CCleaner

Depois de confirmada a presença de malware no CCleaner que possibilitava a instalação de softwares nocivos em equipamentos, é bom você saber o que fazer se você foi vítima da falha.

É irônico ver um software que prometia otimizar o desempenho do seu equipamento ter a sua segurança comprometida. O ataque foi confirmado pela própria Avast, dona do CCleaner, e pela Piriform, empresa que desenvolve esse software.

De forma simples, esse malware pode recolher informações sobre o seu endereço de IP, o nome do seu computador e a lista de softwares instalados nele. Também pode compilar uma lista dos seus softwares ativos na rede, enviando os dados para um servidor externo.

Dados bancários e outras informações sensíveis podem ser roubados. O servidor externo onde essas informações eram armazenadas foi fechado no dia 15 de setembro.

Apenas 3% (ou 2.27 milhões) dos computadores utilizavam a versão infectada do CCleaner, mais precisamente equipamentos com Windows 10 32-bits.

Se este é o seu caso, nada de pânico: a Piriform acredita que conseguiu neutralizar a ameaça antes de um mal maior acontecer.

 

 

Como saber se tenho a versão infectada do CCleaner?

 

As versões do CCleaner infectadas foram: v5.33.6162 e v1.07.3191, para Windows a 32-bits. O aplicativo para Android (parece) não ter sido afetado.

Se você não atualizou esse software desde o dia 12 de setembro, não deve estar em risco. Foi a partir dessa data que a versão infectada apareceu. Se você usa o software no Cloud, também já está com a nova versão, limpa e atualizada.

Se você estiver com uma versão ainda mais antiga que as citadas, saiba que você não será atualizado automaticamente.

A Piriform recomenda que você elimine a versão antiga do CCleaner na sua máquina e, logo depois, faça o download de uma versão nova e limpa, nesse link.