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Última atualização do WhatsApp pode esgotar armazenamento no iPhone

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A última atualização do WhatsApp traz como principal novidade o compartilhamento de documentos a partir do armazenamento na nuvem (Google Drive, Dropbox e OneDrive), assim com dar zoom em vídeos durante a reprodução e outros detalhes. Porém, a versão 2.12.14 traz um easter egg dos mais desagradáveis: ocupar todo o espaço de armazenamento disponível do iPhone em questão.

É um bug aleatório que está acontecendo em algumas unidades do iPhone 6 Plus. Pelo menos nesse momento este é o modelo de smartphone da Apple que os usuários estão reclamando nos fóruns de suporte, alegando que os dispositivos apresentam a mensagem de “memória cheia” sem que houvesse uma explicação lógica.

 

O que acontece?

Quando aparece essa mensagem, a primeira coisa que se pensa é que foi um descuido do usuário no registro de fotos e vídeos, e começa a eliminação de arquivos pessoais, principalmente quando se trata de um dispositivo com 8 ou 16 GB de armazenamento. É algo quase mecânico, e quem reportou o problema fez isso. Porém, a mensagem de memória cheia voltou a aparecer uma hora depois, sem explicação, mesmo depois de repetir a remoção de arquivos várias vezes.

Enquanto os usuários buscavam uma explicação para um erro do sistema ou algo que estivesse corrompendo o mesmo, outros davam a entender que o problema era no WhatsApp, recomendando que os usuários desinstalassem o aplicativo e o instalassem novamente.

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Na verdade, isso é inútil. A única forma de solucionar o problema (por enquanto) é desinstalando o WhatsApp do smartphone.

O que também podemos ver é que as denúncias sobre o problema só aumentam, já culpando diretamente o aplicativo como culpado. Se bem que algo além de ir no fórum de suporte da Apple para reclamar é reportar o problema diretamente ao WhatsApp.

 

Esperando por uma atualização

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Por enquanto, não há nenhum comunicado no blog do WhatsApp além do anúncio do fim do suporte para os sistemas mais antigos (e o BlackBerry OS 10). Felizmente não é um erro geral, e aparece aleatoriamente em algumas unidades do iPhone 6 Plus. Mesmo assim…

De qualquer forma, os mais prevenidos devem desativar o download e atualizações automáticas temporariamente (a versão começou a ser distribuída no dia 28 de fevereiro). Vamos esperar que alguma correção para o problema apareça o quanto antes possível.

Via Apple Support

Faz algum sentido comprar o iPhone 6s de 16 GB?

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Muitos fabricantes já deram o salto para os 32 GB de armazenamento com base nos seus modelos top de linha, algo que a Apple se recusou a fazer mais uma vez ao lançar um iPhone 6s com 16 GB de armazenamento como variante mais acessível do seu novo smartphone.

A essa altura do campeonato, a pergunta é inevitável: realmente faz algum sentido manter a versão de 16 GB?

Não dá para responder de forma direta com um ‘sim’ ou ‘não’, já que temos que considerar alguns fatores.

 

Cada usuário é um mundo

Essa premissa é essencial, e temos que ter em conta antes de dar uma resposta. Nem todo mundo baixa e instala jogos pesados, ou carrega o seu iPhone de musicas, ou grava vídeos o tempo todo. Muitos optam por um uso mais leve, priorizando outras necessidades e conteúdos.

Soma-se ao fato que contamos hoje com uma grande quantidade de opções para administrar de forma eficiente o espaço disponível em nosso dispositivo, como por exemplo os serviços de armazenamento na nuvem ou as cópias de segurança. Duas vias simples que nos permitem contar sempre com uma boa dose de espaço.

É claro que para os usuários mais avançados, que desejam explorar ao máximo as características do seu novo iPhone 6s, os 16 GB de armazenamento não serão suficientes, já que na prática temos apenas 12 GB livres para dados do usuário (4 GB são ocupados pelo sistema operacional e aplicativos essenciais).

 

E a resposta é…

O que vai mandar são as necessidades de cada usuário. De um modo geral, 16 GB são suficientes para muitos, mas se você gosta de jogos, conteúdos multimídia e pensa em gravar vídeos em 4K, o modelo base do iPhone 6s claramente NÃO foi feito para você.

Mesmo assim, seria muito providencial que a Apple desse o salto de uma vez para os 32 GB no seu modelo basse, e que isso não implicasse em um aumento de preço.

Mas você sabe como as coisas funcionam na Apple… ou seja, vamos ter que esperar mais um ano para ver se eles mudam de ideia.

As unidades SSD de 128 TB chegarão em 2018, pelas mãos da Toshiba

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A Toshiba anunciou na Flash Memory Summit os seus avanços no desenvolvimento de novas memórias SSD, informando que vão oferecer no mercado unidades SSD de 128 TB (terabytes, e não gigabytes) dentro de três anos.

Uma das bases dessa conquista será o uso da tecnologia Quadruple Level Cell, que vai permitir o uso de quatro bits por célula, enquanto hoje é feito o uso das tecnologias TLC (Triple Level Cell), ou 3-bit MLC (3-bits Multi-level Cell). Com essa opção, é possível aumentar a densidade de dados, e somadas com as tecnologias de fabricação que permitirão também melhorar essa integração de mais e mais chips para o armazenamento de dados.

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O anúncio da tecnologia QLC foi uma surpresa para os presentes no evento, já que até agora os obstáculos técnicos para alcançar esse tipo de célula foram difíceis de serem superados. Mesmo assim, alguns duvidam do futuro de uma tecnologia que tem algumas desvantagens: essas células se desgastam com maior rapidez, e pode ser que o desempenho de leitura e gravação não podem competir com suas alternativas.

