Se você ama o seu dinheiro, e não quer se meter em problemas em suas futuras compras virtuais no final de ano, esse post é praticamente uma leitura obrigatória. Depois de várias denúncias de consumidores durante a Black Friday 2012, acusando os sites de e-commerce brasileiros de “maquiarem” os preços anunciados, o Procon de SP divulgou hoje (28) uma lista com pelo menos 200 sites que são considerados “não recomendados” para a compra de produtos, incluindo eletrônicos, que são os itens mais procurados pelo internauta brasileiro.

A lista completa está disponível no site do Procon/SP, e todas essas empresas receberam reclamações de irregularidades no serviço prestado, e não apenas no período promocional da Black Friday. Produtos não entregues, produtos listados mas com preços alterados ao finalizar a compra e solicitações do próprio Procon que não foram respondidas são alguns dos motivos mais frequentes para reclamações.

Todos os casos foram denunciados ao DPPC (Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa) e ao Comitê Gestor da Internet. Paulo Góes, diretor executivo do Procon/SP, recomenda que os consumidores consultem a lista publicada pelo órgão antes de concluírem a compra, para evitar prejuízos e aborrecimentos.

Alguns dos sites listados pelo Procon anunciam ofertas realmente tentadoras para os usuários, o que atraem os consumidores menos experientes no mundo das compras online. Normalmente, os sites suspeitos oferecem preços muito abaixo do que a média praticada pelo mercado, e as chances do internauta não receber um produto exatamente nas mesmas características daquele que foi anunciado (isso é, quando recebem) são grandes.

No site do Procon, o internauta pode consultar o nome da empresa, o seu CNPJ, a situação do site (online ou offline) e a data de sua inclusão nessa lista. Para conferir a lista completa, clique aqui (arquivo em PDF). E fica a nossa recomendação para o leitor do TargetHD: se puder evitar, evite. É melhor pagar um pouco a mais do que morrer no prejuízo depois.