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Para muitos, fechar aplicativos no smartphone é um gesto automático, principalmente para quem quer economizar recursos e bateria no dispositivo.

Porem, tanto Google como Apple confirmam que fechar apps não vai ajudar em nada. Pelo contrário. Só piora.

Os aplicativos podem ficar em até cinco status nos dois sistemas operacionais:

 

1. Parado: O aplicativo não está em funcionamento.
2. Ativo: O aplicativo está em funcionamento e exibido em tela.
3. Inativo: É uma fase de transição; o aplicativo está na tela, mas não faz nada enquanto outro aplicativo está funcionando.
4. Segundo Plano: Um aplicativo não está na tela, mas funciona em segundo plano.
5. Suspenso: O aplicativo está em segundo plano, mas não faz nada; apenas fica residente na memória.

 

Tanto o Android como o iOS contam com algoritmos de gestão de memória para utilizar de forma eficiente os recursos do smartphone. Eles fecham os apps que precisam ser fechados, que ficam inativos por muito tempo ou que utilizam recursos de memória e bateria de forma desnecessária.

Além disso, aplicativos que já estão na memória abrem mais depressa. É o mesmo efeito do “despertar” o computador da hibernação. É sempre melhor deixar o sistema operacional funcionar do seu jeito do que ficar obrigando o mesmo a abrir e fechar aplicativos.

No quesito economia de bateria, é pior abrir um aplicativo de início do que despertar um que esteja inativo na memória. E, se você realmente precisa economizar bateria no smartphone, há medidas mais eficazes:

 

– Diminuir o brilho de tela.
– Desligar as atualizações automáticas dos aplicativos em segundo plano
– Ligar os modos de baixo consumo de energia.
– Desligar o acesso à sua localização
– Ativar o modo avião em casos extremos.

 

Por fim, é importante lembrar que aplicativos do tipo “Clean Master” não ajudam. Na verdade, a cada vez que uma pessoa instala um aplicativo desses, morre um bichinho em alguma parte do mundo.