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Aumente a autonomia de bateria do Android com esses conselhos

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A autonomia de bateria em smartphones é um tema pendente e recorrente. As baterias melhoraram em capacidade e eficiência e os sistemas operacionais no gerenciamento, mas ainda não são capazes de compensar o aumento do nível do hardware dos dispositivos.

O celular convencional só realizava chamadas de voz (basicamente), e durava dias sem precisar recarregar. Hoje, os computadores em miniatura penalizam a bateria com vários recursos. O aumento de tela e sua resolução, processadores e gráficos mais potentes, aumento da conectividade e módulos de geolocalização, tecnologias sem fio, a incorporação do NFC e leitor de digitais… tudo isso exige um grande gasto de energia.

Some tudo isso à alimentação de todos os componentes e pronto: a bateria sofre. Sem falar que a moda das baterias não substituíveis agrava ainda mais o problema.

Esse post revisa alguns conselhos básicos e avançados para melhorar a autonomia de bateria em smartphones Android, para que o dispositivo aguente pelo menos um dia de uso. Muitas das dicas podem ser aplicadas em outras plataformas.

 

Conselhos básicos para aumentar a autonomia de bateria no Android

1. Limite o brilho da tela

Nada drena mais a bateria de um smartphone do que uma tela multitouch. Ajustar o seu brilho é a primeira coisa que você deve fazer. É possível utilizar a função de brilho automático, que usa o sensor de luz ambiente para esse ajuste. Se essa função não te agrada, coloque o nível abaixo do máximo que permita uma boa visualização.

 

2. Utilize planos de energia

O Android tem um gestor de bateria e todos os fabricantes oferecem diferentes modos de energia, que ajudam nessa autonomia de bateria. O modo de economia pode ser ativado quando não precisamos de todo o potencial do smartphone. A maioria se ativa quando a bateria está abaixo de um determinado nível, sendo conveniente recarregá-la. Aplicativos de terceiros gratuitos podem ser adotados também.

 

3. Modere a conectividade

Os smartphones mais modernos contam com uma capacidade de conectividade impressionante, mas também gastam muita bateria. Se o WiFi e/ou os dados móveis são quase imprescindíveis hoje, GPS, Bluetooth ou NFC não precisam ficar ligados o tempo todo, e podem ser usados apenas quando necessário. Se o estado da bateria é crítico, você pode ativar o ‘modo avião’ para suspender temporariamente todas as conectividades sem fio.

 

4. Bloqueie a tela

Ajuste ao mínimo o tempo de suspensão por inatividade da tela. Por que queremos a tela ligada se não a utilizamos?

 

5. Cuidado com widgets e temas

Os widgets são mini aplicativos parecidos com os gadgets de desktop, que no Android facilitam o acesso à funções e informação visual. São úteis e atraentes, mas consomem muita bateria. Realmente precisamos ver nuvens passando constantemente pela tela do smartphone? Enfim, racionalize o seu uso e ajuste o intervalo de atualizações das informações. O mesmo vale para alguns temas, fundos de tela animados e similares.

 

6. Ajustes inteligentes

Muitos smartphones contam com características adicionais para opções de movimento e gestos. Alguns são úteis, outros, questionáveis. Mas todos gastam bateria. Podemos incluir nesse grupo a vibração, seja em notificações ou na retroalimentação háptica ao pressionar uma tecla. Algo que pode ser desativado.

 

7. Revise as sincronizações e automatismos

Também são vários os serviços ativos com a sincronização automática. Indo de serviços de mensagens e e-mails até outros aplicativos diversos. Sempre que possível, aumente o intervalo de atualizações, ou receba essas informações no modo manual. O mesmo podemos dizer dos serviços na nuvem, ou na sincronização de contatos, músicas, filmes ou livros. Desative aqueles que não são considerados essenciais.

 

8. Desinstale aplicativos

A maioria dos smartphones contam como padrão com uma quantidade de aplicativos muito ampla. Alguns são imprescindíveis, e outros são apenas lixo que fica executando em segundo plano, reduzindo o desempenho, ocupando espaço e penalizando a autonomia. Revise e elimine todos os apps que você não vai utilizar.

 

9. Doze no Android 6.0

O Doze é uma interessante funcionalidade que estreou no Android 6.0, destinada a melhorar a eficiência energética e reduzir o consumo, aumentando a autonomia. Estabelece prioridades de consumo especialmente quando o dispositivo está em repouso, oferecendo uma grande personalização. Uma forma de gerenciar inteligentemente a energia através da detecção de movimento. Se o seu dispositivo fica em repouso durante um tempo, os aplicativos deixam de funcionar. Alarmes, e-mails ou mensagens de chat de alta prioridade seguem funcionando. No Android Marshmallow, seu uso é obrigatório para aumentar a autonomia.

 

Conselhos avançados para aumentar a autonomia de bateria no Android

1. Instalar um novo kernel e/ou ROM

As possibilidades do Android como sistema de código aberto permite aos desenvolvedores adicionarem funções e construir suas imagens do sistema operacional para smartphones e tablets. A oferta de ROMs alternativas é ampla para um grande número de dispositivos. Alguns se focam no desempenho e podem consumir mais do que as ROMs padrão, mas outras consomem bem menos. O mesmo podemos dizer de kernels (ou núcleos de sistema) muito otimizados. Aqui, você precisa testar a que melhor se alinha ao seu perfil de uso. Requer o root do dispositivo e o acesso ao sistema de inicialização.

 

2. Brilho da bateria

Mencionamos um pouco acima o ajuste do brilho da tela, e que qualquer smartphone pode regular esse aspecto. Porém, há ferramentas avançadas que vão além. O Lux Lite permite alterar os níveis de brilho automático, deixando os mesmos abaixo do que é permitido de modo padrão.

 

3. Underclocking e Undervolting

Um kernel personalizado permite modificar as frequências de trabalho da CPU e GPU, além da voltagem. São utilizadas como técnicas de economia de bateria, mas não funcionam tão bem em todos os dispositivos, necessitando conhecimento claro sobre o que está fazendo nesse aspecto.

Como acessar o seu roteador se você esqueceu a senha?

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Cada roteador tem uma interface que pode ser acessada a partir de qualquer roteador para realizar uma série de ajustes que nos permite configurá-lo ao nosso gosto, inclusive para ativar diferentes opções de segurança e mudar a senha da rede WiFi.

De um modo geral, quando compramos um roteador novo, ele vem com uma senha e um usuário padrão para proteger o acesso ao menu de configuração do produto. Esses dados devem ser mudados para a sua segurança futura. Porém… o que fazer quando nos esquecemos dessa senha?

Há várias formas de resolver esse problema. Nesse post, vamos nos centrar na mais simples de todas: resetar o roteador.

Refazer as configurações de fábrica de um roteador

Em norma geral, todos os roteadores do mercado contam com um botão de emergência, que permite o reset total do roteador, devolvendo ao mesmo o estado de configuração de fábrica, o que supõe a perda dos ajustes realizados, assim como o nome de usuário e senha. Os dados voltam a ser genéricos, e quando esse processo foi concluído, basta inserir os dois e pronto: podemos mudar de novo todos os ajustes.

