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A tendência de compartilhamento de senhas de acesso aos serviços de streaming pagos já representa 20% dos usuários na faixa etária dos jovens adultos.

Os adolescentes acreditam que podem ter tudo de graça, mas quando chegam no mundo adulto e descobrem que precisam pagar para ter as coisas, começam a dar mais valor para isso, principalmente se o serviço entrega a qualidade que ele espera.

Mesmo assim, há limites. Uma pessoa pode pagar para ter em casa internet, TV a cabo e assinar alguns serviços de streaming (Netflix e Spotify, principalmente), mas não paga mais do que isso. Logo, a partilha de senhas é a solução para pagar menos.

R$ 27,90 por mês pelo Netfix pode não parecer caro, mas dividir esse valor por dois ou quatro pessoas é ainda melhor.

 

 

Nesse momento, a maioria dos serviços de streaming não se preocupa com isso (exceto o Spotify, com o seu plano familiar), mas é de se esperar que eles façam alguma coisa se o comportamento se popularizar em massa. Na faixa dos 35 anos, o compartilhamento de senhas fica abaixo dos 10%, mas na faixa entre 25-34 anos, já fica acima dos 15%, e supera os 20% entre 18-24 anos.

Vamos esperar para que um ponto de equilíbrio aconteça, antes das restrições e penalizações chegarem para aqueles que querem usufruir dos serviços em circunstâncias normais.

 

Via Reuters