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A revolução dos aplicativos no século 21

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Image: Pixabay

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Os aplicativos estão mudando o mundo como o conhecemos e isto não é um exagero. Há pouco tempo, não se tinha acesso a coisas simples como pedir um táxi – ou Uber – onde quer que se estivesse, e ele te localizar facilmente. Ou marcar um horário num hiper burocrático serviço público, sem grandes complicações.

Algumas coisas já estão tão naturalizadas que a gente nem se dá conta de como isto modificou o mercado como um todo, transformando até os empregos oferecidos pela indústria e o comércio, vide o número crescente de serviços de entrega e o decrescente de construção de shopping centers, por exemplo.

Veja os exemplos abaixo e perceba que não dá para viver sem eles, atualmente:

PedidosJá

Todo mundo já pedia comida chinesa ou uma pizza pelo telefone, mas aplicativos como o PedidosJá estão revolucionando o negócio por oferecerem um leque gigante de opções inimaginável há alguns anos atrás.

Dá pra fazer uma festinha surpresa sem precisar sair de casa, comer comida vegana e até tomar alguns drinques, tudo pelo aplicativo. Imperdível!

Spotify

Existem serviços similares, mas o Spotify se popularizou e ajudou a diminuir o download ilegal de arquivos de mp3. É uma torneirinha de musica digital que pode ser acessada via PC, notebook, smartphone, tablets e até smartwatches.

Os preços – extremamente justos – e a possibilidade de incluir toda a família facilitaram o acesso a milhares de artistas, desde os mais famosos aos ainda a serem descobertos. Não dá pra não ter!

PokemonGo

Febre que atinge crianças e adultos, PokemonGo já foi acusado até de ser um espião da CIA, já que exige localização e dados pessoais de cada jogador.

A verdade é que a captura dos pequenos monstrinhos japoneses está causando um tsunami no mercado, e não apenas dos aplicativos de jogos. Muitas possibilidades se abrem através da inserção do mundo virtual em ambientes reais.

E pode esperar que ainda vem muita coisa boa pela frente.

Xiaomi vai pré-instalar aplicativos da Microsoft em seus smartphones

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A Xiaomi fecho um acordo com a Microsoft, onde os seus smartphones passarão a trazer por tempo indeterminado os aplicativos da gigante de Redmond. O acordo também prevê a compra de 1.500 patentes dos norte-americanos pelos chineses.

Apesar de muita gente torcer o nariz para o bloatware (e com razão), ter programas como Word, Excel PowerPoint, Outlook e Skype pré-instalados no seu smartphone não é uma má notícia. São softwares úteis para a maioria dos usuários. Logo, o registro aqui é positivo: está cada vez mais comum criar e editar documentos e planilhas no smartphone, sem falar nas apresentações que são visualizadas em telas maiores e nas chamadas telefônicas, que são sempre muito bem vindas, principalmente quando estamos fora do país.

O valor da operação não foi revelado, assim como também não foram detalhadas as patentes envolvidas na compra. Mas podemos imaginar que as mesmas estão vinculadas de alguma forma ao setor móvel, seja de forma majoritária ou total. Os primeiros smartphones a receber os aplicativos da Microsoft serão: Xiaomi Mi 5, Xiaomi Mi Max, Xiaomi Mi 4s, Xiaomi Redmi Note 3 e Xiaomi Redmi 3, e os apps começam a ser incluídos a partir do mês de setembro.

No Brasil, veremos isso se a Xiaomi não decidir sair do nosso mercado antes.

Via SlashGear

Google testou mais de 6 bilhões de aplicativos Android em 12 meses

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O Android tem a fama de ser o sistema operacional móvel mais inseguro do mercado. Ainda que isso seja algo questionável, a Google é consciente dessa percepção das pessoas, e toma providências para melhorar a imagem do software nesse aspecto.

Nos últimos 12 meses, a Google supervisionou a impressionante quantidade de 6 bilhões de aplicativos Android, com o objetivo de buscar neles malwares ou possíveis riscos aos usuários. Os dados foram publicados no segundo relatório de segurança da gigante de Mountain View, e além dos aplicativos, mas de 400 milhões de dispositivos por dia foram avaliados, com o objetivo de proteger os usuários sobre ameaças através da internet e de outros dispositivos. Aqui, o Google Chrome tem um papel importante, já que o navegador tenta proteger os usuários dos sites considerados inseguros.