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Para isso, vá até a parte traseira do router e procure pelo botão de reset. Normalmente ele está integrado no corpo do equipamento, para que ele seja acionado de forma acidental. É necessário um objeto fino para ativá-lo. É recomendável manter esse botão pressionado por dez segundos para que funcione, em uma única pulsação.

Já fez o reset, mas não se lembra o nome de usuário e senha padrão

Isso pode acontecer. Não se preocupe: a solução é igualmente simples.

Busque esses dados na documentação do seu roteador. Caso você tenha perdido e/ou jogado fora essa papelada, procure o manual do router na internet, com o cuidado de procurar pelo modelo correto. Também é possível procurar por esses dados na parte inferior traseira do roteador, pois em alguns casos essa informação aparece ali.

Por fim, você pode testar nomes de usuário se senhas comuns, como nome de usuário em branco e senha ‘admin’, ou ‘admin’ para os dois campos, ou ‘user’ para os dois campos.

Se tudo falhar, entre em contato com o fabricante do roteador.

Seis práticas de segurança na internet adotadas pelos especialistas

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Os especialistas em segurança cibernética são (obviamente) usuários de internet. Navegam, interagem e consomem conteúdos como qualquer um. Então… quais são as medidas de segurança que eles tomam? Elas estão ao alcance da maioria dos mortais?

A resposta é um contundente SIM. Um estudo realizado pelo Google que envolveu mais de 200 experts do ramo e outros 300 usuários comuns buscavam as diferentes práticas de segurança de cada grupo. O que mais se destacou é que a maioria dos especialistas atuam de acordo com o previsto, com algumas exceções. Já os usuários comuns continuam a cair em erros básicos, a ponto de parecer mentira que estamos em 2015.

Esse post mostra as principais dicas dos especialistas em segurança, para que você aplique na sua segurança online. São passos tão simples que ignorá-los é sinônimo de negligência.

 

1. Atualizações sempre em dia

O mais importante. O software que você usa (sistema operacional e aplicativos) devem estar sempre atualizados. De nada serve ter o sistema mais seguro no mercado se você está utilizando softwares com versões prévias. Ou seja, atualize os softwares tão logo os updates apareçam.

Conselho: se você não está atento as atualizações, ative as atualizações automáticas do seu sistema operacional.

 

2. Anti-vírus, sim!

Se você usa o Windows, o anti-vírus não é um software decorativo e devorador de recursos do computador: ele é imprescindível!

Protege o seu conteúdo de malwares que povoam a internet, e mesmo não sendo a panaceia, não utilizá-lo é um erro muito grave. Obviamente, para sua efetividade ser plena, também é preciso estar sempre bem atualizado, tanto o aplicativo como a sua base de dados.

Conselho: não execute mais de um anti-vírus de uma vez; um que você já tem instalado e atualizado em sua máquina é o suficiente.

 

3. Uma senha para cada lugar

Assim como cada porta tem a sua chave, cada site visitado ou serviço utilizado deve ter a sua própria senha. Compartilhar senhas é outra falha grave, já que se uma conta ficar comprometida podemos ter um efeito dominó, que seria crítico. Adicionalmente, crie senhas fortes, não use palavras de dicionário e combinações simples.

Conselho: faça isso, para o seu próprio bem.

 

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4. Use um gerenciador de senhas

Claro que o item anterior tem um preço: o gerenciamento de senhas se torna muito mais complicado, a ponto do nosso cérebro não salvar tudo. Para aliviar esse trabalho, existem os gestores de senhas, muito úteis, cômodos e seguros (se utilizados de maneira correta). E não falamos apenas daqueles que os navegadores web incorporam.

Conselho: antes de escolher, dê uma margem de tempo para avaliar a solução que melhor se encaixa ao seu estilo de uso ou necessidades.

 

5. Dupla autenticação

A dupla autenticação, verificação em dois passos, ou seja lá como você quer chamar esse recurso está cada vez mais comum, e temos de todos os tipos. Uma vez adicionada suas credenciais, você pode receber um código por e-mail, no smartphone como mensagem de texto, através de um aplicativo ou efetuar a comprovação com dispositivos físicos. Um mundo de possibilidades a explorar, de modo que é altamente recomendado ativar essa característica onde for possível e importante.

Conselho: perca alguns minutos de sua vida revisando as configurações de qualquer serviço que você utilizar, pois é aí que você vai encontrar a opção que mais se encaixa com você.

 

6. Cuidado por onde você navega na internet

Descobrir novos conteúdos na internet é fascinante, mas é preciso pensar durante o processo. Visitar sites desconhecidos esconde um certo risco, de modo que é sempre bom buscar referências daquele conteúdo. E quando não encontrar sites conhecidos pelas vias normais, comprove a autenticidade da URL.

Conselho: algumas extensões para o navegador podem ajudar, como o WOT, que informa a reputação do site visitado, ou o HTTPS Everywhere, que forçará o uso de conexões seguras, sempre que possível.

Melhore o desempenho do iOS 9 com essas dicas

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O iOS 9, de um modo geral, oferece uma experiência positiva, e isso pode acontecer até mesmo com modelos antigos, como o iPhone 4s, mas com garantias de plena fluidez a partir do iPhone 5.

Porém, se você instalou o iOS 9 e seu funcionamento não o agradou, não se desespere. Nesse post, você encontra uma série de dicas que podem ajudar a melhorar consideravelmente o funcionamento do iOS 9 no seu dispositivo.

1. Desative a opção ‘acompanhamento de fitness’, em Ajustes > Privacidade.
2. Ative a oção de redução de movimento, em Ajustes > Geral > Acessibilidade.
3. Desative as sugestões da Siri, em Ajustes > Geral > Buscas no Spotlight.
4. Desative a atualização de aplicativos em segundo plano, em Ajustes > Geral > Atualizações em segundo plano.
5. Não utilize fundos de tela dinâmicos, já que eles consomem mais recursos.
6. Bloqueie as notificações desnecessárias, em Ajustes > Estilo de notificações.

Se mesmo assim você notar que o iOS 9 ainda está muito lento, tente um reset forçado, mantendo pressionado o botão de home e o de liga/desliga ao mesmo tempo. Se nada disso ajudar, faça uma cópia de segurança e restaure o dispositivo com o iTunes. Esta é a via mais simples para resolver problemas.

De novo: dicas para melhorar a autonomia dos smartphones

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A autonomia de bateria dos smartphones continua a ser uma pedra no sapato da indústria. A melhora do desempenho dos dispositivos é uma constante conforme as gerações vão passando. Do celular destinado apenas para realizar chamadas de voz, passamos para computadores em miniatura, e a bateria se viu penalizada.

O aumento da tela, da resolução, da potência do seu motor de processamento e gráficos ou de sua conectividade, além da tendência de design de smartphones cada vez mais finos fez com que um smartphone de hoje dure com muita sorte apenas um dia de uso de sua bateria.

