve aumentar a quantidade mensal de dados que as operadoras oferecem. Por exemplo, na Europa, a Cisco estima que um usuário médio vai precisar de aproximadamente 6 GB mensais para satisfazer as suas necessidades básicas.

Via Cisco

eMarketer: Índia será o segundo mercado de mobilidade mais importante do mundo em 2016

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Um novo estudo do eMarketer revela que a Índia vai se transformar no segundo mercado global no segmento de mobilidade em 2016, por conta da quantidade de dispositivos vendidos.

A Índia vai superar inclusive os Estados Unidos, e só será menos relevante que a China nessa magnitude. Segundo o estudo, o país vai superar os 200 milhões de usuários ao longo de 2016, e isso fará com que supere os norte-americanos em um prazo de um ano.

Em 2016, a China vai liderar esse ranking, com 624.7 milhões de smartphones, seguido da já citada Índia (204.1 milhões), Estados Unidos (198.5 milhões), Rússia (65.1 milhões) e Japão (61.2 milhões). As previsões contrastam com o cenário atual, que mostra a China em primeiro (519.7 milhões), seguida dos Estados Unidos (165.3 milhões) e Índia (123.3 milhões).

O número de usuários em todo o planeta vai ultrapassar os 2 bilhões de pessoas em 2016. A previsão para 2015 é que alcancemos os 1.91 bilhões de usuários de smartphones, com um salto de 12% em 2016, estimando assim 2.16 bilhões. Esses números serão consolidados especialmente pelos smartphones de baixo custo, que naturalmente abrem novas oportunidades para o marketing e o comércio.

Via BGR

Assim pode ser o Instagram com o ‘Material Design’ do Android L

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Emmanuel Pacamalan apresenta a sua versão de como pode ficar a interface do Instagram, de acordo com os guias do Material Design, que estará presente no futuro Android L. O vídeo demonstrativo disponível no final do post possui uma interface muito mais dinâmica que a atual, com novos ícones, transições e cores, com um resultado muito bom.

Obviamente, esse é um conceito pessoal, que não está relacionado de forma alguma aos futuros planos do Facebook. Porém, serve para ver o potencial do Material Design, e parte daquilo que os designers podem fazer com o novo Android L, que deve ser apresentado em definitivo nos próximos meses. De fato, será necessário um período de transição, para que os desenvolvedores possam adaptar os seus softwares às novas linhas propostas pela Google.

Mas o futuro parece ser bem promissor nesse aspecto.

 

Via PhoneArena

Especial | 19 gadgets que esperamos o lançamento até o final de 2014

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Metade de 2014 já passou, e foi bem interessante no segmento de tecnologia e gadgets. Os smartphones foram de novo os mais destacados no período, mas o segmento de quantificação e wearables também receberam notoriedade.

E nos próximos meses? O que veremos?

Esse post faz uma análise do que podemos esperar. Mais uma vez muitos smartphones, mas também novidades em vários outros segmentos. Muito se espera de uma Apple que pode inovar com um iWatch, mas outros fabricantes (Samsung, LG, HTC, etc) podem reservar surpresas para o natal.

Que comece o exercício de futurologia.

 

iPhone 6

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Dado como (praticamente) certo. O iPhone 6 – ou seja lá como ele se chamar – promete uma mudança fundamental: o aumento do tamanho de tela, com possíveis modelos de 4.7 e 5.5 polegadas. Mas essa não deve ser a única novidade, uma vez que a Apple flerta com as telas de safira (ou baseadas em safira), e melhorias de hardware diversas.

 

Novos iPads

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Também dado como quase certo. O volume das vendas dos iPads nos últimos meses registram clara desaceleração, e a Apple deve apresentar novidades para reaquecer essas vendas. Rumores sobre novos iPads são ainda escassos, mas se fala de novos processadores, assim como câmeras traseiras melhores, e a presença dos sensores TouchID.

Muitos esperam novidades específicas no iOS que afetem o iPad, principalmente o modo de tela dividida, que não aparece nas betas públicas, mas que muitos apontam que pode ser o grande diferencial dos novos modelos. Também saberemos o quão ameaçados estão os modelos iPad Mini pelos phablets Android e até pelo suposto iPhone com tela de 5.5 polegadas.

 

iWatch

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Outro muito esperado. O iWatch parece ser um produto confirmado, e para muitos, poderia ser um campo onde a Apple poderia reinventar o mercado, tal como fez com os iPods no mundo da música. Vários rumores sobre o produto foram ditos nos últimos meses, principalmente no seu destaque para o campo da saúde. O HealthKit do iOS 8 reforça essa aspiração.

 

Apple TV

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A aposta na domótica pode significar a renovação do Apple TV, que provavelmente mudará de formato e especificações em relação ao modelo atual. O futuro produto pode rodar jogos do iOS ou um controle parecido com o do Amazon Fire TV, além de reconhecimento de voz do Siri. Com isso, as chances de uma TV com iOS integrada aparecer no mercado são cada vez menores. Porém, um set-top box inteligente pode abrir as portas para o controle domótico via HomeKit.

 

Samsung Galaxy Note 4

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Praticamente certo. Há quem diga que veremos um Galaxy Note 4 com processador Snapdragon 805 de 64 bits, tela QHD de 5.7 polegadas e sensor de digitais. Quem sabe na IFA 2014 teremos a confirmação de tudo isso.

 

Samsung Galaxy Alpha

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A Samsung pode apresentar um novo top de linha ao seu catálogo de smartphones, indo além do proposto na linha Galaxy. O especulado Galaxy Alpha seria a resposta dos coreanos ao suposto iPhone 6 da Apple. O novo modelo deve contar com o processador Snapdragon 805 de 64 bits, tela QHD e carcaça totalmente metálica, dando o ar premium que o Galaxy S5 merecia (e não tem).

 

(Xiaomi) Mi 4

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Esse é um recém apresentado, mas entra na lista porque queremos ver esse dispositivo ir além das fronteiras asiáticas. A expansão da Mi acontece de forma lenta e gradual.

 

Nexus 6

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Os rumores indicam que a Google pode usar a Motorola para apresentar um phablet com tela de 5.9 polegadas. Esse enorme Nexus pode atrair o interesse de muitos, e pode ser a confirmação definitiva que essa tendência de smartphones com telas grandes veio para ficar (e pode matar de vez os tablets).

 

Nexus 8 (ou 9)

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Por outro lado, um Nexus 8 (ou 9) pode aparecer como renovação dos tablets da Google. De acordo com os últimos rumores, ele viria pelas mãos da HTC, e pode contar com uma tela de 8.9 polegadas. Pouco se sabe sobre esse hipotético dispositivo, mas sabemos que o Android L pode ser uma das bases para esse modelo brigar de frente com o iPad Air.

 

Motorola Moto 360

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Se há um smartwatch que gera expectativas entre os usuários, esse é o Motorola Moto 360. O modelo acertou no design e na adaptação total da plataforma Android Wear. O produto foi visto em ação na Google I/O 2014, mas o seu lançamento oficial e disponibilidade ainda é um segredo de estado (há quem diga que aconteça em setembro). Seu preço já é conhecido: em torno de US$ 249.

