robôs

 

Nas últimas semanas, temos notícias de novas tarefas realizadas por robôs no lugar dos humanos e os avanços na Inteligência Artificial marcarão um caminho sem volta. Mas… e quando os robôs serão capazes de fazer (quase) todo o tipo de trabalho feito pelos humanos?

A robótica segue avançando, e rapidamente. A Foxconn quer instalar até um milhão de robôs em suas fábricas em até três anos. A Amazon já conta com eles para a gestão de logística.

Há planos para a medicina, o controle biológico, a fisioterapia, a área militar e de segurança.

O robô bípede Atlas, o NAO da Aldebaran Robotics para os setores de pesquisa e educacionais, o ASIMO é o primeiro andróide que melhora de forma sustentável, os robôs wearables da Panasonic e vários outros desenvolvimentos nos campos industrial e produção, automatizando tarefas humanas.

A conferência “Robôs inteligentes e seu impacto na sociedade” foi organizada pelo professor de ciência da computação Moshe Vardi, que pediu aos seus colegas que considerassem as implicações sociais do desenvolvimento tecnológico. Ele acredita que, em 30 anos, os robôs serão capazes de superar os humanos em quase qualquer tarefa.

Em números: em 2045, o desempenho vai superar os 50%, com uma eliminação grande de postos de trabalho nas classes média e baixa.

A pergunta é: a tecnologia em desenvolvimento hoje vai beneficiar a humanidade em última instância?

A sociedade precisa refletir nesse questão antes que esse cenário seja algo real.

 

 

Em teoria, se as máquinas vão fazer o nosso trabalho, nós seremos livres para o ócio. Porém, ainda que o sistema econômico mundial se reestruture para sustentar um monte de vagabundos… será que isso é positivo?

Não é um futuro muito promissor na opinião de Vardi. Para ele, o trabalho é essencial para o nosso bem estar.

A humanidade pode estar diante de enfrentar o seu maior desafio, que é encontrar sentido à vida depois de não mais precisar trabalhar por ela. E precisamos estar a altura das circunstâncias e responder ao desafio.

São reflexões interessantes.

 

 

E este é apenas um ponto de vista a ser considerado. Outros cientistas já advertiram sobre robôs assassinos para uso em guerras futuras ou o uso sem controle da Inteligência Artificial.

Sem contar no robô amante, descrito por Geogre Zarkadakis, visto em filmes de ficção, que poderão no futuro se reproduzir entre eles e com humanos, com o objetivo de obter uma descendência genética superior, através de uma espécie híbrida.

 

O que você acha de tudo isso?

Os robôs serão um problema? Uma oportunidade? Ou inevitáveis?

Poderemos controlar os robôs? Ou viveremos a realidade vista em O Exterminador do Futuro?