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Intel aposta na mobilidade, integrando modems 3G e 4G nas suas plataformas

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A Intel prepara uma estratégia agressiva para competir de forma mais enfática no mercado de dispositivos móveis, dotando todos os seus microprocessadores e SoCs com a capacidade de conectividades via 3G/4G, apostando assim na mobilidade.

O objetivo é que, no começo de 2015, eles possam competir lado a lado com empresas como Qualcomm ou MediaTek. Para isso, a Intel aposta nas redes móveis, além do suporte para o 64-bits. Os processadores Intel focados em tablets e smartphones seguirão a tendência atual de hardware, e o chip SoFIA será o primeiro produto dessa nova geração, contando com recursos como baixo consumo de energia e alto desempenho.

Também é importante mencionar que a próxima geração de processadores Intel para portáteis e híbridos também contarão com essas características (alto desempenho, baixo consumo de energia e conectividade 3G/4G). Brian Krzanich, CEO da Intel, garante que a primeira aposta é centrada nos Chromebooks, pensando justamente na conectividade móvel para tirar o melhor proveito possível. Mais adiante, os portáteis com maior popularidade, MacBooks, híbridos e portáteis de marcas como HP, Dell, Asus e Lenovo receberão os novos chips.

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Inicialmente, a Intel contará com o apoio da Taiwan Semiconductor Manufacturing Co (TSMC) para fabricar os modems, mas no futuro eles querem ser independentes nessa produção. Com esse movimento, podemos dizer que a Intel está se adequando cada vez mais à “era Pós-PC”. E a disputa com a Qualcomm e MediaTek promete ser cada vez mais acirrada.

Via KitGuru

Comprar um jogo para dois consoles: esse pode ser o futuro da Nintendo

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As últimas declarações feitas por Shigeru Miyamoto em uma entrevista para o site Kotaku esclarecem um pouco o estado atual da Nintendo. Todo mundo sabe como ela está, porém, levando em conta o seu histórico, fica a pergunta: o que fez ela parar de ter sucesso?

Miyamoto aponta as diferenças entre as arquiteturas do Wii U e do Nintendo DS como uma grande dor de cabeça para a Nintendo no quesito compatibilidade (diferente da Sony e os consoles PS3, PS4 e PS Vita), mas garante que eles já trabalham em uma forma de permitir que o usuário compre o jogo uma única vez, e jogue em qualquer uma de suas plataformas.

Palavras de Miyamoto:

Se tivermos um padrão de desenvolvimento mais unificado, capaz de fazer um jogo que funcione nos dois sistemas no lugar de ter que criar um jogo para cada um, essa é definitivamente uma área de oportunidade para nós.

Porém, muita calma nessa hora. Isso não significa que veremos o Nintendo DS rodando os jogos do Wii U. Falamos de um futuro distante, de um novo console ou de algo completamente diferente. Esperamos que todos os contratempos atuais sirvam para a Nintendo aprender o caminho de volta ao sucesso.

Via Kotaku

Os smartphones que esperamos da Nokia daqui até 2015

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O que conhecemos pela indústria como um Roadmap acabou vazando pelas mãos de ninguém menos que o @evleaks. A essas alturas, é complicado duvidar da autenticidade das informações, o que justifica o destaque que ele recebe nesse blog, principalmente levando em conta que agora estamos em um período do ano mais “tranquilo”.

Tranquilo no que se refere à Nokia, já que a Microsoft está trabalhando com o assunto da melhor forma possível, onde a prioridade parece ser explorar novas marcas, ou apresentar novas propostas com o Windows Phone em forma de protótipo.

A seguir temos uma lista de dispositivos e datas. Em primeiro lugar, nos deparamos com um Lumia 930 que já conhecemos. Apresentado em abril para o resto do mundo, após a sua aparição nos EUA com o nome Icon. O próximo, o Lumia 635, também é um recém conhecido, pois é a versão 4G do 630.

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A informação é orientada ao mercado norte-americano, de modo que há detalhes como operadoras e datas que não são tão relevantes para nós. Outros modelos como o Lumia 530 (Rock) estão relacionados com a operadora T-Mobile, mas nos interessa a possibilidade desse modelo se transformar no sucessor do bem sucedido Lumia 520.

