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A pré-temporada da NFL começou, e com ela, a temporada da liga profissional de futebol americano mais tecnológica de sua história. Muitas novidades interessantes serão implantadas na temporada 2014-2015 da liga, que vai adicionar ao fã do esporte mais e mais informações do que está acontecendo em campo.

Duas mudanças merecem destaque. A primeira vem de um acordo com a Zebra Technologies, que vai adicionar novos sistemas RFID para quantificar os dados de cada jogador. A segunda novidade é que a Microsoft vai oferecer tablets Surface 2 Pro, que atuarão como “pranchetas virtuais” para todos os treinadores da liga.

Conhecer os dados do que está acontecendo em campo pode ser a chave para descobrir como extrair o melhor dos jogadores, otimizando as estratégias. Nós podemos fazer piadas com a detecção da movimentação do Fred, mas tal informação é muito preciosa para o treinador (bom… deveria, no caso do Felipão, mas a gente sabe bem o que aconteceu…).

A Zebra Technologies vai instalar sua tecnologia em 17 estádios da NFL, coletando novos dados e estatísticas que serão compartilhados em tempo real, com treinadores e torcedores no estádio e em casa, com a ajuda de aplicativos para smartphones e tablets. O objetivo aqui é aprofundar essa informação para os interessados.

A NFL é a liga esportiva que mais aposta na tecnologia pelo bem do esporte. Outra prova disso é que essa será a primeira temporada onde as pranchetas e playbooks impressos serão banidos da beira do campo, substituídos por tablets da Microsoft. A iniciativa é fruto de um acordo que vale US$ 400 milhões, e as unidades do Surface 2 Pro serão modificadas para o bom uso dos técnicos. Por exemplo as câmeras do dispositivo não poderão ser utilizadas da forma convencional, mas podem coletar imagens do campo de forma mais rápida.

Uma rede privada do estádio vai se encarregar de enviar essas imagens com maior rapidez, e em cores (antes eram em preto e branco). Os treinadores poderão realizar anotações sobre as imagens, ilustrando melhor as jogadas.

É… alguns velhinhos na FIFA poderiam aprender um pouco com a moderna NFL…

Via Digital Trends, Bloomberg Business Week