 

Motorola Moto X+1

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Também dado como praticamente certo. O Moto X+1 deve atender o segmento top de linha, sendo uma suposta versão vitaminada do Moto X, lançado no ano passado. Podemos ter melhorias em vários aspectos (tela, processador, câmera, etc), e seu lançamento poderia ser iminente. Quem sabe acompanhado do Moto 360.

 

Sony Xperia Z3 (ou Z2 Compact)

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Uma autalização do Xperia Z2 parece ser pouco provável, uma vez que o modelo tem poucos meses de mercado. Mas há quem acredita que os japoneses podem apresentar o sucessor desse smartphone antes do final de 2014. O mais provável é o lançamento do sucessor do Xperia Z1 Compact. O que pode impedir isso é justamente o sucesso de smartphones com telas de grandes dimensões.

 

Oculus Rift

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O Oculus Rift pode finalmente deixar de ser um privilégio para os desenvolvedores, e alcançar o grande público em versão final. Não há dados sobre um lançamento iminente, e talvez o produto precise esperar um pouco mais. Veremos se com a tutela do Facebook o seu desenvolvimento se acelera. Ou se acontece exatamente o contrário: pesquisar mais para oferecer um produto ainda melhor. Mas não em 2014.

 

Microsoft Surface Mini

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O Microsoft Surface Pro 3 surpreendeu pelas especificações, mas o Surface Mini tão especulados não foram apresentados. A Microsoft já confessou que o produto estava quase pronto, mas duvidaram do diferencial do mesmo. Isso não quer dizer que eles desistiram do projeto, e muitos esperam por uma versão final e reduzida do Surface Pro 3, mais em formato tablet do que no modo de computador portátil, mas oferecendo a produtividade que a Microsoft oferece nesses dispositivos.

 

Polaroid Socialmatic

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A Polaroid anunciou no começo do ano seus planos de voltar do passado através de uma câmera com aspirações nas redes sociais atuais. A Polaroid Socialmatic é baseada no Android, e permtiria a impressão de fotos (as fotos que queremos) pela impressora ZINK integrada. Seu sensor de 14 MP quer se adaptar aos novos tempos, onde essas fotos podem ser compartilhadas nas redes sociais e no Instagram. Seu lançamento é esperado para novembro de 2014.

Nokia McLaren (ou o sucessor do Lumia 1020)

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O Nokia McLaren contaria com um sistema de câmeras que permitiria o controle do smartphone por gestos, se diferenciando assim da função ‘Perspective View’ do Amazon Fire Phone. Outros rumores apontam que o dispositivo seria o modelo de referência na convergência entre smartphone e a câmera fotográfica. Seria um excelente sucessor para o Lumia 1020.

 

LG G Flex 2

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Mesmo com o ceticismo em relação às telas curvas, a LG segue apostando nessa característica como diferencial, e deve apresentar o sucessor do LG G Flex. O G Flex 2 foi confirmado oficialmente, e é provável que conte como principal novidade uma resolução de tela muito mais de acordo com a orientação do dispositivo, deixando para trás os 720p da primeira versão.

 

Produtos Android TV

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A versão do Android orientada para as TVs parece estar pronta para conquistar a sala de casa de muita gente, mas precisa de dispositivos. Isso pode mudar nesse segundo semestre: Razer e Asus já confirmaram os seus set-top-boxes com Android TV, enquanto que Sharp e Sony seriam as primeiras a colocar os sistema em suas TVs.

 

Notebooks e Ultrabooks ‘fanless’

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Os novos processadores Intel Broadwell oferecem notável eficiência energética e desempenho. Com ele, teremos em breve ultrabooks com excelentes especificações e autonomia de bateria, com o primeiro conceito apresentado recentemente na Computex, com espessuras de 7.2 mm e um design que dispensa a refrigeração ativa. O primeiro com tais características que pode chegar ao mercado é o ASUS Transformer Book T300 Chi.

 

Muito além de 2014

Algumas dessas (e outras) novidades só devem chegar ao mercado em 2015, principalmente no caso do Oculus Rift. Outro que só deve pintar no ano que vem é o Project Morpheus da Sony, além da massificação das TVs e monitores UHD (não falo do 4K). O ritmo de produção e a redução dos componentes devem fazer com que tais modelos cheguem mais facilmente nas nossas casas.

Provavelmente veremos também novidades nos dispositivos wearables e na Internet das Coisas, mas esperamos também que a Valve cumpra com sua promessa, e as Steam Machines possam ser uma realidade entre as alternativas de games. Que seus problemas no projeto sejam resolvidos para que alguma alternativa real chegue ao mercado em 2015.

Infográfico: A “Internet das Coisas” já é algo do presente

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Os dispositivos que oferecem conexão com a internet disponíveis no mercado aumentam com uma velocidade considerável. Projetos mais audaciosos envolvem óculos, bicicletas, calçados, pulseiras e até escovas de dente. Empresas como IBM, GE, Cisco, Google e Samsung investem pesado nas iniciativas de pesquisa e desenvolvimento dos dispositivos que fazem parte da chamada Internet das Coisas. Segundo a Gartner, a partir de 2020, serão mais de 26 bilhões de dispositivos além dos tablets e smartphones. O infográfico a seguir mostra como a Internet das Coisas já está mais presente em nosso dia a dia do que imaginamos.

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Via Agência IInterativa

Especial | Gadgets que apareceram em desenhos animados que se tornaram realidade

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Os criadores de desenhos animados previram o futuro em algumas oportunidades, talvez de forma involuntária em algumas vezes. Fato é que muitos desses desenhos foram o estalo inicial que inventores e gênios trouxessem ao mundo real aqueles gadgets que eram apenas parte de sua imaginação.

Indo de The Simpsons até Dragon Ball Z, veja aqui alguns exemplos de como as séries de animação “anteciparam” o futuro tech.

 

Os Simpsons

Em diversos episódios, Os Simpsons viajaram para o futuro. Porém, o episódio 19 da sexta temporada (Lisa’s Wedding) se destaca dos demais: Lisa procura uma vidente para saber sobre o seu futuro, e vê o desastre que será sua vida.

O episódio foi exibido em 19 de março de 1995, e mostrou como seria o futuro em 2010. Ok, estamos em 2014. Já podemos ver o que Matt Groening vislumbrou.

 

Seria um Toyota Prius o carro que Joe Diamante está dirigindo?

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No episódio, Joe Diamante é um motorista de taxi, e não podemos negar que esse carro é muito parecido como Toyota Prius.

 

Um pedido de casamento via smartwatch

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John Parkfield, noivo de Lisa no episódio, a pede em casamento com a ajuda de um dispositivo que, se não é um smartwatch, é algo muito próximo. Afinal, tem que ser mais que um simples relógio para permitir a comunicação entre duas pessoas e a compreensão de comandos por voz.

 

Este é um Oculus Rift?

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Bart está no bar do Moe jogando um game com outro alguém, e os dois usam óculos de realidade virtual. Podemos considerar essa uma previsão do Oculus Rift ou até dos sensores de movimento (como o Kinect) como elementos novos para a interação com os videogames.

 

Inspetor Bugiganga (Inspector Gadget)

É claro que essa animação tem que estar na lista. Exibida entre 1983 e 1986, a série também antecipou alguns dos gadgets que hoje fazem parte do nosso dia a dia.

