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Os Jogos Olímpicos de Inverno Sochi 2014 serviram como campo de provas para o uso dos drones na captação de imagens de algumas modalidades esportivas. Por exemplo, competições de saltos de ski e skowboarding utilizaram os pequenos dispositivos voadores para a captura das imagens, e os resultados foram surpreendentes.

Na verdade, esse tipo de solução não é nenhuma novidade. Já faz algum tempo que várias produtoras fazem uso dos drones para gravar comerciais com esquiadores, sem falar nas empresas que pesquisam esse tipo de produção. As imagens capturadas em Sochi podem ser o início de um grande salto nas transmissões televisivas.

Os responsáveis por empresas do gênero (como a DediCam) afirmam que os drones são o futuro das transmissões esportivas, e a empresa britânica HeliPOV mostrou alguns exemplos do que se pode obter de imagens com uma câmera montada em um drone, que por sua vez, estava programada para seguir o desportista.

Outras empresas, como a Falkor Systems, já estão trabalhando em drones que seguem de forma autônoma o atleta na atividade realizada, e como afirma um dos seus responsáveis, “os ângulos que obtemos ao filmar com câmeras normais não são tão íntimos como seriam possíveis com um robô voador autônomo”.

Um dos problemas que esse tipo de solução enfrenta é, sem dúvida, a bateria. Nesse momento, as baterias dos drones contam com autonomia para apenas alguns minutos de voo, algo que deve ser menor se tiver que carregar o peso adicional que um equipamento de vídeo profissional possui.

Mesmo assim, os resultados são muito promissores. Logo, vale a pena a aposta nessa proposta.

 

Via Quartz