Além de melhorar a sua capacidade para detectar e proteger dispositivos de ameaças que aparecem depois de instalar os aplicativos, a Google também tornou muito mais complicada a entrada de aplicativos inseguros na Play Store, obtendo uma redução notável no número de instalações de aplicativos prejudiciais:

– Coleta de dados: queda de aproximadamente 40%, com 0.08% das instalações.
– Spyware: queda de 60%, com 0.02% de todas as instalações.
– Gerenciador de downloads hostil: queda de 50%, com 0.01% das instalações.

É evidente que a Google está se esforçando e muito na hora de melhorar a segurança e a confiabilidade dos aplicativos Android, mas a empresa não para por aí, já que o Android Marshmallow exige que os novos dispositivos estejam completamente cifrados, e no caso do hardware ser compatível, também oferece a possibilidade de codificar os cartões microSD.

Porém, aqui os esforços da Google são atrapalhados por fabricantes que, em muitas vezes, não implementam as últimas versões do software, deixando muitos usuários expostos a ameaças.

Via Google

Amazon voltará a investir nos smartphones, aportando software e serviços

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Não é segredo para ninguém que o Amazon Fire Phone ficou bem longe de ser um sucesso. Mesmo com todo poderio financeiro da empresa de Jeff Bezos e com o dispositivo apresentando algumas novidades interessantes, o mercado não respondeu como esperado para um smartphone muito caro para o que oferecia. Mas as últimas informações mostram que a gigante varejista vai investir de novo no mercado de smartphones, com uma importante mudança de estratégia: abandonando o hardware, e centrando-se no software e serviços.

Nos últimos anos, a Amazon experimentou uma progressão geométrica como empresa de serviços: são líderes em cloud, contam com uma grande quantidade de conteúdos e lapidaram por anos o Fire OS, o fork Android que gerencia os seus dispositivos móveis. A nova estratégia da empresa passa por fechar parcerias com fabricantes que querem a independência da Google e de sua política de licenças.

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A Amazon já teria iniciado as conversas com os principais fabricantes do mercado, propondo uma parceria que, mais além de instalar aplicativos por padrão ou pré-configurar serviços, colocar no mercado dispositivos gerenciados pelo seu sistema operacional, e especialmente desenvolvidos para extrair o máximo dos seus serviços. O objetivo da empresa de Jeff Bezos é obter um importante parque de dispositivos instalados que comercializam os seus produtos online, principalmente o cloud.

Se confirmados os rumores, estaremos diante de um movimento muito interessante. Pela primeira vez em muito tempo, a hegemonia da Google sobre o ecossistema Android teria um sério competidor, e não é descabido pensar que a Microsoft tem algo a dizer nesse sentido: um smartphone Amazon com o buscador Bing e o Office 365 integrado de série?

Vamos esperar. A entrada de um novo jogador no jogo é sempre uma ótima notícia para os usuários.

Via The Information

Samsung prepara o lançamento dos seus aplicativos no iOS

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A notícia a seguir é tão lógica como inesperada. A Samsung vai adotar uma estratégia muito parecida com a adotada pela Microsoft com os seus aplicativos, e utilizando como justificativa a abertura da compatibilidade do Samsung Gear S2 com o iOS, os coreanos planejam fazer o mesmo com os seus demais aplicativos.

Até porque se você não pode vencê-los, junte-se à eles e os conquiste de dentro. Como manda a boa arte da guerra.

A Samsung já tem uma lista de aplicativos cuja migração ao iOS já estaria em processo. Não apenas aplicativos para o Gear S2, mas também para o Gear Fit Manager, para assim poder conectar a sua pulseira de atividade Gear Fit tanto para o iPhone como para o iPad. O S Health, app para medir as atividades diárias, também está nos planos.

Não só isso. O Samsung Galaxy View, tablet de 18 polegadas que a Samsung apresentou recentemente, também se prepara para ser compatível com o iOS, de modo que será possível enviar conteúdos e reproduzir os mesmos a partir de dispositivos da Apple. Level, Smart Camera e outros apps estão na suposta lista.

Podemos interpretar a decisão da Samsung de várias maneiras, mas o mais lógico é pensar que esta é uma estratégia de crescimento. Com o limite do Android cada vez mais próximo, o iOS é uma boa plataforma para conquistar mais usuários. Não tanto nos smartphoens, já que é difícil convencer os usuários do iPhone a migrarem, mas sim nos aplicativos.