 

O smartwatch de Penny (ou Sophie)

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Para quem viu o desenho, sabe que a sobrinha do Inspetor Bugiganga e seu cachorro Sultão eram verdadeiros Geeks. Penny sempre levava consigo um relógio inteligente, que fazia videoconferências com o seu cachorro, entre outras coisas.

 

Siri, Google Now e Cortana

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O computador do Inspetor Bugiganga era capaz de responder todo e qualquer tipo de dúvida. E um gadget com essa tecnologia já existe, através dos assistentes pessoais inteligentes dos smartphones (Siri, Cortana e Google Now).

 

O GPS

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O Inspetor Bugiganga recebia instruções para navegar por rotas, de forma muito parecida como a que o GPS faz hoje. Sophie (no filme) também contava com o mesmo recurso em um livro que ela levava para todos os lados (e, como bônus, podemos dizer que foi uma das primeiras aparições em desenho animado de algo que se aproxime hoje dos tablets ou notebooks híbridos).

 

Os Jetsons

Essa animação da Hanna-Barbera estreou em 1962, e pela primeira vez, apresentava o futuro em um desenho animado. Mais especificamente, o ano 2062. É impossível não extrair preciosas referências dos gadgets que a família Jetson utilizava no seu dia a dia.

 

As telas curvas

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Naquela época, a dupla Hanna-Barbera já pensava nas telas curvas, que hoje são uma realidade (apesar de não serem tão acessíveis hoje; quem sabe em 2062…).

 

As mídias digitais

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George Jetson já lia o seu jornal em algo que eles chamavam de “telejornal”. Hoje, podemos dizer que esse é qualquer meio digital que pode ser acessado através de telas. Não é um gadget, mas sim um conceito que hoje é uma realidade.

 

A teleconferência

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Os Jetsons utilizavam a teleconferência como principal meio de comunicação. Ao longo da série, vemos os diferentes usos do conceito, que é muito similar com aquele que utilizamos hoje em casa ou no escritório.

 

Robôs domésticos

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Rosie! A adorável robô que era responsável pelas tarefas domésticas (e outros aspectos da família). Hoje, ainda não temos um robô desse porte para cuidar das nossas casas, mas temos bons avanços, como o robô Asimo, da Honda, que é capaz de controlar a iluminação da casa, abrir portas e carregar objetos.

 

Por fim… o Google Glass é uma tecnologia Saiyajin?

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O rastreador utilizado por Vegeta em Dragon Ball Z mostrava o poder de luta dos oponentes, fazia a localização de uma pessoa pelo seu Ki e cumpria a função de um comunicador. Não dá pra saber se Sergey Brin se inspirou no desenho para criar o Google Glass. Mas a semelhança do conceito e formato são pontos a se considerar a possibilidade.

 

Gartner: em 2015, os tablets vão superar os computadores, e o Android segue crescendo

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Que o mundo mobile devorou o mundo dos computadores, não há mais dúvidas. Todos os últimos relatórios trimestrais mostram isso. Em 2014, 88% das vendas de todos os dispositivos são atribuídas aos smartphones e tablets. Porém, as previsões para o futuro indicam um domínio ainda maior. 

O último relatório da Garnter revela que chegarão ao mercado 2.4 bilhões de dispositivos (entre computadores, notebooks, ultrabooks, tablets e smartphones), onde aproximadamente a metade deles contará com o sistema operacional Android. Em um momento onde temos muitos dispositivos híbridos aparecendo, as previsões desse relatório indicam que as vendas dos tablets vão superar as dos computadores. 

O relatório coloca no mesmo grupo os computadores tradicionais, notebooks, ultrabooks e híbridos. Espera-se que até o final de 2014 cheguem ao mercado 308 milhões de unidades, e em 2015, esse número é estimado em 317 milhões. Quando falamos dos tablets, dos 256 milhões que devem ser vendidos em 2014, esse número deve saltar para 321 milhões em 2015. Por mais que muitos considerem que teremos um “empate técnico” nas vendas, o fato é que a previsão aponta para uma vitória clara dos tablets nas vendas. 

Da mesma forma, podemos dizer que não veremos uma grande queda no mercado de computadores. A Gartner considera que o fim do suporte ao Windows XP e os ciclos de renovação darão uma sobrevida ao mercado (60 milhões de unidades no ambiente profissional). A queda de vendas em 2014 nesse segmento será de 2.9%, bem menos do que os números registrados entre 2012 e 2013 (9.5%). 

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É importante comentar que os estudos da Garnter estão baseadas nas unidades distribuídas em canais oficiais de venda. Ainda que exista uma relação direta com as vendas, já falamos aqui no blog em diversas oportunidades que as duas coisas não necessariamente querem dizer o mesmo. 

 

O Android domina graças ao mercado mobile

Em breve, veremos o Android em outros segmentos, como nas TVs ou carros. Mas por enquanto, se a indústria de computadores está estancada, o segmento mobile continua crescendo, e o Android tem muito a ganhar com isso. 

A Gartner entende que a Google tem como prioridade crescer nos mercados onde eles já são dominantes, e uma prova disso é a iniciativa do Android One. O próximo movimento de crescimento no mercado mobile está no conceito de preços baixos, mas com funcionalidades interessantes. E a Google já sacou essa estratégia a algum tempo. 

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Outra tendência clara é que os smartphones dominam há tempos o mercado que antes estava no controle dos celulares. Em 2014, as vendas totais devem representar 66% do total de telefones móveis vendidos, e em 2018, essa porcentagem será de 88%. 

Nas plataformas, o Android terá um crescimento de 30% em 2014, enquanto que o iOS ficará em 15%, número que pode melhorar com uma proposta de tela mais ampla (esperado para o segundo semestre). Sobre o Windows Phone, a previsão é que ele saia dos 4% previstos para esse ano, saltando (finalmente) para 10% em 2018. 

Via Gartner

IDC faz previsão sobre como será o mercado mobile em 2018

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Os analistas da IDC publicaram um novo estudo que revela  suas estimativas no segmento mobile para os próximos anos. O estudo mostra a evolução desse mercado, prevendo que em 2018 serão vendidos 1.8 bilhão de smartphones, com uma taxa de crescimento anual estimada em 12.3%.

Os próximos anos devem ser promissores. Em 2013, foram vendidos 1 bilhão de dispositivos, e a previsão para 2014 está na casa de 1.2 bilhão, com os mercados emergentes como chaves para um crescimento sustentável.

Essa relevância dos países com economias modestas também é observada na hora de estimar o preço médio do dispositivo. Para esse ano, o valor será de US$ 314 (em 2013, foi de US$ 335), mas a média vai seguir caindo, e a previsão para 2018 é de um valor de US$ 267. A demanda de smartphones para os mercados emergentes se somará à redução dos preços dos componentes dos dispositivos.

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Também é previsto que o Android concentrará uma cota de mercado de 77.6% em 2018, o que significa uma redução sensível desde os 80.2% atuais. O Windows Phone será o responsável, pois segundo o IDC, o sistema da Microsoft contará com 6.4% de cota, contra os 3.5% de hoje. O iOS também sofrerá leve queda, de 14.8% atuais para 13.7% em 2018.

Também está prevista uma queda ainda maior da BlackBeery no futuro, saindo de 0.8% de hoje para 0.3% em 2018 (levando em conta as medidas da empresa para sua renovação), enquanto que as plataformas menores terão uma maior relevância, passando de 0.7% de hoje para 2.1% em 2018.