Enquanto esperamos que os fabricantes desenvolvam novas tecnologias de baterias, o usuário pode aumentar a autonomia com simples passos. A saber:

1. Ajustar o brilho de tela: a tela multitoque é o componente que mais consome bateria no smartphone. Ajustar o seu brilho dessa tela pode fazer toda a diferença.
2. Desligar a tela: desligar/bloquear a tela sempre que você não estiver utilizando, ajustando ao mínimo o tempo de suspensão por inatividade.
3. Desligue o GPS: se você não precisa do GPS, desligue, assim como os aplicativos que fazem uso do serviços de localização, até que eles sejam necessários.
4. Desative o Bluetooth: outro módulo de rádio que utilizamos muito pouco, e que convém deixar desligado como padrão.
5. Utilize o ‘modo avião’: se estiver viajando ou em locais onde o sinal de rede móvel está indisponível, deixe o telefone em modo avião, e sua economia de bateria será considerável.
6. Selecione o que vai rodar no aparelho: widgets e fundos de tela animados são grandes drenadores de bateria.
7. Desligue as sincronizações automáticas: desative as notificações automáticas e a sincronização automática de e-mails ou de outros aplicativos sempre que possível, aumentando o intervalo de atualizações, ou obtenha tudo de modo manual.
8. Pause serviços de cópia de segurança ou na nuvem: são tarefas importantes, e convém pensar quando podemos precisar delas, mas sua desativação temporária pode salvar um pouco de bateria.
9. Cuide da temperatura: as mudanças de temperatura é um dos aspectos mais prejudiciais para a bateria. Evite temperaturas muito altas ou muito baixas sempre que for possível, levando em conta que o funcionamento ideal se calcula em 22 graus.
10. Cuide da recarga: cada ciclo de recarga desgasta a bateria. É melhor fazer pequenas recargas do que recargas completas. Resete as estatísticas dos níveis de bateria para uma informação mais precisa.

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Como saber se o smartphone de segunda mão que você comprou é roubado

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Quando compramos um smartphone de segunda mão, são muitos os aspectos que precisam ser considerados. O principal sempre será o preço da compra, mas também é necessário verificar o estado do dispositivo e as características do telefone. Mas também é preciso ter cuidado com a possibilidade (grande) de comprar um smartphone roubado.

Comprar um smartphone fruto de um roubo, mesmo que de forma inconsciente, pode trazer muitas consequências negativas. Logo, toda precaução antes de fechar a compra é necessária. A seguir, vamos tentar passar alguns conselhos para evitar cair nessa armadilha do destino.

 

Comprovar se um iPhone é roubado ou não é fácil

O smartphone mais fácil de ser comprovado se é fruto ou não de um roubo é o iPhone. A própria Apple possui uma ferramenta online, que utilizando o IMEI e o número de série do telefone, já indica se o dispositivo está bloqueado. Ou seja, basta pedir esses dois itens ao vendedor do iPhone, e pronto: após essa verificação, você pode fechar ou não a compra.

Em regra geral, todos que já tiveram um iPhone roubado pode bloquear o dispositivo remotamente. Então, se o vendedor informar que o aparelho está bloqueado (e ele não consegue desbloquear), suspeite. O legítimo dono não tem problemas para desbloqueá-lo.

Agora, se o smartphone que você vai comprar não é um iPhone, restam poucas opções. Existe um site com uma base de dados dos IMEIs roubados (clique aqui), e se você conseguir este número com o vendedor, podemos fazer a comprovação, mas nem todos os dispositivos roubados contam com IMEIs cadastrados lá, o que reduz a sua confiabilidade.

 

Uma questão de lógica comum

Além das comprovações mencionadas no item anterior, devemos aplicar a lógica comum antes de comprar um smartphone usado. Obviamente, suspeite de preços muito abaixo do que se paga no mercado de segunda mão. Para verificar como está o mercado, acesse sites como eBay, Mercado Livre, OLX ou comunidades que vendem dispositivos de segunda mão.

Se o smartphone que você quer é relativamente novo ou recente no mercado, o vendedor deve ter a nota fiscal do produto, o que também te dá a garantia do dispositivo pelo fabricante. É fato que em alguns casos o produto em questão é procedente de um sorteio ou presente, e aí a nota fiscal não estará disponível. Mas em via de regra, procure evitar comprar um smartphone sem a nota fiscal.

No caso de você poder testar o produto antes da venda, é possível fazer uma última comprovação. Se o telefone em questão é roubado, muito provavelmente ele já foi bloqueado para não ser utilizado com outras redes móveis, pois ao inserir um SIM card não será possível realizar chamadas ou enviar mensagens de texto.

 

E se você descobrir que o smartphone é roubado depois da compra?

Basicamente você precisa provar que você comprou o produto roubado de forma inconsciente, sem saber que ele foi subtraído de alguém de forma prévia. Comprar produtos roubados de forma consciente é crime, sujeito inclusive à detenção.

Logo, vale mais você se assegurar de todas as formas que o produto comprado é de procedência legítima, seja comprovando o estado do dispositivo, a nota fiscal e usando as demais dicas desse post. Afinal, ninguém quer ter problemas com a justiça, não é mesmo?

Lembrando: ninguém está 100% seguro, mas seguindo os conselhos anteriores e a lógica, as chances de você comprar um produto roubado diminui consideravelmente.

Com as últimas medidas econômicas, é possível economizar nas compras de tecnologia?

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O ano de 2015 começou, e já podemos dizer que será um dos anos mais difíceis da história do nosso país. Independente da escolha política que você tomou em outubro de 2014, a verdade é uma só: vamos entrar em um período onde todos vamos ter que ‘apertar os cintos’, refazer contas, estabelecer prioridades e ajustar nosso orçamento financeiro de acordo com o novo cenário estabelecido pela equipe econômica da presidente Dilma Rousseff.

Janeiro de 2015 não acabou, e já temos como fatos concretizados: aumento de IOF, aumento de imposto de importação de produtos adquiridos fora do país, aumento da taxa SELIC (taxa básica de juros da economia), aumento na conta de luz, aumento no combustível… e esses são apenas os impactos econômicos que eu me lembro no momento.

Sem falar nos outros fatores que invariavelmente vão complicar ainda mais a vida das empresas e do consumidor, como a crise hidroelétrica, que se tornou oficial nessa semana. Ou seja, é um cenário dos mais complicados, onde todos terão que ter uma grande habilidade para manter a sua economia doméstica em dia.

Mas sempre tem aquele grupo de consumidores que não querem perder o hábito de atualizar os seus produtos de tecnologia. Talvez não tanto pelo modismo ou luxo, mas sim pela necessidade. Não podemos por exemplo julgar os profissionais de áreas específicas (música, produção de conteúdo, desenvolvimento de sistemas, games, etc), que precisam de tempos em temos (ou quase todos os anos) atualizar os seus produtos para um melhor desempenho na hora de ganhar dinheiro.

E até mesmo o consumidor final, o usuário doméstico, o considerado ‘casual’ tem aquele desejo de adquirir novos itens para sua satisfação pessoal. Aliás, o desejo e o direito. Todo mundo deveria ter o sagrado direito de comprar um gadget novo de tempos em tempos.