Mesmo assim, é possível que essas unidades se transformem em uma alternativa muito mais atraente que os atuais discos rígidos de grande capacidade, superando todas as suas especificações, e ideias para o armazenamento de grandes volumes de dados. Se precisamos de velocidade, também teremos SSDs cada vez mais velozes, o que torna o futuro dessas unidades algo brilhante.

Via DigitalTrends

G-Technology lança o G-DRIVE Mini, novos HDs portáteis de alta velocidade

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A G-Technology anuncia o lançamento das unidades de armazenamento externo G-DRIVE Mini, que são portáteis, com velocidade de 7200 RPM e versões com 500 GB e 1 TB.

Com desempenho superior a 136 MB por segundo, o G-DRIVE mini é indicado para usuários que precisam de alta performance e portabilidade na hora de guardar imagens, músicas, vídeos e documentos importantes. O aparelho é compacto, resistente e totalmente revestido em alumínio.

Com capacidade de armazenamento de até 1TB, o G-DRIVE mini utiliza o HGST Travelstar, possui porta USB 3.0 e FireWire 800, para uma conectividade e transferência de dados mais rápida. Além disso, conta com dissipador de calor integrado, para o resfriamento do sistema e uma operação silenciosa, sem sobreaquecer.

Desenvolvido para usuários Mac, o dispositivo funciona de acordo com o sistema Apple e é compatível com Time Machine, mas é possível prepara-lo para rodar de acordo com sistemas Windows, basta uma inicialização simples. O G-DRIVE mini também está disponível na versão 500GB, também pré-formatado para MacOS.

O sistema pode suportar até 1000 Gs de choque para garantir que seus dados estão protegidos contra as colisões e quedas encontradas na estrada. G-Drive Mini é alimentado pela USB, eliminando a necessidade de levar uma fonte de alimentação externa.

Preço sugerido

G-Drive Mini 500Gb – R$ 699,00
G-Drive Mini 1Tb – R$ 999,00

Via assessoria de imprensa

Apple Watch só suporta 2 GB de músicas (em seus 8 GB de armazenamento)

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Independente da versão escolhida, o Apple Watch oferecerá 8 GB de armazenamento interno para conteúdos do usuário. Porém, esse espaço conta com suas limitações.

Para começar, se você pensava em armazenar músicas no interior do dispositivo, saiba que você só poderá usar 2 GB para salvar suas MP3s favoritas (ou 200 músicas com boa qualidade de áudio). É algo mais que suficiente para a maioria dos mortais, convenhamos.

Por outro lado, se o que você quer é levar as suas fotos preferidas no pulso, o espaço reservado para isso é de apenas 75 megas. Ou seja, não pense em guardar imagens com elevada qualidade (o iTunes deve se encarregar da compressão das imagens).

E os 6 GB restantes?

Inicialmente, o sistema operacional vai devorar boa parte disso, deixando algum espaço para a instalação de aplicativos e para arquivos que esses apps podem gerar, como arquivos de configuração e cache. Inicialmente, os aplicativos não poderão utilizar o espaço livre por sua conta, mas uma vez que o SDK estiver disponível, as futuras versões poderão utilizar algum espaço adicional para salvar recursos e não depender tanto da conexão com o smartphone.

Via 9to5mac

Novo cartão microSD da SanDisk tem 200 GB de armazenamento

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A SanDisk apresenta um novo cartão microSD coma mais que generosa capacidade de armazenamento de 200 GB. A marca se superou (tinha um modelo com 128 GB) no seu desejo de oferecer o melhor cartão para quem registra muitas fotos e vídeos em 4K.

A SanDisk adicionou também no seu novo cartão uma maior velocidade de leitura (90 MB/s), com uma taxa de transferência de 1.200 fotos por minuto (cada foto com 3.5 MB em média de tamanho).

O preço desse novo cartão da SanDisk de 200 GB é de US$ 400, e estará disponível no mercado a partir de abril.

Via Sandisk

A melhor autonomia de bateria do Samsung Galaxy S6 passa por sua memória

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Desde novembro de 2014 se especula que o próximo Samsung Galaxy S6 contaria com a memória interna baseada no padrão UFS 2.0, que na teoria ofereceria uma evolução equivalente ao que os computadores tiveram quando as unidades SSD substituíram os discos rígidos tradicionais.

A Samsung informa que suas unidades UFS 2.0 são pelo menos 2.7 vezes mais rápidas na leitura de dados que os atuais sistemas eMMC, além de oferecer uma redução de 50% no consumo de energia. Ou seja, os futuros smartphones que receberem essa unidade devem funcionar de forma mais fluída, e com uma melhor autonomia de bateria, sem aumentar a sua capacidade. E o novo Samsung Galaxy S6 parece ser o candidato ideal para a estreia dessas novas unidades.

De acordo com a Samsung, o padrão UFS 2.0 será um divisor de águas dentro do segmento de smartphones top de linha. Hoje, temos as barreiras lógicas do preço, do processador utilizado, do acabamento do dispositivo e do potencial técnico da câmera traseira do dispositivo.

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As novas memórias que chegarão nos próximos meses aos melhores smartphones elevarão ainda a sua capacidade base, pois apenas serão fabricadas unidades com 32, 64 ou 128 GB de armazenamento.

Um ótimo passo para esquecer de vez as unidades microSD, uma vez que o novo padrão supera o antigo em 26 vezes na velocidade de gravação de dados.

Microsoft oferece 100 GB adicionais no OneDrive para usuários do Dropbox

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A Microsoft está mesmo empenhada em ser uma empresa que quer conquistar a todo custo os usuários na nuvem. Para isso, está distribuindo de uma vez 200 GB de espaço de armazenamento no OneDrive. E, de quebra, dá uma bela provocada no Dropbox.