Será interessante saber quais das plataformas chamadas hoje de “outras” vai receber esse destaque todo nos próximos quatro anos. Aposto no Firefox OS.

Via BGR, IDC

O Tizen pode mesmo ocupar o lugar do Android em outros dispositivos?

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Uma das surpresas que a Samsung estaria preparando para a Mobile World Congress 2014 de Barcelona é a apresentação da segunda versão do Galaxy Gear, o seu relógio inteligente. E um dos principais diferenciais desse novo smartwatch seria a presença do sistema operacional Tizen no lugar do popular Android.

A estratégia da Samsung é bem simples: como a maioria dos consumidores apenas desejam que esses relógios inteligentes funcionem, sem se importar muito com qual sistema vai cuidar do gerenciamento dos seus recursos, os coreanos podem simplesmente adicionar o Tizen para cuidar dos recursos do relógio, fazendo apenas o intercâmbio com os recursos já existentes nos smartphones com Android da empresa.

Além disso, adicionar o Tizen em um smartwatch é uma aposta com risco menor, uma vez que esse segmento de mercado ainda está em expansão, sem ter um líder ou tendência consolidada.

A aposta da Samsung em oferecer o Tizen em outros dispositivos que não sejam smartphones e tablets pode ser interessante. Afinal de contas, não vai ser nesse momento que os coreanos vão apostar em outra proposta para os seus telefones inteligentes, ainda mais com a aproximação com a Google ficando muito clara (no recente acordo de licenças que unem Google e Samsung nesse momento).

Logo, parece que os coreanos seguirão o desenvolvimento do Tizen em outras frentes, ou melhor, em outros segmentos de produto. Como por exemplo, os eletrodomésticos, câmeras fotográficas, eletrônicos de consumo e, obviamente, os wearables. Segmentos onde o Android ainda não está tão presente, ou que não apresenta vantagens tão significativas.

Vale lembrar que a primeira versão do Galaxy Gear conta com uma versão muito personalizada do Android, para se ajustar às necessidades de uma tela com pequenas dimensões. Provavelmente a Samsung não quer criar uma dependência tão forte com um sistema operacional, e ao mesmo tempo, eles precisam vender a ideia do Tizen para o mercado de forma mais enfática.

O evento Unpacked 5, que acontece no dia 24 de fevereiro, pode ser o local que não só vamos conhecer o Samsung Galaxy S5, mas também a segunda versão do relógio. Ou de mais de um relógio, como alguns veículos internacionais apostam que pode acontecer. O que veremos? Um produto para profissionais? Para o público geral? Plástico ou metal? Preços diferentes?

Muitas perguntas.

O Tizen, principalmente apoiado pela Samsung, é uma plataforma aberta que está tentando chamar os desenvolvedores, apelando para a sua flexibilidade para se fazer presente em diferentes dispositivos, com HTML5 como uma das suas principais tecnologias (no caso do relógio, sem aplicativos nativos). E recentemente, eles conseguiram incluir 15 novos sócios na sua empreitada.

Com certeza teremos novidades com o sistema Tizen na Mobile World Congress 2014. Só não era esperado que seriam novidades importantes fora do segmento de smartphones. Seja como for, é necessário dar vida à uma plataforma que está perdendo rapidamente o interesse por parte das operadoras de telefonia, dos fabricantes, dos blogs de tecnologia e dos consumidores.

Por que 2014 será um dos melhores anos para a evolução da Internet das Coisas?

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Desde que eu descobri a Internet, eu sempre fui fascinada por ela. Em 1996, quando fiz a minha primeira conexão (residencial, via The Microsoft Network… e minha mãe até hoje não sabe que fui eu que fiz tais ligações para a Espanha…), eu nem sabia mandar um e-mail. E foi fantástico compreender a sua estrutura (nome@email.com).

Com o passar do tempo, fui me familiarizando com a tecnologia, e tudo que estava relacionado com ela. Hoje, depois de usá-la por quase 20 anos, dependo dela para ganhar o meu rico dinheirinho, e entendo que é uma das melhores coisas que existem nesse planeta (exceto pelos trolls que nasceram por conta dela). Com ela, é possível fazer de (quase) tudo, e em qualquer lugar.

Agora, com a chegada da Internet das Coisas, o meu interesse aumenta ainda mais. Ter eletrodomésticos e dispositivos de todas as espécies conectados à internet pode facilitar e muito as nossas vidas, tanto no gerenciamento desses eletrodomésticos, mas principalmente, na praticidade das possibilidades de uso que o conceito oferece.

Começando bem o ano para a Internet das Coisas

Durante a CES 2014, muitos dispositivos que se alinham ao conceito da Internet das Coisas apareceram. Os mais interessantes foram os “wearables”, ou seja, relógios, colares, anéis, óculos… e até roupas! Todos eles com a promessa de ficarem conectados o tempo todo, dispensando a necessidade de retirar o smartphone do bolso.

Iniciativas como o LG Homechat ou o Samsung Smart Home fazem com que todos os eletrodomésticos da casa fiquem conectados à web, permitindo o gerenciamento via smartphone ou tablet, dentro e fora de casa. Isso, para mim, é algo simplesmente sensacional.

“Vem ni mim”, crowdfunding!

2013 foi um grande ano para as plataformas de crowdfunding, como Kickstarter e Indiegogo. Mais e mais pessoas descobriram o quanto o quão genial é ter uma ideia e apresentá-la ao mundo, sem depender da sorte de conseguir um padrinho que a financie. Ou ainda melhor: que uma ideia que parece ser muito boa é ajudada por toda uma comunidade, para que se torne realidade.

Em 2013, novos gadgets apareceram via crowdfunding, e por conta disso, mais de US$ 5.1 bilhões foram movimentados nessas plataformas. E as previsões mais otimistas apostam que essa quantidade de dinheiro vai dobrar em 2014.

O crowdfunding é uma das melhores ideias que apareceram na internet. É aberta para financiar projetos de todo o tipo, e novos dispositivos que realmente valem a pena chegam ao mercado. Muitos deles entram no perfil da tal Internet das Coisas.

Um 2014 mais conectado do que nunca

De acordo com a Cisco, entre 2003 e 2010, haviam mais pessoas do que coisas conectadas no mundo, e entre 2014 e 2015, teremos aproximadamente 25 bilhões de dispositivos conectados no planeta. A partir desse ano, viveremos a era onde as coisas conectadas na internet estarão em maior número que os habitantes do planeta Terra (que, em 2011, eram 7 bilhões de pessoas).

Logo, vamos presenciar esse ano uma grande mudança para a Internet das Coisas, pois cada pessoa vai ter vários dispositivos que se conectam à web para tornar a vida mais simples. Isso é algo que se nota especialmente nos anúncios de novos gadgets, uma vez que todos eles podem utilizar a internet ou o smartphone como “ponte”.

Outra coisa interessante é que já começam a se repetir os designs e projetos que fazem quase o mesmo. Esta será uma das tendências de 2014, até chegar o momento onde esses dispositivos serão ainda mais baratos. Afinal de contas, muitos consideram hoje normal e acessível os mercados de tablets e smartphones, e quando eles chegaram, eles eram relativamente caros.