Os geeks convictos certamente vão apoiar o que eu escrevi no parágrafo anterior. Os viciados em tecnologia são aqueles que mais procuram alternativas para comprar os seus dispositivos preferidos, e em tempos onde o cinto precisa ser apertado, esse é o grupo que mais sofre.

De qualquer forma, vale a pena compartilhar algumas dicas, quase em forma de conselhos. O primeiro, e o principal deles: pesquise. E muito. Nesse momento, é fundamental não ter preguiça em buscar o menor valor possível para aquele produto que você deseja. E, mesmo assim, essa condição vale para aqueles que estão com muita pressa em comprar um determinado produto. Pois se você puder esperar… espere pacientemente.

As promoções que ocasionalmente acontecem nos e-commerces nacionais se tornaram mais valiosas depois das novas medidas econômicas. É claro que existe um temor para a possibilidade delas se tornarem mais raras. Com uma indústria que não está muito contente com o falso ‘protecionismo da indústria nacional’ (com impostos absurdos para a produção de produtos no Brasil E para a importação de produtos), a queda ocasional de preços pode não ser tão farta ao longo de 2015.

Mas recomendo que, se você não está com essa pressa toda, espere mais um pouco. Algumas empresas não poderão ficar com estoque parado, e certamente vão querer ‘desovar’ estoques para não morrer com um prejuízo ainda maior nas mãos.

Também é importante lembrar que os cupons de desconto se tornaram cada vez mais populares no e-commerce brasileiro. Alguns sites conseguem fechar acordos com fabricantes e lojas online para oferecer descontos mais agressivos, e nesse caso a oportunidade de compra deve ser muito considerada. Pode ser uma das poucas chances de ver aquele produto que você deseja por um preço que você pode pagar.

Por último, mas não menos importante: fique de olho nas ‘falsas promoções’, no estilo ‘tudo pela metade do dobro’. Infelizmente, alguns e-commerces continuam a adotar a estratégia de ‘inflacionar’ o valor original de alguns produtos, para depois aplicar um ‘desconto generoso’, onde os mesmos voltam aos seus valores originais anunciados antes da ‘promoção’.

O TargetHD.net tenta ajudar você na hora de comprar produtos de tecnologia, e não é de hoje. O segmento Dicas de Compras apresenta uma série de recomendações de produtos que estão com um preço reduzido, ou um valor mais competitivo do que aquele sugerido pelo fabricante. De tempos em tempos, recomendamos a visita nessa seção do blog. Quem sabe você encontra algo que te interesse, por um preço que caiba no seu orçamento?

Enfim, o ano de 2015 será um ano complicado para a nossa economia. Assim como seremos obrigados a desenvolver habilidades matemáticas para manter nossas contas em dia, será fundamental usar essas mesmas habilidades na hora de comprar os nossos dispositivos de tecnologia.

Hoje tem Black Friday 2014 no TargetHD! E você já sabe o que fazer…

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De novo, Black Friday. O Dia de Ação de Graças – que acontece a cada última quinta-feira do mês de novembro, caso você ainda não saiba – chegou, e todo mundo sabe o que acontece na noite de quinta para sexta-feira: a tradicional noite de promoções no varejo, com preços (teoricamente) muito mais atraentes, e promoções que deixam as operadoras de cartão de crédito malucas. Pois bem, o TargetHD.net mais uma vez vai te dar aquela mãozinha no seu espírito consumista, indicando as melhores promoções disponíveis nas lojas virtuais nacionais.

Ao longo do final de semana, publicaremos aqui no blog e nas nossas redes sociais (Twitter e Facebook) algumas das promoções que nós entendemos que valem a pena o investimento. A parte bacana desse processo é que além de você fazer uma economia nas compras do final de ano, você ajuda o TargetHD a se manter no ar para oferecer informação e um pouco de conhecimento sobre o mundo da tecnologia.

A cada compra concretizada no blog (e não apenas quando você imprime o boleto e não paga #fail), nós ganhamos uma pequena comissão, que no final das contas ajudam a pagar não só as nossas despesas, mas também as despesas do nosso blog co-irmão, o SpinOff.com.br. Ou seja, é o famoso ‘dois ou mais pelo preço de um’. Ou seja, se você quiser comprar com a gente, nós agradecemos! :D

Aliás, ao longo de todo o ano, o TargetHD publica algumas promoções consideradas bacanas para os seus leitores, na nossa tradicional seção Dicas de Compras. Vale a pena uma visita no dia de hoje. Não só as promoções da Black Friday estarão por lá, mas também algumas ofertas previamente publicadas, que ainda podem estar ativas.

Por outro lado, se optar por outros meios de compras – ou em outros veículos, lojas, sites, etc -, não tem problema. Sempre vamos deixar aquelas recomendações de praxe, para que você faça a melhor compra possível.

1. Compre em locais que você já teve uma experiência positiva no processo de compra.
2. Procure comprar em e-commerces com qualidade e procedência comprovada.
3. Tenha paciência. A internet estará um caos na noite de hoje, e já estamos acostumados a presenciar os sites de e-commerce ficando fora do ar, com instabilidades e problemas dos mais diversos.
4. Tenha a sua forma de pagamento preferida já definida antes mesmo de iniciar as compras.
5. Cuidado com os boletos gerados. Não pelo fato de serem pagos ou não, mas também pelo fato de algumas lojas com procedência duvidosa embutirem tentativas de fraudes em códigos de pagamento.
6. Fique atento ao preço do produto no final do processo de compra. Alguns e-commerces podem alterar o valor cobrado sem aviso prévio depois que o produto é selecionado e vai para o carrinho virtual da loja.
7. Não compre nas lojas que estão na lista negra do Procon. Clique aqui para conferir as mais de 400 lojas não recomendadas.
8. Pesquise os preços do produto que você quer antes do início da Black Friday e durante o período de promoções. Afinal de contas, você sempre tem o direito (e quase o dever, no caso do Brasil) de pagar o menor preço pelo produto.
9. Visite as Dicas de Compras do TargetHD. Nossas ofertas da Black Friday serão publicadas lá.
10. Tenha paciência no pós venda. Prazos de entrega podem ser descumpridos pela elevada demanda de pedidos.

Regra final: se você se sentir lesado por algum motivo, denuncie e procure os seus direitos. Não fique no prejuízo porque um e-commerce foi incompetente ou irresponsável na hora de lidar com o consumidor.

Dito isso, desejamos uma noite de boas compras para os nossos leitores!

Um truque simples para recarregar o seu iPhone 6 e 6 Plus na metade do tempo

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Mal foi lançado, e os novos iPhones já contam com os pequenos hacks da vida, que tornam a nossa vida mais prática. Um truque simples pode oferecer uma recarga mais rápida para os novos iPhone 6 e 6 Plus: utilizar o carregador do iPad.

O truque pode parecer o mais óbvio do universo (uma vez que o carregador do tablet da Apple é de 12 watts e 2 amperes, enquanto que o acessório do iPhone é de apenas 5 watts e 1 ampere). Porém, esse é um truque que é válido apenas para essa nova geração de smartphones da empresa, já que os modelos anteriores de iPhones não estavam preparados para recarregar a 2 amperes. Ou seja, a energia a mais enviada era simplesmente desperdiçada, pois o dispositivo seria recarregado na sua velocidade normal.