A partir daí, chegam dispositivos com nomes de código interessantes, porém, desconhecidos. Dois modelos de linha média, conhecidos como Tesla e Superman, e um telefone top de linha com o nome McLaren – previsto para o final do ano, com novas tecnologias (3D Touch).

Há também informações de modelos previstos para 2015 para as operadoras norte-americanas. Dois modelos para a primavera, conhecidos como Makepeace e Dempsey. No final do verão, teremos um phablet, o Cityman, e um smartphone top de linha, o Talkman.

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Aqui temos os nomes e as datas, esperando que as informações vazadas contem com a bênção da Microsoft, e que não sejam dados anteriores à compra da Nokia. Também é interessante apresentar esses dados, pois ao longo dos próximos meses veremos muitos vazamentos que podem ou não casar com as informações passadas nesse post.

Sem falar na família de smartphones Android, já que temos rumores de um possível Nokia X2.

Via @evleaks

Assim é o futuro da televisão, na visão da Netflix

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Uma das vantagens do vídeo on demand e as escolhas voluntárias que fazemos é que a tecnologia nos conhece, ou pode “aprender” com nossas escolhas. É assim que a Netflix vê o futuro. Quem afirma é Neil Hunt, que afirmou que em alguns anos a plataforma será capaz de saber o que queremos ver antes mesmo de tomarmos a decisão.

Suas previsões não ficam por aí. Neil avisa que a Netflix poderá oferecer mais de 47 milhões de possibilidades em 2025, superando o acervo de qualquer operadora de TV paga do planeta, com personalização absoluta e sem muitos esforços. Afinal, a plataforma pode fazer recomendações e até decidir por você.

Mais conteúdo adaptado ao gosto e desejo do consumidor

Para a Netflix, essa quantidade de conteúdos é, na maioria dos casos, de nicho. E isso não vai contra o usuário,e  sim, a seu favor. Com o seu motor de recomendações a tecnologia de previsibilidade, o usuário poderá “encontrar” conteúdos quase pensando de forma individual, sem que ele se dê conta disso.

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Para a Netflix, a TV pela internet vai beneficiar também os produtores de conteúdo, oferecendo maior liberdade aos seus títulos. Veremos no futuro se essa fórmula oferecerá lucros suficientes para tornar viável a sua personalização.

Além disso, uma mudança na publicidade e na forma de anunciar e obter lucros na era da TV pela internet também deve aparecer. Uma possibilidade com muito potencial seria a publicidade muito personalizada e ajustada para aquilo que o espectador precisa, e no momento em que ele assiste o conteúdo. Para a Netflix, o que acabará se impondo é o conteúdo sem publicidade, ao menos como conhecemos hoje. Logicamente, eles propõem ao anunciante usar o seu sistema de recomendação como o ideal.

Eventos esportivos ao vivo, o próximo objetivo da Netflix

Aproveitando o seu olhar para o futuro da televisão pela internet, a Netflix deixou claro que o esporte e eventos ao vivo estão na sua alça de mira. Não para agora, mas sim, para o futuro. Eles deixam claro que o conteúdo em UHD será algo importante, sendo a empresa que mais investe nesse momento em conteúdos nesse formato.

Via Xataka

Documentário mostra como pode ser a F1 em 2030

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Quem é fã da Fórmula 1 fatalmente já se fez essa pergunta: “como será essa categoria daqui a 20 anos?”. Pois bem, a equipe Lotus e a Burn (marca de bebida energética) também fizeram essa pergunta, e produziram o documentário Human Ignition, que mostra como eles imaginam o futuro da F1 em 2030.

No vídeo, vemos os pilotos com capacetes de realidade aumentada, onde eles poderiam visualizar o fluxo de ar de outros carros, e desse modo, eles poderiam escolher melhor a sua trajetória. Da mesma forma, um novo carro com asas móveis, que é capaz de redirecionar o ar de forma mais eficiente, sabendo quando o motor está superaquecido, e até a possibilidade de utilizar airbags de segurança nos circuitos. E essas são apenas algumas das ideias imaginadas por eles.

