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O lema que guia a estratégia da Google é: “organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível”. Porém, os planos para o futuro da empresa, a julgar pelas suas últimas aquisições, são ainda mais ambiciosos. Empresas de robótica e equipes especializadas na aprendizagem e inteligência artificial parecem voltar a empresa de Mountain View para um novo ponto.

Esta semana, em uma entrevista com o investidor Vinod Koshla, Sergey Brin confirmou essa mudança de atitude. A Google quer criar máquinas capazes de agir, pensar e raciocinar melhor e mais rápido que um ser humano, e tais aquisições e projetos são apenas o primeiro passo para isso (no vídeo no final do post, você pode ouvir Brin falando sobre o assunto a partir do minuto 12).

Palavras de Sergey Brin:

Temos projetos como o DeepMind que, algum dia, esperamos que se transforme em uma inteligência artificial. Obviamente, os especialistas teorizaram sobre isso durante décadas, sem produzir resultados, de modo que seria absurdo fazer previsões concretas. Mas temos provas que é possível criar coisas inteligentes – nós, por exemplo -, e por tanto, não é descabido pensar que algum dia seremos capazes de criar máquinas capazes de raciocinar e agir mais rápido e melhor que os seres humanos.

Vídeo a seguir

 

Via Gizmodo