Já os novos iPhone 6 aceitam uma quantidade maior de corrente, e consequentemente, o seu tempo de recarga é reduzido praticamente pela metade. Um vídeo pulicado pelo site Mac Otakara mostra a amperagem do carregador com os novos smartphones. Em teoria, o iPhone 6 e iPhone 6 Plus também são compatíveis com outros carregadores de dois amperes, assim como as gerações anteriores do iPhone são compatíveis com vários outros carregadores de outras marcas e/ou origens.

 

Via Cult of Mac

Meus conselhos para quem quer trabalhar em casa (já que home office é vida)

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O home office tem suas vantagens: economia de despesas com transporte e alimentação fora de casa, economia de espaço físico (não ter que alugar um escritório), a comodidade de trabalhar em casa e a flexibilidade de tempo. Mas nem tudo são flores. É preciso levar em conta que, se não temos o espaço adequado para trabalhar, nossa produtividade é comprometida.

Alguns elementos devem estar presentes em qualquer home office, como acessórios e gadgets, mas também é importante escolher os móveis e um espaço com iluminação boa o suficiente para o trabalho. Além de aspectos de decoração que seguem o estilo da pessoa e o trabalho que será realizado.

Nesse post, destaco alguns itens que considero fundamentais, por conta da experiência de mais de cinco anos trabalhando em modo home office.

 

Desktop ou notebook como equipamento principal?

Depende muito do seu estilo de trabalho. No meu caso, como eu me desloco bastante, necessito sempre de um portátil (uso um ultrabook quando trabalho fora de casa). Também uso um notebook como equipamento principal, pois considero mais adequado para minha atividade. Mas há quem prefira a comodidade de ter uma estação de trabalho mais completa, ou precisa de um equipamento com desempenho mais robusto para tarefas mas exigentes. Para esses, o desktop é mais recomendado. No final das contas, a escolha é sua.

 

Duas ou três telas. Sempre

Procure expandir as suas possibilidades de uso. Levando em conta que você é um ser multitarefa, ter uma tela (ou duas) a mais para trabalhar é fundamental, pois você pode colocar – por exemplo – o feed das redes sociais ou um vídeo de um evento na tela secundária, enquanto que a principal exibe o seu material de trabalho. Ter mais de uma tela na sua bancada de trabalho é algo praticamente obrigatório para quem quer ser produtivo.

 

Proteja os seus equipamentos

Um filtro de linha, estabilizador e – se possível – um no-break sempre são imprescindíveis em um escritório. Todos os seus dispositivos estarão conectados ali, e sempre há o risco de você sofrer com uma descarga elétrica ou variação brusca de energia da rede da região (e falo isso por experiência própria).

 

Impressora multifuncional

Apesar de achar contraditório ter que utilizar o papel em uma era digital, de tempos em tempos nos deparamos com situações que nos obriguem a elaborar documentos que precisam ser impressos. Mesmo que depois você precisa digitalizar esses documentos para enviá-los para seus responsáveis. Logo, uma impressora multifuncional não pode faltar.

 

Fones de ouvido

Para mim, ter uma boa música no escritório é algo fundamental. É muito melhor ter fones de ouvido confortáveis e de boa qualidade do que se limitar ao áudio dos alto-falantes de computador. Ainda mais quando você vai trabalhar com outras pessoas presentes na casa.

 

Telefonia

Você pode ter um telefone fixo ou investir em um robusto plano de dados para o seu smartphone, e cobrir essa necessidade. Ou até mesmo utilizar serviços como Skype para se contactar com colegas ou clientes. No meu caso, preciso de todos eles.

 

Conselhos adicionais

– Procure ficar próximo de uma fonte de luz (uma janela é o ideal)
– A mesa e a cadeira de trabalho devem ser confortáveis, pois é lá que você vai passar a maior parte do seu tempo
– Tente estabelecer uma rotina de trabalho, como se você estivesse em um escritório de verdade. Tente estabelecer horários
– Utilize um cômodo com porta, para que você possa dividir a sua vida pessoal e profissional
– Tire pausas para descansar, e tente sair de vez em quando, para não se cansar demais
– Tente manter o seu espaço de trabalho sempre organizado

 

Opera Software oferece 10 dicas para economia de dados em viagens internacionais

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Se você já viajou para o exterior, sabe o quanto que pode ser caro acessar a internet pelo smartphone, por conta das elevadas tarifas de roaming. É claro que você pode usar o WiFi público disponível em hotéis, restaurantes, aeroportos e pontos turísticos, ou até mesmo adquirir um SIM Card pré-pago do país visitado. Mas conhecer outras dicas é algo que é sempre bem vindo.

A Opera Software preparou 10 dicas para viajantes que querem gastar pouco no acesso à internet no exterior. Confira:

 

1. Antes de decolar rumo ao seu destino, verifique se a sua operadora de celular oferece pacotes de roaming internacional. Assim, você economiza e evita ser pego de surpresa com a conta no final do mês;

2. Mude para um navegador que economize dados. Ao usar menos megabytes, é possível navegar mais rápido e ainda economizar. O Opera Mini reduz as páginas da internet para 10% de seu tamanho original e mostra quanto você já otimizou em relação ao tráfego de dados;

3. Normalmente, as operadoras enviam um SMS de boas-vindas ao usuário que está no exterior. Não ignore, pois esta mensagem deverá conter os novos custos de chamadas, SMS e navegação na Web da sua localidade;

4. As operadoras também costumam enviar atualizações sobre seus gastos durante o passeio para ajudá-lo a manter o controle. Por isso, é importante ficar atento à toda mensagem recebida;

5. Ative o roaming quando precisar verificar alguma informação online, mas não se esqueça de desativá-lo após o uso. Notificações e aplicativos podem gastar grandes quantidades de dados em segundo plano;

6. Sempre que possível, navegue utilizando o Wi-Fi. Apps como o Wi-Fi Finder, por exemplo, localizam o hostpot mais próximo de você;

7. Experimente o app de compressão como o Opera Max, que diminui o tamanho de dados, imagens e vídeos. Ele também identifica quando você está em roaming e permite o bloqueio de determinados aplicativos, limitando-os à utilização a partir do Wi-Fi;

8. Repense suas prioridades de navegação. Uma viagem não é o melhor momento para streaming de vídeos, download de arquivos. É importante deixar esse tipo de atividade para quando estiver navegando com compressão de dados ou por meio de uma rede Wi-Fi;

9. Carregue suas páginas favoritas antes de sair de casa. Alguns navegadores, como o Opera Mini, possuem um recurso que permite que uma página seja salva para leitura offline, sem a necessidade de ativação do roaming ou rede sem fio;

10. Desative a sincronização automática de aplicativos como Dropbox, Facebook ou Google Drive. Ao invés disso, ajuste as configurações de modo que essa atividade seja feita apenas quando você estiver conectado à uma rede Wi-Fi.