Em um futuro próximo, o número de dispositivos conectados serão tantos e em tantos modelos, que será impossível conhecê-los todos de memória. Mas quando isso acontecer, você sempre poderá recorrer à uma ajuda na internet.

Steve Wozniak acredita que a Apple deveria lançar um smartphone Android (???)

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Steve Wozniak é uma das lendas vivas da tecnologia, e apesar de ter abandonado a Apple há quase três décadas, segue sendo uma das vozes mais respeitadas quando o assunto é a empresa que ele ajudou a criar. Em uma recente declaração para a Wired, Woz compartilhou mais uma de suas ideias consideradas singulares: a Apple deveria criar um smartphone com o sistema Android.

A ideia provavelmente soa como um delírio de drogado para muitos Apple fanboys, mas vinda de Wozniak (que é o criador do primeiro Mac), ela se aproxima muito de uma possibilidade tangível (na opinião dele, é claro):

Não há nada que mantenha a Apple fora do mercado Android como um mercado secundário. Poderiam competir muito bem. As pessoas são encantadas com a aparência, estilo e fabricação dos nossos produtos, em comparação com outras ofertas no Android. Poderíamos apostar nas duas frentes ao mesmo tempo.

Fato é que: esse smartphone da Apple baseado no Android não é algo impossível. A licença utilizada pelo sistema operacional permite que qualquer fabricante (qualquer um mesmo, inclusive a Apple) o adote e faça os seus próprios desenvolvimentos e adaptações. Foi o que fez a Amazon com os seus tablets, adotando uma interface totalmente customizada. E a Apple poderia fazer o mesmo.

Wozniak inclusive aposta que essa possibilidade não é apenas uma ideia da sua mente. A inovação não é algo que ficou de lado na Apple, afirmou Woz, o que parece alimentar outros rumores recentes, como a TV ou o relógio inteligente da empresa.

Os grandes produtos chegam a partir de desenvolvimentos feitos em segredo. Colocamos pequenas equipes com pessoas com mentes brilhantes, e que não se incomodam que outras pessoas opinem sobre o que eles estão fazendo durante o seu desenvolvimento. As novas categorias de produtos não acontecem de forma corriqueira. Podemos dizer que aparecem uma vez a cada década.

De qualquer forma, são declarações singulares, de um homem singular.

E você? Acredita que teremos no futuro um smartphone Apple com o sistema Android? Mais: você compraria?

Via Wired

Ninguém está vendo? A grande ameaça é o Windows Phone…

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Eu sei que eu fui um daqueles que estavam um pouco céticos sobre isso, e essa frase soa mais como brincadeira do que uma profecia mais séria. Porém, o fato é que o mundo da telefonia móvel é muito mais dinâmico do que você pode imaginar. E é ótimo escrever sobre esse mundo, pois ele não é monótono. Mais: em muitos casos, ele é imprevisível.

Hoje, se alguém fala que vai comprar um smartphone, não dá mais para dizer que só podemos recomendar um Android ou um iPhone. A dualidade que havia se consolidada em uma batalha que começou em 2008, com um Android dominando o mercado mobile atual de forma voraz, e um iOS que mantém respeitáveis dois dígitos de mercado tem um terceiro personagem. Tímido, discreto, mas ameaçador: o Windows Phone.

A grande massa de usuários pode ter se acostumado com a luta dos dois gigantes (de Mountain View e de Cupertino), e se dividem em dois grandes grupos de pessoas doentes entusiastas: os Apple Fanboys ou os Google Fandroids. Temos que levar em conta que, quando um membro desses dois grupos defende de forma apaixonada uma das plataformas ao mesmo tempo que ridiculariza a outra, as duas marcas dão as mãos: tudo o que elas mais querem são nichos de mercado bem definidos e diferenciados, para continuar a explorar esses nichos de forma competente.

Análises trimestrais da IDC ou da Gartner mostram que o mercado convive bem com isso há muito tempo. Porém, já vemos o terceiro concorrente se aproveitando das reclamações dos dois grupos para avançar posições, de forma lenta, porém, precisa. E, convenhamos: não estamos falando de um intruso qualquer. É ninguém menos que a Microsoft.

A gigante de Redmond chegou um pouco tarde nessa festa, e no meio desse tumulto todo, priorizou o desenvolvimento de sua plataforma, ficando um pouco de lado da briga direta de vendas. Apostaram na única vantagem comparativa que um sistema recém chegado ao mercado oferece (o Windows Mobile não conta – o mundo quer esquecer que aquilo existiu): aprender com os erros dos seus rivais, e tentar melhorar o produto que está oferecendo.

Ok, você quer que eu lembre da BlackBerry. Pois não.

A BlackBerry apostou na defesa de posições: a empresa canadense era forte nesse mercado, mas por não ter atualizado o seu sistema operacional a tempo, se encontrou completamente indefesa nessa guerra. Era como enfrentar metralhadoras e canhões com estilingues. Resultado: está semi-morta. E, me desculpem os seus defensores, mas o aporte de US$ 1 bilhão é a melhora da morte. Veremos se em novembro de 2014 estaremos falando da BlackBerry.

O Windows Phone evitou inicialmente o confronto direto, e dedicou um grande tempo no desenvolvimento na sua plataforma. E, ao que tudo indica, esse tempo investido está se revertendo em resultados mais sólidos a longo prazo.

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E a Microsoft levou um bocado de tempo para alcançar o seu primeiro objetivo: oferecer um produto de qualidade, que é apreciado pelo usuário. Hoje, o Windows Phone conta com um dos índices de satisfação mais elevados entre os usuários de dispositivos móveis, e dizer isso deixou de ser uma piada quando em abril de 2013 a plataforma se transformou na mais valorizada entre os norte-americanos. Sim, o desacreditado que entrou por último no bar começou a pegar as gatinhas que estavam dando sopa (e que pertenciam aos outros caras, que chegaram antes no mesmo bar).

Os usuários que testaram o Windows Phone estavam encantados, o que é algo sempre melhor do que estar contente com alguma coisa. Sim, eu sei, são poucos usuários. Mas esses poucos estão muito felizes, e não estão dispostos a abandonar essa felicidade.

Porém, a Microsoft não diminuiu o ritmo de avanço, e tomou medidas para garantir que no seu ecossistema não faltará um só aplicativo de primeiro nível, algo que poderia fazer com que os usuários cogitassem outras plataformas. O Instagram foi uma das conquistas mais complexas, mas deu uma boa mostra do desejo da marca em oferecer ao usuário mais argumentos para que ele fique no Windows Phone por vontade própria.

Porém, nessa estratégia expansiva, uma plataforma não é nada se não tiver um hardware sólido. É fato que os fabricantes de smartphones fizeram notáveis esforços para somar esses dois mundos, mas tal e qual como reconheceu de forma acertada a Microsoft, a experiência excelente se obtém quando hardware e software andam juntos na mesma estrada. É sempre bom lembrar que a Microsoft aprendeu essa lição que foi dada de forma bem clara e evidente pela Apple.

Por isso, o romance Nokia/Microsoft começou de forma apaixonada, e pouco tempo depois, a gigante de Espoo se transformou na empresa eleita da gigante de Redmond para unificar esses dois mundos. E começou isso através da linha Lumia, onde a cada lançamento, a Nokiasoft apresentava mais argumentos positivos para que os usuários encantados apostassem na plataforma (na típica estratégia de retenção), oferecendo novas experiências, através da inovação.

