O terceiro e último lançamento Android anunciado pela Motorola no evento de ontem (16/08), em São Paulo, foi o Motorola Spice XT, que é um Android touchscreen de baixo custo, que pode até ser chamado de “atualização tardia do Quench”, já que a proposta e o formato dos dois aparelhos são muito próximos. Abaixo, nossas primeiras impressões sobre o produto.

O Spice XT é um telefone de design fino, que quer ser elegante. E consegue. Essa combinação em tom escuro com detalhes prateados chama a atenção positivamente, mas mantém um certo ar discreto. Além disso, não deve fazer muito volume no bolso ao ser transportado.

Acima, parte superior do aparelho, com o conector para fones de ouvido. Abaixo, a parte inferior do aparelho.

O telefone possui um material sólido e rígido na sua parte traseira, que fica livre das marcas de dedos. É um modelo com aparência bem sóbria à primeira vista.

O processador de 800 MHz faz a diferença para o Android 2.3 (Gingerbeard) do Spice Key, mas dessa vez, é uma diferença para menos. A execução do Android fica um pouco travada, diante das limitações do processador isso pode gerar uma certa irritação ao usuário. Recomendo que, se você pensa em comprar esse modelo, que teste antes a sua performance. Se for do seu agrado, compre, mas fique atento ao conteúdo que pretende instalar no aparelho, os recursos que ficarão ativos na memória, entre outros detalhes.

Sua disposição de aplicativos é semelhante às outras versões em outros modelos da Motorola. Sem muitas novidades aqui.

Sua navegação na internet é boa (não ótima). Dá para a maioria dos usuários terem uma navegação na web sem maiores problemas.

A minha primeira impressão foi: que o Spice XT vem para tomar o lugar do Quench, se não no portfólio, mas no posicionamento junto ao consumidor. A proposta é semelhante, as características de hardware também. Logo, a tendência é que ele fique com o Android Gingerbread por um longo tempo (para não dizer para sempre). Fica aqui o registro (e o aviso, para que o comprador não se arrependa depois).