Ontem (18), nós destacamos que a gigante de Redmond estava oferecendo 100 GB grátis de armazenamento no OneDrive por dois anos para os usuários que habilitassem em sua conta o serviço Bing Rewards (clique aqui para ler). Não satisfeita com isso, a Microsoft agora oferece 100 GB adicionais para os usuários que possuem contas no Dropbox. O updrage é válido por um ano.

Mesmo que de forma temporária, é um espaço generoso para você armazenar os mais diferentes tipos de dados. Sem falar que uma ação desse tipo pode fazer com que os planos a longo prazo da Microsoft funcionem da forma como eles esperam, ou seja, a conversão dos usuários temporários em clientes em definitivo do serviço.

Afinal de contas, quem é que vai querer perder os 200 GB de armazenamento na nuvem que pode ser tão úteis na hora de você armazenar o seu conteúdo pessoal?

Sem falar que a tendência é que os custos de armazenamento na nuvem sejam reduzidos com o passar do tempo. Vocês já imaginaram quanto custa hoje 100 GB de armazenamento, e quanto 1 GB custava em 2005? Pois é… é algo a se pensar.

Para obter os 100 GB de armazenamento adicional no OneDrive, basta seguir as instruções em preview.onedrive.com/bonus.

Apple é processada pelo espaço que as atualizações do iOS 8 ocupam nos seus dispositivos

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A Apple está sendo processada nos Estados Unidos, por conta por conta do reduzido espaço livre para o usuário em seus dispositivos, depois da instalação das últimas atualizações do iOS 8.

De acordo com os responsáveis pela demanda, um iPhone 5s de 16 GB tem o seu espaço disponível reduzido em 18.1%, e um iPod com a mesma capacidade pode perder até 23.1% de espaço livre para o usuário. Ao que parece, o problema é que, nessas circunstâncias, o espaço livre para o usuário é muito menor do que aquele que a Apple anuncia quando vende esses produtos.

Vale lembrar que esse tipo de problema não afeta só os iDevices. Smartphones de outras marcas sofrem do mesmo mal, assim como outros dispositivos (computadores, consoles de videogames, etc), onde os discos rígidos não oferecem toda a capacidade de armazenamento.

Mas o mais curioso é que os promotores do processo entendem que, por trás dessa prática, existe uma estratégia comercial que prejudica os usuários. A Apple divulga uma capacidade de armazenamento que é superior do que aquela que os usuários podem desfrutar, o que pode forçar os mesmos a a contratarem um espaço adicional de armazenamento online – no caso da Apple, o iCloud -, para armazenar o seu conteúdo pessoal de fotos, vídeos e músicas.

De novo, não é só a Apple. Os demais fabricantes de smartphones também são citados no processo, que alega que o espaço disponível real pode ser inferior ao anunciado no produto por conta do software pré-instalado, e outras razões de caráter técnico.

A Apple já foi processada em outras ocasiões pelo mesmo motivo, e até agora, conseguiu se defender com sucesso. Logo, essa demanda pode dar em nada. De qualquer forma, é uma situação curiosa, que merece ser observada mais de perto.

Via 9To5MacSilicon Beat

Alternativas de armazenamento na nuvem que valem a pena o uso

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Existem várias opções de armazenamento que vão além do desktops e HDs externos. Os serviços de armazenamento na nuvem sempre oferecem um bom espaço para armazenar os dados mais importantes, e em alguns casos, é possível até mesmo duplicar o seu disco rígido, sem maiores problemas.

Os serviços que recomendamos nesse post não são soluções definitivas. Há muitas ofertas disponíveis, mas estas são as que contam com maior visibilidade e credibilidade para os mais diferentes tipos de uso do espaço disponível.

 

Box

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O Box tem uma oferta inicial de 10 GB gratuitos, que são mais que suficientes para armazenar documentos importantes do trabalho e pessoais. Você só vai precisar de mais para armazenar arquivos multimídia. O serviço possui ferramentas colaborativas e de segurança, que codificam os dados na transferência via SSL e os arquivos armazenados recebem codificação AES de 256 bits. Nas plataformas móveis, há aplicativos para iPhone, Android e Windows Phone, e nos desktops, para as plataformas Windows e OS X (clique aqui para acessar).

 

Dropbox

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Um velho conhecido de todos. O Dropbox é um dos serviços mais atraentes, por conta de sua simplicidade. Com o tempo, o serviço foi crescendo, oferecendo outras alternativas na nuvem, como o Mailbox. Na área de segurança, conta com sistema de verificação de dois passos e codificação de arquivos. A oferta inicial é de apenas 2 GB de armazenamento, que podem armazenar os seus documentos mais importantes. Está presente nas plataformas móveis Windows Phone, iOS, Android e BlackBerry, e nos desktops, nas plataformas Linux, Windows e OS X (clique aqui para acessar).

 

OneDrive

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A proposta da Microsoft é muito boa. Oferece uma cota inicial de 15 GB de armazenamento, possui integração com o Office na web (com uma interface idêntica ao software do desktop), além de contar com integração com outros serviços da Microsoft, como o Outlook e o OneNote. A gigante de Redmond não deixa muito claro como cuida da segurança ou codificação dos dados (mesmo assim, vamos confiar que eles fazem isso). Está disponível no Xbox, Windows, OS X, Windows Phone, iOS e Android (clique aqui para acessar).

 

Google Drive

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A Google também melhorou e muito o seu Google Drive, que de cara oferece 30 GB de armazenamento (compartilhados entre e-mail e armazenamento na nuvem). A grande vantagem do Google Drive é contar com a visualização de um grande número de tipos de arquivos dentro do mesmo serviço, sem precisar recorrer a outros aplicativos, além de contar com integração com todos os serviços do Google e alguns apps de terceiros. Está presente no Windows, OS X, iOS e Android (clique aqui para acessar).