Como curiosidade, informamos que a proposta do carro de F1 do futuro que aparece no vídeo foi desenvolvida por Harald Belker, o responsável por veículos famosos do cinema, como por exemplo Minority Report, Tron e Batman & Robin.

O documentário é dividido em três partes (no total, dura uns 30 minutos), de modo que se você é fã da F1 e está com o inglês em dia, vale a pena conferir. E mesmo se o seu inglês não é tão bom assim, aperte o play. Barreiras idiomáticas não podem ser desculpa nessas horas.

 

Via BBC, Bcn Cool Hunter

Stephen Elop e o futuro: “o Nokia X é uma grande oportunidade para a Microsoft”

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O processo da aquisição da Nokia pela Microsoft terminou na última sexta-feira (25), mas ainda restam muitas dúvidas sobre o futuro dos atuais dispositivos da empresa, e principalmente, sobre os próximos passos da divisão mobile.

Para esclarecer essa e outras dúvidas, Stephen Elop, novo responsável pela divisão de dispositivos da Microsoft, organizou uma seção de perguntas e respostas no blog Nokia Conversations, que pelo menos por enquanto, segue ativo de forma indeterminada. O post pode esclarecer algumas das questões que apareceram depois da conclusão do processo de aquisição.

O futuro do Nokia X, e qual será a marca dos futuros smartphones?

Elop afirma que “a Microsoft Mobile Oy não é uma marca que será vista pelos consumidores. A marca Nokia poderá ser usada pela Microsoft para os seus smartphones durante um certo tempo”. Esse certo tempo seria, no máximo, 10 anos. Elop esclareceu ainda que “estamos trabalhando para selecionar uma marca de telefones que será utilizada de agora em diante”.

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Sobre o futuro do Nokia X, que contam com um fork Android com os serviços da Microsoft, Elop afirma:

Os aparelhos Nokia X usam a nuvem da Microsoft, e não a da Google. Esta é uma grande oportunidade para conectar novos clientes ao Skype, Outlook.com e Onedrive pela primeira vez. E já vimos dezenas de milhares de novas assinaturas a esses serviços.

Depois, Elop respondeu a outra pergunta relacionada ao assunto, explicando que apesar de hoje eles estarem aproveitando do AOSP para uma oportunidade específica no mercado, eles estão fazendo isso “de uma forma metódica, de modo que que tanto a Microsoft como a família Lumia possam se beneficiar disso”.

Se defendendo das críticas

Alguns aplicativos que a Nokia integrou em seus dispositivos Windows Phone seguirão presentes nos futuros dispositivos, como o MixRadio, TV ou câmera. Elop também destacou que seguirão trabalhando em novos produtos onde a captura de imagem segue sendo “um importante diferencial” para esses dispositivos.

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Um dos participantes dessa rodada de perguntas e respostas criticou duramente a gestão de Elop à frente da Nokia, acusando de tentar sabotar a fabricante finlandesa, com projetos como o MeeGo, Symbian ou Meltemi, que simplesmente desapareceram. Elop tratou de ser diplomático, e respondeu:

No final de 2010 e durante o ano de 2011, estudamos cuidadosamente o estado dos esforços sobre o sistema operacional interno da Nokia. Infelizmente, não conseguimos ver uma forma onde o Symbian poderia ser realmente competitivo com o iPhone, lançado três anos antes. Os esforços relacionados com o MeeGo se atrasaram, e não deu a perspectiva de que chegaria a cobrir um portfólio amplo o suficiente rápido. Tivemos que tomar uma decisão forçada para fazer com que a Nokia tivesse a oportunidade de competir novamente.

Também se falou da nova posição da Microsoft com os dispositivos com Windows Phone, e de como isso afetaria os demais fabricantes que poderiam se transformar em parceiros da Microsoft na hora de lançar produtos com o sistema operacional. Elop considerou essa pergunta muito boa, e demonstrou otimismo sobre o assunto.

