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Mais um review do TargetHD.net. Dessa vez, vamos analisar um dos mais recentes lançamentos da Motorola para o mercado brasileiro de smartphones. O Motorola RAZR D1 foi apresentado em março de 2013 (ao lado do RAZR D3), e chegou como uma das primeiras propostas de smartphone de entrada com Android 4.1 Jelly Bean no Brasil. Rapidamente, chamou a atenção dos usuários por prometer um desempenho eficiente, mesmo com um hardware de entrada. A seguir, passo minhas impressões sobre o modelo.

Uma coisa que é preciso dizer logo de cara: estamos falando de um smartphone Android de entrada. Ele não é um modelo pensado nos heavy users, ou naqueles que buscam um smartphone barato com alta performance. Apesar dele apresentar um desempenho surpreendente em alguns aspectos, entendo que o RAZR D1 é um modelo cujo conceito é “ter um ótimo desempenho para as tarefas mais simples”. Suas restrições de hardware não comprometem o desempenho do produto, porém, não podemos aqui acreditar que ele é capaz de fazer a mesma coisa e da mesma forma que o RAZR HD. Logo, antes de criticarem que “o produto não faz isso ou aquilo”, temos que ter sempre em mente que esse smartphone é compatível com sua proposta de preço. E, nesse sentido, ele superou minhas expectativas.

Detalhes Físicos

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O Motorola RAZR D1 é um smartphone de linhas simples. É praticamente idêntico ao RAZR i, smartphone da Motorola com processador Intel. Nesse sentido, acredito que a fabricante vai apostar nesse conceito de design para os seus modelos de entrada/linha média. O problema aqui é que vamos ter uma grande quantidade de smartphones com a mesma aparência física, e se o consumidor não tiver cuidado na hora da compra, pode levar um modelo por outro.

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Na parte superior, apenas o conector para fones de ouvido.

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Em uma das laterais, encontramos o conector para o cabo de dados e carregador de energia. Um dos pontos negativos do RAZR D1 (por outro lado, até compreensível, se pensarmos na sua proposta mais econômica do modelo) é o seu acabamento, onde é possível ver as suas emendas de carcaças e parafusos evidentes. É no mínimo estranho ver isso nesse modelo, depois de tantos smartphones tão bem cuidados nesse aspecto (incluindo alguns modelos top de linha da Motorola).

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Na outra lateral, os botões de controle de volume, além do botão de liga/desliga. Apesar de visualmente diferentes, ambos são feitos de plástico.

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Na parte inferior, nada. Exceto o espaço para remoção da tampa traseira do dispositivo.

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Visão geral da parte inferior do dispositivo, com ênfase para o microfone do smartphone.

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Visão geral da parte traseira do RAZR D1. Aqui, vale a pena destacar novamente o design final muito próximo ao do RAZR i, mas com detalhes de acabamento mais simples, se alinhando à proposta mais econômica que a Motorola quer com esse smartphone.

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Sua câmera de 5 megapixels não possui flash LED. Ou seja, esqueça a ideia de tirar fotos em ambientes com baixa luminosidade, ou em ambientes escuros. Por outro lado, essa câmera me surpreendeu, apresentando uma melhor qualidade final de fotos se comparado com os concorrentes de sua faixa de preço. Mas vou falar disso mais para frente. Ao lado da câmera (direita), temos um alto-falantes que é razoável. Se faz audível em um ambiente silencioso, mas em ambientes barulhentos, as chances de você não ouvir o seu telefone tocando são grandes. Em compensação, o alto-falantes frontal (para chamadas) é bem competente, oferecendo uma boa qualidade sonora.

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Visão geral da tampa plástica do RAZR D1. Apenas para registro mesmo, por ser uma tampa de encaixe e, felizmente, sem as linguetas salientes que insistem em se quebrar quando removemos a tampa do smartphone rapidamente. Além disso, a tampa não é de difícil remoção, e mesmo assim, fica bem firme ao corpo do telefone. Ponto positivo nesse aspecto.

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Visão geral do smartphone sem a tampa. Destaque para a sua bateria…

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… que é de um tamanho excelente, e de uma capacidade que oferece uma autonomia de uso de até um dia inteiro para as funções mais básicas (redes sociais, e-mails, internet, etc). Os seus 1.785 mAh, combinados com um hardware mais limitado oferecem um conjunto muito interessante para uma autonomia de bateria mais longa que os modelos mais avançados.

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Por fim, a visão geral do smartphone, sem a sua bateria, com os dois slots para chips SIM (convencionais, não micro SIM) e o slot para cartões de memória microSD.

Ok, hora de ligar o Motorola RAZR D1.

