google-glass-01

O Google começou a distribuir uma nova versão do Google Glass para o uso empresarial e em setores verticais, como o da saúde e da manufatura. Eles abandonaram a primeira versão dos seus óculos conectados, suspendendo o programa de testes Explorer, retirando o projeto da divisão Google X.

O primeiro Google Glass pode ser chamado de ‘fiasco’, já que não passou da fase de desenvolvimento. Mas a experiência serviu de lição, para promover uma mudança de rumos e impulsionar uma nova tentativa no desenvolvimento do wearable.

O Google Glass 2.0 está sendo desenvolvido por uma divisão independente do Google, sob a supervisão de Tony Fadell, um ex-engenheiro da Apple que fez parte da equipe de design de Jony Ive. Ele chegou ao Google como CEO da Nest, empresa voltada para a comercialização de dispositivos inteligentes para o lar, adquirida pelo Google por US$ 3.2 bilhões.

Para começar, o novo Glass conta com um diferencial fundamental: o Google está oferecendo o produto como base para ser utilizado em diferentes armações. Levando em conta o segmento profissional que estão destinados, eles podem se adaptar e se conectar (por exemplo) aos óculos de proteção utilizados em laboratórios, fábricas de produção e outras instalações.

Outra vantagem é que ele pode ser desmontado e guardado com facilidade. Seu lançamento comercial estaria ‘a menos de um ano de distância’. Até lá, o Google quer garantir que não haverá falhas nessa segunda tentativa, além de preparar aplicativos suficientes para que esses óculos sejam úteis.

Não sabemos se o Google vai tomar esse novo modelo como base para algum dia criar um Google Glass para o mercado de grande consumo.

Via Wall Street Journal