650_1000_neymar

Pode parecer que os dois temas não contem com qualquer tipo de relação (muito pelo contrário), mas um grupo de neurologistas japoneses decidiram realizar um estudo que analisa a atividade cerebral do jogador Neymar durante as partidas.

Os estudos aconteceram durante o mês de fevereiro de 2014, e os resultados indicam algo surpreendente: a atividade cerebral de Neymar enquanto ele se livra de um marcador era 10% MENOR do que a observada em um jogador de futebol amador.

Traduzindo: Neymar joga em um espécie de “modo de piloto automático”.

Eiichi Naito, um dos responsáveis pelo estudo, afirma que “é possível que a genética seja um fator, ajudada pelo tipo de treinamento realizado”. Fato é que os resultados do estudo mostra que o cérebro de Neymar necessita de “muito poucos recursos neurais nas regiões do motor cortical do pé durante os seus movimentos”. O cientista afirma que esse resultado pode se estender a outros jogadores considerados top de linha, com técnica igualmente destacada. Obviamente, estamos falando nesse caso de Lionel Messi ou Cristiano Ronaldo.

Mas… isso quer dizer que Neymar não joga no máximo de suas possibilidades?

Pelo contrário. A atividade cerebral reduzida se converte em uma menor dificuldade do jogador em realizar muitos movimentos mias complexos ao mesmo tempo. No entendimento dos pesquisadores, é justamente a baixa atividade cerebral que permite que os craques sejam craques.

Via ABC News