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Sistema Operacional e Interface de Usuário

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A Motorola repetiu a fórmula bem sucedida, que foi adotada desde o Motorola RAZR MAXX, que é interferir o mínimo na interface do Android, deixando o smartphone o mais próximo daquilo que o Google imagina ser o ideal para o seu sistema operacional. E apesar de poucas alterações na interface, essas alterações continuam sendo relevantes, resultando assim em uma boa experiência de usuário. Felizmente, a Motorola entendeu que o Motoblur não era uma solução aceitável para a maioria dos usuários (além de prejudicar consideravelmente a performance geral do smartphone), e no RAZR D1, eles mais uma vez interferiram muito pouco na interface do Android 4.1 Jelly Bean.

Resultado: um smartphone com um desempenho muito bom, sem muitos engasgos (quero dizer, temos um pequeno arrasto perceptível em algumas transições de tela, mas tudo dentro do esperado), e com uma experiência de uso muito agradável. E mais: muito mais agradável que qualquer competidor na sua faixa de preço que insiste nas versões 2.3 (Gingerbread) ou 4.0 (Ice Cream Sandwich). E esse é um dos diferenciais mais relevantes para colocar o RAZR D1 como uma excelente escolha.

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Muito dos méritos do RAZR D1 está justamente na presença do Android 4.1.2 Jelly Bean. As melhorias adotadas pelo Google para um melhor gerenciamento de processador e RAM, e até mesmo a tecnologia Butter, que permite uma  melhor interação com a tela do dispositivo são fatores decisivos para que até mesmo um modelo de entrada como esse tenha um desempenho que realmente surpreende. Esperava uma usabilidade mais travada e limitada, em função das experiências anteriores. Mas, pelo visto, o Android Jelly Bean prova que o Android evoluiu a ponto que até mesmo um smartphone na faixa dos R$ 500 pode oferecer uma usabilidade que não irrite o usuário.

ATENÇÃO! Muitas pessoas estão questionando sobre a possibilidade de transferir aplicativos da memória do RAZR D1 para o cartão microSD. Como recebemos muitas perguntas sobre isso, vamos esclarecer para todos aqui no texto. Segundo a própria Motorola, todos os modelos disponíveis no mercado com a versão Android 4.1.2 (Jelly Bean) não contam mais com o recurso de transferência de apps para o cartão de memória. Não só o RAZR D1, mas para todos os modelos disponíveis de outros fabricantes.

A decisão para a remoção do recurso veio do próprio Google, com o argumento de preservar a segurança e a performance do dispositivo em questão. A mesma medida já tinha sido tomada nos mais recentes lançamentos com Android 4.0.4 (Ice Cream Sandwich), e é a mesma para o Android 4.1.2. Modelos com Android 2.3 (Gingerbread) ou com Android 4.0.4 lançados no primeiro semestre de 2012 ainda podem contar com esse recurso. Porém, depois disso, o recurso foi removido pelo próprio Google.

Logo, a respost para a pergunta: “é possível transferir apps do smartphone para o microSD no RAZR D1?” é NÃO, de forma nativa. Pode ser que depois que um processo de ROOT específico para esse aparelho (que desconhecemos que exista, uma vez que o modelo é relativamente novo e não foi lançado lá fora) seja lançado, o recurso se torne viável. E, mesmo assim, ainda vai precisar da ajuda de aplicativos de terceiros. No momento, não tem como. Logo, administre bem quais os aplicativos que você vai instalar no smartphone.

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Aqui, uma visão geral de como o smartphone identifica os dois chips. Você pode personalizar as funções desses chips de forma independente, desde toques de cada linha até qual das linhas vai acessar a internet ou receber chamadas em diferentes momentos do dia. Você ainda precisa escolher qual será o chip padrão para chamadas e mensagens, mas muitas funcionalidades funcionam de forma simultânea, além de permitir que o usuário decida no momento que o usuário realizar a tarefa. Fato é que esses chips funcionam de forma simultânea na maior parte do tempo. Talvez a grande diferença entre os dois é que o slot #1 vai acessar as redes 3G/EDGE, enquanto que o slot #2 só funciona em EDGE.

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O RAZR D1 também conta com um discreto LED de notificação na cor branca, que funciona para alertar o usuário quando um e-mail é recebido, ou quando outras atividades relacionadas à internet são atualizadas.

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A aba de notificações pode ser visualizada mesmo com a tela bloqueada, o que pode agilizar a vida do usuário no uso cotidiano.