Muitos entendem esse movimento como um um passo prévio para a Samsung ser mais independente. O Android já conta com a sua própria loja de aplicativos, e o próximo passo depois do iOS pode ser voltar os seus olhos ao Tizen, estabelecendo-se como uma empresa independente da Google. Não é algo descabido a se pensar, pois não são muitos os usuários que sabem que por trás da TouchWiz temos o Android.

Logo, trocar um sistema por outro e cortar de vez a dependência da Google pode não ser algo tão traumático assim.

Via Sammobile

Cuidado com os apps do Android que a AVG indica como “pouco amigáveis”

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Dados atualizados do ranking da AVG sobre os aplicativos Android que mais afetam o desempenho do sistema operacional da Google mostram mudanças interessantes. O estudo coletou dados do segundo trimestre de 2015, e confirma algo que já era sabido: o Facebook é o app que mais recursos, dados e armazenamento consome no seu smartphone.

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O  próprio processo de atualização do Android é o serviço que mais consome bateria, de acordo com o estudo. A Google Play Services (segundo aplicativo que mais afeta o desempenho), ChatON, Instagram, The Weather Channel ou BBM estão entre os presentes na inicialização do sistema.

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Já entre os apps que não pertencem ao sistema operacional, e que são incluídos pelo usuário, Snapchat, Tumblr, Spotify, Chrome e Amazon podem ser “perigosos”, afetando várias áreas do sistema. Jogos como Candy Crush (e suas variantes), Hay Day ou Words With Friends também precisam ser observados.

O relatório de 44 páginas podem ser válidos para os usuários saberem os apps mais problemáticos, e pode ser encontrado no site da AVG. Sempre leve em conta que são dados oferecidos pela AVG, e muitos desses apps não devem resultar em grandes dores de cabeça. A má notícia é que muitos deles estão entre os mais baixados e utilizados do mercado.

Via SlashGear

Aplicativos do Apple TV não poderão superar os 200 MB

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Muitos desenvolvedores já colocaram as mãos no SDK do novo Apple TV, e para isso, deram uma olhada na nova guia de programação para o tvOS. Tal guia serve para que os mesmo se familiarizem com as APIs que aproveitaram as capacidades do dispositivo multimídia da Apple, mas também informa as regras estabelecidas para a nova seção da loja de aplicativos.

E a primeira surpresa já foi revelada: o tamanho dos aplicativos não poderá superar os 200 MB. Caso contrário, eles terão que usar os recursos sob demanda, utilizando apenas o espaço disponível no iCloud. Tal decisão faria mais sentido em aplicativos como o Netflix ou qualquer serviço de vídeo sob demanda, mas no caso dos jogos, as coisas se complicam um pouco mais.

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É preciso esperar para ver como os programadores vão trabalhar para cumprir com esses requisitos, e como esse processo será transparente para o usuário. Usar o espaço do iCloud para jogos não é a forma que muitos imaginavam que os games funcionaria na Apple TV.

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Via Steve T-SApple Developer

 

O seu próximo smartphone Android não terá tantos apps pré-instalados

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Você tem um smartphone Android mas jamais usou apps como o Google Play Games, Google+ ou Google Play Books? Então, temos uma boa notícia para você: nenhum desses apps voltará a estar instalado no seu próximo smartphone Android.

Esse pacote de aplicativos antes eram considerados ‘indispensáveis’ para qualquer fabricante que quisesse vender um dispositivo com o sistema do Google, ao lado de outros como Gmail ou Google Play (que são realmente úteis). Porém, a Google mudou suas diretrizes, liberando os fabricantes dessa obrigação.

É claro que se você quiser seguir utilizando esses apps, pode fazê-lo através de uma instalação a partir da loja de aplicativos. Mas se você deseja um pouco mais de espaço, ou não quer ser mais importunado por eles, tem a liberdade de escolha ao seu alcance.

Via Android BeatAndroid Central

Microsoft vai permitir o portamento de apps do Android e iOS de forma (quase) automática

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Os rumores se confirmaram. Com o início da BUILD 15, a Microsoft confirma que vai facilitar aos desenvolvedores o porte de aplicativos do iOS ou Android para o Windows 10. Com isso, a empresa resolve um dos maiores problemas do Windows Phone: a escassez de aplicativos.

O processo é focado exclusivamente nos desenvolvedores, que através dos IDEs de programação oferecidos pela Microsoft podem importar o código dos apps Android ou iOS para que eles possam ser compilados em um app universal do Windows 10. Ainda que a Microsoft tente fazer que o processo seja o mais automático possível, é provável que em alguns casos seja necessário retocar certas partes do código, para oferecer assim a experiência requerida.