O resultado de tudo isso? Pois não.

O Windows Phone cresceu nada menos que 123% no último trimestre (terceiro trimestre de 2013). O sistema registra meses consecutivos de aumento na base de usuários, e a Nokia pela primeira vez registra lucros trimestrais, depois de anos de prejuízos. Um dos motivos para tudo isso acontecer está nas inovações que a Nokia promove em seus dispositivos, e um usuário que já está de saco cheio desse duopólio Android + iPhone pode ficar cada vez mais tentado em se aventurar em novas águas, e deixar que os fanboys desses dois grupos se estapeiem e se xinguem de forma tola.

É óbvio que o Windwos Phone está BEM LONGE de ser um perigo real e imediato para as duas plataformas gigantes do mercado mobile. Mas, se eu tivesse que apostar o meu dinheiro no futuro (e, se eu fizesse isso, seria em um “online casino“), eu diria que, a partir de agora, Google e Apple precisam ver o Windows Phone (e a Microsoft) como uma ameaça desde já. Até mesmo para não repetir os erros do passado da Nokia e da BlackBerry.

Com informações do WMPoweruserComputerWorld

O que podemos esperar da Apple no evento de amanhã (22 de outubro)

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Como você bem já sabe (não é possível que você não saiba a essa altura do campeonato), a Apple convidou a imprensa especializada nos Estados Unidos para um evento que vai acontecer amanhã, 22 de outubro, no Yerba Buena Center, em San Francisco, California. Nesse evento, eles devem apresentar uma série de novidades que devem chegar ao mercado internacional até o final de 2013 (ou naqueles mercados que a Apple considera importante – e nessa lista, o Brasil não está presente), além de algumas possíveis surpresas que Tim Cook deve ter guardado na manga.

Tudo indica que o evento de amanhã será o último evento da Apple no ano, mas apesar da empresa não deixar muito claro os seus reais motivos, o que fica implícito é que serão alguns lançamentos. Ou muitos, já que a frase que reforça o convite é “we still have a lot to cover”.

Sabendo que essa é a sua última oportunidade para mostrar novos produtos (mesmo apenas um mês depois de lançarem os novos iPhones), a Apple fatalmente deve apresentar os novos iPads, novos Macs e o preço e data de lançamento do OS X Mavericks. Mas… será que é só isso? Nesse post, faremos uma revisão sobre o que pode ser apresentado amanhã no evento. Se nada disso acontecer, a culpa não é nossa se eles mudam de planos do nada.

Logo, vamos revisar tudo o que pode ser anunciado amanhã pela Apple.

(Com certeza) Novos iPads (iPad 5 e iPad mini 2)

Os principais destaques do evento de amanhã podem ser os novos iPads. A quinta geração do iPad deve ser um produto completamente redesenhado, e a segunda versão do iPad mini deve receber melhorias de especificações, para um melhor desempenho.

As fones de tecnologia que especularam sobre o assunto nos últimos meses (e que anteciparam os novos iPhones antes dos mesmos serem anunciados pela Apple) indicam que o novo iPad 5 terá uma aparência externa muito mais próxima ao do iPad mini, com laterais mais finas. Já o iPad mini incluiria a esperada tela Retina. Nos dois casos, também é esperado que a Apple inclua o novo processador A7 e o identificador biométrico Touch ID.

Em junho de 2014, a Apple mostrou a sua nova versão do sistema operacional para desktops e notebooks, o OS X Mavericks, e prometeu o seu lançamento para o final de 2013. Logo, está quase confirmado que este evento também servirá para apresentar mais novidades e recursos ainda não anunciados, além da sua data exata de lançamento e o seu preço. Muito provavelmente ele deve estar disponível no mesmo dia do evento, ou poucos dias depois.

(Provavelmente) Novos Macs

Na parte de computadores, além do OS X Mavericks, a Apple deve revelar mais detalhes sobre o novo Mac Pro, que foi apresentado na WWDC 2013. O produto recebeu uma radical reformulação de hardware, recebendo não só novas e turbinadas especificações técnicas, mas também apresentando modificações importantes na sua estética.

O novo MacPro é agora um cilindro tecnológico, com a parte central aberta. As novas características do produto incluem um processador mais rápido, memórias Flash com maior velocidade, além das conectividades Thunderbolt 2, HDMI e USB 3.0.

A Apple deve finalmente contar ao mundo quanto vai custar para nós ter um produto como esse em casa.

Por outro lado, o MacBook Pro pode apresentar diferenças em seus dois modelos: dos modelos com tela Retina é esperado pelo menos uma atualização para os processadores mais recentes da Intel (da linha Haswell), o que deve se converter em um maior desempenho para o produto. Por outro lado, os modelos cuja tela não possui retina não são atualizados desde junho, e a tela com especificações melhoradas pode ser uma das novidades desses modelos.

O Mac Mini é outro produto que não é atualizado desde outubro de 2012, e pode receber uma nova versão. Alguns rumores apontam para alguma menção da porta Thunderbolt 2, uma vez que a primeira versão do Thunderbolt foi lançada no final de 2011.

Uma Nova Apple TV (talvez)

Alguns veículos de imprensa (inclusive nós aqui no TargetHD) chegaram a publicar um vazamento da versão alemã do site da Amazon, que apontava para uma nova versão da Apple TV. Alguns rumores foram ditos sobre isso nos últimos meses, mas não com tanta ênfase como acontece hoje com os novos iPads. O que fez reacender a fogueira de especulações sobre esse tema foi justamente esse vazamento. Logo, não será surpresa se o produto aparecer no evento, atualizado e repaginado.

Novos iPods (pouco provável)

Como a Apple não falou sobre novos iPods no evento de lançamento dos novos iPhones (e eles mesmos afirmam que estão com um monte de coisas para contar”, existem os mais otimistas que estão na esperança que a empresa de Cupertino apresente novas versões do seu player musical. Particularmente, acho pouco provável de acontecer, mas não completamente impossível. A Apple não decretou oficialmente o fim da produção dos seus players musicais. Logo, enquanto há vida, há esperança.

Por outro lado, as vendas dos iPdos caem de forma vertiginosa a cada trimestre. Com os usuários buscando outras soluções para ouvirem as suas músicas preferidas (e em muitos cassos, aproveitando da portabilidade), não será surpresa se esse segmento chegar ao fim em um futuro próximo.

Apple HDTV e iWatch (quase certeza que não)

Essas são duas novidades muito esperadas e especuladas pelos analistas e especialistas em tecnologia, e são produtos considerados como certos entre as futuras iniciativas de inclusão de mercado da Apple. Porém, nada aponta para um lançamento de qualquer um deles para o final de 2013. Talvez o iWatch contasse com mais chances de ser apresentado (e, se for anunciado amanhã, será uma imensa surpresa para todos. Talvez fosse até positivo o lançamento do relógio inteligente da Apple agora, mas por outro lado, pode não ser algo estrategicamente sábio. O melhor mesmo é deixar para o começo de 2014.

O mesmo acontece para a suposta Apple HDTV. É fato que é a intensão de Tim Cook e sua turma é adentrar de forma séria nesse terreno, mas acredito que o produto ainda está em estágio de desenvolvimento, e espera um momento mais adequado para ser anunciado. Logo, não é possível sequer imaginar que será anunciado amanhã. Se for, é mais uma surpresa daquelas. Mas não vamos reclamar por conta disso. Muito pelo contrário.