Via assessoria de imprensa (Opera Software)

Um pequeno truque para um desconhecido tirar uma boa foto sua

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Isso já aconteceu com todo mundo. Você está viajando de férias, e quer uma foto de lembrança, mas quer estar presente na foto. A não ser que você tenha um tripé, a única solução é você pedir para um desconhecido tirar a foto. Em muitos casos, o resultado é um desastre. Corpos cortados, péssimo enquadramento e nosso retrato no centro da foto, tapando todo o cenário a ser capturado.

Marc Dufour, também conhecido como EMDX no Reddit, oferece uma solução para esse problema.  Antes de você dar a câmera para o desconhecido, coloque na tela a matriz de pontos de foco, e selecione um em que você queira que o seu rosto esteja na fotografia final. Depois, peça para a pessoa que vai disparar que coloque o ponto selecionado sobre o seu rosto antes de disparar a foto.

Com esse truque, não só você consegue o enquadramento perfeito, mas também o foco adequado para a cena (ninguém quer uma foto borrada de si mesmo com o fundo nítido). Simples e eficaz.

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Via Reddit

Sony Mobile dá dicas de uso do Xperia Z2

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Após lançar o Xperia Z2 no Brasil, a Sony Mobile dá dicas aos seus consumidores, com cinco truques interessantes. O lançamento está cheio de recursos e, por esse motivo, pode ser fácil perder alguns dos detalhes mais sutis do aparelho.

 

#1 Para o smartphone não interromper o usuário em reuniões

Com a ajuda do processamento de chamadas inteligente ativado, você pode sacudir o smartphone para rejeitar a chamada, virar o dispositivo com a tela para baixo para desligar a campainha, ou levar o telefone à orelha para atender a chamada.

 

#2 Evitar acordar de madrugada com ligações

O Smart Connect coloca um temporizador no Xperia Z2 para o modo silencioso, quando o usuário estiver pegando no sono.

 

#3 Ativação da tela com apenas dois toques

Com o ‘toque para acordar’ ativado, nas configurações do Xperia Z2, basta tocar duas vezes na tela para ativá-la.

 

#4 O smartphone sabe quando o usuário está olhando para ele

O Xperia Z2 reconhece quando o usuários está olhando para o aparelho. Ative o controle de luz de fundo inteligente. A luz de fundo permanece acesa, mesmo quando ninguém estiver tocando a tela, ou, por exemplo, quando o usuário olhar suas fotografias de férias ou estiver no meio de um e-book.

 

#5 Com headphones, música ligada; sem headphones, música desligada

Com o ‘Music at Home’, no Smart Connect*, o aplicativo de música abre assim que os fones de ouvido são conectados e encerra assim que eles são removidos.

 

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Via assessoria de imprensa (Sony Brasil)

Como recuperar o seu notebook perdido ou roubado?

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Ninguém está imune de perder ou ter o seu notebook roubado. E é sempre melhor prevenir do que remediar. Esse post revisa algumas medidas que você pode tomar para evitar isso, e caso aconteça o pior, algumas dicas que podem te ajudar a recuperar o equipamento.

 

A prevenção

Não precisa ser um expert em informática para se prevenir de perdas e furtos do seu notebook, seja ele novo ou usado.

– Guarde a fatura ou a nota fiscal de compra do notebook, sempre em um lugar de fácil acesso e, se possível, faça cópias desse documento. Também é recomendado salvar uma cópia desse documento na nuvem, e anote o número de série. Em caso de perda, quase sempre as autoridades precisam de uma comprovação que você é o dono do equipamento.

– Sempre codifique as informações importantes armazenadas no computador. A maioria dos sistemas oferecem opções de criptografia com poucos cliques.

– Crie contas de usuário com senha no seu sistema. Se tem mais de um sistema operacional na mesma máquina, cada um deve ter nome de usuário e senha. Essa e a primeira barreira para que o alheio não acesse os dados do seu equipamento, além de te dar um tempo para rastrear o seu equipamento.

– Configure um software de rastreamento. Os notebooks da Apple já contam com uma plataforma pronta. No Windows ou Linux, o Prey pode fazer esse papel.

 

Medidas após a perda ou roubo

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Muitos que roubam os notebooks acabam revendendo o produto por preços muito mais baixos. Por isso, há muita demanda. Por outro lado, se você perdeu o seu equipamento, o processo de recuperação é mais simples. Tudo depende da pessoa que vai encontrar o seu portátil.

 

Primeiros passos:

– Tenha um pouco de paciência. Correr para o software de rastreio não é tão efetivo, pois se você perdeu o notebook na rua é pouco provável que quem encontrou o conectou na internet.

– Envie uma mensagem para a pessoa que encontrou o portátil em caso de perda, incluindo um telefone ou e-mail de contato. Oferecer uma recompensa não é uma má ideia. Em caso de roubo, a estratégia é outra; espere um pouco para rastrear o equipamento, e acione as autoridades locais.

– Se você tiver sua mensagem ignorada, execute o comando de remoção remota de dados. Vale a pena lembrar que tal comando será executado quando um equipamento se conectar à uma rede pública.

 

Depois das primeiras medidas tomadas, vem a parte mais complicada: com muita paciência, realize capturas de tela das localizações do mapa indicadas pelo rastreamento. Veja se é um centro de assistência técnica autorizada ou uma residência. Em algum ponto, o seu notebook ficará com localização estática, e é lá que você vai atuar.

Com evidências suficientes de sua localização, imprima as capturas de tela dos mapas, pegue a sua fatura ou nota fiscal de compra, e acione a polícia, denunciando a perda ou roubo do equipamento. Com alguma sorte (e boa vontade das autoridades), o seu equipamento é recuperado. É importante lembrar que existe todo um processo para que você volte a ter o seu computador em mãos, e que a pessoa que possui o seu equipamento pode não ser a mesma que roubou.

 

Conselhos adicionais

– Muita paciência (de novo)
– Não desanime no meio do processo
– Prepare-se psicologicamente para lidar com trâmites burocráticos – e isso custa tempo e dinheiro
– Se você vai comprar um notebok de segunda mão, sempre peça a nota fiscal, para nã ter problemas

 

Especial | Como escolher o melhor computador portátil para você?

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Antes de comprar um notebook, você deve considerar várias coisas. Hardware, suporte do fabricante, design, sistema operacional, etc. O melhor computador portátil para você não é aquele que tem o preço mais elevado ou as especificações mais completas. Você pode economizar muito dinheiro se souber identificar suas necessidades antes de tirar o cartão de crédito da carteira.

Nesse post, revisamos algumas dicas consideradas essenciais para fazer a melhor escolha.

 

Os primeiros passos

O primeiro filtro para escolher um portátil consiste em identificar o tipo de uso que vai dar ao produto. As perguntas a seguir podem te ajudar:

– Quer um modelo para jogos?
– Quer um modelo para atividades básicas (navegar na internet, usar editores de texto e planilhas, etc)?
– Quer um modelo para tarefas de edição (fotos e vídeos)?
– Quer um modelo para compilar códigos?
– Quer um modelo para ser uma extensão do PC da sua casa?