Os usuários devem detectar poucas ou nenhuma mudança nas versões portadas no Windows 10 em relação às versões originais. Mas além de detalhes pontuais relacionados com o sistema (botões de menu, respostas da interface, etc), os serviços e funcionalidades deverão ser os mesmos. Resta saber se isso será efetivo na prática, algo que só vamos descobrir quando esse novo recurso do VisualStudio apresentar os seus primeiros resultados.

 

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A Microsoft acaba assim com a sua falta de aplicativos. A empresa só conta com 300 mil apps em sua loja virtual, contra 1.3 milhão e 1.2 milhão do Android e iOS, respectivamente. A diferença é enorme.

Ainda é cedo para saber se a estratégia vai funcionar ou não. Parece ser algo bem interessante para melhorar os seus números e atrair muitos usuários. Porém, teremos que esperar até o final do ano, que é quando essas novidades vai chegar ao mercado, para comprovar se funcionam junto ao consumidor.

Xbox One vai apostar na febre dos aplicativos

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Fontes próximas da Microsoft informaram ao site The Verge que a partir do meio de 2015 os desenvolvedores começarão a trabalhar em ferramentas que poderão funcionar sobre o console, para que o futuro catálogo de aplicativos universais do Windows 10 se ajuste ao console.

Essa informação esclarece o papel do Xbox One na integração do ecossistema do Windows 10, reforçando o conceito de uma experiência universal e convergente. Um dos pontos mais interessantes pode ser a conversão de qualquer console em um produto de desenvolvimento, algo prometido pela Microsoft durante o lançamento desse produto.

É esperado que a Microsoft publique uma versão preliminar do SDK em maio, para que os desenvolvedores comecem a trabalhar nos seus projetos. Resta saber qual será o papel que o Kinect terá no âmbito dos aplicativos universais. Alguns desenvolvedores comentaram de forma anônima que até agora o desempenho seria decepcionante, e que só o tempo diria se o periférico do Xbox One teria algum valor na nova filosofia ‘One Windows’.

Os atuais aplicativos seguem funcionando no console, mas a Microsoft espera realizar a mudança global para os aplicativos universais a partir de novembro de 2015. Essa deve ser a janela de lançamento do Windows 10 para Xbox One, e essa loja única permitiria a execução de aplicativos tanto no PC como no smartphone, tablet, e videogame.

Uma proposta ambiciosa, que queremos ver em ação logo.

Via The Verge

CEO da BlackBerry quer obrigar desenvolvedores a criar apps para todos os sistemas

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Em carta enviada ao Congresso dos Estados Unidos sobre a neutralidade da internet, o CEO da BlackBerry, John Chen, afirmou que ‘todos os clientes de conectividade móvel deveriam ter acesso a qualquer aplicativo e conteúdo legal que deseja, e os provedores de aplicativos e conteúdo deveriam ter proibida a discriminação, baseando-se no sistema operacional do consumidor’.

Na missiva, Chen destaca que a BlackBerry oferece o BBM para todas as plataformas, mas outras empresas não seguem o mesmo exemplo. Cita a Apple (com o iMessage) e a Netflix, que não possui um aplicativo para o sistema dos canadenses. ‘Muitos outros desenvolvedores de aplicativos oferecem seus serviços apenas para usuários do iPhone e Android’, declara Chen.

De acordo com suas palavras, isso criou um ecossistema móvel de ‘dois níveis’: de um lado, iPhone e Android, e do outro lado, os demais. Chen alega que tal prática é discriminatória, algo que os defensores da neutralidade criticam, e por isso pede aos legisladores obriguem também a neutralidade de aplicativos e conteúdo.

O BlackBerry OS, tal como acontece com outros sistemas minoritários, está tendo problemas para expandir o seu catálogo de aplicativos. Quando o BlackBerry 10 foi lançado, a empresa incentivou a criação de aplicativos com dinheiro, mas o resultado não foi tão bom quanto o imaginado: poucos apps foram portados. Hoje, é possível instalar apps Android, e a empresa possui um acordo fechado com a Amazon Appstore.