 

Bitcasa

Bitcasa

O Bitcasa é pensado nos usuários que querem duplicar os seus arquivos na nuvem, tornando os mesmos acessíveis a todo momento. Conta com 20 GB iniciais de armazenamento, e na parte de segurança, ele aplica a criptografia antes mesmo de armazenar os dados na nuvem de qualquer documento ou arquivo, além de permitir o streaming de arquivos multimídia. Está presente nas plataformas Windows, Linux, OS X, Firefox OS, iOS e Android (clique aqui para acessar).

Alguns mitos sobre as unidades SSD

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Não é segredo para ninguém que as unidades SSD estão ganhando cada vez mais terreno em relação ao armazenamento convencional (com discos rígidos), sendo uma alternativa veloz e confiável para acelerar a distribuição de dados nos dispositivos. Hoje, essas unidades estão ao alcance de todos os consumidores, e existem certos mitos relacionados a esse tipo de armazenamento, que esse post se encarrega em explicar.

 

Usuar SSDs tem suas vantagens

O uso de unidades SSD oferece ao usuário alta velocidade de leitura e gravação de dados, além de um menor consumo de energia, silêncio absoluto, nenhum tipo de deterioração conforme ele vai recebendo as informações e, de certo modo, muito mais seguros que um disco rígido convencional, já que são mais resistentes aos golpes e vibrações.

Porém, isso não quer dizer que não existam mitos sobre o seu funcionamento.

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Os principais mitos sobre as unidades SSD:

– São mais resistentes que um HD por não ter partes móveis: sim e não. Um SSD não conta com partes mecânicas, o que o torna mais resistente a golpes e vibrações. Porém, se ele se molhar, isso será um grande problema (um HD não sofre tantos danos com os dados com os efeitos da água).

– Não há riscos com a informação salva: é muito mais seguro utilizar um SSD pela sua resistência, mas nunca podemos confiar em 100% nisso. Não podem se deteriorar com o passar do tempo ao ler e gravar dados, mas é sempre bom contar com uma cópia de segurança de suas informações.

– Quando um SSD falha, a informação é inacessível: isso está certo, mas também é importante mencionar que devemos habilitar a função TRIM, que está integrada em quase todos os sistemas operacionais modernos, permitindo otimizar a gravação e leitura de dados em uma unidade SSD.

– O preço dos SSDs é elevado: sim e não. Não são absolutamente acessíveis para todos os consumidores, e o custo por GB ainda é alto. Porém, ainda representa um bom investimento para o desempenho do seu equipamento, entregando mais alguns anos de vida útil para o computador. Além disso, com uma unidade de 64 GB, é possível instalar sem problemas o sistema operacional, tendo o necessário para aproveitar os benefícios desse tipo de dispositivos.

– As unidades SSD duram para sempre: falso. O SSD tem um ciclo de vida como qualquer outro dispositivo eletrônico, se aproximando dos 10 anos de vida, dependendo do fabricante. É importante também considerar que para garantir um ótimo desempenho, é necessário deixar uma margem de 10 a 15% de espaço de armazenamento livre.

 

Veredito

Uma unidade SSD sempre será a melhor opção para instalar o seu sistema operacional e aplicativos que você mais usa, mas um melhor desempenho do seu sistema também depende muito do seu equipamento e de outros fatores, como quantidade de RAM e tipo de processador. Um SSD não faz mágicas, mas fará o seu equipamento ficar mais rápido no processo de leitura e gravação de dados. Sempre representará um bom investimento, e com o passar do tempo, ficarão mais acessíveis no quesito preço.

Clique nos links a seguir para conferir os reviews que fizemos de algumas unidades SSD que recebemos para testes:

Review | SSD Kingston HyperX Fury, de 240 GB
Review | SSD Kingston Hyper X 3K 240 GB
Review | Unidade SSD Kingston SSD Now 300V

Não será possível tirar fotos em dispositivos Android One sem cartão microSD

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Que o Android One teria limitações por conta de suas características de hardware, já era de se imaginar. Porém, algumas limitações são umt anto quanto peculiares. Por exemplo, o usuário não poderá armazenar fotos ou imagens na sua memória interna. Não ao menos que você instale um cartão microSD.

Os novos modelos da Spice Karbonn e Micromax apresentados hoje contam com 2.3 GB de armazenamento interno. Não é muita coisa. Por isso, a Google decidiu que se o usuário quiser tirar uma foto ou salvar uma imagem enviada por uma amigo nas redes sociais, será obrigatório o uso de um cartão microSD no dispositivo.

Ou seja, os 2.3 GB livres no armazenamento interno ficam reservados para aplicativos e outros conteúdos multimídia. O problema é se os dispositivos não contarem com um cartão microSD de série (a Micromax oferece um microSD de 8 GB no seu Canvas A1). Veremos se os fabricantes vão seguir esse exemplo, ou se ao menos vão avisar os futuros clientes de forma clara.

Via BGR

Discos rígidos de 8 TB são uma realidade

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A Seagate anunciou ontem (26) o lançamento de discos rígidos com 8 TB de armazenamento. O produto ainda não tem preço anunciado, mas ao que tudo indica, não serão nada baratos. Afinal de contas, estamos falando de 8 terabytes de armazenamento. O suficiente para sua biblioteca de filmes e séries (eu acho).

Na realidade, a série Seagate Enterprise é pensada no mercado corporativo (grandes servidores, data centers, etc), não sendo as mais recomendadas para os computadores convencionais (ou para os PCs dos meros mortais).

