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Empresas como Canon ou Getty Images levaram para o Rio de Janeiro todo o seu arsenal e recursos para registrar as melhores imagens dos Jogos Olímpicos Rio 2016. O evento é perfeito para testar as câmeras mais modernas do mercado, mas também para introduzir novas tecnologias e equipamentos.

É especialmente interessante o trabalho de Al Bello da Getty Images nas piscinas do Centro Aquático Maria Lenk, onde ele conta com a ajuda de um pequeno robô para capturar as imagens debaixo d’água.

O robô é um case motorizado para a poderosa câmera Canon 1D Mark II, oferecendo possibilidades criativas com vários ângulos diferentes. O sistema é completamente remoto, e torna todo o processo mais prático. Ou mais seco, se você assim preferir.

Bello afirma que nos dias que utilizou o sistema, ele fez mais fotos em menos tempo, colocando em prática mais ideias. O fotógrafo fica sentado na área de salto dos nadadores, com o controle remoto na mão, e o monitor na frente dele.

Com certeza você viu alguma imagem de Al Bello, que está na sua décima primeira Olimpíada, quase todas trabalhando para a Getty Images. Não só registra imagens dentro d’água, mas fora, em modalidades diferentes.

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Em Londres 2012, a Reuters cobriu os eventos de natação com métodos parecidos: robôs com câmeras debaixo d’água. No Rio, há dez agências registrando imagens, e oito delas contam com sistemas aquáticos em funcionamento. Cada agência pode colocar apenas uma câmera em cada piscina.

 

O arsenal da Canon nos Jogos Olímpicos

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A câmera utilizada é uma Canon 1D X Mark II, muito utilizada na fotografia esportiva, e muito cara. É provavelmente a câmera mais utilizada entre os fotógrafos do evento.

A imagem acima é do centro de assistência (Canon Professional Services) que a empresa criou no Rio de Janeiro, e conta com 1.500 objetivas e 950 corpos, que os fotógrafos autorizados podem utilizar com total liberdade. No centro trabalham 70 pessoas, que cedem material, limpam e reparam equipamentos.