Via BlackBerry

Todos os aplicativos do iOS vão trabalhar em 64 bits a partir de fevereiro de 2015

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A Apple comunicou aos desenvolvedores que os seus aplicativos iOS devem incluir suporte para arquitetura de 64 bits a partir do dia 01 de fevereiro de 2015. Para isso, vai obrigar que os aplicativos que não adotarem tal medida antes dessa data não podem ser atualizados sem esse suporte.

Desse modo, a Apple não vai eliminar da loja os aplicativos que não cumprem com esse requisito, mas não vai permitir a entrada de novos apps e jogos ou atualizações que já existiam na Apple Store se esse novo código de 64 bits não estiver presente. De acordo com esses requisitos, os usuários de iPhones com processadores de 32 bits terão que esperar que os desenvolvedores atualizem os seus aplicativos para que o binário único ofereça os códigos tanto para o modo 32 como 64 bits (este último aproveita todo o potencial dos novos processadores).

Via 9to5Mac, Apple

Apps do Apple Watch podem não chegar até a metade de 2015

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Quer desenvolver aplicativos para o Apple Watch? Melhor começar a procurar por uma cadeira para sentar e esperar. No keynote da última terça-feira (9), a Apple garantiu quem o WatchKit, SDK específico para o seu relógio inteligente estaria disponível para tal missão. Só não disse que ele não estará disponível até meados de 2015, teoricamente depois do lançamento do próprio relógio.

Em nota de imprensa oficial, a Apple afirma que “a partir do ano que vem”, os desenvolvedores poderão criar apps 100% nativos para o Apple Watch. Porém, a ambiguidade da mensagem da empresa de Cupertino sugere que inicialmente os desenvolvedores terão que se conformar com as interações interativas e as pequenas tarjetas informativas, antes de realizarem modificações aprofundadas e aplicativos totalmente voltados para o relógio inteligente.

O meio de 2015 é uma data bem plausível. Em junho, a Apple realiza a WWDC, evento para desenvolvedores de seus produtos, onde normalmente são apresentadas novas versões do iOS e OS X, além de novas ferramentas destinadas ao desenvolvimento de aplicativos. Logo, faz sentido dedicar parte das apresentações ao novo produto da empresa.

Por outro lado, isso quer dizer que, pelo menos nos seus primeiros meses de vida, o Apple Watch pode ser bem mais limitado em suas funcionalidades, contando apenas com os apps e extensões que a Apple decidir incluir no produto.

É, amigo… assim é a vida.

Via Apple

Os aplicativos Android começam a desembarcar no Chrome OS

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Até agora, um dos pontos de maior crítica ao ChromeOS era o seu ecossistema de aplicativos. Porém, a Google prometeu na última edição do Google I/O que veríamos os aplicativos Android rodando nos Chromebooks. Pois bem, a primeira leva desses apps compatíveis foi anunciada.

O blog oficial da Google informa que o App Runtime do Chrome permite a migração dos aplicativos Android para o ChromeOS seja uma tarefa muito simples para os desenvolvedores, e uma experiência cômoda para os usuários. Por enquanto são poucos, mas já servem para que os demais se animem a fazê-l0.

Os apps em questão são: Duolingo, Evernote, Vine e Slight Words. É curioso que nessa primeira remessa a maioria já conte com serviço web, mas ao integrá-lo como um app ele é executado com uma janela independente, com a aparência de sua versão Android. Resta saber se o processo de migração de aplicativos de um sistema para outro é algo tão simples como promete a Google.

Vamos descobrir nas próximas semanas como a comunidade de desenvolvedores vai trabalhar com essa novidade, e principalmente se tal medida vai ajudar aos usuários que querem uma alternativa de computador que seja simples e acessível.

Via Google Blog

IFA 2014 | Microsoft remove o termo Nokia dos seus apps, adotando o Lumia

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A Microsoft Mobile começa a mudar de forma mais profunda as suas diretrizes, e uma dessas mudanças está na terminologia dos seus aplicativos. O termo Lumia passa a ficar mais presente, substituindo a marca Nokia, lembrando mais uma vez para o grande público que os novos tempos chegaram.

Os aplicativos a seguir aparecerão em breve com as novas versões de nomes, a saber: Lumia Storyteller, Lumia Creative Studio, Lumia CinemaGraph, Lumia Panorama e (obviamente) Lumia Camera. Outros apps como o Nokia Camera Beta também foram atualizados, mas conservaram o seu nome original. Nos apss que citamos nesse parágrafo, não há grandes novidades no aplicativo além da mudança de nome (nem a descrição do aplicativo foi modificado).

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Via Windows Phone Apps