A boa notícia disso tudo é que, em via de regra, a versão desses mesmos produtos para o grande mercado consumidor é lançada meses depois de sua disponibilidade para os mercados corporativos. Logo, poderemos sim ver discos de 8 TB em computadores domésticos, NAS ou cases USB.

Via Seagate

Review | SSD Kingston HyperX Fury, de 240 GB

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Combinar armazenamento com desempenho é uma das missões estabelecidas pelos usuários para os fabricantes. A solução do armazenamento com SSD é a mais adotada no momento, apesar de ainda ser um pouco custosa financeiramente para a maioria. Muitos estão abrindo mão de uma maior capacidade de armazenamento para obter um melhor desempenho geral do sistema operacional e/ou aplicativos. Até porque os serviços de armazenamento na nuvem pode muito bem resolver o nosso eventual problema de espaço em disco.

Mais uma vez, a Kingston manda para o TargetHD um dos seus produtos para testes. O novo HyperX Fury de 240 GB promete oferecer uma excelente relação custo/benefício, levando em consideração o seu preço e as suas características técnicas. Durante três semanas, eu utilizei essa unidade SSD como a principal em meu notebook de trabalho, e esse review tem como objetivo contar como foi a experiência geral de uso.

A perspectiva desse review não visa tanto o lado técnico, mas sim, a visão de usuário. As impressões sobre o desempenho, o processo de instalação, e relatar se o produto conseguiu ou não atender as minhas necessidades e exigências enquanto usuário. Quem sabe essa unidade não pode ser a solução para os problemas de desempenho do seu equipamento? E, se não resolver, ao menos deve ajudar bastante.

 

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A ideia da Kingston é tornar esse produto um pouco mais acessível do que os modelos anteriores. Uma das consequências disso é o fato do modelo chegar até aqui em um blister, que é bem mais simples do que o kit de venda/upgrade de outros modelos. Isso não chega a ser um problema, pois tudo o que você precisa para fazer o upgrade em um notebook é de (no máximo) o pequeno adaptador plástico que acompanha a unidade.

No aspecto visual, o modelo não se difere muito das unidades anteriores que testamos. Aliás, precisa ser assim, pois o modelo em questão é compatível com os itens oferecidos em outras versões do dispositivo (kit para instalação em desktops, case para armazenamento externo, etc). Logo, não há muito o que se destacar aqui, exceto pelo fato que a Kingston repete o bom trabalho feito nos produtos anteriores, com uma boa qualidade de construção do produto.

A instalação física do produto aconteceu sem problemas. A unidade foi utilizada em um notebook Samsung ATIV Book 6, que originalmente possui um HD convencional de 1 TB, com velocidade de 5.4000 RPM. Ou seja, já era de se esperar um desempenho sensivelmente melhor com a adição da nova unidade. Mas falo mais sobre isso mais para frente.

Talvez um dos fatores de maior complicação na hora da troca de uma unidade de armazenamento está na transferência/manutenção do sistema operacional já instalado na unidade anterior. Como evitar o desgastante processo de uma nova instalação do sistema operacional, configuração dos dispositivos, busca de drivers e instalação dos programas que tradicionalmente utilizamos no computador?

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A Kingston oferece uma solução própria de clonagem de disco, que efetivamente facilita o processo. A ideia aqui é evitar que você perca tempo instalando tudo de novo, além de garantir que os seus dados estarão protegidos o tempo todo na sua unidade de origem. Antigamente, era comum ver usuários perdendo arquivos e programas importantes na nova instalação de um sistema operacional em uma nova máquina ou unidade de armazenamento.

Além de clonar na íntegra o seu disco rígido, o software da Kingston é capaz de “compactar” (até um certo ponto) os dados dessa unidade antiga para a nova, caso o volume de dados seja maior do que a capacidade do disco (e pelo perfil dos dispositivos comercializados hoje, é muito comum disso acontecer).

No meu caso, a diferença de volume de dados foi “apenas” o dobro (mais de 500 GB no meu HD, contra 240 GB da SSD). Particularmente, preferi transferir os arquivos de volume maior (pastas de músicas e vídeos, especialmente) para uma unidade externa, e deixar o que realmente era essencial para o meu trabalho na SSD. Ainda assim, sobrou razoáveis 95 GB para armazenamento “temporário” (de novo: ter algum serviço na nuvem ajuda e muito nessas horas).

O processo de clonagem funcionou sem maiores problemas. Talvez alguns usuários se deparem com uma certa dificuldade em fazerem o equipamento identificar a SSD como uma unidade de armazenamento (pelo menos no meu caso, que estava utilizando um notebook da Samsung para os testes), mas para aqueles mais experientes, esse não será um obstáculo. Outra barreira a ser superada foi na ausência nativa de uma unidade óptica no equipamento que utilizei, mas nada que uma unidade de CD externa não consiga resolver.

Talvez o que o kit de venda desse produto deveria trazer é justamente o software de clonagem em CD/DVD. Pode parecer algo até contraditório (pois as pessoas não utilizam mais o CD para praticamente nada), mas pensando na possibilidade de usuários com menor experiência adquirirem o produto, o único recurso disponível para iniciar o processo de instalação e clonagem do sistema é buscar o software da Kingston na internet. Existem outras soluções que realizam essa clonagem dos dados do HD antigo para o novo, mas se o fabricante oferece o software para o seu produto, é interessante dar preferência para essa alternativa.

De qualquer forma, tudo transcorreu sem maiores problemas.