É ótimo que a Microsoft estimule outros fabricantes que também queiram lançar dispositivos com WP, e houve alguns anúncios nesse sentido ultimamente. Nossa intenção no Grupo de Dispositivos da Microsoft é a de “construir um mercado”, de modo que outros possam participar, de modo que seguiremos trabalhando para facilitar ao máximo possível a entrada de outros OEMs.

Via Nokia Conversations

Especial | Como será a nossa vida digital em 2025?

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Prever como será a tecnologia em 30, 50 ou 100 anos é algo quase impossível. Uma década, porém, é algo bem aceitável. É possível levantar algumas teses sem ter medo de errar em tudo. E foi justamente isso que tentou a Pew Research Center, uma das instituições que mais investem nas pesquisas sobre a evolução da internet e o seu impacto na sociedade. Eles questionaram a 2.551 especialistas mundias por suas previsões digitais em 2025. E esse post comenta as conclusões desse estudo.

A Pew realizou o estudo entre novembro de 2013 e janeiro de 2014. Na longa lista de especialistas consultados, temos engenheiros, cientistas, empreendedores, sociólogos e jornalistas. Todos com anos de experiência em suas atividades. Entre os nomes, temos desde Vint Cerf, um dos “pais” da internet – hoje, vice-presidente da Google -, até Marc Rotenberg, presidente da Electronic Privacy Information Center.

O estudo foi dividido em 15 grandes previsões ou teses, que em comum, possuem algum dos quatro elementos a seguir.

1. A internet das coisas será uma realidade

Em 11 anos, viveremos em uma contínua rede de sensores, câmeras, software, base de dados e cetros de dados massivos, todos interconectados e, por sua vez, conectados à internet. É o que até agora chamamos de Internet das Coisas, mas que em 2025, será uma realidade plena. A comunicação será mais instantânea que nunca, estaremos mais informados que nunca, e as relações serão mais globais (e superficiais, talvez) do que nunca.

2. Teremos a realidade aumentada de verdade

É uma tendência que agora está começando, mas que segundo a Pew, estará plenamente instaurada em 2025. O mundo aumentado, com informações e dados que serão apresentados em dispositivos que levaremos conosco (óculos, relógios, implantes de sensores, etc), que será algo mais comum e avançado do que é hoje em dia. Os gadgets vestíveis, ao que parece, vieram para ficar.

3. Maior impacto político, e mais revoltas sociais

A tecnologia e a internet facilitaram as mudanças sociais e políticas nos últimos anos. E isso vai continuar. De acordo com o estudo, em 2025, a internet dará a um maior número de pessoas a educação, a informação e a conectividade. Isso vai resultar em mudanças sociais e políticas em muitos países emergentes. Vai reduzir o conceito de fronteiras tradicionais, e surgirá um novo conceito de “nação”, baseado em pessoas que compartilham interesses e objetivos comuns. Com isso, teremos mais mudanças.

4. Aumentarão os problemas de segurança e privacidade

A vida digital em 2025 terá vantagens, mas também muitas desvantagens. Segundo o estudo, veremos um aumento na brecha entre aqueles que podem ter acesso à dita sociedade digital, e aqueles que não podem ter esse acesso. Haverá maior instabilidade e possível violência, mas também novos problemas de segurança e privacidade relacionadas com a plena digitalização. A privacidade será algo que só alguns poucos (com muito dinheiro) poderão se dar ao luxo de ter.

Você pode ler o estudo da Pew Research e suas previsões clicando aqui.

Samsung oferece um esboço dos seus últimos projetos, em um impactante vídeo

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A Samsung é um constante viveiro de idéias, e como consequência disso, uma goteira ininterrupta de novos projetos que inundam o mercado. Mas sempre há espaço para mais. Eles fazem questão de lembrar que são um autêntico arsenal de ideias em ebulição, e faz isso através de um vídeo/teaser, que mostra uma breve previsão do que pode chegar no futuro.

Os coreanos pretendem reunir todos esses projetos e ideias em uma página na internet, que será lançada no próximo dia 27 de março. Nela, vamos ficar sabendo de todos os avanços de seus projetos, mostrando as etapas do design de alguns dos seus principais produtos, mas também do futuro, algo que muito nos interessa.

