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Um grupo de pesquisadores conseguiram criar um novo malware que utiliza a placa gráfica para funcionar no lugar da CPU. A mudança é relevante, e traz consequências muito importantes.

O grupo conseguiu desenvolver duas ameaças desse tipo para o Linux, um rootkit e um keylogger, enquanto que para o Windows foi desenvolvido uma ferramenta de acesso remoto. A consequência mais evidente é que essas ameaças infectem nossa placa gráfica, mas sem ser detectáveis pelas soluções de segurança atuais e com um funcionamento 100% sigiloso.

A descoberta abre uma nova trincheira na guerra da segurança tecnológica, onde cada passo vem acompanhado de novas ameaças que obrigam as gigantes do setor a trabalhar sem descanso. Por enquanto, as ameaças foram criadas para fins educacionais e, de fato, só afetam as placas da NVIDIA e AMD, mas são um ponto de inflexão que abre a porta para novas formas de ataque.

Via Softpedia