Benchmark

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Utilizamos o Quadrant Standard para fazer o teste de benchmark do RAZR D1. O objetivo aqui era saber (na teoria), em termos de performance, quais aparelhos se assemelham ao lançamento da Motorola (ou o contrário, para os mais exigentes). Lembrando que os resultados de testes podem variar, de acordo com o aplicativo em execução em segundo plano, ou até mesmo se o Smart Actions (presente no RAZR D1, para minha surpresa – positivamente falando) está com alguma regra de performance ativa (bateria com menor regime de consumo, GPS ligado, algum download em execução, etc).

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Fiz algumas verificações de benchmark ao longo desses dez dias de testes com o RAZR D1, e os resultados variaram muito pouco, com valores flutuando entre 2550 e 2597. Na teoria, ele tem a mesma capacidade operacional (veja bem, eu disse capacidade operacional, e não performance ou desempenho) do Samsung Galaxy Nexus, é um pouco superior ao LG Optimus 2X, e é melhor que o HTC Desire Hd e Samsung Nexus S. O que chama a atenção é sua proximidade com o Galaxy Nexus, mas mais uma vez, é algo compreensível, uma vez que o seu conjunto se vale do equilíbrio para um desempenho mais ajustado.

Tela

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Não podemos dizer que a tela do RAZR D1 decepciona, pois partimos do princípio que é um smartphone Android de entrada. Logo, não surpreende estarmos diante de uma tela de 3.5 polegadas, com resolução de 320 x 480 pixels e apenas 160 ppp de densidade. É realmente muito pouco, se comparado com smartphones top de linha. Porém, é o suficiente para fazer o básico. É claro que para visualização de fotos e vídeos não é a melhor tela que você pode querer, mas também compreendo que o usuário que vai comprar esse smartphone deve estar ciente (e vou ser repetitivo aqui, eu sinto muito) que todas as especificações técnicas foram combinadas para oferecer, de forma prioritária, um desempenho mais agradável possível para o usuário. Mais: uma usabilidade melhor do que as propostas anteriores.

Mesmo assim, você verá a seguir que os gráficos exibidos em algumas situações (principalmente nos jogos) podem até surpreender. Bom, a se considerar o tamanho da tela e o que nos incentiva a rodar alguns jogos, os gráficos não são tão depreciáveis assim.

Outro detalhe importante, que foi muito questionado pelos leitores antes e depois do review: essa tela não possui a película Gorilla Glass, sendo assim mais sujeita a riscos e arranhões. Como testamos o aparelho por dez dias, e não contávamos com nenhuma autorização da Motorola para fazer um teste efetivo do que essa tela poderia suportar em termos de acidentes eventuais, não podemos aqui atestar até quanto essa tela é resistente ou não. Porém, podemos afirmar que é bom o usuário ter um pouco mais de cuidado na hora de utilizar o smartphone, pois mesmo não sendo uma tela tão frágil (aparentemente), a sua sujeição aos riscos é mais evidente do que os modelos com Gorilla Glass.

Games

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Os jogos mais simples, como Cut the Rope e Angry Birds, o RAZR D1 roda sem problemas, e isso já era esperado. Ele possui hardware suficiente para executar tais jogos sem dificuldades. O que chama a atenção é o fato dele rodar com fluidez jogos com gráficos mais complexos, que demandam uma maior capacidade de reprodução gráfica, e exigem mais do seu hardware, como é o caso de jogos como Temple Run e Dead Trigger.

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Mesmo com gráficos com exibição final um pouco mais simplória (por conta da baixa resolução de tela), a reprodução desses gráficos em movimento foi algo muito aceitável. A jogabilidade também não se comprometeu, mesmo quando utilizada em jogos onde eu acreditava que os lags e os travamentos seriam constantes (você vai entender do que estou falando quando você ver a demonstração em vídeo no final do post). Essa é uma grata surpresa, pois mesmo que o modelo não seja pensado para os jogos, ele pode se sair bem na execução de alguns títulos mais populares.

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Voltamos a falar da tela, dessa vez para os jogos. Por oferecer uma maior fluidez e um excelente toque na tela, a sua resposta para os jogos é muito boa. E isso é fundamental para quem quer jogar em um smartphone. De novo, quero enfatizar que o RAZR D1 não foi feito para jogos, e pode não rodar jogos mais pesados (e, se não rodar, nem adianta você reclamar). Mas por ser um smartphone competente, ele é capaz de rodar os títulos com competência.

Câmera

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A câmera de 5 megapixels do RAZR D1 é uma câmera considerada regular, se comparada com os modelos mais completos do mercado, mas superior em relação aos seus adversários na faixa de preço. Em fotos captadas durante o dia, a qualidade final é muito boa. Durante a noite, as imagens registram a presença de ruídos, mas mesmo assim são boas o suficiente para serem enviadas para redes sociais ou para o Instagram (com a ajuda de filtros). Além disso, ele registra imagens em panorâmica, algo que nem todos os seus adversários de preço oferecem.

