Levando em conta o panorama atual dos smartphones, cada vez mais começa a ficar mais claro que o primeiro fabricante que conseguir um smartphone com um aumento considerável da autonomia de bateria pode colocar um bom número de clientes no bolso (foi o meu caso, com o Motorola RAZR MAXX). Nesse sentido, as expectativas em torno da próxima versão do iPhone eram bem altas, sendo que a bateria poderia ser um dos pontos fortes que a empresa de Cupertino poderia utilizar para se destacar contra uma concorrência cada vez mais agressiva, e com smartphones em alguns casos mais completos que o iPhone.

Pois é. Eu disse “poderia”. E aí está o problema.

Enquanto o Motorola RAZR MAXX surpreende com uma bateria de 3.300 mAh, e o Samsung Galaxy S III tem como um dos principais pontos positivos a sua bateria de 2.100 mAh (esta, considerada por muitos como a melhor que podemos encontrar nesse momento no mercado), segundo os últimos vazamentos publicados, a bateria do novo iPhone será praticamente a mesma do iPhone 4S, com 1.440 mAh, contra os 1.430 mAh do iPhone 4S.

Bom, vamos fazer nesse momento um exercício de futurologia: se o novo iPhone vai ter uma tela maior como se especula, e se a bateria desse mesmo novo iPhone vai ter ridículos 10 mAh a mais, isso quer dizer que a autonomia de bateria do novo smartphone da Apple será menor, deixando os seus futuros compradores muito irritados?

Não necessariamente. E, particularmente, se a Apple conseguir chegar nessa equação, é um grande tiro no pé.

Provavelmente o processador de dois núcleos presente do telefone contará com melhoras técnicas que façam com que ele seja mais eficiente, fazendo com que o seu gerenciamento de bateria seja, no mínimo, do mesmo nível do iPhone 4S. O problema é que justamente a bateria do iPhone 4S é um dos pontos fracos do smartphone, e algo que muita gente gostaria de ver melhorado na próxima versão.

O jeito é esperar até setembro para ter tais questões respondidas. Calma, galera. Chega o Natal, mas não chega 12 de setembro. É melhor todo mundo ter uma boa dose de paciência.

Via TechCrunch