Vídeo a seguir.

 

Lenovo reforça os seus planos com a Motorola: manter a marca e torná-la rentável

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Yang Yuanquing, CEO da Lenovo, deu entrevistas esclarecedoras para os sites da Bloomberg e do Wall Street Journal, onde reforça os planos de sua empresa com a recém adquirida Motorola.

Vale lembrar que, hoje, a Lenovo já vende mais smartphones e tablets que computadores, sendo uma típica empresa que se encaixa na “era pós-PC”. Também é uma empresa que não para de crescer, e que recentemente revelou resultados financeiros muito positivos.

Yuanquing explica que a sua ideia não é apenas que a Motorola mantenha os seus valores nos mercados onde ela já está indo bem, mas também inserí-la em em outros mercados emergentes e no cobiçado mercado chinês. Ou seja: continuar o movimento iniciado pela Google com o Moto G antes de realizar essa segunda fase de seus planos de expansão.

A intensão da Lenovo não é abandonar a marca Motorola, muito menos o mercado premium em todas as áreas onde a empresa possui produtos. É de objetivo deles se posicionarem entre os grandes o mercado de telefonia móvel, mas a própria Lenovo sabe que isso vai levar tempo para acontecer, e que não deve ser em 2014.

Porém, Yuanquing é otimista, e deseja que a Motorola volte a ser uma marca que obtenha lucros a curto prazo. Sabe que o seu valor de mercado caiu (basta ver os valores envolvidos na época da compra da Google, e por quanto a Lenovo comprou a mesma empresa). Talvez o grande desafio da Lenovo será convencer aqueles que já haviam comprado a ideia da “Motorola by Google” que a nova Motorola não será tão diferente assim.

Via Bloomberg, Wall Street Journal

Samsung avisa: TVs OLED seguirão sem ser rentáveis por alguns anos

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Já nos esquecemos a quanto tempo ouvimos falar sobre as TVs com telas OLED, e como essa tecnologia seria o futuro da televisão. Mas tem um fabricante que decidiu colocar água no chope dos mais futuristas. Ainda que a Samsung tenha adotado o OLED como um dos componentes fundamentais para as telas dos seus smartphones, ela mesma profetiza que o seu sucesso nas telas de TVs vai demorar um pouco mais do que todos desejavam.

A prova disso foi a CES 2014. Tantos anúncios e lançamentos, mas pouca ênfase para as TVs com tela OLED. Em 2013, elas nem estiveram presentes em Las Vegas, e nesse ano, só LG e Samsung apresentaram alguns poucos produtos com a citada tecnologia.

Se por um lado não é necessário ver essa questão com tanto pessimismo, uma vez que tal proposta tem poucos meses no mercado, por outro lado, os demais fabricantes simplesmente não parecem dispostos a apostar nessa tecnologia para um futuro próximo, o que pode ser traduzido como uma espera de aposta para o futuro. Ou que pelo menos teremos que aprender a viver mais alguns anos sem essas telas na sala de casa.

Para a Samsung, está tudo muito claro. Bom, pelo menos no entendimento do seu chefe do departamento de telas nos Estados Unidos, HS Kin. O executivo não duvida do fato da qualidade de imagem dessas telas ser melhor do que aquelas que podemos encontrar no mercado nesse momento. Porém, com um custo inicial estimado de US$ 9 mil, são muito restritivas para que a maioria das pessoas comecem sequer a especular a compra de uma unidade de TVs com OLED.

Colocando como principal obstáculo os custos de produção, o executivo da Samsung acredita que ainda vão levar mais quatro anos para que esta tecnologia esteja preparada para chegar ao mercado de consumo. Ainda que possa parecer muito tempo (ainda mais em uma era onde a tecnologia avança muito rapidamente – vide a resolução 4K já chegando às lojas), com certeza os preços de produção devem aumentar nos próximos meses, por conta de diversos fatores.

