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Os especialistas em segurança cibernética são (obviamente) usuários de internet. Navegam, interagem e consomem conteúdos como qualquer um. Então… quais são as medidas de segurança que eles tomam? Elas estão ao alcance da maioria dos mortais?

A resposta é um contundente SIM. Um estudo realizado pelo Google que envolveu mais de 200 experts do ramo e outros 300 usuários comuns buscavam as diferentes práticas de segurança de cada grupo. O que mais se destacou é que a maioria dos especialistas atuam de acordo com o previsto, com algumas exceções. Já os usuários comuns continuam a cair em erros básicos, a ponto de parecer mentira que estamos em 2015.

Esse post mostra as principais dicas dos especialistas em segurança, para que você aplique na sua segurança online. São passos tão simples que ignorá-los é sinônimo de negligência.

 

1. Atualizações sempre em dia

O mais importante. O software que você usa (sistema operacional e aplicativos) devem estar sempre atualizados. De nada serve ter o sistema mais seguro no mercado se você está utilizando softwares com versões prévias. Ou seja, atualize os softwares tão logo os updates apareçam.

Conselho: se você não está atento as atualizações, ative as atualizações automáticas do seu sistema operacional.

 

2. Anti-vírus, sim!

Se você usa o Windows, o anti-vírus não é um software decorativo e devorador de recursos do computador: ele é imprescindível!

Protege o seu conteúdo de malwares que povoam a internet, e mesmo não sendo a panaceia, não utilizá-lo é um erro muito grave. Obviamente, para sua efetividade ser plena, também é preciso estar sempre bem atualizado, tanto o aplicativo como a sua base de dados.

Conselho: não execute mais de um anti-vírus de uma vez; um que você já tem instalado e atualizado em sua máquina é o suficiente.

 

3. Uma senha para cada lugar

Assim como cada porta tem a sua chave, cada site visitado ou serviço utilizado deve ter a sua própria senha. Compartilhar senhas é outra falha grave, já que se uma conta ficar comprometida podemos ter um efeito dominó, que seria crítico. Adicionalmente, crie senhas fortes, não use palavras de dicionário e combinações simples.

Conselho: faça isso, para o seu próprio bem.

 

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4. Use um gerenciador de senhas

Claro que o item anterior tem um preço: o gerenciamento de senhas se torna muito mais complicado, a ponto do nosso cérebro não salvar tudo. Para aliviar esse trabalho, existem os gestores de senhas, muito úteis, cômodos e seguros (se utilizados de maneira correta). E não falamos apenas daqueles que os navegadores web incorporam.

Conselho: antes de escolher, dê uma margem de tempo para avaliar a solução que melhor se encaixa ao seu estilo de uso ou necessidades.

 

5. Dupla autenticação

A dupla autenticação, verificação em dois passos, ou seja lá como você quer chamar esse recurso está cada vez mais comum, e temos de todos os tipos. Uma vez adicionada suas credenciais, você pode receber um código por e-mail, no smartphone como mensagem de texto, através de um aplicativo ou efetuar a comprovação com dispositivos físicos. Um mundo de possibilidades a explorar, de modo que é altamente recomendado ativar essa característica onde for possível e importante.

Conselho: perca alguns minutos de sua vida revisando as configurações de qualquer serviço que você utilizar, pois é aí que você vai encontrar a opção que mais se encaixa com você.

 

6. Cuidado por onde você navega na internet

Descobrir novos conteúdos na internet é fascinante, mas é preciso pensar durante o processo. Visitar sites desconhecidos esconde um certo risco, de modo que é sempre bom buscar referências daquele conteúdo. E quando não encontrar sites conhecidos pelas vias normais, comprove a autenticidade da URL.

Conselho: algumas extensões para o navegador podem ajudar, como o WOT, que informa a reputação do site visitado, ou o HTTPS Everywhere, que forçará o uso de conexões seguras, sempre que possível.