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A Microsoft bem que tentou, mas não conseguiu. Nem a Nokia saiu de graça, nem foi um bom negócio a compra, e o Windows Phone fracassou de forma explícita. Só não vê quem não quer.

Muitos dão o sistema como morto, e os últimos dados financeiros da Microsoft reforçam essa teoria. Por outro lado, vendo o mercado global, na mobilidade pura e fria, o Windows Phone ainda está aí, com 4.5 milhões de dispositivos Lumia vendidos no último trimestre de 2015. O grande problema é que, comparado com os 10.5 milhões de unidades vendidas no mesmo período em 2014, a queda foi de 57%. É muita coisa.

O quadro completo é catastrófico. A Microsoft e a Nokia venderam um total de 110 milhões de dispositivos com Windows Phone desde a união das duas empresas. No mesmo período, o iOS e o Android somados colocaram no mercado 4.5 bilhões de dispositivos. Ou seja, não é possível nem mesmo começar a comparar os dois universos.

O que vai acontecer com o Windows Phone? Não sabemos.

A Microsoft vai desacelerar a produção de unidades, o problema da falta de aplicativos persiste e a distribuição dos dispositivos é cada vez menor. Será que estamos mesmo assistindo a morte do Windows Phone? Talvez por isso a gigante de Redmond está tentando salvar alguma coisa que funciona no sistema?

E para você? O que acha de tudo isso?