Nesse momento, Kim apenas confirma o que todos já sabiam quando deixaram a CES 2014: o futuro imediato da TV está nas mãos do Ultra HD. E, longe de afirmar qualquer coisa com tom pessimista, não vemos grandes volumes de conteúdos produzidos nesse formato (a notícia mais importante nesse aspecto foi o anúncio da segunda temporada de House of Cards ser ofertada em 4K pela Netflix). Ou seja, nem o 4K será ofertado logo de imediato pelo consumidor, diferente do que aconteceu com as resoluções 720p e 1080p, há 10 anos atrás.

Via Gizmologia

Google revela o seu próximo grande passo: criar robôs (com a ajuda de Andy Rubin)

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“Este é o melhor trabalho do mundo”. Essas são palavras de Andy Rubin durante uma entrevista dada ao New York Times. Nessa mesma entrevista, ficamos conhecendo qual é o o próximo grande projeto da Google: fabricar robôs.

Semelhante projeto, carregado com um potente componente estratégico, foi encomendado a uma das principais figuras do nosso tempo no mundo da tecnologia: o próprio criador do Android já citado no primeiro parágrafo desse post. Foi o próprio Rubin que revelou que a gigante de Mountain View entregou para ele a responsabilidade de criar uma linha de robôs. Porém, antes que você imagine que você vai usar um robô para a limpar a sua casa (tal como acontecia no desenho dos Jetsons), saiba que a ideia é que esses robôs se incorporem à indústria de forma que o processo de automação sejam ampliado em diferentes setores.

Logo, podemos rapidamente detectar que a Google tem uma importante visão de futuro para esse mercado. “Temos que considerar o tempo como um fator chave”, afirma Rubin, que esboça um panorama robotizado para daqui a dez anos, pelo menos.

O certo é que, além disso, esse campo da robótica não é algo completamente novo para Rubin, uma vez que ele já trabalhou nesse ramo da tecnologia na Carl Zeiss, e agora, tem mais esse desafio como “presente” aos 50 anos de vida. Tal como um aventureiro diante da possibilidade de enfrentar uma jornada de descobertas e desafios, Rubin afirma estar entusiasmado com o novo projeto. Se sente um privilegiado, e está convencido que o seu projeto será uma realidade tangível para o mercado.

“Os veículos sem motorista eram coisa de ficção científica quando começaram o seu desenvolvimento, e agora, eles são reais”, afirma Rubin, que vê claramente o projeto como viável, uma vez que a Google já tem pleno controle do hardware, software e know-how. Por fim, para que você tenha uma ideia do peso do novo projeto para a Google, o próprio Larry Page falou sobre ele no seu perfil do Google+.

É amigo… o futuro está chegando, tal como foi esboçado no cinema….

Via New York Times, Google+ (Larry Page)

Tim Cook confirma: Apple vai apresentar dispositivos de outras categorias em 2014

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Depois de apresentar os resultados financeiros financeiros do quarto trimestre fiscal da Apple em 2013, Tim Cook, CEO da empresa, respondeu a uma série de perguntas sobre os rumos que a empresa vai tomar nos próximos meses. Entre elas, uma das mais importantes era sobre a aposta de algum novo dispositivo até então desconhecido por todos.

Cook confirmou que novos produtos chegarão ao mercado no final de 2013 (já apresentados – novos iPhones, iPads, MacBooks e Mac Pro) e ao longo de 2014. Entre as opções até então especuladas, estão o relógio inteligente, mas muito apostam que outros grandes itens de eletrônicos de consumo possam ser apresentados ao longo do próximo ano, como por exemplo uma TV UHD.

Durante a coletiva, Tim Cook quis pontuar tais declarações:

Vocês viram muita coisa nos últimos dois meses. Sobre novas categorias, eles se alinharão às habilidades da Apple tanto no hardware, software e serviços em seu incrível ecossistema, e vocês verão um set de novos produtos realmente único. Ninguém tem um set de habilidades parecido. Obviamente, acreditamos que podemos utilizar essas habilidades para criar outros produtos que estão em categorias que representam áreas onde não estamos presentes nesse momento. Estamos muito confiantes nisso.

Cook reforçou que o iPhone 5c nunca foi um telefone de baixo custo. “Nunca foi nossa intensão, sinceramente. Nosso iPhone de baixo custo é o iPhone 4s”, afirmou o executivo. Para a Apple, o iPhone 4 funcionou bem durante o ano passado como telefone acessível, e eles esperam que o 4s repita esse sucesso em 2014.

