NFL bola tecnologia

Hoje (8), começa mais um campeonato de futebol americano da NFL. E, com isso, mais um show de tecnologia. Fora e, principalmente, dentro de campo.

Faz tempo que a NFL virou um capo de provas para novas tecnologias, com dados mais precisos e menor espaço para erros e falhas pela percepção humana, com os dados e informações ao alcance de qualquer pessoa e em tempo real.

Há dois anos a NFL fechou um contrato de parceria com a Microsoft, que resulta na oferta de tablets Surface 2 Pro para os treinadores. No ano passado, a parceria com a Zebra Technologies colocou dois sensores nas ombreiras dos jogadores, monitorizando suas atividades.

Agora, essa tecnologia chegará na bola, pare coletar mais dados de dentro do campo de jogo.

Quantificação, em todo o seu esplendor

 

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A NFL quer quantificar tudo.

Mais de dois mil jogadores enviavam dados do seu desempenho para os treinadores e canais de televisão, e não só suas atividades em campo foram monitoradas, mas também o regime de treinamento, para saber se é o mais adequado para cada jogador, analisando se os mesmos terminam os jogos muito cansados, ou se precisam mudar a sua participação nos jogos.

Esta tecnologia se baseia em dois sensores RFID instalados nas ombreiras de cada jogador, que ficam ativos durante os treinos também. Cada estádio conta com 20 receptores que recebem o sinal desses sensores, e os dados são enviados para os computadores que armazenam todas as estatísticas de cada jogo.

Agora, a NFL adota essa tecnologia nas bolas através de um acordo com a Wilson, que começou a instalar os sensores embaixo das cordas da bola.

É apenas um teste piloto que acontecerá em alguns jogos da temporada. Por esses sensores, será possível saber a velocidade, aceleração, a distância e a localização no campo de cada bola, o que servirá para ter estatística mais reais, tornando o jogo mais ágil e com menor número de revisões de jogadas.

Todos esses dados servem para juízes, treinadores e redes de televisão, além de alimentar os fantasy games.

Com tudo isso, ainda segue pendente o tema de colocar sensores nos capacetes dos jogadores, algo muito importante para a NFL, mas que ainda não encontra a tecnologia ideal para reduzir os danos por contusões.

Via Recode