Larry Ellison, da Oracle, prevê um novo declínio da Apple na “era pós-Steve Jobs”

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Oracle CEO Larry Ellison Oracle OpenWorld 2011 Keynote

O excêntrico multimilionário e fundador da Oracle, Larry Ellison, deu uma recente entrevista para o canal de TV norte-americano CBS, e deixou bem claro para o jornalista Charlie Rose que a Apple pós-Steve Jobs “está fadada ao fracasso”. Palavras dele, que era alguém próximo à Jobs, e que avalia toda a performance de Tim Cook como CEO da gigante de Cupertino.

Poucos executivos do mundo da tecnologia viveram de forma tão próxima esse segmento como Ellison. Seus argumentos então se reforçam justamente com a tal relação estreita que ele mantinha com o falecido CEO da Apple. “Jobs era brilhante, um visionário, o nosso (Thomas) Edison, o Picasso da tecnologia. Era um inventor incrível”, afirma Ellison na entrevista.

O executivo da Oracle faz referências às etapas onde as ações da Apple sofreram as suas maiores flutuações, e que curiosamente estão relacionadas ao fato de Jobs sair ou voltar para a empresa: “Vimos a Apple com Steve”, e Ellison ergue a mão, “e vimos a Apple sem Steve”, abaixando a mão. “Voltamos a ver a Apple com Steve”, levantando a mão de novo, “e agora, veremos a Apple sem Steve”, encerrando o seu discurso. De novo, com a mão abaixada.

As previsões de Ellison podem ser duras, mas um tanto quanto fundamentadas. Durante o período que Jobs não esteve na Apple, a empresa quase acabou, e só foi salva quando Jobs voltou, tomando a decisão mais drástica (e uma das mais memoráveis) possível para salvar a empresa: pedir ajuda ao “inimigo” Bill Gates, que injetou uma grande quantia de dinheiro para ter alguns softwares da Microsoft na plataforma da Apple.

Agora, o temor se faz presente novamente, a ponto da própria mesa diretiva da Apple “pressionar” Tim Cook, com o objetivo de acelerar o processo de inovação dos futuros lançamentos da empresa.

Em setembro, a Apple deve apresentar novos produtos. Será que veremos algo novo já no mês que vem?

 

Via Gadgetos

Será mesmo possível o Xbox One vender até três vezes mais que o PlayStation 4?

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Antes de qualquer coisa, quero deixar bem claro para os leitores com mente mais fraca (denominados fanboys): esse é um texto muito mais informativo do que opinativo. Vou dar minha opinião em algum momento nesse texto? Sim. E daí? Mais importante do que rogar praga em mim é xingar os analistas que fizeram as declarações que você vai ler nesse post. Além disso, vê se perde o seu tempo lendo esse post antes de formular uma opinião. De gente preguiçosa, que julga texto por um título ou foto, eu estou de saco cheio.

Estamos conversados? Ótimo!

Um posto publicado pelo site Game Industry está dando o que falar. Segundo analistas de mercado (veja bem, seu mentecapto: não sou eu, são os “analistas”), as vendas do Xbox One, que chegará ao mercado no final do ano, podem superar em até três vezes as vendas inicias da nova geração de console da Sony, o PlayStation 4. As últimas mudanças na política de uso do novo console da Microsoft devolveriam (na teoria) as vantagens do XOne em relação ao PS4.

Por partes. Lá fora (no Brasil o cenário é um pouco diferente), a popularidade do Xbox One foi recuperada, depois de tantas trapalhadas anunciadas pelos executivos da Microsoft durante a E3 2013. Na ocasião do evento de games norte-americano, o PlayStation 4 soube capitalizar muito bem em cima das restrições anunciadas pela Microsoft. Porém, com as modificações realizadas na política do Xbox One, já vemos os resultados práticos no movimento de pré-venda, uma vez que em muitos mercados importantes, o XOne está simplesmente esgotado.

Ainda que se espere que oferta inicial seja menor que a procura nos dois consoles no ato do seu lançamento, as principais redes varejistas estão certas que o Xbox One sairá como vencedor nas vendas inicias. A própria Microsoft confirma que, nesse momento, o volume de pré-vendas do novo console é superior ao do Xbox 360. OU seja, sem chegar ao mercado, o Xbox One já é o console mais vendido do planeta. Mas isso, na teoria.

Aí você me pergunta: “mas o PlayStation 4 custa US$ 100 a menos, e US$ 100 são US$ 100…”. Eu sei. Vamos falar disso agora.

A diferença de US$ 100 entre os dois dispositivos parece não fazer muita diferença para os consumidores em geral (de novo: baseado no desempenho de vendas lá fora; no Brasil, isso pode ser bem diferente, uma vez que o perfil de consumo e o cenário econômico do país possui as suas peculiaridades). A grande maioria dos compradores do Xbox One começaram a compreender a importância de ter um dispositivo como o Kinect em casa, que é o que justifica (em partes) a diferença de US$ 100.

Por enquanto, tudo indica que a Microsoft conseguiu se salvar do desastre, realizando as mudanças nas suas políticas de internet ou de jogos usados. Caso contrário, esse post não teria motivos para ser escrito.

Também devemos considerar a possibilidade da Microsoft reduzir o preço do Xbox One para se aproximar do valor do PlayStation 4, através de promoções e packs econômicos, algo que já acontece com o Xbox 360, ofertando controles de forma gratuita no pacote de venda, cartões de descontos na Xbox Live Gold ou jogos de graça.

Minha opinião sobre tudo isso?

Analistas podem errar. Isso é fato. Já erraram antes. Mas… até o presente momento… você já conseguiu fazer a compra antecipada do PlayStation 4? Sabe qual é o preço oficial do console da Sony no Brasil? Pois é: nesse período que você está pesquisando no Google as respostas dessas perguntas, a Microsoft está capitalizando na pré-venda do Xbox One, e essa já é uma vantagem nas vendas.

É evidente que no Brasil o cenário pode ser outro. Os US$ 100 a menos podem se refletir diretamente no valor do PlayStation 4, e isso pode fazer com que o console da Sony seja o dominante. E, pelo o que observei nas redes sociais, nem mesmo todas as mudanças feitas pela Microsoft nas políticas do Xbox One convenceram os gamers brasileiros que eu sigo no Facebook e no Twitter que a proposta da Microsoft é mais interessante. Principalmente se levarmos em conta as restrições técnicas que ainda estarão presentes no XOne (principalmente a compatibilidade com os serviços de TV por assinatura).

Mas as palavras dos analistas são apenas exercícios de futurologia, por enquanto. Tudo isso pode mudar a longo prazo. Chama a atenção a própria Microsoft afirmar que o Xbox One vende hoje mais que o Xbox 360, sem o console sequer chegar ao mercado. Mas vamos esperar para ver. Só o tempo vai dizer qual plataforma será a dominante. A única coisa que sabemos é que o Xbox One largou na frente (é o que diz as evidências).

Com informações do site Game Industry

Bill Gates de volta ao posto de CEO da Microsoft?