O executivo também falou sobre o iPad, mas as notícias não são tão animadoras. “Não sabemos se teremos unidades suficientes para o Natal. Nunca se sabe se podemos atender essa demanda até que as vendas comecem”, afirmou Cook. Os rumores sobre a escassez de unidades do iPad mini Retina são grandes, muito por causa dos problemas de produção. Ou seja, se você quer um iPad novo (mesmo que seja importado), é melhor correr.

Por fim, uma informação bônus para vocês.

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O CFO da Apple, Peter Oppenheimer, confirmou no mesmo evento de apresentação do relatório financeiro da empresa, que as futuras versões do sistema operacional OS X seguirão gratuitas. O movimento coloca mais lenha na fogueira e, principalmente, mais olharesm em cima da Microsoft, que ainda cobra pela atualização para o Windows 8.1 (dos usuários que não atualizaram para o Windows 8 em 2012 – para quem já tem o Windows 8, a atualização é gratuita).

Oppenjeimer também confirmou que as atualizações do iWorks e iLife também permanecem gratuitas, e novas cópias dos softwares estarão disponíveis sem custo adicional para qualquer um que comprar um computador Mac ou um dispositivo com iOS.

Via Gadgetos, TechCrunch

Conheça a TV de 120 polegadas 4K da Microsoft. Isso mesmo: Microsoft!

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Não, amigo leitor. A Microsoft não vai entrar no segmento de televisores, nem quis dar um tapa na cara da Apple (um pouco, talvez, mas não tão forte). Porém, o fato de não pertencer a um mercado não quer dizer que você não possa colocar dinheiro no desenvolvimento de alguma coisa referente ao produto. Pois foi exatamente isso que a gigante de Redmond fez: construiu uma mega TV de 120 polegadas e resolução 4K, que foi demonstrada no seu centro de pesquisas e desenvolvimento, o Envisioning Center, montado na sede da empresa, em Seattle (EUA).

Essa nova TV presumivelmente rouba da Samsung o título de maior TV 4K do mundo com uma grande margem de vantagem, e está sendo utilizada para a demonstração que ilustra como será a casa do futuro (ou o conceito que a própria Microsoft acredita que deve ser daqui a 10 anos), e para isso, conta com a ajuda do sensor Kinect, para a coisa toda ter um pouco mais de graça.

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Segundo o pessoal do site Pocket-lint, que registrou imagens de toda a experiência, a imagem projetada pela tela é simplesmente deslumbrante, tal como era de se esperar de uma TV 4K. Não foi observado nenhuma deformidade na imagem, mesmo quando visto mais de perto. A demonstração feita pela Microsoft foi a portas fechadas, e segundo o futuro esboçado por eles, a TV vai ser conectada a uma série de tecnologias diferentes ao redor da casa, incluindo as molduras em torno dela para ampliar ainda mais a imagem na tela (na demo, foi exibido um desenho animado infantil) e luzes para criar uma experiência de imersão completa na sua sala de estar.

Até agora, uma série de fabricantes já apresentaram suas propostas com televisores 4K, com demonstrações na CES 2013 em janeiro, mas nenhuma experiência de imagem foi tão completa, e em uma tela tão ampla.

Porém, pare de jogar dinheiro na tela do seu notebook agora. A Microsoft já afirmou que não tem planos de entrar no mercado de televisores, e esse modelo existente no seu centro de futurologia é apenas para que eles possam começar a conversar com os seus parceiros que eventualmente eles convidam para ir até a sede da empresa, apenas para dar uma olhada no que está rolando.

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A Microsoft vislumbra o futuro mais uma vez (vídeo)

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De tempos em tempos, podemos ver como será o futuro segundo a ótica da Microsoft (bom, pelo menos na teoria). A gigante de Redmond publica esses vídeos com uma certa periodicidade, e já faz isso há muitos anos. Dessa vez, o vídeo mostra a Envisioning Center, uma instalação onde a empresa pretende explorar como será o futuro em nossas casas, ou nos escritórios.