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Uma vez instalado o sistema, os ajustes posteriores no sistema operacional são mínimos (quando eles são necessários). Na prática, o seu sistema não vai perceber a diferença, pois o equipamento entende que sua unidade principal está lá, mas com outro tamanho. Em alguns casos, os drivers referentes à unidade recém instalada são adicionados ao sistema, e apenas isso. Lembrando: na teoria, o seu sistema será clonado de acordo com as características aplicadas na última vez que ele inicializou e encerrou sem problemas.

Ou seja, é altamente recomendado que, antes de você realizar o processo de clonagem, que você remova os programas que você entende que não serão úteis para você, que faça a transferência dos arquivos de grande volume, para ter algum espaço livre, e que realize pelo menos uma reinicialização do sistema antes de fazer a clonagem para a SSD. É fundamental que você se certifique que tudo está funcionando corretamente, para que o comportamento seja o mesmo na nova unidade.

Sobre o desempenho geral do notebook com a SSD, foi possível perceber uma diferença sensível no tempo de inicialização do sistema operacional (Windows 8.1) e durante a execução de programas já instalados. Além disso, trabalhando em conjunto com as configurações de otimização de RAM, o desempenho geral do sistema melhorou de forma significativa. Aqui, é preciso entender que a melhora não está exatamente na velocidade geral do Windows, mas sim na performance mais consistente do sistema como um todo.

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Outro detalhe importante a ser destacado é que as citadas velocidades de 500 MB/s para leitura e gravação de dados são valores estimados, que podem ser alcançados ou não, dependendo das características do computador que vai receber o SSD. Se o conjunto geral do equipamento não ajudar, a unidade de armazenamento não vai fazer milagres. Logo, os resultados podem variar, e muito.

No meu caso, eu não alcancei os tais 500 MB/s de transferência de dados, mas o ganho foi significativo (algo em torno de 325 MB/s). Pequenos pacotes de dados oferecem velocidades maiores, mas é quando se transfere grandes volumes é que percebemos o quão melhor um SSD desempenha esse papel em relação ao HD.

Para profissionais que precisam lidar com grande volume de dados (arquivos de áudio de grande volume – podcasters sabem do que estou falando – e arquivos de vídeo) podem se beneficiar e muito dessa unidade. Nesse caso, a troca da redução do espaço de armazenamento pelo melhor desempenho geral acaba valendo a pena para quem precisa ter um equipamento mais confiável e com melhor performance para as atividades diárias.

É claro que você sempre pode optar por um SSD com maior capacidade (a própria Kingston já oferece um com 960 GB de armazenamento), mas tal opção é recomendada para quem está disposto a investir de forma pesada para atividades profissionais mais sérias. Videocasters e podcasters amadores podem muito bem utilizar uma unidade de 240 GB, que a relação custo/benefício é satisfatória.

Mas entendo aqueles que vão mesmo se beneficiar dos benefícios do HyperX Fury são os gamers. Afinal de contas, é para eles que o produto foi originalmente idealizado. Não sou muito de rodar jogos no meu computador, mas para o teste, aproveitei que o jogo Battlefield 4 estava de graça por uma semana, e testei o game de tiro no computador da Samsung.

O fato desse notebook da Samsung contar com uma tela com resolução de 1366 x 768 pixels, e a presença duas unidades gráficas trabalhando em conjunto (mas não necessariamente ao mesmo tempo) – sendo que uma dela é dedicada – ajudou e muito para que o SSD tivesse um desempenho elevado durante a execução do jogo. De novo: talvez o grande obstáculo para que o produto seja perfeito esteja na quantidade de armazenamento disponível no produto. Em compensação, se você vai utilizar o portátil só para jogos, essa quantidade pode ser suficiente para os menos exigentes. Afinal de contas, os principais consoles da geração anterior (Xbox 360 e PS3) contam com unidades de 250 GB, o que garante uma boa quantidade de jogos armazenados.

Sem falar que essa mesma unidade pode ser utilizada com um case externo, e com a ajuda de uma porta USB 3.0, a transferência de dados acontece em uma velocidade muito maior do que os HDs convencionais. Ou seja, para quem quer ter uma unidade externa confiável para ser transportada em qualquer lugar, e com uma velocidade de acesso aos dados que facilita o seu trabalho, o investimento nesse produto pode ser algo interessante.

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Por fim, o SSD Kingston HyperX Fury está aprovado. Mais uma vez, a Kingston mostra que entende do assunto, oferecendo uma alternativa para quem precisa melhorar o desempenho de notebooks que ainda são bons depois de algum tempo de uso, mas que necessitam de um upgrade para uma melhor performance. Particularmente, a unidade será uma mão na roda para fazer mais, melhor e mais rápido as minhas atividades de blogger e podcaster, e deve beneficiar muitos usuários com exigências menores.

Dicas, Truques e Macetes | Formas de liberar espaço no seu Chromebook

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Ainda que muitos tenham apostado muito nos Chromebooks da Google quando foram apresentados, a gigante de Mountain View ainda não desistiu de sua peculiar maneira de ver os computadores pessoais, e é assim que eles conseguiram obter êxito em alguns mercados, com cotas modestas, porém, representativas.

Sem muita pressa, mas com constância, os portáteis da Google se tornam cada vez mais populares, apesar das poucas mudanças feitas em relação ao plano original para o produto. Um dos fatores chave dessa concepção é sua condição de dispositivos baseados na nuvem, com o mínimo de armazenamento para funcionar, e um pouco a mais.

Aproveitar esse espaço de armazenamento do Chrome OS pode ser uma odisseia. Se você se descuida, certamente passará por maus bocados por não ter reservado pelo menos 2 GB de armazenamento para eventualidades. Esse post revisa algumas formas de aproveitar melhor o (pouco) espaço disponível nos Chromebooks.