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Na verdade, esse não é um rumor “novo”. A possibilidade da volta de Bill Gates ao posto de CEO da Microsoft paira no ar desde que o próprio deixou as suas atividades de conselheiro na gigante de Redmond, para se dedicar completamente às suas causas filantrópicas. Porém, os rumores voltaram a tomar força quando o site australiano IBTimes garantiu que a volta de Galtes para a Microsoft como CEO poderia acontecer nos próximos meses, em uma nova reestruturação interna da empresa.

Obviamente, a Microsoft não confirma o assunto, e Bill Gates nunca deixou transparecer que essa ideia passava pela sua cabeça. E nem iria. Mas, de fato, ele mesmo dava sinais claros que o seu ciclo na Microsoft já tinha se encerrado. Mas quem está próximo à gigante de Redmond sabe que não é bem assim.

Em uma de suas intervenções mais recentes na Microsoft Research Faculty Summit 2013, Gates deixou claro que toda a sua vida atual está dedicada a resolver os problemas dos menos favorecidos, e que não tem a menor intensão de deixar de aproveitar nenhuma porcentagem de tempo que utiliza na fundação que conduz com sua esposa, Melinda Gates.

Palavras firmes, de um homem decidido, certo?

Porém, muitas pessoas que eu conheço criticam a pessoa de Steve Ballmer como CEO da Microsoft, e diversos especialistas em tecnologia afirmam que o cara do “developers, developers, developers” nada mais é do que “o nada” dentro da empresa.

Particularmente, discordo e muito dessa forma de ver o mundo (e Ballmer, especificamente). Temos que lembrar que foi nas mãos de Ballmer que o Windows AINDA é o sistema operacional mais utilizado nos computadores pessoais do planeta, que foi Ballmer que estava à frente da Microsoft no momento de ascensão do Xbox 360, no nascimento do Kinect, e que de certa forma, é ele que está bancando a briga ao lado da Nokia para ocupar algum espaço no mundo mobile.

Ballmer é hoje o símbolo máximo da tentativa da Microsoft se renovar ou se reinventar, buscando se aproximar do consumidor.

Por outro lado, é inegável que apenas pelo carisma que Bill Gates tem aos olhos de muitos, a sua volta à Microsoft como CEO seria uma grande alegria para milhões de consumidores, milhares de funcionários, empresas parceiras da gigante de Redmond em diferentes segmentos de tecnologia, muitos blogueiros e jornalistas de tecnologia (eu inclusive), que passariam a ter assunto de balde, e até mesmo os investidores da empresa se animariam muito com esse retorno.

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Uma coisa é fato consumado: a Microsoft se reinventou por completo nos últimos anos. Produtos, estrutura interna e até mesmo a sua forma de trabalhar mudou. A intensão clara da gigante de Redmond é ser uma empresa mais aberta, próxima das pessoas, adaptada aos tempos modernos. Enfim, uma empresa mais “cool”.

Vendo esse cenário, não faz muito sentido que Bill Gates, que apesar ser mais carismático que Ballmer, não possui essa aura de renovação, possa nesse momento tomar as rédeas da Microsoft novamente. Ainda mais quando a empresa está tentando olhar para o futuro, e não para o passado.

Não resta dúvidas que a Microsoft não é a mesma sem Bill Gates, ainda que Ballmer tenha um cargo quase que meramente representativo (já que muitos acreditam que é Gates quem segue dando as canetadas nos bastidores, algo que é bem plausível). Para muitos, seria o máximo ver mais uma vez Gates em um keynote de um lançamento importante, mas essa é uma imagem que muito provavelmente não voltaremos a ver. Não são poucos que gostariam que os tempos dourados da Microsoft voltassem, e que “Tio Bill” estivesse na frente da empresa para isso.

Os novos nomes cada vez mais conhecidos da Microsoft devem substituir Steve Ballmer mais cedo ou mais tarde. Obviamente, será alguém da própria Microsoft, que não se distancie muito dos planos traçados pela empresa durante esses últimos anos. Para que Bill Gates volte a comandar a Microsoft, seria necessário acontecer uma quantidade absurda e subsequencial de erros (ou uma hecatombe de dimensões sem precedentes, o que vier primeiro) dentro da Microsoft.

Algo que não deve acontecer tão cedo. Ballmer é CEO da empresa desde 2008, e cinco anos depois, a Microsoft ainda não afundou. Pelo contrário. É uma empresa que registra lucros consecutivos a, pelo menos, sete trimestres fiscais consecutivos. E nas mãos de Ballmer, vejam vocês.

É evidente que Bill Gates tem que se assegurar completamente que os caminhos que a Microsoft vai tomar são os mais adequados para que a empresa siga financiando seus projetos de luta contra a pobreza. Mas, muito além disso, não devemos ter esperanças de voltar a vê-lo apresentando as novidades da Microsoft em um palco de algum grande evento.

Esse tempo, meus amigos, já passou. Vamos seguir em frente.

Com informações do IBTimes.com

A Microsoft vislumbra o futuro mais uma vez (vídeo)

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De tempos em tempos, podemos ver como será o futuro segundo a ótica da Microsoft (bom, pelo menos na teoria). A gigante de Redmond publica esses vídeos com uma certa periodicidade, e já faz isso há muitos anos. Dessa vez, o vídeo mostra a Envisioning Center, uma instalação onde a empresa pretende explorar como será o futuro em nossas casas, ou nos escritórios.

Segundo explica a própria Microsoft em seu blog oficial, não só agora podemos descobrir como será o futuro segundo a empresa, mas agora também é possível experimentar esse futuro. Através de suas perspectivas, foram quase 20 anos de desenvolvimento da instalação, que ainda está evoluindo para tentar fazer com que esse futuro seja cada vez mais palpável.

No caso do Envisioning Center, o objetivo é imaginar como a tecnologia pode ajudar a fazer com que a vida seja mais simples, tanto com pequenas melhorias quanto com grandes revoluções. O centro foi completamente remodelado, e agora está aberto ao público, abrigando cenários de trabalho, no lar e um mix dos dois ambientes. A tecnologia que podemos encontrar por lá foi inspirada nas diferentes equipes de produto da empresa, na Microsoft Research e nas tendências observadas na própria indústria de tecnologia.

Mas… quais são essas tendências? Bom, segundo é possível ver no vídeo abaixo, em um futuro muito próximo (entre 5 e 10 anos), as telas e a conexão constante com a internet entre os dispositivos, que funcionam como assistentes pessoais. Assim, a Microsoft imagina que uma espécie de tela central poderá controlar toda a casa.

Além disso, nesse futuro da Microsoft, o usuário poderá enviar informações de um dispositivo para outro em um simples gesto, além de tecnologias de reconhecimento de voz para comunicações com todos os terminais, que vai interpretar as ordens do usuário de forma imediata, além de reconhecer objetos e mudar as informações mostradas na tela. Segundo a Microsoft, “a tecnologia vai ampliar nossos sentidos, nos ajudando a ficar conectados com as pessoas que mais amamos, e transformar a forma que vivemos, trabalhamos e nos divertimos”.

Mas isso não significa necessariamente que a Microsoft vai desenvolver todos esses produtos (no vídeo, alguns produtos apresentados já estão disponíveis, como o Surface e o Nokia Lumia 720), mas sim que eles estão ressaltando algumas das tendências que devem aparecer no futuro, como as interfaces de usuários naturais. Vídeo abaixo.