Analise os usos, e quando sua utilidade estiver bem definida, a parte técnica precisa ser priorizada. Procure por reviews em canais do YouTube ou sites especializados (como o TargetHD) para ler as últimas notícias e dicas de compras sobre os diferentes produtos apresentados quase todas as semanas. Procure ficar atualizado sobre o assunto.

 

Os formatos de portáteis

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As coisas mudaram muito. Existem várias categorias entre os computadores portáteis, que podem ser determinantes na hora da compra. É importante decidir se você quer apostar nos novos formatos, ou deseja algo mais tradicional. Hoje, podemos encontrar:

– Ultrabooks: portáteis leves, finos, com ampla autonomia de bateria e com um formato clássico.

– Híbridos: podem ser utilizados no modo tablet ou como um notebook clássico, também com boa autonomia de bateria e hardware similar ao do ultrabook.

– Notebooks clássicos: são os portáteis que já conhecemos, que hoje são muito mais finos e leves, mas aos poucos estão desaparecendo. Em muitos casos é o formato ideal para certas modalidades profissionais, dependendo de suas necessidades.

 

Tamanho e peso

Buscamos um computador portátil, logo, pensar no espaço que há na mochila e no peso que você vai carregar é importante. Se você se desloca diariamente ou viaja muito, os tamanhos ideais variam entre as 11 e 15 polegadas de tela. Acima disso, não faz muito sentido. Porém, tudo depende do estilo de uso de cada um.

 

Processamento

Hoje, os processadores são desenvolvidos para oferecer um desempenho impecável e consumir a menor quantidade de energia possível. Talvez os mais populares são os da família Intel Core (Haswell, de quarta geração), mas a maioria dos fabricantes estão realizando trabalhos impressionantes nos quesitos desempenho e autonomia. Vide a última geração do MacBook Air, que permite uma autonomia de uso de uma jornada de trabalho completa longe da tomada.

A escolha do processador vai variar em função do uso que você vai dar ao produto. Normalmente um Core i3 oferece o necessário para as tarefas básicas e um pouco mais. Porém, o melhor é sempre ter uma sobra, sem falar que você precisa combinar o processador com outros aspectos, como RAM e armazenamento.

Outro aspecto importante é a escolha entre gráficos integrados ou dedicados. A escolha também está ligada às necessidades do usuário já citadas nas perguntas do começo do post. O ideal é sempre contar com gráficos dedicados, porém os gráficos integrados cobrem a maioria das necessidades do usuário médio.

 

SSD obrigatório

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As unidades SSD ainda são caras, mas esta é a melhor opção para o seu futuro portátil, principalmente no quesito desempenho. Mesmo com uma capacidade de armazenamento menor que os HDs, você pode acumular sem problemas 100 GB adicionais na nuvem utilizando serviços como Google Drive, Dropbox ou OneDrive.

A fluidez e a performance otimizada dos aplicativos e do sistema operacional como um todo, além da maior segurança dos dados armazenados em uma unidade que não conta com partes móveis são motivos mais justificáveis para realizar o investimento.

 

Autonomia de bateria é tão importante quanto o processador

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Se queremos um computador portátil, é porque queremos levar o produto para qualquer lugar, e em muitos casos, longe de uma tomada. Não faz muito sentido comprar um notebook se em 80% do tempo você vai depender de uma tomada elétrica para não perder o seu trabalho.

Hoje, muitos portáteis oferecem uma boa autonomia de uso, mas é recomendado dar uma olhada naquilo que o fabricante informa sobre esse aspecto, e analisar muito bem o tipo de uso que vai ser dado ao produto. Você não pode exigir 10 horas de autonomia de uso para um notebook na sua capacidade máxima de uso. Além disso, verifique o grau de dificuldade para a troca da bateria, não só pela manutenção, mas também pela necessidade de adicionar uma bateria extra.

 

Detalhes e mais detalhes

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É muito importante o seu futuro portátil ter um certo grau de atualização, que seja simples de ser reparado, que ofereça um acesso simples ao disco rígido, entre outros aspectos técnicos para dar uma sobrevida ao produto. Por outro lado, analise o nível de suporte técnico do fabricante. Sempre vale pagar um extra pelas melhores experiências de suporte técnico. Se você puder ampliar a garantia do produto, melhor ainda.

Antes de se aventurar na compra do novo equipamento, é recomendável que (sempre que possível) você visite as lojas e teste os diferentes produtos que você está cogitando. Analise itens como portas de acesso, a comodidade do teclado, a qualidade da tela, entre outros itens. E depois de analisar todas as ofertas do comércio físico e virtual, ainda verifique a possibilidade de importar ou aproveitar alguma promoção relâmpago em lojas especializadas de sua confiança.

 

O veredito

Seguindo essas dicas, as chances de você ter uma experiência negativa no processo de compra são muito pequenas. A dica final? Pare de pensar em comprar sempre o que há de mais top no mundo da tecnologia. Pensando assim, você não compra nada. A tecnologia é assim mesmo: o avanço é rápido demais, e qualquer portátil que você comprar hoje, por mais novo que seja, fica para trás em poucos meses.

O mais importante é você analisar o nível de atualização que o produto que você compra hoje possui, se o suporte da marca é confiável, e se o produto atende as suas necessidades atuais.

Esta é a melhor forma de alinhar as antenas do seu roteador sem fio

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A maioria dos usuários acredita que a melhor forma de posicionar as antenas dos roteadores WiFi é deixando as duas antenas na vertical. E a maioria está errada. Um antigo engenheiro da Apple especialista em redes WiFi garante que o truque para a melhor posição das antenas é deixá-las perpendiculares.

Alf Watt explica em um post no site Mac Observer que a orientação vertical de uma antena e horizontal da outra é a mais indicada por maximizar a recepção. Nessa posição, tanto o cliente como o ponto de acesso conseguem ajustar a sua polarização com perfeição, orientadas no mesmo plano.

Alguns dispositivos cliente contam com suas antenas orientadas verticalmente, e outros, horizontalmente. A atual geração de MacBooks – por exemplo – contam com suas antenas na posição horizontal, ocultas na parte traseira do plástico em negro onde está a dobradiça do dispositivo.

Obviamente, isso não quer dizer que nosso WiFi vai ficar mais rápido por um passe de mágica. Apenas significa que vamos maximizar a recepção ou cobertura do sinal WiFi dos nossos dispositivos. O que já é alguma coisa a ser considerada ao adotar tal truque.

Via Mac Observer

Dicas, Truques e Macetes | Como ampliar ao máximo a autonomia (e a vida útil) da bateria do seu notebook?

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Com certeza você sabe alguns truques para estender a autonomia de bateria do seu notebook, seja reduzindo o brilho da tela ou desconectando o WiFi. Porém existem outras formas que podem (e devem) ajudar. Nesse post, mostramos algumas delas, que são bem simples de serem adotadas por qualquer usuário.

A bateria de qualquer notebook acaba perdendo sua autonomia com o passar do tempo, e isso é inevitável. Mas com essas dicas, você ao menos não terá que substituí-la (ou comprar um equipamento novo) antes do normal.