 

Desinstalar Aplicativos

Diz o ditado que a resposta correta é, na maioria dos casos, a mais óbvia. No Chrome OS, os aplicativos funcionam de forma diferente do que em outras plataformas. Alguns apps que não precisam de conexão com a internet consomem maior espaço de armazenamento, enquanto que outros podem rodar integralmente no navegador. Eliminar jogos e aplicativos que ocupam muito espaço apenas por funcionarem em modo offline e apagar aplicativos que instalam dados que exigem o uso da internet pode ajudar.

Escolher quais aplicativos você deve ou não desinstalar é algo que varia de acordo com o usuário. É recomendado sempre ter em conta a utilidade do aplicativo, sua comodidade de uso, e o quão produtivo somos com ele. Assim, é sempre recomendável apagar jogos muito espaçosos, e não ter mais de um aplicativo que realize uma mesma tarefa.

Para eliminar aplicativos do Chrome OS, abra a lista de aplicativos, clique à direita daquele a ser removido, selecione o item “remover ou desinstalar do Chrome”, e pronto.

 

Limpe o cache e outros dados de uso

O cache de navegação são dados que são armazenados para que você não precise descarregar novamente esse conteúdo na próxima vez que você precisar dele. Desse modo, a navegação na web é muito mais rápida. Porém, com o passar do tempo, ele acaba consumindo o espaço de armazenamento do equipamento. mesmo assim, há outros dados de navegação que se armazenam e se acumulam com o tempo.

Felizmente, eliminar esses dados não é algo muito difícil: selecione Menu, depois Mais Ferramentas, e Apagar Dados de Navegação. Aqui, você escolhe os dados que serão eliminados, especialmente imagens e arquivos em cache. Escolha o item Limpar Dados de Navegação, e pronto.

 

Revise os arquivos que você tem no Google Drive

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O Google Drive sempre salva uma cópia de todos os seus arquivos na nuvem, mas nem sempre faz o mesmo de forma local. Isso é algo bem vindo, pois permite a liberação de algum espaço no disco do Chromebook. Algumas vezes apagar arquivos que não precisamos é bem vindo para a saúde do seu equipamento.

Infelizmente, não há modo de se desfazer desses arquivos, a menso que você o elimine do Google Drive. Logo, se você tem arquivos de sua conta na nuvem que ocupam muito espaço local, e sabe que não precisa mais dele, elimine esse arquivo de uma vez por todas.

 

Elimine os arquivos baixados

Para ver os arquivos que você baixou recentemente, basta usar o aplicativo Arquivos, e escolher a opção Downloads. para tornar mais simples encontrar os arquivos que estão ocupando mais espaço, ordene a visualização por tamanho. Se você tem algum arquivo que queira conservar, mas ainda assim precisa liberar espaço, armazene esse arquivo para um disco externo, uma memória USB, ou diretamente para a sua conta no Google Drive.

Por enquanto, isso é tudo. Se você conhece alguma outra dica que funcionou para você, compartilhe essa dica conosco (e com os leitores do blog) na área de comentários.

Kingston lança segunda geração do MobileLite Wireless Media Streamer

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A assessoria da Kinsgton anuncia o lançamento do MobileLite Wireless G2, que tem previsão de chegada ao mercado norte-americano ainda para esse mês de junho. O dispositivo permite que usuários de smartphones e tablets compartilhem conteúdos com outros usuários, aumentando a capacidade de armazenamento desses dispositivos móveis.

O MobileLite Wireless G2 possui uma bateria interna de 4.640 mAh (3.8v) para carregar portáteis e porta Ethernet para conexão sem fio via WiFi. A porta USB ainda é capaz de suportar modems 3G. O dispositivo da Kingston ainda permite a transferência de arquivos salvos em smartphones e tablets para cartões de memória ou unidades USB, dispensando o uso de cabos, além do envio de fotos e vídeos para as redes sociais, sem o uso de um computador como intermediário.

Quando cheia, a bateria interna do MobileLite Wireless G2 pode ser usada para carregar smartphones e tablets, além de poder atuar como roteador portátil ou unidade de rede compartilhada (via conexão 3G e Ethernet direta).

O MobileLite Wireless G2 possui garantia de 2 anos e a reconhecida qualidade Kingston. Ainda não possui previsão para lançamento no Brasil.

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Especificações e características do MobileLite Wireless G2:

– Carrega conteúdo para cartões de memória ou pendrives
– Envia imagens para suas redes sociais favoritas
– Transfere diferentes conteúdos para vários dispositivos de uma só vez
– Com a carga completa, pode ser utilizada para carregar até duas vezes a bateria de smartphones
– Suporte para SD/SDHC/SDXC e micro SD/SDHC/SDXC
– Suporte para drives USB
– Suporte para receptores 3G
– Possui porta de Ethernet para banda larga e internet on the go
– Entradas para armazenamento: USB e SD – lê SD, SDHC, SDXC e micro SD/SDHC/SDXC (com adaptador incluso)
– Sistema de arquivos aceitos: FAT, FAT32, NTFS, exFAT
– Dimensões: 129.14mm x 79.09mm x 19.28mm
– Peso: 171g
– Interface da rede sem fio: Wi-Fi 802.11g/n com segurança wireless (WPA2)
– WLAN Ethernet Port para funcionar como roteador portátil
– Bateria recarregável: duração de até 13 horas em uso contínuo; bateria de Li-ion 4640 mAh 3.8v
– Armazenamento local: transfere arquivos de/para o app MobileLite Wireless e para o dispositivo MobileLite Wireless
– Suporte para câmera roll: permite que os usuários movam fotos de seus dispositivos móveis para o MobileLite Wireless
– Cabo incluso: USB para micro USB
– Temperatura de operação: 0° a 40°C
– Temperatura de armazenamento: -10° a 45°C
– Garantia: 2 anos com suporte técnico grátis
– Suporte de arquivo: MobileLite Wireless pode armazenar qualquer tipo de arquivo. As visualizações dependem do suporte dado pelos dispositivos móveis
– Formato geral de arquivos: áudio – MP3, WAV; vídeo – m4V, mp4 (H. 264 vídeo codec); imagem – jpg, tif; documento – pdf.