Segundo explica a própria Microsoft em seu blog oficial, não só agora podemos descobrir como será o futuro segundo a empresa, mas agora também é possível experimentar esse futuro. Através de suas perspectivas, foram quase 20 anos de desenvolvimento da instalação, que ainda está evoluindo para tentar fazer com que esse futuro seja cada vez mais palpável.

No caso do Envisioning Center, o objetivo é imaginar como a tecnologia pode ajudar a fazer com que a vida seja mais simples, tanto com pequenas melhorias quanto com grandes revoluções. O centro foi completamente remodelado, e agora está aberto ao público, abrigando cenários de trabalho, no lar e um mix dos dois ambientes. A tecnologia que podemos encontrar por lá foi inspirada nas diferentes equipes de produto da empresa, na Microsoft Research e nas tendências observadas na própria indústria de tecnologia.

Mas… quais são essas tendências? Bom, segundo é possível ver no vídeo abaixo, em um futuro muito próximo (entre 5 e 10 anos), as telas e a conexão constante com a internet entre os dispositivos, que funcionam como assistentes pessoais. Assim, a Microsoft imagina que uma espécie de tela central poderá controlar toda a casa.

Além disso, nesse futuro da Microsoft, o usuário poderá enviar informações de um dispositivo para outro em um simples gesto, além de tecnologias de reconhecimento de voz para comunicações com todos os terminais, que vai interpretar as ordens do usuário de forma imediata, além de reconhecer objetos e mudar as informações mostradas na tela. Segundo a Microsoft, “a tecnologia vai ampliar nossos sentidos, nos ajudando a ficar conectados com as pessoas que mais amamos, e transformar a forma que vivemos, trabalhamos e nos divertimos”.

Mas isso não significa necessariamente que a Microsoft vai desenvolver todos esses produtos (no vídeo, alguns produtos apresentados já estão disponíveis, como o Surface e o Nokia Lumia 720), mas sim que eles estão ressaltando algumas das tendências que devem aparecer no futuro, como as interfaces de usuários naturais. Vídeo abaixo.

 

Conheça a bateria flexível que pode recarregar seus gadgets sem fio

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O futuro sempre está chegando. Parece que nunca vamos ver todas as inovações diante dos nossos olhos, como produtos comerciais. Porém, não podemos negar que os esforços para que a nossa vida fique cada vez mais prática e funcional são grandes. Como por exemplo nesse caso dessa bateria flexível, que promete recarregar seus gadgets sem a intervenção de cabos.

Pesquisadores da Northwestern University de Chicago e da Universidade de Illinois desenvolveram uma bateria flexível, que pode voltar ao seu formato original a cada vez que dobra e torce o material. A melhor parte é que ela não para de funcionar enquanto é dobrada, o que permite uma maior autonomia de uso. Os pesquisadores idealizam a sua utilização em produtos eletrônicos de todos os tipos e até mesmo no corpo humano.

A bateria pode funcionar de modo contínuo por 8 ou 9 horas, e em diferentes situações. Para ser possível o seu conceito “flexível”, os pesquisadores aproximaram os seus conectores no material flexível a ponto que essas conexões ficassem muito juntas, a ponto que seu funcionamento não se interrompesse em caso de uma manipulação do material em diferentes formatos.

Seu funcionamento, voltagem e transmissão de energia é o mesmo de uma bateria normal de lítio no mesmo tamanho, exceto pelo fato que essa bateria flexível pode ter o seu tamanho alterado e reduzido em até 300%. Por enquanto, o único grande problema dessa bateria flexível está no seu ciclo de funcionamento: por trabalhar em alta capacidade, essa bateria tem uma vida útil de apenas 20 recargas. Mas isso é algo que os pesquisadores já trabalham para encontrar uma solução que permita que o produto chegue ao mercado no futuro.

Esse tipo de bateria pode ser utilizada principalmente em roupas eletrônicas, ou em conjunto com materiais têxteis ou flexíveis, que não podem ficar o tempo todo conectados a uma bateria convencional ou corrente elétrica com fios.