Sua câmera é capaz de gravar vídeos a 480p. Por outro lado, sua qualidade de imagem é superior aos seus concorrentes de preço. No vídeo review no final do post, você poderá comprovar a qualidade final de imagem captada pela câmera, e considero esse mais um diferencial muito positivo a ser considerado na hora da compra.

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Exemplo de foto com luz natural.

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Exemplo de foto em ambiente com luz artificial.

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Exemplo de foto panorâmica.

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Exemplo de foto com zoom.

A seguir, mais fotos captadas pela câmera do Motorola RAZR D1.

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TV Móvel

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Por fim, talvez esse seja o ponto que menos tenha agradado durante os testes com o RAZR D1: a TV móvel. Apesar do escritório do TargetHD ficar em uma região mais baixa de minha cidade (com prédios interferindo na recepção do sinal), ao me deslocar para regiões onde o sinal teoricamente era mais eficiente, os resultados não foram tão bons assim. A sintonização da TV analógica foi algo “ok” e nada mais (alguns canais com muitos chuviscos), enquanto que a TV Digital variava em funcionar ou não, dependendo do local onde eu estava com o smartphone.

E, levando em conta que é uma TV móvel, ela oscilava demais o sinal de TV digital enquanto estava em movimento. Com uma simples caminhada, o sinal digital ficava intermitente. Tudo bem, entendo que quem caminha e vê TV ao mesmo tempo tende a ser um idiota (pois jamais vai olhar para frente), mas creio que para alguém que está voltando para casa dentro de um ônibus, a experiência tende a não ser das melhores, justamente pelas variações que o veículo em movimento oferece. Talvez ela seja mais útil nas mãos de um torcedor em um estádio de futebol, uma vez que ele vai ficar a maior parte do tempo parado. Você vai poder ver isso melhor no vídeo review do final desse post.

ATUALIZADO EM 28/03/2013 @ 02h30:

Pessoal, só uma dica:

O fato de vocês não verem a antena para TV móvel conectada no RAZR D1 não quer dizer, em nenhum momento, que ela não estivesse conectada durante os testes. Somos bem conscientes e racionais sobre como devemos testar os produtos enviados pelas assessorias, e nosso compromisso é oferecer o review com maior quantidade de informações possível. Logo, confirmamos que a antena adaptadora para TV móvel, que acompanha o kit de venda do Motorola RAZR D1, foi utilizada o tempo todo durante os testes com o aplicativo de TV móvel.

Observe COM ATENÇÃO a imagem abaixo (que é a mesma que utilizamos para ilustrar o segmento de TV móvel) como parte do conector da antena aparece (mesmo que oculto pela minha mão). Além disso, nos dois testes de vídeo que fizemos, utilizei o áudio dos alto falantes do smartphone, o que descarta a possibilidade de ter usado os fones de ouvido para sintonizar a TV digital.

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Além disso, como vocês bem sabem (e se não sabem, ficarão sabendo agora), o sinal digital de TV só funciona com uma antena receptora de sinais. Afinal de contas, é o tipo de sinal que ou pega, ou não pega. E isso vale para qualquer tipo de dispositivo compatível com TV digital (TVs, receptores HDTV, smartphones, etc). Logo, como enfatizamos no teste a captação de TV digital no RAZR D1, é evidente que sua antena estava conectada ao smartphone para que esses testes fizessem sentido. Só não evidenciamos isso com imagens, mas podemos garantir que a mesma estava conectada junto ao smartphone. Caso contrário, o recurso de TV sequer funcionaria (o aplicativo de TV móvel é programado para NÃO FUNCIONAR sem a sua antena), e o teste do recurso não seria sequer concretizado.

Conclusão

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O Motorola RAZR D1 está APROVADO, e com sobras. É evidente que não testamos modelos dos outros fabricantes (e esperamos que isso aconteça ao longo das próximas semanas), mas considerando a sua proposta e faixa de preço (R$ 549, na versão dual chip SIM), é uma excelente opção. Conta com uma versão do Android relativamente recente, um hardware de linha média (mesmo em um modelo considerado de entrada) e uma experiência de uso muito boa. Parece que finalmente vamos ter smartphones Android com preços acessíveis e uma usabilidade digna para alguém que quer ter um telefone que funcione bem e nada mais. Chega de smartphones que mais lembram um “xing-ling” em termos de desempenho, que travam o tempo todo, e que passam a impressão que o Android é uma porcaria. Não mais. Até os smartphones para a “classe C” estão com desempenho que muitos vão dizer “olha, que legal… dá pra jogar Dead Trigger nele”.

Review em Vídeo

 


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