 

Temperatura e limpeza

A temperatura do notebook em funcionamento pode resultar em um grande impacto na duração da bateria. Verifique as indicações do fabricante nesse sentido. Tal informação pode ser diferente, dependendo da marca, modelo e do comportamento do usuário.

Para uma leitura mais confiável da temperatura do notebook, os usuários do OS X podem adquirir o Temperature Gauge (US$ 5), que oferece um leque maior de informações. Para o Windows, o Rainmeter (grátis) é um sistema de monitorização que oferece, entre outros dados, a informação da temperatura do equipamento.

Em geral, a temperatura ambiente (ou a mais próxima disso) é o ideal. Ou seja, não deixe o seu computador no carro ou na mochila durante o verão, ou exposto ao tempo no inverno. Um notebook é tão sensível à temperatura quanto você. Garanta que a temperatura ambiente será agradável para os dois.

O excesso de calor é danoso para a bateria. Para quem adora usar o notebook em cima da cama, no sofá ou em cima de uma almofada, saiba que a bateria vai durar muito menos tempo que o ideal. É preciso manter o port’til refrigerado e em uma superfície plana e estável, garantindo que os ventiladores internos ficarão livres, sem bloqueios. Um suporte para notebook ou um dissipador de ar não são itens caros.

Se o seu notebook possui uma bateria removível, retire a mesma do notebook a cada dois meses, e limpe os contatos metálicos nas extremidades com um pano seco ou um líquido de limpeza próprio para essa tarefa com um pouco de álcool. Isso ajuda a manter a transferência de energia ao seu computador da forma mais eficiente possível.

 

Deixe a energia fluir

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O ideal é utilizar o notebook normalmente, com o adaptador de energia desconectado, e deixar que a mesma se descarregue em até 40% a 60%, pelo menos uma vez por semana. Ou seja, a rotina deve ser a mesma de você utilizar o portátil fora de casa pelo menos uma vez por semana.

O motivo desse procedimento é que uma recarga completa e constante causa mais danos do que benefícios à bateria do notebook. Se o seu notebook fica o tempo todo conectado na rede elétrica, a bateria está trabalhando de forma mais pesada do que se estivesse alternando entre 40% e 80%. Alguns especialistas recomendam a remoção completa da bateria enquanto o notebook estiver conectado na tomada, para evitar o superaquecimento, principalmente durante as tarefas mais complexas. Deixar que a bateria se esgote por completo de vez em quando também é recomendável, para uma melhor calibração, fazendo com que as próximas leituras da bateria sejam mais precisas.

Também existem regras para o desuso. Se você vai deixar de utilizar o seu portátil por mais de seis meses, o melhor é deixá-lo com pelo menos 40% a 50% de bateria restante. Se a mesma ficar completamente carregada ou descarregada, existe sim o risco de danos por conta da falta de uso.

 

Ajustes de energia

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Pequenos ajustes nas opções de energia podem resultar em uma grande diferença no final do dia. E vale a pena relembrar: quanto menor o trabalho que a bateria tem que fazer, mais tempo ela vai durar. No Windows, vá para Painel de Controle > Hardware > Opções de Energia. No Mac, vá para Preferências de Sistema > Power Saver.

Os ajustes básicos permitem o controle de tela e o estado do computador. Já os avançados no Windows permitem a mudança das opções de economia de energia para o disco rígido, o adaptador WiFi e os dispositivos USB.

É provável que o fabricante do seu notebook tenha adicionado algumas funções adicionais para o gerenciamento de energia. Dê uma olhada nos aplicativos pré-instalados no equipamento. Se você quiser manter a autonomia de bateria ao máximo, reduza também a sua carga de trabalho: diminua o brilho da tela, feche aplicativos desnecessários, limite o número de abas abertas do seu navegador, desconecte dispositivos USB que não estão em uso…

Para usuários de Macs, a dica é o programa Battery Heath (grátis) que informa a quantidade exata de bateria restante. Para Windows, o BatteryCare (grátis) faz exatamente a mesma coisa.

Por fim, cuidado na hora de utilizar um carregador diferente daquele que acompanha o notebook. É melhor não optar por carregadores de segunda mão, nem aqueles vendidos em lojas não oficiais. Mesmo que funcione, é muito provável que não esteja otimizado para cuidar bem da bateria.

Via Apple, Radioshack, Dell, Microsoft, Battery University

Como tornar a tela de início do Windows 8 algo realmente útil?

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A tela inicial do Windows 8 (estilo Metro) não é perfeita, mas com alguns poucos ajustes e alguns downloads ela pode ser bem útil. Nesse post, temos algumas maneiras de tornar essa tão polêmica tela algo mais funcional e interessante.

Adicionar widgets e acessos diretos, com o Start Screen Unlimited

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Os widgets do desktop desapareceram no Windows 8, mas existem alguns itens básicos que podemos trazer de volta, com a ajuda de software de terceiros. O Start Screen Unlimited adiciona widgets que mostram o status da bateria, informações sobre o WiFi, atalhos para desligar o computador, um pequeno calendário, entre outros.

O aplicativo é altamente personalizável. No menu de acesso direto, por exemplo, é possível desligar, reiniciar ou hibernar o computador com um simples botão. Até a atualização para o Windows 8.1, essas opções estavam bem escondidas dentro dos menus. Outro item que voltou a ser bem mais acessível é o Painel de Controle.

Colocar as tarefas em primeiro plano, com o To-Do Prime

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No Windows 8.1, já é possível mudar o tamanho dos blocos da interface. Isso é particularmente útil para os aplicativos de gerenciamento de tarefas. Até que serviços tão populares como o Wunderlist ou Google Keep não contem com aplicativos específicos para o Windows 8, o To-Do Prime é uma boa alternativa. Ele permite a criação de blocos com uma lista determinada de tarefas, para que você conte com esses apps sempre ao seu alcance.

Adicione o seu calendário da Google em um bloco, com o Gmail Calendar

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O aplicativo de calendário nativo da Microsoft funciona bem, se você utiliza os serviços do ecossistema Windows. Para quem depende dos serviços da Google – e, por tabela, do Gmail Calendar -, podem integrar esse calendário manualmente no Windows 8, mas é mais simples utilizar esse aplicativo, que funciona bem melhor. =

Monitore o nível de bateria, com o Battery Level

Nem todos os equipamentos contam com um bom sistema para informar quanto tempo de bateria ainda está disponível. O Battery level é um útil widget, que mostra a porcentagem restante, em tempo real. O aplicativo é compatível com Windows 8.1, e seu tamanho pode ser ajustado, para que não ocupe muito espaço na tela.

Dê uma chance para a interface Metro

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O Windows 8 melhorou muito, e realmente vale a pena estudar a fundo os benefícios que a interface Metro tem para oferecer. As janelas de calendário e e-mails, por exemplo, são bem úteis. Minha última recomendação é que você dedique algum tempo para estudar a interface do Windows 8 em detalhes. Não é para todo mundo, mas certamente o sistema esconde surpresas muito agradáveis.