NSA

Sabemos que a NSA quer “meter o nariz” em tudo, e que suas campanhas de espionagem em massa acabou custando muito caro para eles. Hoje, a agência está em uma situação complicada pelo excesso de dados acumulados, mas isso não acalmou sua “gula”, que agora mira a Internet das Coisas.

A agência de inteligência britânica teve a mesma ideia, e as duas sofreram falhas graves nesse sentido. Mas isso não impediu que Richard Ledgett, sub-diretor da NSA, confirmar os planos em espionar todo o conjunto que forma a Internet das Coisas, desde um simples brinquedo para crianças conectado via WiFi até dispositivos biomédicos, passando pelos termostatos e produtos para o lar.

Ledgett foi muito “intenso” em sua dissertação, chegando a dizer coisa como “a primeira vez que você atualizar o software, serão introduzidas vulnerabilidades”, em uma clara referência sobre como conseguir uma via de entrada aos dispositivos conectados. Como sempre, os argumentos se centram no medo do terrorismo, justificando assim as campanhas de espionagem em massa da NSA.

Porém, não deixa de ser curioso que essa entidade siga acumulando dados porque quer, especialmente quando as evidências mostram que isso não vale de muita coisa. A NSA deveria centrar seus recursos para métodos mais eficientes, que gerenciem e processem a informação compilada, no lugar de manter a técnica de “pesca de dados de arrastão” que é adotada hoje.

Via The Intercept