Michael Hancock, motorista do Uber nos EUA, teria assassinado no dia 1 de junho a cliente e usuária do serviço Hyun Kim, que estava a bordo do seu carro enquanto realizava uma viagem.

Uma testemunha afirma que Hancock disparou com uma arma de fogo várias vezes contra Kim. As autoridades prenderam o motorista sob a acusação de assassinato em primeiro grau.

Porém, há várias contradições no caso que complicam a sua resolução, tanto por parte da polícia como para o próprio Uber.

Tudo indica que Hancock agiu em legítima defesa. Porém, os termos de uso do Uber proíbem explicitamente que usuários e parceiros da plataforma portem armas durante as viagens.

Logo, houve uma violação dos termos de uso do serviço, e o Uber não forneceu maiores detalhes sobre o incidente, apesar de seguir colaborando com as autoridades no que for possível. E, obviamente, a conta de Hancock foi desabilitada.

Existe a possibilidade do motorista ficar livre se ficar comprovado que tudo foi em defesa própria. Mas abre a porta para que os parceiros da Uber trabalhem armados, mesmo violando os termos de uso da plataforma.

A polêmica está mais que servida, minha gente.

 

Via ABC 7 Denver