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Crucial MX100: o SSD que você esperou a sua vida toda

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Este é o Crucial MX100, que foi apresentado na Computex 2014. Essa é uma unidade SSD NAND 16 nanômetros, e à primeira vista, é idêntico aos seus semelhantes de 2.5 polegadas? tem desempenho de 550 e 500 MB/s (leitura e gravação) codificação de hardware, interface SATA de 6 Gbps, entre outros. A diferença? Nos detalhes internos.

O Crucial MX100 possui um controlador Marvell 88SS9189 na NAND MLC de 16 nanômetros, que resultem em um consumo energético ligeiramente menor que os atuais dispositivos de 19 e 20 nanômetros. Além disso, os seus componentes são mais baratos, oferecendo assim um preço menor para o consumidor final.

Disponível em versões com 128, 256 e 512 GB de armazenamento, o Crucial MX100 pode ser encontrado nos valores de 70, 92 e 185 euros, respectivamente. Convenhamos, foi tudo o que pedimos para turbinar nosso computador portátil.

 

Via Crucial

Samsung melhora a eficiência e durabilidade das unidades SSD

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A Samsung deu um passo adiante no desenvolvimento das unidades SSD, com um novo modelo que é capaz de oferecer até 1 TB de capacidade. Já existiam unidades com essa capacidade, mas o da Samsung se destaca por usar pela primeira vez a sua tecnologia V-NAND em suas unidades, permitindo aplicar 32 capas de armazenamento NAND em um único chip.

Isso faz com que essa unidade tenha uma durabilidade nos dados que é o dobro das unidades SSD convencionais, sendo 20% mais eficientes no consumo de energia.

A Samsung anunciou em agosto de 2013 o início da utilização da tecnologia V-NAND para essas unidades de armazenamento – aplicando 24 capas, e não 32 -, com essas capas transferindo os dados através de uma interconexão específica.

O futuro dessa tecnologia parece promissor, e a Samsung já adianta que nos próximos meses vai apresentar novos modelos onde tanto a eficiência como a densidade de gravação de dados serão os protagonistas. Para essa segunda geração da tecnologia V-NAND, não faltarão opções no futuro. O que resta saber é o preço dessas variantes (entre 128 GB e 1 TB), algo que a Samsung não comunicou até agora.

Via BusinessWire

Motorola confirma “sem querer” que Moto X com 64 GB de armazenamento está a caminho

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O lançamento do Motorola Moto X foi um dos mais esperados de 2013, e mesmo já sendo considerado um veterano no mundo mobile, ele segue despertando o interesse de muitos usuários. Porém, a ausência de um slot para cartões microSD limitava as opções para certos usuários com necessidades mais amplas de armazenamento. Pois bem, isso pode acabar em breve.

A Motorola parece ter corrigido esse problema, com a mais que iminente aparição de uma versão com 64 GB de armazenamento, que se somará às anteriores (16 e 32 GB). O modelo apareceu com o seu código fonte no site da própria Motorola, o que o torna praticamente oficial.

Na página do Moto Maker, serviço de personalização da Motorola para o Moto X, apareceu esta opção, com um aumento de preço de US$ 100 em relação ao modelo de 16 GB de armazenamento. A opção com o código fonte do novo modelo ainda segue escondida na parte “visível” do serviço, de modo que parece que tudo já está preparado para o lançamento iminente dessa nova versão do Moto X que, de forma até curiosa, pode ficar relegado a um segundo plano, com a chegada do hipotético Moto X+1 nas próximas semanas.

Quanto ao Brasil? É pouco provável que o nosso mercado conheça essa versão com 64 GB. Afinal, se nem a de 32 GB chegamos a receber… de qualquer forma, fica o registro. Nunca se sabe quando a Motorola resolve mudar de ideia, não é mesmo?

Via Android Police

O MBLOK é o que você procura, caso necessite de armazenamento extra no seu smartphone

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O MBLOK é um dispositivo peculiar. É difícil de acreditar que nessa caixinha da foro acima reside uma unidade SSD e um controlador Bluetooth, e é isso o que chama a atenção no gadget.

Segundo os seus criadores, o MBLOK possui uma capacidade de armazenamento de até 256 GB, com uma velocidade máxima de transferência (na teoria) de 24 Mbps, e autonomia de bateria de até 300 horas. Mas o que realmente chama a atenção é o seu suporte ao acesso simultâneo de até sete dispositivos móveis (smartphones, tablets com Android ou iOS, ou qualquer outro que conte com Bluetooth).

O MBLOK pode ser útil para todos que precisam de mais espaço para dados pessoas no smartphone, principalmente por conta da ausência do slot para cartões microSD. Alémd isso, tudo o que você armazenar nele ficará em um espaço privado, e só terão acesso a esse conteúdo as pessoas autorizadas. Esta opção, combinada com a sua codificação de 128 bits, torna o produto mais seguro que os armazenamentos na nuvem tradicionais.

O curioso dispositivo executa um sistema operacional proprietário, e conta com apps para Android e iOS. O gadget está em processo de arrecadação na Kickstarter, e precisa de US$ 120 mil para iniciar a produção. Ele pode ser reservado com preço inicial sugerido de US$ 189 (versão de 128 GB), e se alcançar a meta de crowdfunding, as primeiras unidades começam a ser entregues em janeiro de 2015.

 

Via Kickstarter